Casa dos Contos Eróticos

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Dei uma de tradutor pro amigo comer a gringa, ele quis my ass!

Estava tranquilão em casa, tinha acabado de chegar da aula que dei num colégio, quando recebi a chamada de um antigo amigo, com quem cresci, mas a vida afastou um pouco.

- É o Alan?

- Quem tá falando?

Não reconheci sua voz de imediato por conta do tempo que não nos víamos. A última vez tinha sido na festa da formatura de uma outra amiga em comum, que também não víamos há séculos. Todos ficamos bem loucos com o open bar e a festa foi até de manhã, só relembrando dos velhos tempos e de como tudo era mais simples, tranquilo.

- É o Thierry! Do colégio, pô!

- É o barba? Caô? Quanto tempo, moleque!

- E aí, tranquilão? Cara, como faz pra gente se ver? Tô precisando de uma ajuda e tu é o cara.

Eu era solteiro e morava sozinho. Não costumava trazer ninguém em casa e ainda tava saindo do armário aos poucos, o máximo que já fiz foi transar na época da faculdade com um colega de quarto, mas nada demais. O sexo era meio morto, mas pra quem tava começando e só queria satisfazer as tensões de prova, era mais do que o essencial. Antes disso, no colégio, o Thierry era conhecido como "barba" porque foi o primeiro garoto de todos nós a desenvolver pêlos corporais, não somente no rosto. Antes mesmo do atual ensino médio, onde as minas já tão geralmente peitudas e rabudas e os caras peludos, com corpo e jeito de homem feito e uma rola já enorme, tudo por conta dos hormônios, o danado já tinha as pernas escuras, barbicha e um puta corpão desenvolvido. E o melhor, não fazia academia e nem nada, era tudo pré-disposição genética.

- Mas fala aí, o que tu mandas?

- Ah, tá tudo indo, Alanzão..

Perdido em pensamentos, começava a recordar do passado e de como fui um adolescente devoto ao Thierry, mesmo que ele não soubesse disso. Admirá-lo na educação física, então? Surreal. Pelo celular, ele ainda tinha o mesmo tom de voz meio cuspido, arrastado, como de quem quer passar intensidade ou verdade no que diz. Ele era o tipo de cara que gostava de falar gesticulando e olhando pra gente, e eu imaginava bem isso do outro lado da linha. Como não o via há um tempo, sequer podia imaginar o corpo atual ao vivo, mas a graça era justamente essa. Tinha uma ideia ou outra porque não era sempre que o gostoso do meu amigo postava foto nas redes sociais.

- Tem como eu ir aí te ver? É um pedido de trabalho, eu sei que tu manja dos inglês e tal.

Lembrei rápido de quando via alguma notificação dele no facebook e recordei do fato que estava noivado. Afinal de contas, o que um cara com um relacionamento igual ao dele queria comigo, na minha casa, que não pudesse falar por telefone, ou pelo próprio face? Óbvio que não ia negar.

- Pode ser amanhã à tarde, tá bom pra você?

- Não tem o menor problema. Me manda aí tua localização.

- Deixa comigo, vou salvar esse número teu. Se cuida aí!

- Tamo junto, Alanzão!

Fiquei o resto do dia só pensando em todas as possibilidades do que o Thierry queria comigo depois de tanto tempo. Afoito, fui logo no mercado comprar umas cervejas pra botar pra gelar, porque sabia que, com o calor, o safado não ia recusar, sempre que postava foto ou outra era bebendo em copos gigantescos, e além do mais a conversa poderia ser extensa. Enviei minha localização e salvei o número no whats. Pra matar as saudades do ensino médio, bati uma punheta gostosa antes de dormir só pensando no safado naquela mesma época, lembrando do volume da rola dele sacudindo no calção de futebol, todo suado na quadra. Era louco pra cheirar seus sovacos peludos e lamber o caminho de pêlos que tinha abaixo do umbigo, mas a coragem necessária não existia. Gozei bastante e peguei no sono rápido, ansiando pelo amanhã.

No dia seguinte, acordei cedo e tentei não focar na visita do Thierry pra não passar devagar. Dei aula num outro colégio e voltei pra casa na hora do almoço. Comi, tomei banho e esperei. Em alguns bons minutos, ele mandou mensagem no whatsapp.

- Estou saindo de casa, hein!

- Ok!

Fiquei corrigindo algumas provas pro tempo passar ainda mais rápido e em menos de meia hora ouvi o barulho da moto parar no portão, seguindo da buzina.

- Cheguei. Cadê tu?

Fui recebê-lo e não acreditei quando o vi. Ele estava um pouco maior que eu, completamente vestido numa roupa casual, dessas de moleque grande: bermuda, camiseta, chinelo no pé e uma mochila nas costas. Na hora que suspendeu os braços para remover o capacete escuro, mostrou as duas axilas que tanto quis venerar e cheirar quando mais novo. A formação arredondada dos bíceps ainda serviram pra me provar o quão crescido e gostoso ele estava. De um garoto com corpo precoce e sexual, Thierry transformou-se num homem másculo e adulto, macho. Sem a proteção na cabeça, pude ver também o rosto adulto, barbudo, de homem feito. Apesar de todas as mudanças mais do que perceptíveis, ainda podia ver o mesmo brilho no olhar do molecote com quem estudei. Um olhar que à primeira vista é inocente, mas quem fica olhando sabe que há algo mais, algo oculto, que talvez só o próprio gostoso permita que vejam quando quer. Isso instiga, dá curiosidade. Voltei lentamente à realidade e começamos a interagir.

- Caralho, tu tá mó diferente!

- Que isso, olha pra você!

A gente riu e se cumprimentou com um aperto de mão firme, no qual já reparei de cara a enorme aliança de noivado no dedo. Em seguida, recebi um forte abraço que me deixou com um gostoso cheiro de perfume amadeirado. Desde mais novo ele era assim carinhoso com todos, não parava de sorrir. O convidei a entrar e fomos pra sala.

- Toma uma cerva?

- Até duas, irmão!

Respondeu com o braço estendido na minha direção e o número dois nos dedos, o sovacão outra vez de fora. Tomei um impulso pra ir à cozinha, peguei as bebidas e retornei. Sentados no sofá, um ao lado do outro, eu o observava com vontade de manjar a mala que agora estava acumulada entre as pernas, mas me controlava pra não dar bobeira logo de cara. Conversamos muitas afinidade e outras coisas pequenas, nos atualizamos da vida um do outro e foi aí que ele chegou em relacionamento, chamando mais minha atenção.

- A Bia é gente boa, mas sabe como é, né Alanzão?

Eu ria. Estávamos na quarta ou quinta garrafa e o papo tava fácil, ele começava a se soltar mais conforme explicava o que queria e o que fazia nesses assuntos.

- Tu me conhece do ensino médio, sabe que nunca parei quieto.

- Tu é foda!

Eu dizia da boca pra fora, só porque tava afim dele, mas isso passava batido.

- É por isso que vim aqui, porque confio só em você pra isso.

- Como assim?

- Vou te explicar.

Ele matou a cerveja num só gole que eu acompanhei descer pelo pescoço e voltou a falar, focado. Eu tentava não desviar minha atenção com cada detalhe do corpo do safado naquela roupa largada, mas já estava ficando muito difícil, ainda mais que ele chegou pra frente e a bermuda meio que subiu, deixando parte das coxas peludas e rígidas de fora e aumentando o volume da mala.

- Tu sabe que eu trabalho na empresa do meu pai e tal, vira e mexe viajo lá pra fora e passo uns tempos, né?

- Aham.

- Então, numa dessas viagens eu conheci a Susan. Ela trabalha pro meu pai e eu sou doido pra passar a piroca nela, mas não falo inglês e ela é americana.

Fiquei ainda mais excitado com o linguajar de safado que ele usou, mas preocupado com o pedido que viria agora.

- Ela tá passando um tempo aqui no Brasil e vai rolar uma reuniãozinha na sexta. Eu quero saber quanto tu cobra pra me dar uma força nesse papo. Não tenho a quem pedir.

Agora sim eu ri. Ele riu comigo, crente que eu tava aceitando, mas o problema era que não tinha como ser pombo correio do cara assim do nada, ainda mais pra ajudá-lo a trair a própria noiva. Já havia feito serviços de tradução e intérprete antes, mas para assuntos mais técnicos, esse era nova!

- Mas tu nunca falou com essa Susan?

- Já andei tentando dar umas letras, um outro amigo deu uma força, mas não passou disso.

Toda vez que falava na tal estadunidense, o puto dava uma pegada discreta no volume do caralho na bermuda. Eu disfarçava e manjava mesmo, ele ria ainda mais e assim íamos bebendo e falando.

- Então o que eu vou fazer na sexta? - perguntei.

- Você vai comigo pra um coquetel e só precisa me dizer o que ela disser em inglês.

Pensei alguns instantes.

- E tu?

- Ah, e quando eu falar tu traduz pra ela.

Ficava alegre rápido, pelo visto. Continuamos a conversa e aceitei quando ele falou do pagamento, que era justo pra algo tão em cima da hora. Não tinha nada pra fazer, ia ganhar dinheiro numa festa por um serviço provavelmente tranquilo e ainda passaria um tempo do lado daquele gostoso com quem era doido pra foder desde o ensino médio. Passamos o resto da tarde bebendo e pondo as vidas em dia.

- Tu me promete que fica só entre nós, Alanzão? Nem a galera do colégio pode ficar sabendo disso.

- Relaxa, mano! Vou te ajudar nessa.

Diversas vezes o gostoso do Thierry foi mijar e eu fiquei atrás da porta só escutando o barulho do mijo caindo dentro do vaso. Imaginava o tamanho da vara e o quão peluda deveria ser, doido pra abocanhar o cacete do meu amigo meio peludo e delicioso. Saber que o safado era quase casado e tava atrás de putaria estrangeira então.. surreal! As horas passaram, a gente se despediu e ficou marcado que eu seria o intérprete naquele evento.

No dia combinado, saí de casa cedo e encontrei com ele num shopping. Sua equipe de funcionários me preparou um terno e me vestiu ali mesmo. Ver aquele homem engomadinho, de gravata, terninho, sapato social e todo sério, mas sabendo que por dentro era um puto por causa do que fazia, era maravilhoso. Não sabia qual Thierry achava mais sexual. Fomos pelo caminho conversando mais amenidades e sendo servidos dentro do carrão com champanhe e aperitivos. O cara realmente tinha uma grana com o que trabalhava. Chegamos numa espécie de recepção de hotel em poucos minutos e mais algumas pessoas bem vestidas se juntavam, conversando baixo.

- Só ficar perto de mim, não tem erro.

- Ok.

Caminhamos pelo hall e ele foi recebido e cumprimentado por algumas pessoas que nunca vi. Recebi uma identificação e assim fomos conduzidos por alguns dos anfitriões até uma porta dupla e enfeitada. Quando entramos, tratava-se de uma pequena apresentação, várias pessoas reunidas em fileiras de cadeiras, como num anfiteatro escuro e frio, prestando atenção no palco iluminado. O Thierry foi indo e eu o segui em silêncio. Com certa dificuldade, avistou uma moça sentada distante, ainda na parte de cima, e foi em sua direção. Sentou-se ao lado e eu sentei do lado dele.

- Susan!

Ela tinha a pele clara, era ruiva e estava bem elegante de pernas cruzadas, com um vestido escuro tímido e os lábios em vermelho vivo. Até eu fiquei um tempo pra digerir tanta beleza. Olhou pra ele e deu-lhe a mão para que beijasse. Ficamos um tempo nessa enquanto a apresentação seguia. Ele me olhou e viu que na posição que estávamos não ia dar certo.

- Troca comigo.

Levantamos com um pouco de barulho e mudamos. Agora eu estava entre ele e Susan.

Depois de quase termos atraído alguns olhares por causa do burburinho causado, o silêncio se estabeleceu outra vez. Ele vira e mexe olhava pra ruiva do meu lado e mexia a perna, inquieto, querendo interagir, mas talvez com receio de chamar atenção. Veio no meu ouvido de forma discreta e disse baixinho.

- Se apresenta pra ela e diz que vai rolar o coquetel depois. Diga que estou a convidando, Alan.

- Ok.

Obedeci, falando próximo ao ouvido dela de forma baixa e em inglês. Ela sorriu e me cumprimentou também, meio tímida, dizendo que ia pensar na possibilidade. Expliquei isso ao Thierry e ele insistiu.

- Diz que se ela for, pode se dar muito bem.

Novamente traduzi pra ela e escutei sua resposta.

- Ela quer saber o por quê.

- Por que o que?

Susan cochichou mais no meu ouvido e continuei.

- Por que ela pode ser dar bem? O que vai rolar no coquetel?

Ele me olhou com cara de curioso e impaciente, esticou as pernas contra o assento da frente e manjei rápido o volume que se formava nas calças. Chegou mais perto do meu ouvido e tornou a falar.

- A gente vai beber um pouco, conversar.. Dançar.

Ter a voz e o hálito fresco daquele macho no meu cangote estava mexendo comigo de verdade. Além disso, não pude deixar de perceber que agora ele não me dizia pra falar pra ela, mas sim já falava o que queria que eu dissesse, dando a falsa impressão que era pra mim. Enquanto o fazia, olhava diretamente nos olhos da mulher, como se quisesse esquecer que eu estava ali no meio, por mais difícil que fosse. Levei a mensagem até ela e recebi a nova. Pra minha surpresa, a moça não era tão delicada assim.

- Só isso?

Ele mordeu o lábio e voltou ao pé da minha orelha, falando tão pertinho que tive a sensação de ser tocado pela boca.

- Depois.. eu vou te levar pro quarto.

Fez uma pausa, me olhou e olhou pra ela. Chegou mais perto e me arrepiou com tanta proximidade. Seu tom era calmo, lento e seguro, de forma pausada.

- Vou tirar essa roupa.. E deixar você fazer o que quiser.

Enquanto ele falava, não conseguia mais parar de olhar pra sua boca. Depois que parou ainda ficou me olhando, esperando que entregasse sua mensagem. Nesse momento, começou a rolar uma certa tensão sexual entre nós, mas acho que ele não captou, apesar de ainda me olhar. Traduzi à Susan e já voltei com outra.

- Ela disse que.. - engoli a seco. - Gosta de ser dominada.

Ele fez uma cara de surpreso, esfregou o queixo barbudo e esticou novamente as pernas. Agora não tinha como o pau não ter levantado, porque o volume era evidente. Como se não bastasse, segurou a rola por cima do tecido chique e mostrou como estava endurecendo. Voltou ao meu ouvido e falou baixinho, com a voz arrastada e com aquela carga adicional de safadeza.

- Então.. eu vou te botar pra mamar essa vara aqui toda. Até o talo.

Quando virei pra contar a ela, ele voltou a dizer.

- Não acabei.

Segurou meu ombro e chegou mais perto.

- Eu vou escovar essa boquinha com a rola até teu queixo ficar com o cheiro do meu saco. Quero te deixar atravessada em pica. Quando já tiver com a boca tremendo de tanto mamar, vou comer essa bucetinha até tu ficar de perna bamba.

Fiquei em choque olhando pra cara dele, até que soltou meu ombro e permitiu que continuasse o jogo. Expliquei tudo à Susan e ela logo respondeu. Parei de usar o "ela disse" e fui até sua orelha também, apenas repetindo em português o que a safada me contou.

- E no cu, não vai nem dar uma passada?

O pilantra só faltou delirar e subir no banco de tanto tesão. Pela terceira vez, esticou o corpo e aí tive a certeza da ereção. O volume de caralho era tão grande que não acreditei que tudo aquilo fosse mero desejo sexual pela ruiva.

- É sério que essa safada quer me dar o cu assim fácil? Aí eu gamo.

Ri baixinho e ele riu junto, de frente pra mim. Desviou e olhou pra ela, depois voltou a me olhar.

- Olha aqui o que ela tá fazendo comigo!

Animadinho, ele segurou o caralhão duro pela calça e mostrou. Cheguei a sentir a quentura do corpo subindo pra mim. A sensação de tensão sexual agora era tão forte que podia sentir o cheiro da pica do Thierry entrando pelas narinas, terminando de me inebriar. Nunca imaginei que estaria novamente com meu tesão do ensino médio, ainda mais dessa forma safada e até animalesca.

- Eu não posso ver um cu.. - continuou. - Vou querer ficar trocando da buceta pro rabo toda hora, sua safada.

Esperei um pouco e traduzi. Susan respondeu no meu ouvido de forma terna, como se também se sentisse diferente por não escutar diretamente do Thierry tais putarias, mas sim de mim. Comecei a rir com o que ela disse e ele quis saber logo o que era.

- Ela perguntou se eu vou participar.

Eu já sabia que não e nem tinha interesse, mas não resisti em contar aquilo pra ver a reação inacreditada dele.

- Acho que vocês não precisam mais de mim, né?

- Toma aqui.

Ele tirou o cartão do quarto e me deu.

- Eu tô na porta ao lado, pode pedir o que tu quiser que eu pago.

- Que isso, Thierry, relaxa.

- É sério, tu é meu parceiro! Olha o favorzão que tu tá fazendo!

Peguei o cartão e subi, deixando-os a sós.

No quarto andar, destravei a porta com aquele cartão magnético me sentindo num outro mundo. O quarto era enorme, com uma cama de casal gigante e já estava gelado pelo ar ligado. Tinha suíte, uma mesa grande com várias cadeiras e banheira. Fiquei algumas horas no banho, de molho na água quente, só pensando nas loucuras que aconteceram naquele encontro e virando algumas taças de champanhe. Pedi algumas comidas, já que estava por conta do Thierry e fiquei vendo uns filmes até tarde. Já tava quase pegando no sono, quando escutei alguém bater na porta e despertei meio assustado, já que não aguardava qualquer visitar. Abri e dei de cara com o gostoso do meu ex-amigo de escola que tanto desejava. Estava com a gravata afrouxada, a parte de dentro da roupa pra fora da calça e com um ar meio alcoólico.

- Te acordei, Alanzão?

- Que isso, imagina. O que houve? Cadê a ruiva?

- A gente se pegou no banheiro e acho que ela mandou eu subir.

- E aí?

- E aí que eu subi e até agora nada dela.

Não acreditei na situação. Tinha certeza que o desenrolo havia sido concluído, como ele tinha levado um toco assim? Será que fez algo de errado? Mas aí a ruiva não teria ido com ele pro banheiro. O que será que deu errado?

- Ela não disse mais nada?

- Mesmo que dissesse, Alanzão.

E riu. Não sabia o que dizer.

- Posso ficar aí até ela aparecer?

- Claro, mano! Entra!

Entramos e ele foi direto pro sofá, onde ficou jogado. Deixei a gente à meia luz e peguei duas cervejas no frigobar.

- Porra, fortaleceu!

Abriu na blusa e já foi virando. Sentei ao seu lado e percebi que o zíper da calça social estava aberto, revelando um volumoso pacote acumulado no meio das pernas daquele macho tão gostoso. O perfume amadeirado agora estava misturado com o cheiro do álcool, dando-lhe um tom meio bucólico, de homem mais velho, sexualmente maduro. Cada vez menos eu resistia em olhar, afinal de contas ali estávamos outra vez, quando agora tinha tudo pra não estar.

- Mas me conta, tá curtindo?

- Curtindo? A Susan é a maior safada, Alanzão. Tu tinha que ver o que ela fez comigo no banheiro, eu nem precisei falar inglês.

Eu ri e ele riu junto.

- E ela é boa de língua?

- Se é! Engoliu metade do meu caralho sem reclamar, nem minha noiva faz isso.

- Porra! Mas tão difícil assim?

Ele fez uma cara de safado, sorrindo, e pediu outra cerveja. Entreguei-lhe e continuou falando, agora abrindo um pouco a parte de cima do terno.

- Elas me acham um pouco grosso, sabe?

Disse isso com o semblante de homem que se gaba e essa cena mexeu comigo. Pra completar, ainda deu uma segurada no pau sobre a roupa. Toda vez que era pra falar do próprio instrumento ele tinha essa mania de pegá-lo na mão, até mostrar mesmo o volume pros outros verem como estava excitado, que nem fez lá no teatro comigo e a Susan. O cu deu a primeira piscada de leve, só de escutar e presenciar toda a gostosura do Thierry se expandindo bem na minha frente, assim de forma natural.

- Mas a Susan não teve medo, ela caiu mesmo de boca nessa pica.

Outra apertada e agora percebi que não estava normal.

- Ela tava com pressa, mas mesmo assim deu atenção especial pro pai aqui.

Continuávamos nessa tensão, conversando gostosamente, até que ele recebeu uma mensagem no celular. Era a Susan. Pediu que eu traduzisse.

- Tive que voltar correndo pra casa. Milhões de desculpas, mas foi urgente. Volto na outra semana!!! Desculpa mesmo.

- Aaaaaaah, Susan, Susan, Susan....

Ele se esticou pra trás no sofá, fechando os olhos, e o volume de pau saltava como sempre. Tornou a pôr a mão ali em cima, repetindo o nome dela.

- Me deixou na mão, logo tu, Susan.

Esfregava o pacotão sem se importar comigo, como se fosse a última lembrança sexual da qual poderia se lembrar da estadunidense. Isso me deu a certeza de que estava excitado, porque o volume de caralho era mais que nítido, chegava a pulsar na cueca. Novamente sentia a quentura proveniente. Ele jogou os braços pra trás e abriu os olhos, me olhando. As pernas esticadas, o pau ereto na calça social.

- Olha o que essa vagabunda fez comigo, Alanzão.

Sem mais nem menos, desabotoou a calça e revelou um caralho claro e de comprimento médio, porém GROSSO. Grosso mesmo, do tipo veiudo e cabeçudo, todo rígido e bem firme. Aquele tipo de pau que deixa qualquer viado horas admirando antes de fazer qualquer coisa. Além disso, seus pentelhos eram fartos. O bicho pulsava sozinho, ficando cada vez mais ereto, robusto e taludo, se é que era possível. Em volta da caceta, a marca inegável de batom vermelho que a Susan usava.

- Deixou a marquinha do batom, pode isso?

Meu coração pulou no peito, bombeando sangue afobado tanto quanto aquela rola fazia na minha frente. Pra completar, o Thierry ainda batia com a cabeçota na mão, se punhetando de leve.

- Que safada!

Foi a única coisa que consegui dizer. Não entendia como Susan teve coragem de mamar aquele gostoso, com um pau daqueles, e depois ter metido o pé. O problema dela nos EUA deveria ser tão grande quanto aquele caralho pra justificar.

- Pior que isso, chega aqui.

Gelei, mas obviamente obedeci. Cheguei mais perto, ficando ao seu lado.

- Sente esse cheiro.

Fiquei praticamente com o nariz perto do corpo dele, sentindo a mistura dos odores de baba e caralho de macho. Estava completamente perdido em sensações e cheio de vontade de meter o mãozão logo naquela vara pra terminar o serviço que a boba da Susan não finalizou. O safado tava cheio de tesão e nem ligou que eu continuei ali cheirando seu pau.

- Tá sentindo esse cheiro de boca, Alanzão?

- Podes crer, mano.

Praticamente agachado sobre o pau, olhei pra cara dele e o gostoso riu, meio que mordendo a boca. A barba cerrada no rosto e as sobrancelhas grossas davam ainda mais cara de homem ao meu sonho da adolescência. Sem nem pensar duas vezes, abocanhei de uma só vez o cabeçote do instrumento e fui descendo o máximo que pude na boca, pra não dar tempo de reação. Ele até chegou a tirar a mão, talvez surpreso pela minha atitude, mas assim que o encarei, com a boca lotada de pica grossa, já não vi mais os olhinhos abertos. O rosto, inclusive, já tava virado pra cima e as duas mãos o tampavam, talvez pela intensidade com a qual desci de boca. Retomei o espaço e fui sugando lentamente, ainda sem as mãos e fazendo bastante questão de atritar a cabeça no céu da boca e na língua. Foi aí que ele deu o primeiro gemido entre os dentes, esticou a perna e o pau pulsou, crescendo ainda maior dentro da minha cara.

- SSSSSSSS! Caralho, Alan! Não sabia que tu era viado!

Nem me preocupei em responder, até porque agora já não restavam dúvidas de que era mesmo.

- Que boquinha quente do caralho!

Quando percebi que o jogo já tava ganho, comecei a brincar com o cacete e olhando na cara dele. O safado entendeu a liberdade e entrou na brincadeira, se soltando um pouco mais e me dando pauladas na cara. Fechava o sacão na mão e enterrava na minha boca, um ovo de cada vez.

- Chupa essas bolas, Alanzinho.

Eu sugava e arfava cada pelo daquele corpo como se pudesse acabar a qualquer momento. Enquanto tinha a glande atravessada na garganta, esfregava afoito as pernas grossas e peludas do Thierry, de forma até estranha pra ele, porque focava na mamada e em tirar cada proveito daquele corpo maravilhoso.

- Tu gosta do corpo de macho, né?

- O seu corpo!

- Então vem cá.

Levantou o bração e me jogou dentro do abraço, permitindo que eu pudesse cheirar, lamber e chupar seus sovacos peludos. Ao mesmo tempo, ele roçava a barba na minha cara, desde o pescoço até o queixo, indo e vindo, me deixando todo arrepiado. Ficamos um tempo nessa sarração e a boca já doía de tão alargada que havia sido pelo caralho grosso dele. Pensando nisso, talvez, ele virou minha cintura, removeu parte da minha roupa, cuspiu num dedo e foi enfiando no meu rabo, desse jeito afoito.

- Não tô aguentando de tesão, vou estourar esse cuzinho.

O primeiro dedo entrou fácil, de tanto que eu piscava afoito e com vontade de me encher do cacete do Thierry. Ele dedava e ia explorando, ganhando espaço pro próximo. Em pouquíssimo tempo eu já tinha três dedos atolados no rabo e ainda assim não parava de piscar, já que ainda não era a piroca.

- Pára de dedar e me come logo, por favor!

Ele só sentou no sofá e me puxou pro seu colo. Botou a cabeça na porta do cu, bem babada, e foi me sentando sobre si devagar. Confesso que não foi uma posição ideal pra grossura que tinha, mas doeu menos do que pensei que doeria. A parte mais dolorida foi a cabeça, que ficou um tempo travada nas minhas pregas em chamas, mas com paciência a rola entrou toda e isso também pediu mais um pouco de tempo pra acostumar.

- Tô todinho dentro de você, Alanzinho.

Eu olhava pra baixo e via os pernões esticados e peludos, além de sentir a quentura prazerosa do pau me alargando, e isso era o começo de uma sensação muito gostosa. Com as mãos na minha cintura, ele começou a me suspender e descer, mexendo também o próprio quadril na poltrona, pra se mover junto comigo.

- SSSSSSSSSS!

Gemia baixinho na parte de trás dos meus ouvidos. Quando finalmente entramos num ritmo gostoso, o safado subiu as mãos pelo meu contorno e alcançou os mamilos, que ficou apertando e massageando de forma muito excitante. Eu alisava como podia suas coxas e corpo. Fui virando de frente pra ele e chupei muito o peitoral meio peludo e robusto, de homem que malha. Ele não parou um só minuto de me foder, visivelmente afoito e necessitado de sexo.

- Come esse cu com força, Thierry! Pode foder com vontade!

Ele me olhou, mudo, e abraçou forte meu tórax. Colados assim, nos mudou de posição de forma que tivesse mais controle, improvisando um frango assado muito do bom. Agora sobre meu corpo e com os pés no chão, ele conseguiu meter mais facilmente e botou o pirocão grosso no fundo, até o talo. Eu ia nas nuvens e voltava, ainda sentindo a queimação proveniente das pregas alargadas pela grossura daquela vara. Chegava a arranhar suas costas e sentia cada vez mais o quadril sendo empurrado por dentro e por fora.

- SSSSSSSSSSSS!

As estocadas ficaram mais intensas e ele mordeu minhas orelhas enquanto gemia. Senti as mãos fincadas no meu corpo e o cu alargando ainda mais por conta da pica crescendo. Dali em pouco tempo veio o mar de leite me inundando de dentro pra fora. Foram várias estocadas seguidas por jatos intensos de porra quentinha dentro de mim. Ele gozou e tirou o pau meia bomba, mas não muito menor, deixando parte do esperma cair. Tornou a enfiar o cacete e logo voltou a meter.

- Calma aí que tem mais!

Com os dedos na minha boca, voltou ao mesmo ritmo acelerado e logo se curvou por cima de mim outra vez, agora me apertando mais forte contra si. No clímax, nos travou com seu corpo e me empurrou só com o quadril.

- SSSSSSS! Ooohhh!

Mais uma seqüencia de jatos de leite, como se não fosse nada. Sentia a mente zonza e o corpo cansado, mas saciado e completamente suado. O gostoso do Thierry caiu sobre mim, com o peito arfando e ficou assim, sem sair de dentro. Sentir seu peso, controle e poder ante ao meu corpo era maravilhoso. Sentia-me realizado como há muito não sentia, talvez desde a época do ensino médio. A gente ficou assim, meio que se sentindo, se tocando devagar e também analisando o que tinha acontecido. Em pouco tempo pegamos no sono ali mesmo, no sofá.

No dia seguinte, acordei e Thierry não estava mais no quarto. Fiquei meio sem jeito de procurá-lo no dele, mas acabou que na hora do almoço o safado apareceu e trouxe nossa comida. Como ele não disse nada, eu também fiquei na minha, mas o clima entre nós mudou com total certeza. Sentado no sofá onde me comeu a menos de 12h atrás, ele ficou me olhando e rindo, até que apertou o caralho na roupa e soltou a piada.

- Se eu soubesse que tu é bom nessa parada de língua, viado!

Eu ri e nem quis comer, só me ajoelhei e voltei a mamar. Ele fodeu minha boca enquanto almoçava e assistia TV. Pode parecer que não me dava atenção, mas se eu parasse de chupar por um segundo, o puto já vinha me dando tapinha ou metendo com tudo na minha garganta, pra mostrar que estava atento e com fome.

- Tô de olho nesse boquete, Alanzinho!

Minha luxúria aflorava quando brincava de chupar seus dedos das mãos e dava de cara com a aliança de noivado.

Hoje em dia o Thierry já é até casado, mas a gente não deixa de se encontrar aqui pra tomar uma cervejas e foder na esportiva, como dois adolescentes insaciáveis. Sei que o safado chegou a comer a Susan depois daquele dia, mas não passou de uma vez.

Comentários

14/03/2018 09:47:40
CARA, VOU TE CONTAR UM SEGREDO!!! lá vai!!! Seus contos, são demmmaaaaaiss!!!!!! NOTA PARABENS E POR FAVOR, NÃO PARE DE ESCREVER, SENÃO COMO VOU GOZAR?????
09/12/2017 22:36:20
Como foi que eu não descobri seus contos antes?
20/03/2017 18:40:33
adorei
20/03/2017 15:15:54
10!
19/03/2017 20:49:05
PENA QUE THIERRY SE CASOU... MAS AFINAL É ALLANZÃO OU ALANZINHO? RSSSSSSSSSSSSSS EXCELENTE.
19/03/2017 20:18:26
Amazing...
19/03/2017 20:17:45
Amazing...
19/03/2017 16:59:36
Nossa muito bom mesmo
fry
19/03/2017 15:09:29
Adorei, perfeito como sempre

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