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Dominação Vol.1 - Descobrindo os prazeres com o pai da amiga

Me lembro que aos dezenove anos, pouco me interessava os garotos da minha idade, achava-os bobos e raramente achava que um poderia me satisfazer sexualmente, não era sexualmente ativa, já não era mais virgem. Havia perdido a virgindade com um namoradinho, mas logo entendi que havia sido destinada a ser puta, não gostava do romance, gostava do sexo, de ser dominada. Mas não via isso nos moleques da minha idade, sentia atração por homens mais velhos, maduros e experientes. Descobri o poder da minha beleza rapidamente, sou ruiva, magra, branca, olhos azuis, corpinho de ninfeta, seios pequenos mas impecáveis e uma bunda grande e carnuda, minha boceta é daquelas lisinhas e rosadas. Percebi logo minha tara, eu admirava os pais das minhas amigas e sentia um imenso tesão por eles. Gostava de homens barbudos, grandes, robustos. Queria me sentir dominada e protegida ao mesmo tempo. Foi por culpa dessa tara que aconteceu o que narro aqui.

Estava no primeiro ano de faculdade, fiz uma amiga chamada Kira, meio infantil mas muito gente boa. Lembro até hoje da carona que ela me deu, onde conheci seu pai.

—Vamos Marcela - disse Kira no final da aula - já disse que não vai atrapalhar, você mora perto!

Fui até o carro com ela, entrei no banco de trás e olhei para frente para cumprimentar a pessoa que estava no volante. E lá estava Ricardo, um advogado de 45 anos. Os olhos verdes marcantes, a pele bronzeada, os cabelos bem curtos ficando grisalhos, tinha um rosto bonito e poderoso. Era grande, dava pra ver que malhava, aparentava ser peludo, tinha mãos enormes que seguravam o volante. Fiquei molhada ali mesmo, senti minha bocetinha ficar úmida. A voz era grossa e rouca, tinha um jeito autoritário de falar. Até meu cu piscou aquele dia. Chegando em casa bati uma siririca pensando naquele Daddy, fiquei louca pensando nele. Entrei no face da minha amiga e achei uma foto dele, estava de bermuda larga onde dava pra ver sua mala, vi também braços fortes com apenas uma tatuagem, uma carcaça de boi, era peludo, tinha um sorriso torto de fazer melar a calcinha.

Estava Decidida a dar pra ele. Minha vagabunda interior não poupou esforços, passei a frequentar a casa de Kira, onde conheci Dara, a mãe de Kira. Era uma mulher estonteante, morena, seios fartos.

Na cara dura, passei a me insinuar para ele, me mostrava quando estava de biquíni, Percebi que ele me olhava, mas o estranho era que Dara também me olhava bastante. Provavelmente ciumes do macho dela.

Quando estávamos de férias, em janeiro. Dormi na casa de Kira uma noite, estava um calor insuportável, de madrugada foi a cozinha beber água e dei de cara com Ri ar, estava sem camisa de samba canção, o cheiro dele exalava, era um cheiro de suor, cheiro de macho. Fiquei de pernas bambas.

-Calor, né? - ele disse baixinho.

-Tá insuportável - eu respondi mal disfarçando meus olhares.

Eu vestia uma fina camisola branca, sem calcinha, sem soutien, eu sabia que ele conseguia ver meus seios, era o que eu queria.

-Bebe água - ele falou- Desculpe o traje, se não estivesse aqui, estaria pelado.

Olhei nos olhos dele e dei pra ele o sorriso mais safado que consegui. Ele riu.

-Menina, tá brincando com fogo- ele disse baixinho, chegando perto e me entregando o copo.

-Eu gosto de brincar com fogo - falei baixinho.

- E se você se queimar?

-O que é prazer sem um pouco de dor? - falei isso e fui saindo, na porta da cozinha me vire, levantei a camisola e mostrei para o pai da minha amiga a minha boceta, mostrei como ela estava molhada, como era lisa, rosada. Ele ficou hipnotizado. Apertou o pau sob a cueca.

-Me fode- sussurei e fui para o quarto.

Numa quarta, saindo da faculdade vi o carro de Ricardo estacionado, estranhei porque Kira não tinha ido aquele dia. Passei perto e vi ele lá dentro, mas não estava sozinho, Dara estava lá. Quando me viu, ela sorriu.

-Entra vagabundinha - ela disse baixinho

Entrei assustada.

-Vamos dar uma volta - continuou Dara.

Ricardo não me dirigiu a palavra.

Minha boceta pegava fogo, e quando eles entraram num motel eu sabia o que ia rolar.

Desci do carro, a puta já veio pra cima, me pegou pelos cabelos, me jogou na parede, colocou o rosto no meu rosto.

-Quer dizer que a putinha quer dar pro meu macho? - ela disse isso de uma maneira tão vulgar que nem parecia a mulher elegante que eu havia conhecido- Responde!

Ricardo assistia a tudo.

-Quero- disse baixinho.

- Fala alto, vagabunda- ela gritou.

-QUERO- Gritei.

Dara me puxou pelos cabelos e beijou a minha boca com vontade, senti o corpo dela no meu, seus seios enormes, nossas bocas se unindo, a língua dela me explorando, senti a mão dela nos meus seios, ela apertava, minha boceta molhada, ela me virou de costas.

-Gosta de ser dominada? Hein Vagabunda?

-Aham - gemi baixinho

Ricardo se aproximou, senti seu cheiro, misturado com perfume e cerveja. Ele riu da minha cara assustada. Então, me beijou, senti sua barba, a boca me devorava, as mãos fortes nos meus seios. Sua mulher chupando meu pescoço, meu corpo tremia, ele rasgou minha blusa branca, meus seios protegidos apenas pelo soutien que ele tirou facilmente. Primeiro a boca dela. Depois a boca dele, os dois juntos, sugando meus seios, sentia um fogo arder, minha boceta tava melada.

Pelos cabelos, Ricardo me guiou para o quarto, me jogou no chão, ele e Dara deram um beijo de cinema, ela apertava seu pau sob a calça social, os dois se esfregavam, apertava seus corpos, fiquei ali, jogada no chão, assistindo. Ela arrancou seu vestido azul, estava apenas de calcinha, os seios grandes e empinados agora na boca de Ricardo, ele sugava com paixão, apertando, sugando, ela puxava o cabelo dele, gemendo como uma prostituta. Fui rastejando até os dois, lambi os sapatos dele, eles assistiam, ela me puxou pelos cabelos, soquei aquelas tretas na boca, sugando como uma puta, a risada dele me deixando mais tarada. Ele foi arrancando o terno, ficou só de calça, o corpo forte e peludo. Veio pra cima das duas, me pegou pelo pescoço, beijando minha boca, me fez abrir a boca e cuspiu, degustei ao mesmo tempo que levei um belo tapão na cara.

Ela colocou dois dedos na minha boca, chupei encarando ele, mostrando pra ele o que eu queria. Me enfiei naquele peitoral, cheirando aquele macho, sentindo seu calor, chupei seu peito, beijei, lambi, os pelos, os músculos, ele gemeu, beijando a sua mulher. Ele levantou os braços, flexionando os músculos, eu lambia um e ela o outro, que macho delicioso, eu beijava seus braços fortes, lambendo cada pedaço, lambi suas costas que além de fortes estavam muito arranhadas. Mordi sua nuca, apertando meus seios contra suas costas, o cheiro dele me invadia, apertei sua bunda, ela chupava seus peitos, lambendo, as duas desesperadas pelo macho, lambendo, ele empurrou as duas na cama. Tirou a calça, vestia uma cueca boxer preta que estava inflado com seu pau duro.

Ele me chamou para ir até ele com um gesto feito com sua mão pesada, fui de quatro até ele, estava apenas de calcinha agora, ele mandou eu me aproximar mais, enfiei a cara naquela cueca, funguei sentindo seu cheiro de macho, senti a dureza do seu membro, ele estava latejando. Olhei pra cima, aquela montanha de músculos e pelos, a barba e sua boca carnuda sorrindo para mim. Ele puxou meus cabelos afundando meu rosto no meio de suas pernas, mordi a cabeça do seu pau por cima do tecido, ouvi seu gemido selvagem.

Dara se levantou, foi até seu macho, beijou ele com volúpia, sugando sua língua, me empurrou ali, arranquei a sua cueca, seu pau duro e poderoso agora na minha frente, ele era peludo, seu saco enorme pendendo com duas bolas poderosas, era meu deus e eu ia honra lo, soquei na boca com tesão, ele gemeu ainda mais, estava afoito, senti seu gosto na minha língua, seu sabor masculino invadindo cada papila gustativa, abri a boca para que entrasse mais, eu queria mais, os dois se beijando, eu ali, babando naquele cacete, cuspindo, ela fez eu afundar naquele pau, senti o caralho na garganta, engasguei, cuspindo muito, levei um tapa na cara de aviso, eu tinha que aguentar mais. Soquei fundo, engasgando de novo, ele se abaixou, pegou meu rosto com as mãos fortes.

—Não queria meu pau? HEIN? VAGABUNDA? - Depois ainda cuspiu na minha cara.

Eu soquei de novo, dessa vez mais firme, não engasguei, ele fodia a minha boca com a ajuda da sua mulher, quando engasguei de novo, ela arrancou o pau da minha boca e se ajoelhou, socou a rola dele toda babada na boca, engolindo com vontade, ele me olhava como se mostrasse como eu deveria fazer. Ela engolia com força, não engasgava, ele fodia lhe a boca como um animal selvagem, metendo a caralha garganta a dentro, fazendo ela ficar vermelha. Metia tapas furiosos na cara dela o que só aumentava a sede dela.

Ela me puxou pelos cabelos, me serviu aquela tola babada, soquei na boca enquanto ela chupava seu saco poderoso, lambendo suas bolas, as duas olhando para cima e ele nos julgando, não sorria, não dizia nada, as duas enfiadas no meio de suas pernas musculosas e peludas, sentia o cheiro másculo dele, abria bem a boca, minha saliva escorria em Dara e ela pouco se importava, parecia até gostar, dividindo o cacete agora, as duas bocas sugando o falo, a cabeça vazava um líquido doce e transparente, ela socava a boca com tudo, eu fazia o mesmo depois, ela me olhava, cuspia na minha boca e fazia eu engolir seu macho. Beijamos com a rola fincada no meio das duas bocas, sentindo as veias, sentindo a grossura, como era quente e como estava duro. Ele puxava nossos cabelos comandando a coisa toda. Fazia as duas de escravas, soquei aquelas bolas na boca, babando como uma puta, ela babava em mim, eu babava no saco dele, cuspia, ela cuspia e ele cuspia lá de cima, safado, poderoso.

Ele se ajoelhou, beijou Dara e depois minha boca, me pegou no colo, jogou em cima da cama, ela veio e abriu minhas pernas, minha boceta estava completamente exposta. Ele deu um tapa ardido em cima dela, gemi, Dara alisava minha bocetinha, estava úmida, era notável. Ele então beijou a minha bocetinha, socou a língua, tremia, ele me olhava nos olhos, abria a boca para engolir meu sexo, eu assistia sua língua me invadir, Dara socava uma siririca, esfregando a mão, eu tremia, quanto mais sua língua entrava mais eu perdia o controle, ele chupava como um mestre, engolia com sua boca, me penetrava com a língua, me fazendo perder o fôlego, ele chupava os dedos da mulher e ela voltava a me penetrar, sentia um fogo, ele não tirava os olhos de mim, me dominava, a barba raspando, eu tremendo, ela socando os dedos. Gritei com um espasmo, da minha xota vazava um líquido transparente, eu tremia inteira, era um orgasmo, eu gemia, desfalecendo, quando acordei ela chupava minha boceta, com mais empenho, tremendo ainda, ele assistia de longe, socando uma punheta, cuspia no próprio caralho, me olhando, ela chupando, apertava meus seios, eu estava tão louca, tão quente, eu sentia meu corpo queimar. A língua dela me invadia, entrava na minha boceta com facilidade, eu gemia pra ela, eu Queria ela dentro da minha boceta, eu Queria ele dentro da minha boceta, eu queria mais do que tudo.

—ME FODE, EU IMPLORO- Gritei sem perceber.

Ricardo veio com tudo, abriu minhas pernas, cuspiu com tudo, socou a rola em mim, gritei pra ele meter, ele meteu, socava firme, forte, poderoso. Ela veio até mim, beijando meu corpo, chupando meus seios pequenos, lambendo meu seios, beijamos. Sentia ele entrar e sair, ele fazia a cama tremer, metia forte, estava tenso, o corpo musculoso e peludo suado, ele dava uns tapas prazerosos nos meus seios, sentia o baque do seu corpo contra o meu, ele entrava firme, me invadindo, eu queria mais, rebolava, ele estava furioso, metia tenso, mais e mais forte, não queria saber de mais nada, queria ele ali, me comendo, me devorando, abria bem as pernas para que aquele macho pudesse repousar no meio das minhas pernas, a boca dela me possuindo, lambendo cada centímetro do meu corpo como uma gata, e ele como um cachorro, um Pitbull devorando, metendo, seu saco batendo no meu cu que já implorava por atenção, sentia o suor dele escorrer pelo meu corpo e aquilo me fascinava, eu queria gemer, queria pedir mais mas não consegui falar, só sentia, abria as pernas para que ele me fodesse, e ele o fazia, forte, arrancando o que existia de inocência, me abrindo, me rasgando, dilacerando minha xota, tapas na cara, ele agora metia tapas na minha cara, cuspindo, me xingando, devorando minha boceta, eu queria aquilo, sempre quis aquilo, quanto mais selvagem ele ficava mais aquilo me agradava. Tremendo, suando, arranhando suas costas fortes e molhadas com o suor do nosso sexo.

Ele me colocou por cima, mandou eu cavalgar, dando tapas e mais tapas na minha bunda, eu gemia, me apoiava em seu peito forte, os pelos, o suor. Rebolava pra ele, ela chupava o saco dele, eu mandava nele agora, fazia ele tremer, sentava a boceta naquele pau, deixava ele se alimentar de mim, pedia mais com o olhar, ele me segurou, as mãos para trás, fodia com velocidade, forte, bruto, me fazia gritar, metendo com dureza, eu queria mais, agarrei ele com força e nos beijamos, sua boca era doce, sua língua me invadia, sua barba pinicando de maneira deliciosa. Arranhava suas costas o que fazia ele meter ainda mais, eu gritava como uma putinha, ela veio sentou a boceta na boca dele, me beijou, mandava eu rebolar, mandava eu dar tudo para ele, avisava que ele era meu dono assim como ele era o dela, me xingava, rebolava na boca dele, ouvia o barulho de sua boca nela, ela tremia, gemia, me puxava o cabelo, me ameaçava, batia em mim, eu adorava, pedia mais, ela cuspia na minha cara, eu rebolando nele, batendo nele, ele trepava como um maníaco, louco. Ele colocou uma em cima da outra, as duas bocetas ali pra ele, ele socou nela, a mão na minha, as duas gemendo, os corpos empilhandos, ele metendo forte, um animal, socando a rola nela e a mão em mim. Eu beijava sua nuca, ela gemendo.

Ele agora socava a rola em mim, metia absurdamente forte. Quando tirou senti sua língua no meu cu. Ele socava a língua no meu cu, e ela veio, socou a língua na minha boceta, os dois se alimentando de mim, eu implorava por mais. As bocas se unindo para me dar prazer.

-Quero comer seu cu - ele disse.

Como não tinha feito a limpeza, ela me levou no banheiro, fechou a porta e me ajudou a fazer a xuca, fumando um cigarro. Quando fiquei limpa ela me levou de volta. Ricardo me beijou demoradamente.

—Tá limpinha pra mim?

—Tô

Beijou minha boca novamente, me colocou de quatro sob a cama, cuspindo bastante ele entrou, doeu muito, ele batia na minha bunda enquanto a vagabunda socava a minha cara na sua boceta, eu chupava ela é levava no cu. Gemia abafada com a boceta dela, ele metia ainda melhor no cu, arreganhava meu cu, socando firme e bem forte, me fazendo chorar.

—Ah a princesinha tá chorando - disse Dara em tom de deboche.

Ele gargalhou tão malvado que eu me arrepiei inteirinha.

—Quer que eu pare? - ele perguntou debochando de mim.

—Se parar eu te mato - Disse Dara firme.

Ela se levantou e os dois se beijaram, ela ficou atrás dele, beijando suas costas suadas e falando no ouvido dele.

—Rasga ela, mete mais forte! Isso, mostra o macho que você é. Rasga, Rasga esse cu! Rasga como você me rasga! Mete filho da puta! Mete nela! Rasga! Abre esse cu, mete, mete bandido, macho desgraçado! - enquanto ela falava, agarrada a ele, com as mãos presas naquele peitoral forte e peludo, ele metia a cada segundo mais forte.

Eu mordia o lençol do motel, ele estourando minhas pregas, suando em cima de mim, eu ouvia as frases vulgares de Dara, os gemidos selvagens de Ricardo e aquilo só me deixava mais excitada. Ele me virou, me deixou de frango assado, socou seu pau no meu cu, enquanto Dara enfiava a mão na minha boceta, mais uma vez Unidos, os dois me fodiam, eu nem sabia o que estava sentindo, apertava meus seios, gemendo muito, sentindo aquele pau rasgando meu cu, aquela mão sendo socada na minha boceta, quando percebi eu estava gritando, dando tremeliques e tentando arrancar a mão de Dara da minha boceta, eu tremia toda, minha boceta encharcada, vazando meu orgasmo, eu gritando, ela continuava me fodendo, arrancou a mão, eu praticamente mijava meu orgasmo, ela batia na minha boceta, ele fodia meu cu sem cessar, eu tremendo, revirava os olhos, quando me acalmei, ela socou a mão lá, eu tentava arrancar mas ela era mais forte que eu, me deu outro orgasmo e ele arrancou o pau do fundo do meu cu, gostou tudo na minha cara, a porra quente dele escorrendo pelo meu rosto, meus cabelos ruivos, pingando no meio dos meus seios, eu gemendo, tremendo. Os dois me olhando, se beijando, ele deitou ela, socou o pau na boceta dela, logo depois de gozar, seu pau ainda duro, fodendo a sua mulher. Eu tentava levantar, fazer algo, mas estava exausta. Só fui capaz de assistir. Ele devorando ela, fodendo com mais força, suado. Beijando ela de maneira pornográfica, quando ela agarrou ele, arranhando as costas ja bastante arranhadas dele, ela havia gozado, não tinha como fingir ali, ela tremia muito, ele soltou ela com tudo, meteu um tapa na cara dela. Levantou, acendeu um cigarro, sentou numa cadeira, me olhou.

—Vem - ordenou.

Reuni as forças que eu tinha, fui engatinhando até ele, estava toda suada, cabelos bagunçados, vermelha, suada, cheia de porra e cuspe. Fui engatinhando como uma gatinha até o macho poderoso, fumando, suado, forte, peludo, maduro, experiente.

—Limpa meu pau!

Soquei a rola dele na boca, já meia bomba mas deliciosa, sentia meu gosto, o gosto de Dara, e a porra dele, ele fumava calmamente, como se aquilo fosse normal. Eu mamava sem pressa, ouvi um barulho, olhei pra cima, Ricardo tinha tirado uma foto minha, toda fodida com a rola dele na Boca. Ele riu.

—Você é minha agora- e gargalhou, não fiquei com medo, socando sua pica na boca e vendo ela endurecer eu sabia exatamente meu lugar no mundo.

E aquela foi só a primeira vez que fui dominada por Ricardo.

Comentários

27/06/2017 10:45:44
Delicia
02/06/2017 22:16:31
Muito bom! Excitante.
02/05/2017 15:03:40
Boa! Cadelas bem dominadas são as melhores fêmeas...
01/05/2017 06:30:31
Pqp show
30/04/2017 17:38:04
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