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Cheguei do quartel e peguei meu pai adotivo cheirando minhas cuecas

Que meu pai adotivo era viado eu sempre desconfiei, porque minha mãe vivia dizendo pra todo mundo que ele nunca a satisfez sexualmente e que não sabia porque ainda estava casada com um homem daqueles. Além disso, ele só tinha amigos homens e uma vez até foi parar na delegacia por causa de escândalo com uma travesti, mas só eu fiquei sabendo disso. Nunca imaginei que fosse comprovar da maneira como comprovei. A gente mora na beira do morro e eu sou molecote criado na rua. Volto da escola e já meto o pé pra jogar bola, soltar uma pipa na laje, comer alguma novinha piranha nos bequinho e curto um baile de noite quando rola, essa é minha vida de malandro. Numa das vezes que matei aula, esperei minha coroa sair e voltei pra casa crente que o paizão tava dormindo, já que levantava mais tarde. Comecei a trocar de roupa no quarto e, justamente quando tava peladão, o safado abriu a porta e me viu nu, com a piroca mole balançando. Nem fiz questão de esconder, porque não tenho neura com essas paradas.

- Você não era pra tá na escola, Breno?

Olhei pra cara dele sem medo do que fazia e foi aí que percebi aquele olhar. Era uma mistura um pouco menos explícita de desejo, curiosidade e sub.. apreensão. Aquele mesmo olhar que os outros viados do colégio ou até da favela faziam quando eu passava sem blusa, com o boné pra trás e a bermuda caindo, descalço, a marca da cueca aparecendo e o suor descendo pelos ombros abertos, imponentes. Às vezes eu passava carregando botijão de gás nas costas, os braços flexionados, já que era eu quem comprava sempre. Às vezes estava só driblando algum outro moleque que vinha se meter comigo no fut. Tava sempre atento pra qualquer caô que fosse, saía por aí resmungando ao vento, só por ser homem e amaldiçoar o mundo e o que não fosse meu, justamente por ainda não ser meu. Típico jovem de morro que cresce livre e tenta cruzar a linha pro que é ser homem antes da hora, ficando com um pé em cada marca, uma de garoto e outra de macho feito. Cafuçu. O resultado disso era o que eu sou e o ego que isso tudo engloba.

- Eu era. E tu não era pra tá dormindo?

Ele tava suando, como se fizesse algum esforço pra resistir a algo. Olhava aflito nos meus olhos.

- Eu era!

Cheguei mais perto dele, ainda nu e sem qualquer malícia.

- Não conta pra mãe, ein!

Fiz um "shh!" com o dedo na boca e ele fez que sim com a cabeça. Esse foi um dos primeiros sinais nítidos de que aquele coroa gostava de obedecer. Foi só eu dar uma simples ordem e ele já se mostrou acatado, sub.. apreensivo.

O dia da sarrada foi o segundo. Ele tava no computador, com os cotovelos pros lados e apoiados nos braços da cadeira, mais ainda assim pra fora. Eu tinha pouco espaço pra passar entre ele e o guarda-roupas, então saí passando. Tava só de calção de futebol e a vara completamente solta acabou arrastando toda contra seu braço, até a cabeça vibrou pela sensação deliciosa de luxúria e tabu. Por mais que a situação tenha sido sexual, nenhum de nós se importou e foi algo mega rápido, que ficou parecendo sem querer de ambas as partes. Eu de precisar de passar ali e ele de precisar de tirar o braço pra que isso acontecesse. Deitei na cama como se nada tivesse acontecido e ele continuou mexendo no computador, vidrado na tela. Depois de algum tempo assim, encolheu novamente os braços, como se tivesse distraído com algum conteúdo e foi aí que tive a ideia de testá-lo. Levantei da cama, fazendo um pouco de barulho e imediatamente o danado voltou os cotovelos às posições que estavam anteriormente. Ouviu meus movimentos, deduziu que sairia do quarto e teria que passar ali novamente, retornando ingenuamente a como estava. Eu era putão pô, era assim que tirava muito cabaço das piranha do morro. Era comum elas falarem que viravam vagabundas depois do Breno, ainda tinha umas que chamavam meu nome na cama com os amigos, ou então mandavam recadinho por eles. Tornei a passar e sarrei sem dó no braço do coroa. Tava nem aí pra nada.

Na terceira e última vez que suspeitei do comportamento do safado foi quando viajamos pra casa de praia com o resto da família e ele, bêbado, não conseguiu parar de me manjar de sunga. Por conta da bebida, fiquei até meio excitado, mas meti o pé pra não acabar fazendo merda ali mesmo. Ainda neste tempo lá, aconteceu uma situação mega aleatória entre nós. Cheio de tesão de madrugada, fui no banheiro com o celular e bati um punhetão, nem me preocupando com não gemer tão alto porque quando eu galo gosto de me soltar legal, sem nenhum problema. Tive a certeza de que alguém me escutava na porta e que era ele, mas nem saí pra não interromper meu momento de prazer, gozando violento no vaso e deixando a porra lá exposta, bem pegajosa e espessa pra quem quisesse ver.

O estopim de tudo foi um tempo depois, quando já estava no quartel e voltei pra casa direto, chegando mais cedo. Não encontrei a roupa que havia tirado antes de sair, então andei lentamente pela casa e, no quarto dos meus pais, encontrei o safado com a minha boxer vermelha socada no nariz, batendo uma punheta aflita. Fiquei parado na porta e senti meu próprio pau endurecer debaixo da farda. Ele não me viu, então continuei ali só observando o que o viado faria quando percebesse que eu tava ali o tempo todo. Como se não fosse o suficiente pra se satisfazer, ele danou a lamber a parte do tecido onde ficava meu caralho torto e parte do saco, enfiando o pano na boca e gemendo baixinho. Eu vi em seu comportamento o mesmo que via nos outros viados: os olhos da luxúria, a vontade nervosa de ser dominado e possuído por um macho. Ali, testemunhando seu desejo e vontade, não o vi como o pai que me adotou, mas sim como um homem necessitado de um outro homem que talvez pensasse não conseguir obter. Eu tava marolando de tesão vendo meu coroa sentindo meu cheiro de macho bem na minha frente, não tive outra escolha senão dar a ele o que o puto mais queria naquele instante: rola. Ele virou pra pegar outra cueca e foi aí que me viu. Num pulo, levantou-se da cama e começou a falar de boca cheia.

- BRENO!?

- Calma, relaxa!

Fui me aproximando e isso o deixou mais nervoso ainda, a ponto de arregalar os olhos.

- CALMA, PORRA! Toma aqui, ó!

Puxei sua mão e a coloquei na minha vara preta por cima da farda. Ele travou completamente, fazendo cara de espanto, como se tivesse perdido sobre o que pensar e fazer.

- Pode cheirar, vem!

Fui descendo seu ombro e foi aí que a magia em seus olhos foi se desfazendo e o safado veio voltando à realidade. Sem resistência e apenas sendo conduzido por mim, o puto ajoelhou-se no chão e ficou me olhando ainda espantado e em total silêncio. Os olhos de pidão não enganaram: era viado e queria tomar pirocada, mesmo que fosse meu pai. Era homem igual a mim, suscetível ao sexo como eu. Coloquei só o saco pra fora e o chamei de novo.

- Tu num queria cheirar? Cheira aqui, ó!

Fui trazendo sua cabeça devagar e o puto veio.

- Se tivesse pedido desde o começo, coroa!

Quando o nariz ficou pertinho do ovo esquerdo, larguei a piroca dura na cara dele. Travei a nuca e mandei que abrisse a boca. Ele obedeceu tímido e fui pondo a cabeça pra ele chupar.

- Sem os dentes!

Apesar de mais velho, meu pai era um viado inexperiente no que fazia. Não que eu também não fosse, mas pelo menos não tava de doce, queria a mamada a todo custo e tava sem pudor. Ele não, ainda se travava.

- Abre a boquinha, abre?

Ele abriu, mas logo se envergonhou outra vez, talvez por estar dividido entre chupar e me encarar, além de sentir meu cheiro e o cheiro dos meus pentelhos fartos.

- Calma aí.

Tranquei a porta do quarto e tirei a roupa toda, até os coturnos, só pra me dedicar ao que fazia. De joelhos na direção do meu caralho, meu pai me olhou com cara de medo.

- Abre a boquinha! - ordenei.

Assim que ele obedeceu, travei o crânio por trás e enterrei o caralho goela a baixo. Precisava daquela mamada, não importa o custo. Ele começou a tossir afoito e engasgou várias vezes, mas logo que permiti que pegasse fôlego, taquei-lhe foi pica outra vez pra não deixar desacostumar.

- Queria sentir o cheiro do filhão, né? Tá aqui, ó!

Comecei a foder a garganta, só ouvindo o barulho contínuo de "goooh" que ele fazia ao ser tapado com um pau pela boca. Quando tirei, veio junto aquela quantidade enorme de baba, produzida por causa da afobação com a qual comi sua boquinha barbuda.

- Tá gostando, tá?

Não deixei responder, já mandei bolada e piroca outra vez. Eu o segurei pelos cabelos e puxei suas orelhas, só pra me sentir no controle do meu pai perante a mim. Mais que o pau, tinha o ego chupado. Afastei sua cara do meu corpo e o encarei.

- Quer piru, quer? Então pede, se não eu não dou!

Ele veio com a língua perto da cabeça, mas eu não permiti que me tocasse. A piroca balançou e pulsou afoita na cara do viado do meu pai, chegou a babar de tesão, mas não permiti mesmo assim.

- Vai ter que pedir, viado!

Dei-lhe um tapa na cara pra animar e ele logo entrou no clima da submissão, finalmente se rendendo.

- Me dá logo essa rola, Breno! Seu filho da puta do caralho!

- Eu gosto assim, viado! Fala pra mim o que tu quer?

- Eu quero é pica!

- Pica de quem?

- A tua! Eu quero tua rola na minha boca!

- E eu sou o que teu, seu viado? - provoquei.

Ele travou. Bati o caralho na língua dele, mas novamente não permiti que chupasse.

- Eu sou o que teu?

- Meu filho!

- Então fala tudo pra mim, direitinho que eu quero ouvir saindo da tua boca!

- Eu quero a rola do meu fil-!

Aproveitei a abertura e mandei piroca outra vez na goela, deixei nem terminar de falar. Enquanto se atolava, quem falava era eu.

- Quem diria, né? Um viado desse dentro de casa!

Segurei os cabelos e dei mais tapas na carota. Quando cansei de brincar, travei o rosto e passei a investir pesado com o quadril, só fodendo a garganta do safado sem ligar pra qualquer reação. Se era mesmo meu pai, tinha que estar disposto a aguentar minha disposição de foda, afinal de contas foi o que eu aprendi com a vida. Em pouco tempo, o safado tomou mesmo jeito pela coisa e já ia sem problemas, me impressionando.

- Isso aí, viado! Vai se soltando!

Ele chupava e me olhava no olho. Essa cena era de total tesão, porque seu olhar era de pidão de piru, doido pra tomar uma leitada no meio da fuça. Não aguentei com o carinho que a língua fez na cabeça do meu caralho e enchi aquela cara de tapa só de abuso. Ele botou pra fora e pediu mais, mas não soube se era piru ou porrada.

- O que tu quer, pai?

- Rola, me dá!

Ficou de quatro no chão igual a uma cadela implorando meu caralho e eu o dei, pra que não passasse vontade. Precisava provê-lo como homem da mesma maneira que ele provia comida, coisa e tal.

- Vai botar ela no meu cu, filho?

Olhando pro coroa empinado na cama e com o linguão de fora, o rabão piscando, não tive escolha. Preparei a arma e virei a cintura dele pra mim.

- Tava atrás de piroca, né?

- Tinha que ser a do filhão!

- Dá a última sugada então na vara do filho antes dele encher esse rabo de pica!

Ele foi até o talo, ficando um tempo com a cabeça atravessada na garganta, só babando e aquecendo pro que viria depois. Eu forcei a rola pra senti-la crescer e abrir mais espaço lá dentro, tirando total proveito do aperto e quentura daquele boca de boceta.

- Vira!

Tirei tudo de uma vez, todo babado e já fui pondo na porta do rabo dele.

- Empina aqui na cama pra mim! - mandei.

Ele obedeceu e me posicionei atrás novamente, iniciando a entrada no cu do meu pai. A cabeça até que não teve dificuldade de entrar, mas o resto da vara preta e dura demorou.

- Ai que delícia de caralho, bota tudo logo! Fode logo esse cu com essa vara, filho!

Eu queria obedecê-lo, e ia. Sem nem ter entrado todo, atendi os desejos carnais de meu pai adotivo e larguei estocada do quadril dentro de seu buraco apertado, alcançando o fundo em questão de minutos.

- SSSS! Come esse cu no fundo, vai! Fode mesmo!

Ele pediu mais e eu me preocupei em suprir sua necessidade, abrindo a bunda com as mãos e colocando a cabeça pra cutucar lá no fundão mesmo. Nessas horas, o safado foi um pouco pra frente, mas travei seus ombros contra mim e aí não teve mais escapatória. Nossa inserção no corpo um do outro foi tamanha que não sei como não o quebrei de tão dobrado que o deixei perante a mim, só pra ter mais prazer na hora de foder. A gente foi caindo sobre a cama e o posicionei na quina, com a raba pra fora, onde tive controle maior ainda pra alcançar lugares que não tinha ido antes. Segurei seu rosto contra a cama e o travei pela nuca, mas o piranho só soube gemer alto e pedir pra foder mais forte.

- Me come todo, Breno! Soca esse caralho todo no meu cu, filho da puta!

- Tava doido pra encaralhar esse rabo, né?

Era tanto tapa, soco, cuspe e estocada que parecia que fodia um pedaço de carne apertado e quente, sem vida. Meu pai queria que o maltratasse, e era o que eu fazia com gosto. Quando ele passou a sentar em mim, foi aí que a vara pareceu fazer uma curva dentro do cu dele e a partir daí não tive mais como controlar o gozo.

- SSSSS!

A piroca enrijeceu dentro dele, indo contra a pressão das pregas e garantindo o alargamento de cada uma.

- É assim que tu gosta, viado?

Puxei pelo queixo pra que me encarasse e falei quase que entre os dentes, só mantendo o ritmo da foda intensa. Suando junto comigo, ele respondeu aflito.

- Enche esse cu de leite, Breno!

- É pra já, pai!

Dei a última estocada com o quadril e o remexi pra ter certeza de que o leite iria bem no fundo. As primeiras jatadas saíram intensas e distantes lá dentro, as outras foram mais fracas, mas ainda assim saíram. Prendi seus braços pra trás e me estiquei todo durante o orgasmo, travando o corpo de meu pai contra o meu. De tanto tesão, o puto também pareceu gozar e caiu em cima de mim. Ficamos um tempo assim respirando, mas logo retomei meu fôlego. Deixei a rola amolecer dentro do cu do coroa e saí. Podia ter me adotado, mas se tinha me liberado o cuzinho, então não ia tratá-lo sexualmente diferente de como tratava as outras minas que fazia de cadelas e tacava a piroca no morro. Era um viado sedento por macho, ainda que fosse meu pai adotivo.

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Comentários

21/03/2017 14:16:52
10 como sempre! Tem somente um pequeno detalhe que não curto nos seus contos, mas que não compromete em nada o tesão crescente neles! Dos 99%, qualidade e "priapismo" garantido"! Ainda espero seu comentário no meu conto! Você é um mestre! Tem um tema bem carioca que queria sugerir rsrsrs! Quem sabe rola! Sou paulistano e não conheço bem esse universo bacana do Rio!
19/03/2017 18:44:12
Muito bom
17/03/2017 13:38:26
Muito bom, safado e bem escrito.
fry
17/03/2017 01:07:29
E amei a historia, acho q vc deveria escrever um romance mais longo, adoraria ler, nao q eu nao goste dos contos indepentendes mais um romance longo seria bem legal
fry
17/03/2017 01:05:01
@VATERSÓ sempre vejo vc reclamando em cada conto que eu leio, se nao gosta dese tipo de historia entao pq le porra, os assuntos servem extamente pra isso, pra vc ler apenas o q te interresa Se vc acha tao ruim as historias q le entao pq nao tenta fazer melhor, pq comentar com o caps lock ligado e facil, dificil e fazer melhor
16/03/2017 13:42:12
Adoro seus contos muito bom perfeito
16/03/2017 12:50:39
Como sempre muito bom
16/03/2017 09:42:19
nota 1000
16/03/2017 09:42:09
perfeito como sempre
16/03/2017 07:29:50
Podia descrever os personagens com detalhes. ficou legal, mas gosto quando é o pai comendo o filho.
16/03/2017 02:02:56
BOM. FALTOU DESCREVER MELHOR OS PERSONAGENS. NÃO GOSTO DESSE TIPO DE TRATAMENTO ENTRE DOIS HOMENS. SE ESTÃO TRANSANDO DEVE SER POR PTAZER NÃO HUMILHAÇÃO E SUBMISSÃO. LAMENTÁVEL. SE SUA MÃE DESCONFIA DELE ENTÃO SEPARA E DEIXA ELE LIVRE PRA VC.
16/03/2017 00:52:59
Que delícia. Pelo menos ele teve uma consciência de agradar a quem lhe proveu sustento né. Gostei, queria ver uma continuação, tipo, como foi depois dessa foda

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