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A irmandade da Anaconda - cap. II

Grace chegou na sua nova casa e foi tudo muito estranho. Há tempos, ela não morava em uma casa, com uma família de verdade, pai e mãe para cuidar dela e amá-la. Ainda havia ganho um irmãozinho. Marcela a levou ao seu quarto, todo arrumado, pintado com sua cor preferida e vários bichinhos de pelúcia em cima da cama. Grace não segurou as lágrimas e chorou copiosamente. Marcela a abraçou. - Eu prometo que você será muito feliz aqui, meu amor - disse ela, beijando sua cabeça. Os primeiros dias foram de adaptação. Marcela trabalhava em casa, desenvolvendo websites, mas estava com apenas um cliente, por causa do bebê. Daniel não dava muito trabalho, só chorava quando queria mamar ou estava sujo. No primeiro caso, somente ela resolvia; no segundo, porém, Grace se antecipava e levava o bebê ao quarto para lhe trocar a fralda. - Filha, não precisa fazer isso. Me chame e eu troco - disse Marcela. - Ah, mamãe, não me importo. Ao contrário, adoro cuidar dele. Sempre gostei de crianças. Se eu pudesse, até dava de mamar - brincou.

E assim os dias foram se passando até o telefone tocar em uma quarta-feira. - Alô, olá, irmã Marisa. Tudo ótimo conosco, obrigada - o telefonema era de irmã Marisa, do orfanato. Ela queria saber como Grace estava e também transmitir um recado de Wilson de que ele sentia saudades da garota. - Ele é namorado da Grace e sente muito a falta dela. Nós pensamos se seria possível ele passar o final de semana na sua casa - propôs. Marcela ficou de falar com a filha e retornar. Marisa agradeceu e desligou. - Muito bom, putinha. Serviu bem ao seu homem - falou Wilson. Marisa estava sentada em seu colo, nua da cintura pra cima e, durante o telefonema, teve Wilson chupando seus peitos deliciosamente, com um dedo enterrado em seu cu. A irmã precisou se concentrar para não gemer no telefone. - Não sei por que você quer ir. Podia ficar aqui comigo e me comer toda noite. Eu faço tudo que você quer, amor. O que ela faz melhor que eu? Você diz que ela é cheia de frescura, não gosta de dar o cu. Eu dou e amo ser enrabada - afirmou. - Acontece que ela é estribada agora. Tá cheia da grana e eu quero essa dinheirama pra nós - respondeu. - Agora, chupa a Anaconda - mandou.

Marisa, rapidamente, se ajoelhou e engoliu a pica do amante. Mamou muito gostoso e recebeu a esporrada forte na boquinha. - Caralho da boca gostosa. Parece até uma boceta. Me espera esta noite, peladinha, que vou foder esse rabo divino - disse ele. Deu um tapa forte na bunda dela e saiu da sala. Marisa, como se pode ver, estava completamente dominada por ele. Obedecia a todas as suas ordens e cumpria todas as suas perversões sexuais. Desde que Grace foi embora, era na cama da irmã onde Wilson passava as noites e sua Anaconda a fodia como e onde desejava. Marisa também tinha a anaconda tatuada em seu corpo. Em seu caso, era nas costas, descendo até o rego, grande e colorida. Ela passou também a compartilhar de seu plano diabólico para ganhar muito dinheiro da nova família de Grace.

Àquela noite, ele chegou ao quarto da irmã pouco depois que ela se recolhera. Entrou pela janela e a encontrou completamente nua, de pernas abertas, se masturbando. Marisa, quando se ordenou freira, era toda raspadinha, mas Wilson gostava de bocetas peludas e ela, nunca mais, raspou. Ele entrou, tirou a roupa e se deitou entre suas pernas para chupá-la. Marisa colocou um travesseiro no rosto para abafar seus muitos e escandalosos gemidos. Wilson a chupava com intensidade e apertava seus seios, beliscando os mamilos com força. Ela delirava de tesão e não perdeu tempo em começar a ter orgasmos sucessivos. O rapaz não parou a chupada, gostava de ver suas carnes tremendo e sua xoxota vertendo líquidos em profusão.

Após vários orgasmos, e com o corpo dolorido, Marisa implorou por rola. Puxou o amante pra cima dela e beijou sua boca com enorme paixão. Sentiu a Anaconda dura roçando na sua virilha e se arrepiou inteira. – Me fode, meu amor. Fode tua irmãzinha puta, por favor – pediu ela, com vozinha excitada. – Você vai me ajudar com meu plano na família da Grace? – perguntou ele. – Ajudo sim. É só você mandar que eu obedeço na mesma hora. Eu te pertenço, meu querido. Sou tua escrava, tua puta – respondeu, beijando-o mais uma vez. Ele, então, a virou de quatro em um gesto brusco e violento. Mordeu sua bunda e chupou seu cu até deixá-lo bem meladinho e laceado. Depois, apontou o cacete e enfiou sem dó. Marisa escancarou a boca, sem ar, e seus olhos se encheram d’água de dor. Wilson nem ligou e continuou enfiando até toda a Anaconda estar dentro do cuzinho dela. Marisa mal respirava e gemia baixinho. Seu cu ardia em brasa e doía muito, mas ela não ousava pedir que Wilson fosse mais devagar. Em vez disso, levou a mão até o clitóris e começou a se tocar. Assim, aos poucos, foi se excitando e, apesar da dor não acabar, o tesão foi surgindo e a foda foi ficando gostosa. Wilson bufava e babava em sua nuca, escorrendo suor nas costas dela. Ele parecia um cão raivoso, cobrindo uma pobre e indefesa cadela. De repente, sem aviso prévio, deu uma estocada violenta, jogando o corpo todo pra cima de Marisa e parando com seu cacete inteiro no cu. Ele engrossou, pulsou, pulsou e explodiu, lançando torrentes de porra grossa e fervente no tubinho anal. Ao mesmo tempo, ela sentiu o corpo ter espasmos fortes e também gozar.

A imagem naquela cama era bem distante do que se imagina de uma “noiva de Jesus Cristo”. Marisa e Wilson dormiram nus, de bruços, com ele por cima dela e seu pau todo cravado no cuzinho, escorrendo uma enorme quantidade de esperma. Naquela tarde, Marcela conversou com Grace sobre a proposta de irmã Marisa de Wilson passar o final de semana com eles. Grace foi tomada por dois sentimentos antagônicos. De um lado, ficou bastante feliz, pois gostava de Wilson e sentia sua falta; por outro, contudo, temia uma reaproximação com o namorado, pois sabia de suas ideias de explorar sua nova família. O primeiro sentimento venceu e ela concordou. Marcela conversou com o marido, alegando que era namorado da filha e faria bem a ela. Tarcísio também concordou e ela ligou para o orfanato, repassando sua decisão à irmã Marisa. Ela agradeceu e avisou ao rapaz. – Vai mesmo levar a cabo o plano de seduzir a mãe da Grace? Vai com cuidado, amor. Ela é mais velha, casada, acabou de ter um bebê. Se você for com tudo, tratando-a feito puta, pode espantar a presa. Vai devagar, com carinho, que ela não vai resistir à Anaconda. Só não esquece que ela é minha – aconselhou Marisa, acariciando o pau por cima da calça, antes de Wilson deixar o orfanato. Os dois se beijaram escondidos e ele saiu.

Wilson chegou à casa de Grace depois do almoço da sexta-feira. Levou flores para a namorada e um buquê lindo para Marcela. – Obrigada, Wilson. É muita gentileza sua – disse ela. – Imagina, dona Marcela. A gentileza é sua de me deixar ficar aqui com a Gracinha. Estava morrendo de saudades dela. E perdoe a ousadia, mas eu trouxe essa lembrancinha pro seu bebê – falou, mostrando uma roupinha que Marisa havia comprado pra presentear Daniel. Marcela adorou o mimo e Wilson ganhou um beijo no rosto. Tinha sido dado o primeiro passo, conquistar a amizade da sogra. Durante a tarde, ficaram os três juntos, conversando, rindo e Wilson dando continuidade ao seu plano. Não hesitava em fazer elogios à casa, decoração, arrumação e também se redobrava em favores e cuidados com Daniel. Assim, o muro que havia entre ele e a sogra foi derrubado. Tarcísio chegou para jantar e se junto à conversa. À noite, foram dormir. – Adorei ver você todo educado com a mamãe, brincando com o Dani. Ela também adorou você – disse Grace. Wilson, porém, a portas fechadas, voltou a ser o mesmo de sempre. Agarrou a menina e a jogou em cima da cama, deitando-se por cima dela. – Deixa de papo que a Anaconda quer a xerequinha dela. Vamo foder, putinha – falou.

Os dois treparam intensamente aquela noite. Grace foi à loucura com a rola do namorado, gemendo alto com as investidas poderosas que ele dava na sua boceta e no seu cuzinho. Desta vez, ela não reclamou em ser enrabada. Estava com saudades de ser fodida e queria pau dentro dela, muito pau. Wilson sabia os pontos fracos da menina e como explorá-los e deixá-la ardendo de desejo. A suíte principal ficava um pouco longe do quarto de Grace, mas o quarto de Daniel era vizinho. Assim, Marcela precisou ir amamentar o filho, na madrugada e, ao passar pelo dormitório da filha, ouviu seus gemidos e gritos de prazer. Inevitavelmente, foi invadida por um tesão louco. A vida sexual dela e de Tarcísio estava morna, há muito tempo, e ela nem sequer se lembrava da última vez que gemeu com a intensidade com que a filha gemia naquele momento. Amamentou o bebê e, na volta, os dois ainda fodiam. Ela não resistiu e abriu um pouquinho a porta. Viu a filha de quatro, com o rostinho enterrado no colchão, e sendo martelada, violentamente, por trás. O rapaz estava de costas pra porta, com sua anaconda brilhando pelo suor que descia de seu pescoço. Havia um espelho na parede e ele viu a sogra observando os dois. Era hora do segundo passo.

Wilson diminuiu o ritmo e tirou todo o cacete pra fora, dando uma perfeita visão da Anaconda à Marcela. A mulher não acreditou no tamanho do monstro que o namorado da filha carregava entre as pernas. Wilson esfregou a cabeçorra pelos grandes lábios e grelinho de Grace e o enfiou todo de uma vez. A garota gemeu alto. – Tava com saudade da Anaconda, putinha? Fala pro teu macho – perguntou, puxando os cabelos dela pra trás. – Estava sim. Mete essa delícia na tua cadelinha, mete – respondeu, em êxtase. – Posso enfiar no teu rabo? Pede pra ser enrabada – mandou, dando tapas na bundinha dela. – Pode. Pode sim. Me enraba, meu Billy. Estoura meu cuzinho com a Anaconda – pediu Grace pra total perplexidade da sua mãe. “Meu Deus, como ela vai aguentar aquele monstro dentro do cu”? – pensou. Wilson, então, tirou o pau da boceta e, mais uma vez, exibiu sua Anaconda grossa, dura e cheia de veias, para os olhos assustados e gulosos de Marcela. Em seguida, sempre olhando pelo espelho, enfiou no cuzinho de Grace. A menina soltou um gemido sofrido e doloroso, se agarrando no lençol e mordendo seus dedinhos. Marcela sentiu uma pontada violenta na espinha e sua boceta teve um espasmo vigoroso que a fez curvar as pernas. Sua calcinha ficou ensopada e ela precisou ir embora para não ser descoberta. Wilson terminou de foder a namorada com um largo sorriso de vitória no rosto.

O casal principal da casa acordou cedo na manhã de sábado e saiu com Daniel. O casalzinho levantou, mais tarde, tomou café foi pra piscina. Os pais de Grace retornaram por volta das onze horas e Tarcísio teve de ir trabalhar. Somente a esposa entrou com o pequeno. Ouviu vozes vindas do quintal e encontrou a filha em um beijo de língua indecoroso com o namorado, dentro da piscina. Grace estava pendurada no pescoço de Wilson e com suas pernas enroladas em sua cintura enquanto o rapaz espalmava sua bunda com ambas as mãos. O biquíni dela estava torto e um dos seios estava descoberto. Estavam transando dentro da água. Marcela pigarreou e Grace tomou um susto ao ver a mãe, pulando dos braços de Wilson, fazendo a pica sair de dentro dela, e se recompondo. Ele, por sua vez, manteve-se inalterado, deliciando-se pela sogra tê-lo visto em ação mais uma vez. – Oi, mamãe. Já voltou? Cadê o papai? – perguntou Grace, muito nervosa. – Foi ao comitê. Volta no final da tarde. Vou trocar a fralda do Daniel e dar de mamar – respondeu. Grace ficou muito sem graça e não quis retomar a transa. Saiu da piscina e foi brincar com o cachorrinho da casa.

Wilson saiu da água, enxugou-se, colocou uma camisa e entrou. Seu pau ainda estava bem enrijecido, estufando a sunga. Foi até o quarto de Daniel e entrou. – Com licença, posso entrar? – perguntou. Marcela disse que sim e ele fechou a porta, passando a chave. Aproximou-se devagar da cadeira de balanço onde ela amamentava o filho. Como estava sentada, sua linha de visão era perfeita para o volume na sunga do rapaz. Marcela desviou o olhar e pegou uma fralda, cobrindo o seio. – Não precisa fazer isso. O bichinho fica sufocado – disse ele, ajoelhando-se e retirando a fralda, sem oposição de Marcela. – Acho lindo um bebê mamando. A boquinha sugando o mamilo, o peito se retorcendo, o leite fluindo. Se me permite a sinceridade, você tem seios lindos. Aposto que seu leite é delicioso – falou ele. Enquanto falava, Wilson acariciava a cabecinha de Daniel e o seio de Marcela. Olhava firme pra ela e, como não havia reação contrária, descobriu o outro seio, deixando-a nua da cintura pra cima. Marcela estava impassível, estática, hipnotizada pelos olhos de Wilson cravados nos seus e pela voz macia do rapaz. O carinho dos seus dedos nos seios a fizeram sentir a mesma pontada da noite anterior e sua calcinha voltou a ensopar. Wilson era dono da situação. – Nunca vou poder agradecer o suficiente a Deus por ter colocado uma pessoa tão linda e maravilhosa como você nas nossas vidas. Nós, que sempre convivemos com pessoas más, fomos agraciados agora por um anjo de doçura e beleza – disse ele.

Daniel terminou de mamar e Wilson se ofereceu para recolocá-lo no berço. O tomou, carinhosamente, nos braços, roçando suas mãos nos seios de Marcela, e ergueu o bebê. O deitou, o cobriu e voltou-se para sua mãe. Estendeu os braços, segurando suas mãos, e a puxou para que se levantasse. Ficaram cara a cara. Marcela continuava nua da cintura pra cima. Wilson a puxou pra bem perto dele. – Você gostou de me ver com a Grace ontem à noite? – a pergunta a pegou de surpresa, pois ela não sabia que ele a tinha visto. – Você... como você... – gaguejou Marcela. – Calma, tá tudo bem. Eu vi você pelo reflexo de um espelhinho que tem na mesa de cabeceira. Não disse nada porque tava super gostoso dentro da Gracinha, tão quentinho, molhadinho. Ela tava tão excitada que mastigava meu pau dentro dela. Se eu parasse e falasse com você, ela ia ficar doidinha de vergonha e ia quebrar o clima. Mas, você não respondeu. Gostou de nos ver? – repetiu a pergunta, fazendo carinhos no rosto e nos cabelos dela. – Eu nunca tinha visto outro casal transando antes. Foi estranho – respondeu Marcela.

Wilson sorriu e segurou ambas as mãos dela. Ergueu-as e beijou cada dedo, suavemente. Soltou as mãos e, num gesto rápido, tirou sua camisa, ficando somente de sunga, ainda bem estufada. Marcela se assustou com o gesto e não conseguiu evitar abaixar os olhos em direção do volume no calção. – Você ficou excitada? – perguntou, deixando-a ainda mais encabulada. – Para com essas perguntas, Wilson, por favor. Eu fico super sem jeito – pediu, colocando as mãos no rosto. Ele voltou a segurá-las e, desta vez, as levou ao seu peito. – Ei, não precisa ficar encabulada. Eu só queria que você soubesse que eu fiquei ainda mais tesudo depois que vi você nos assistindo. Você percebeu que a Gracinha deu um gemido mais forte? Pois foi quando a Anaconda ficou mais dura e mais grossa. Ela adorou e passou a rebolar mais rápido. Agora, quando você chegou, nós estávamos transando na piscina e confesso que estava pensando em você – disse ele. Os olhos de Marcela estavam arregalados, sem piscar, olhando firme para Wilson e sua boceta latejava de tesão. – Depois que você saiu, fiquei pensando como seria gostosa sua transa com meu sogro na cama de vocês – mais uma vez, Marcela foi pega de surpresa e, agora, não resistiu, começando a chorar. Wilson a puxou e a abraçou, carinhosamente, colocando seu rosto no ombro dele. – Ei, por que você tá chorando? O que aconteceu? – perguntou.

Marcela demorou a responder. Aos poucos, foi se acalmando e afastou um pouco o rosto, voltando a ficar de frente pra ele. – O Tarcísio tava dormindo quando eu voltei ao quarto. Nossa vida sexual está muito ruim desde antes de eu ficar grávida. Não transamos de verdade há um tempão – confessou Marcela. Wilson segurou seu rosto com as duas mãos e a fez olhar pra ele. – Não acredito nisso. Como é que um homem pode ser casado com uma mulher maravilhosa, deliciosa como você e não transar de verdade? Se você fosse minha, eu te apresentaria a Anaconda e nós faríamos amor com você todos os dias, mais de uma vez por dia. Beijaríamos e faríamos carinho em cada pedacinho do teu corpo. Você seria amada e desejada por mim e a Anaconda todos os minutos da nossa vida juntos. Mulher como você merece ter um homem que queira devorar você sempre que te vê. Tem o direito de ter um homem dedicado a dar prazer a ela, que só pense nisso. Como eu estou pensando agora, Marcela. Se ele não te quer, se ele não te deseja como você merece, eu quero – falou Wilson.

Marcela estava entregue. Seu corpo suava, tremia, completamente excitado. Wilson segurou seu rosto e mostrou o punho direito, a tatuagem da Anaconda. Marcela olhou e uma força, dentro dela, a impeliu a beijar aquele desenho. Segurou o braço do rapaz e beijou várias vezes. Wilson sorria e se deliciava com a entrega dela. Segurou seu rosto, aproximou-se dele e Marcela prendeu a respiração. Os lábios se tocaram com suavidade e se beijaram longamente. Wilson a apertou nos seus braços, espremendo os seios dela contra seu peito, e encostando o volume de sua sunga na virilha de Marcela. Ela gemeu, abafado, e o abraçou mais forte. Wilson espalmou sua bunda e a puxou pra grudar de vez suas virilhas. Marcela teve um orgasmo delicioso, prolongado e que se mostraria inesquecível.

Comentários

22/03/2017 13:13:56
Delicioso!
21/03/2017 13:13:31
eita,maravilhoso
21/03/2017 12:01:29
Muito bom o conto
21/03/2017 08:50:37
Maravilha!

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