Casa dos Contos Eróticos

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Cuidado com o barulho

Autor: Mirela
Categoria: Heterossexual
Data: 17/03/2017 10:30:48
Nota 10.00
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Era um dia qualquer da semana. Meus dois amigos tinha me avisado que não poderiam passar na casa de minha tia naquele dia pois ajudariam seus pais. Segui com meu dia naturalmente e após o almoço decidi lavar a louça. A água escorria pelas minhas mãos enquanto eu ensaboava e enxaguava os pratos e talheres e copos e panelas. Lavei a louça do café da manhã que tinha se acumulado pela pressa ao sair e também pela falta de consideração de minha irmã em não querer mover um músculo enquanto estava em casa. Na frente da pia da cozinha há uma janela que dá para o muro que divide a casa com a do vizinho. Quando eu estava para terminar, colocando um dos últimos pratos sobre o escorredor, por sobre o muro aparece uma cabeça. Com o susto que eu tomei, o prato voou de minha mão e espatifou-se no chão com um estrondo. O rapaz que estava do outro lado do muro ficou a me encarar, com os olhos esbugalhados, "Me desculpe, não queria te assustar", ele disse. Fiquei fula da vida e em momentos como esse até a timidez dá um tempo, "Mas me assustou, Carlos Alberto, e agora tenho um chão de cacos para catar", do outro lado do muro, parecendo mais encabulado que eu, Carlos se ofereceu para me ajudar. Já voltando ao meu estado de inibição costumeiro, apenas confirmei com a cabeça e em poucos minutos ouvi suas batidas na porta. Como essa é uma cidade pequena, e nunca tivemos qualquer caso de polícia em nosso bairro, é comum deixarmos os portões abertos. A porta também estava destrancada, mas por educação ele bateu. Em silêncio fomos até a cozinha e ele se antecipou, tomou a pá de lixo e a vassoura de minhas mãos e pôs-se a varrer. Sentei em uma cadeira e fiquei olhando-o limpar o chão.

Aqui na cidade não dá para dizer muito bem quando é verão e quando é inverno, se olharmos apenas pela temperatura. Aqui é quente o ano todo com apenas alguns dias um pouco mais amenos no meio do ano. É comum, também, os rapazes e homens ficarem sem camisa durante o dia todo quando estão em suas casas, e esse era o caso de Carlos. Sentada como eu estava, com as pernas cruzadas, fiquei admirando seu corpo bem torneado a trabalhar a cada movimento de braços fortes e musculosos. Esse físico deve ser da genética de negros que ele tem, tal como meu bumbum grande que também vem de uma bisavó que não conheci. Com tudo isso que ocorreu comigo, eu passei a ter um olhar diferente para meu vizinho de anos, para quem eu nunca tinha olhado e agora me parecia tão atrativo. Apertei minhas pernas, tentando aplacar o fogo que já se avizinhava, mas ao mesmo tempo tentando me estimular perante aquele homem escultural. É, eu já estava doidinha para fuder com ele. No entanto, eu não queria que mais alguém soubesse do meu segredo obscuro e me esforcei ao máximo para me segurar.

Quando ele terminou me perguntou onde ficava o lixo e voltou, parando na minha frente. "Bem, já vou indo", fiz que sim com a cabeça rápida e repetidas vezes, torcendo para ele ir embora logo e eu poder me aliviar com meus dedinhos. Porém, após dar um passo ele parou e se voltou para mim. "Olha, eu sei que não é da minha conta, mas outro dia eu ouvi uns gritos vindo de sua casa. Como eu sei que você é bem na sua, fiquei preocupado e resolvi ver se estava tudo bem", meu coração disparou, "Olhei por cima do muro mas não consegui ver nada", me acalmei um pouco, chegando até a suspirar, "Como os gritos não diminuíam, pulei o muro para me certificar e acabei chegando à janela de seu quarto", agora achei que meu coração sairia pela boca, "Vi você e seus dois amigos na cama, um atrás de você e o outro sentado", meu coração deve ter parado nessa hora, senti minhas mãos geladas. Abrindo um sorriso sincero, ele me disse para não me preocupar, "Só tome mais cuidado para que outros vizinhos não vejam você fazendo essas coisas, não iria pegar muito bem", e com esse mesmo sorriso ele partiu e me deixou em um daqueles momentos em que o tempo parece parar. Era como se nada estivesse acontecendo. A porta fechou-se, o portão rangeu, o portão dele fechou-se e a porta também. Tão compenetrada eu estava com essa nova informação que consegui ouvir nos mínimos detalhes todo o percurso que ele fez. Eu o conhecia a muito tempo. Alguns o chamavam de Carlos, outros, de Carlão, outros de Alberto, Carlos Alberto, Beto, Betinho mas eu não, nunca o tinha chamado de nada. Quando dei por mim, minhas mãos estavam dentro da calça, aceleradas a mexer em minha bucetinha e cutucar meu cuzinho. Eu queria chamá-lo de alguma coisa, queria ele comigo, dentro de mim.

Sai pela porta. Olhei para um lado, depois para o outro. Ninguém. Corri até o portão destrancado e entrei. Parei na frente da porta e levantei a mão para bater. Paralisei. Abaixei a mão. Ouvi passos na sala e o som do sofá sendo moldado no corpo perfeito de Carlos. Não me aguentei. Abri a porta de supetão e o encontrei deitado no sofá, apenas de cueca samba-canção, com uma rola grande e dura em suas mãos. Ambos ficamos petrificados a nos encarar. Ele não acreditava que eu estava ali e muito menos eu. Hesitei. Dei um passo para trás. "Vêm", disse Carlos abrindo os braços. Entrei, tranquei a porta e me joguei em seus braços, beijando sua boca e passando a mão em todo seu corpo. Ele também me apalpava toda, principalmente a bunda. Rapidamente ele empurrou minha calça para baixo e pôde sentir meu bumbum pele a pele. Eu já gemia pelos beijos que ele dava em meu pescoço e com seus dedos dentro de minha calcinha, remexendo em minha bucetinha virgem. Com uma leve mordida em minha orelha ele sussurrou, "Eu sabia que você não iria resistir ao negão aqui", na real, eu gozei com aquela voz rouca e gutural que veio de sua boca. "Você tinha que ter tido mais cuidado com seus gritinhos de piranha, principalmente com aqueles em que dizia para seus amigos fuderem seu cuzinho guloso". Ele tinha armado uma armadilha e tinha me pego direitinho. E quer saber, sua pegada era tão intensa que eu nem queria escapar mesmo, sucumbi aos meus desejos. "Agora é hora de dar uns beijinhos no pau do negão".

Carlão sentou-se no sofá e eu fiquei de quatro, sobre o sofá, ao lado dele. Abaixei minha cabeça e então vi o tamanho da encrenca. Na minha ânsia de pular sobre ele, não tinha reparado, mas ali, com a o pau na cara, vi que era maior do aqueles que eu estava acostumada, com uma cabeçona grande como um cogumelo e o tronco também bem grosso. Segurei com minhas mãozinhas delicadas e abri o bocão para tentar encarar aquele pilar de ébano, que exalava um aroma de sexo a me extasiar. "Lambe a cabecinha antes, Lelinha. Quero ver quão linda você é lambendo meu pau", obedeci, entretanto não consegui me conter apenas na cabeça e fiquei lambendo todo o mastro e o saco, me babando todinha e punhetando toda a extensão de seu pau. Bateu uma dúvida enquanto eu colocava seu saco em minha boca, "Lelinha? Como você...", tive minha frase cortada quando ele puxou minha cabeça contra si, fazendo minha boca ser abafada pelas suas bolas repletas de porra e sem perder tempo, alisava meu bumbum empinado sobre o sofá, "Desde que eu moro aqui eu vejo sua irmã sair por aí com uns shortinhos curtinhos, toda rebolativa e com meio rabo aparecendo. Mal prestava atenção em você, sempre com roupas folgadas que em nada valorizavam esse seu corpo", seu dedo, grosso, começou a forçar a entrada em meu rabinho, "Mas assim que eu vi você andando pelada pela casa percebi que era muito mais gostosa que a Eduarda", rebolei em sua mão, empurrando o bumbum para trás, pedindo para ele enfiar logo o dedinho, "Em outra oportunidade, você vai e senta na vara do seu amigo enquanto chupa o outro", o dedo entrou de uma vez, "Me dei conta de que você era a verdadeira puta da casa e já estava me preparando para investir em busca desse seu rabo". Tanto meu tesão quanto minha curiosidade se aguçaram, levantei a cabeça e perguntei, "Então você já vem me espionando a um tempo?". Empurrando minha cabeça para baixo, me fazendo abocanhar seu pau outra vez, disse, "Não para de chupar não, Lelinha. Como você acha que eu descobri esse seu apelido tão fofo? Seu amiguinhos falam muito alto também. Era só eu ouvir vocês que eu já pulava o muro. Até deixei uma escada pra facilitar".

Tirando o dedo do meu cu, ele me deu um tapa na bunda e pediu para eu esperar enquanto saía da sala. Comecei a me mover, para me sentar no sofá enquanto aguardava seu retorno, e recebi uma ordem, "Não, não. Seja uma cadelinha obediente e fique de 4 mesmo, não vou demorar. Só termine de tirar sua roupa". Ao voltar, trazia em suas mãos um tubinho que eu já conhecia muito bem e uma outra embalagem que não reconheci no primeiro momento, somente quando ele abriu e começou a colocar a camisinha em seu pau. Me assustei, "Você não vai tirar minha virgindade não", ele me encarou incrédulo, "Eu sei, já ouvi você reclamando com seus amigos. Me surpreende você achar que camisinha serve só para não engravidar. Sei lá quem já meteu nesse seu rabo", depois de encapado, passou o KY sobre a rola, "Tão inteligente e tão bobinha". Fiquei com muita vergonha por cometer um erro bobo como esse.

Com a cabeça para baixo, virei meu bumbum para ele, com medo do massacre que aquela rola colossal faria na minha bela bundinha, e mesmo assim mais excitada que nunca por saber que aquele homem másculo e pintudo estava doido para me ferrar. Devo ser um pouquinho bipolar. Encostando seu pau entre minhas nádegas, ficou roçando, me fazendo perceber bem o volume avantajado que ele tinha. Ao agarrar minha cintura, me deu um gelo, a hora tinha chegado. Porém, o que ele fez foi me levantar um pouco e me desceu do sofá, colocando meus joelhos sobre uma almofada previamente posicionada no chão, minha barriga pressionada contra o sofá e o pescoço torto, com a cabeça espremida contra o encosto do sofá. "Agora sim", disse Carlos enfiando um dedo lambuzado em meu cu, "Vamos começar a festa", depois do dedo veio o caralho forçando minhas pregas e foi então que percebi o motivo dessa posição tão incômoda, não tinha como eu escapar, estava presa em sua segunda armadilha.

Senti um grande desconforto quando a glande começou a fazer pressão no meu bumbum e no momento em que a cabeça conseguiu entrar, senti como se meu cuzinho estivesse rasgando, "Espera, espera", sem parar de empurrar, Carlão respondeu, "Espero nada. Já esperei demais vendo aqueles bostinhas metendo nesse rabo. Já passou da hora de você aprender o que é ser fodida de verdade". Estiquei o braço e consegui colocar em sua barriga mas minha posição não me deixava com forças o suficiente para impedir que ele se compelisse contra mim e fosse enterrando todo aquele caralho preto em meu cuzinho. "Pára, pára. Tá doendo. Ai, ai, ai", mas ele nem me dava ouvidos, continuava a empurrar até que resolveu parar. Nem forças ou voz eu tinha para me opor a sua determinação de me enrabar e agarrei, com a mesma mão com a qual tentara segurá-lo, sua coxa e cravei minhas curtas unhas em sua carne, "Vagabunda", Carlos segurou minha mão e a dobrou sobre minhas costas, "O que você tem que aprender, Lelinha, é que meninas de bunda grande tem que dar para caras de pau grande. Somos um par perfeito". Voltou a aprofundar seu caralho em meu bumbum, lentamente, entrando até o talo em mim. Era uma agonia desmedida. Nunca imaginei que depois desse meu período de treino intensivo, ainda não seria capaz de aguentar tamanha tortura. Novamente ele parou agora, porém, soltou seu corpo sobre o meu e sussurrou em minha orelhinha, "Parabéns, Mirela. Mesmo chorando você aguentou meu pau nesse bumbum gostoso, estou orgulhoso de você", sua voz rouca baforando em meu cangote, seu cheiro de homem suado a escorrer em minhas costas e o peso de seu corpo a me dominar daquela maneira me deu alguns instantes de esquecimento das dores às quais meu pobre bumbunzinho vinha passando e um leve prazer começava a brotar, "Agora chega de nhen nhen nhen que o coro vai comer".

Depois dessa frase grosseira me esqueci de quem era. O prazer desapareceu por completo restando apenas a aflição incomensurável de ter uma rola marretando dentro do meu bumbum grande e ainda tão inexperiente. Foi o momento em que eu entendi o porquê de Carlão ser seu apelido. Além de seu pau grande, ele era como uma britadeira a trabalhar, forte, rápido, incansável e, acima de tudo, prepotente. "Chora com meu pau no cu, chora. Achou que aqueles dois bundas-mole sabiam alguma coisa de sexo? Vou te ensinar o que é meter de verdade", e eu apenas chorava, chorava alto, gritava, mas ele não parava, seguia em meu martírio, metendo, metendo, socando cada vez mais forte e mais rápido. Meu bumbum já estava dormente tamanho era o castigo ao qual ele padecia. "Vai, Lelinha, me diz que está gostando. Geme igual a cadelinha que você é". Com a cabeça de lado, não conseguia nem morder o sofá ou alguma almofada para tentar aliviar um pouco a dor. Meu braço atrás das costas já formigava. Meu outro, livre, nada conseguia fazer. "Eu vou te arrombar a tal ponto que seus companheirinhos vão começar a te chamar de cu frouxo". Após eu ter perdido por completo a noção de tempo e espaço e quem eu era, o viado resolveu parar, com a rola socada até o talo. Soltou meu braço e puxou meu cabelo. Abri os olhos mas mal o consegui ver com tantas lágrimas a ofuscar minha vista. Limpei os olhos com a mão agora livre e pedi, falei não, implorei, supliquei, "Por favor, goza logo, já não aguento mais", ele riu da minha cara, me deu um beijo e pediu o seguinte, cochichando ao meu ouvido, "Se você falar que está adorando meu pau no seu cuzinho e começar a gemer como uma putinha deve fazer, ao invés de só ficar nesse chororô, eu gozo. Do contrário você vai ter que ficar aqui um pouquinho mais", fiz que sim com a cabeça, "Ótimo. Vamos ver seu lado atriz", levantou o quadril, bem devagar, e desceu novamente, enterrando tudinho dentro de mim. Eu, interpretando alguém que não era eu, gemi alto, como gemi quando ele me bulinava, ou quando João Vitor e Pablo me comem, além de começar a falar, "Come, come meu cuzinho. Mete a pirocona no meu rabo, Carlão". Não sei se ele fez isso apenas para tirar um sarro de mim pois já estava para gozar, ou se minhas palavras realmente o influenciaram, mas ele deu apenas mais algumas bombadas, acelerando aos poucos, enquanto eu seguia a falar obscenidades que eram pura mentira. Ao perceber que ele estava no limite, "Enche meu cu de porra, Carlão, enche meu cu", gritei isso e empurrei um pouquinho o bumbum para trás. Com mais três ou quatro bombadas descompassadas ele finalmente saiu de trás de mim e tombou sobre o sofá.

Fiquei como estava, com o cu doendo muito e sem muita força para me levantar. Por fim, depois de me recuperar um pouco, sentei no sofá, meio de ladinho para não doer tanto. Carlos já foi apertando minha coxa, "Agora eu sei por que aqueles dois estão sempre por aqui", afastei sua mão de cima de mim, "Calma lá, você libera esse rabo pros dois e vai querer pagar de santinha agora?". Recoloquei toda minha roupa e quando fui levantar o maldito segurou minha mão, "Toma, leva isso com você", ele teve a audácia de colocar a camisinha cheia de porra em minha mão. Fiz menção de jogar sobre ele, "Você pode até jogar em mim, mas se minha mãe encontrar essa camisinha aqui vou ter muito o que explicar e com certeza vou te colocar na explicação. Acho melhor você se livrar disso ai".

Coloquei a mão no bolso para esconder a camisinha, olhei pela rua e aproveitei que estava vazia para correr até a casa de minha tia.

Comentários

03/05/2017 10:57:31
Bela bunda? Quero fotos...
28/03/2017 12:59:15
OLA Duda...! Ótimo texto... To até imaginando meu primo comendo o meu e o seu cuzinho... Tem uma rola de 28 cm. Adoro quando ele me arromba.
21/03/2017 07:11:19
Eu tenho 105cm (acabei de medir). A Duda tem 99, ela me passou um whats. Acho que na época desse conto devia ser até maior. rs
20/03/2017 19:02:14
você fala tanto do tamanho da sua bunda quanto mede a sua bunda?
20/03/2017 10:04:23
Nossa, DIGAORJ, não posso te adicionar não. Já estou toda encabulada só por estar escrevendo aqui, imagina conversar com alguém sobre isso? Ai, não dá não.
19/03/2017 11:40:40
Hummm como eu adoro uma menina safadinha...principalmente aquelas que curtem sexo oral e [email protected]
18/03/2017 09:38:30
Vamos comverdar Mirela, me add no skype ou me escreva [email protected] to adorando suas historias
17/03/2017 21:28:11
Ai, Roger. Não é assim que se fala com uma dama. Eu não cheguei a medir, mas acho que o Carlão tem mais que 22cm.
17/03/2017 17:39:06
quero te fuder sua gostosa me add [email protected]

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