Casa dos Contos Eróticos

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Currado por um coroa casado, amigo do meu pai

Desde a primeira vez que me deparei com a imagem do Júlio, jamais o tirei da imaginação. Pensem num homem branco e másculo, meio troncudo, careca, no auge de seus quarenta e poucos anos. Imaginem também o comecinho de uma barriga de chope, porém com tudo em cima, uma barba saliente estampada no rosto e o par de sobrancelhas grossas que lhe acentuavam ainda mais o ar de macho rústico, meio invocado. Esse era o Júlio, que não fazia o tipo peludão, mas tinha os pelos distribuídos de forma pecaminosa pelo corpo. Meu pai era chefe no editorial de uma revista e me descolou um emprego temporário como auxiliar de escritório, foi aí que descobri que um de seus amigos também era o responsável pela parte da propaganda, design e publicidade da revista: o bendito do Júlio.

No primeiro dia de trabalho, cheguei cedo com meu coroa e ele já tava lá, com aquela blusa social justa no peitoral firme, uma calça preta, sapatos lustrados e uma mochila nas costas. Largou-se numa dessas cadeiras de escritório e já explanou a pior de todas as manias: a de sentar todo arreganhado. Quase que automaticamente, manjei o safado do Júlio na cara de pau, mas ele ou não ligou, ou não percebeu minha maldade.

- Esse é o Pedro.

Disse meu pai.

- Bom dia, garoto!

- Bom dia!

Um tom de voz firme e sério. Ele estendeu o ante-braço grosso, que saía pela manga dobrada da blusa, e eu não consegui não ficar reparando nos detalhes minúsculos que contornavam seu corpo. Até as veias que desciam até as mãos pareciam grossas e pulsantes. Era como se o tempo houvesse parado, até que voltei a mim e o retribuí, não demorando nem mesmo dois segundos pra isso.

- Eu sou o Júlio!

Segurou firme minha mão, abriu um puta sorriso largo e olhou no fundo dos meus olhos de forma amigável. Foi nesse momento que senti um calor gigantesco percorrer meu corpo, dos pés à cabeça. Sem qualquer controle interno, senti também o cu dar a maior de todas as piscadas que já deu, quase cheguei a me contorcer um pouco e só não o fiz porque seria a maior pinta na frente do meu pai e de seu amigo.

- Prazer, Júlio. Pedro!

Respondi de forma rápida pra finalizar de uma vez por todas aquele contato físico que tanto me afligiu, mas o safado do Júlio deu outra balançada com a mão e só depois soltou.

- Qualquer coisa que precisar, estamos aí!

- Obrigado!

Nos primeiros momentos, eu tive a impressão de que o safado fosse tão maldoso quanto eu, mas não demorei muito pra perceber que aquele era seu jeito com todos ao redor. Júlio podia ter toda aquela feição de macho tarado e tal, mas tratava todo mundo de forma educada e meio intensa, talvez por seu jeito focado de conversar e falar com alguém, olhando nos olhos, se interessando pelo assunto, não existia meio conversa com ele.

- Pedro, cê tem como enviar essas amostras pro e-mail da fábrica pra mim, por favor?

- Claro, envio agora, Julhão!

- Valeu!

Toda vez que ele queria algum favor, vinha pessoalmente até minha mesa e, como sempre, me deixava desconsertado. Eu fazia de tudo pra não deixá-lo muito tempo ali esperando, principalmente porque o safado, além de vir com a mala mais do que marcada no tecido da calça social, ainda inventava de sentar na cadeira todo aberto e esperar. Eu chegava a suar de nervoso, tentando não manjá-lo, mas às vezes era mais forte do que eu. Durante praticamente o primeiro mês inteiro de trabalho, cheguei em casa e me masturbei como um louco, pensando naquele corpo taludo de macho do Júlio, imaginando o quão safado ele deveria ser na cama e o quão gostoso pareceria pelado. Esse hábito durou até o dia em que ele apareceu na minha mesa, voltando do almoço, e pediu um favor.

- Posso enviar um e-mail daqui?

- Pode, é claro!

Salvei tudo que fazia, saí da minha cadeira e sentei na do lado. O Júlio sentou-se onde eu estava e começou a redigir uma mensagem. De forma rápida, anexou dois arquivos e enviou do seu próprio e-mail pessoal, me deixando ligeiramente intrigado sobre o que poderia ser, mas não falei nada. Como sempre acontecia quando eu começava a prestar atenção nele, o tempo foi lentamente sendo reduzido e tudo entrou em câmera lenta. Sua camisa social clara estava úmida na parte das costas, talvez por conta do sol que o safado pegou quando fora almoçar. Os pêlos do ante-braço pareciam mais escuros, isso chamou minha atenção e fui acompanhando a descida das veias até o mãozão que praticamente engolia o mouse, porém clicando devagar. Essa mesma mão foi subindo e coçou a barba rala, escura e meio grisalha, eu não parava de olhar. Seu penúltimo movimento foi desabotoar a parte superior da blusa social e sacudi-la, na intenção de arejar-se. De onde eu tava, não hesitava em manjar o peitoral dividido, aparado e suado do Júlio. Foi aí que veio o último movimento. O puto virou-se na cadeira, suspendeu os brações e esticou as pernas. Quando percebi, era um despreguiçar, só que de um macho. A parte das axilas também estava úmida e isso mexia comigo, era quase como se sentisse o cheiro de longe me chamando. Isso tudo pra não falar da mala que ficou volumosamente amassada entre as pernas. O tempo voltou ao normal, eu fingi que olhava pra tela do celular e ele terminou o que fazia.

- Valeu, garoto!

- Nada, chefe!

A sensação que tive ao sentar novamente na minha cadeira não tem um nome ainda. A quentura do assento, o fluído do corpo daquele homem, o cheiro de suor, tudo ali me impediu de continuar tendo um dia produtivo. Ao chegar em casa, as punhetas não tinham mais efeito, mesmo que fosse uma atrás da outra. Sem hesitação, comecei a bater uma boa de uma curirica com o dedo, só pensando em tudo que aquele safado tava fazendo comigo, na minha mente. A passagem dos dias e a convivência com o Júlio só aumentaram a intensidade das coisas comigo, até que comprei um consolo pra me ajudar na missão de aliviar o tesão que sentia por ele.

Alguns meses após eu ter começado a trabalhar lá no editorial, rolou uma mudança do escritório e nós mesmos nos empenhamos pra realizar tudo no menor tempo possível. O resultado foi que terminamos tudo num sábado e, cansados, eu, Júlio e meu pai paramos num barzinho antes de ir pra casa, pra tomar umas cervejas.

- Eu vou daqui pra casa, acho melhor não arriscar.

- Ah, pára de show! A gente conseguiu, fizemos a mudança!

- Mas tem a Kátia, sabe como ela é, Omar!

Foi aí que descobri um pouco mais desse macho. Ele era casado com essa Kátia e, aparentemente, ela era evangélica. Entre outras palavras, ele ia beber com a gente e depois ia pra casa encontrá-la, por isso a preocupação. Acabou que, uma vez no bar, a gente bebe, não é mesmo? E foi isso que rolou. Não ficamos muito tempo por ali, mas deu pra ficar no brilho da breja.

- Entra aí que a gente te deixa lá, chefe.

- É, anda logo, Julhão!

- Que isso, gente! É muito longe pra vocês.

- Que nada, pára de graça. Até parece que nunca te dei carona.

A gente foi de carro até a rua da casa dele e o deixamos lá, sendo que não era tão longe assim. Antes de ir, o Júlio fez questão de se despedir de nós com um abraço por conta da carona, então tivemos que sair do carro. Se ele era gentil sóbrio, imaginem no brilho. Nós éramos três bêbados por aí.

- Só não chamo vocês pra entrar e beber porque a Kátia já chegou da igreja.

- Ih, relaxa, chefe!

- Outro dia a gente marca isso, pô.

- Tudo bem.

Na hora que veio me abraçar, ainda que pelo ombro, outra vez eu perdi o controle. O cu piscou intenso e quase que as pernas bambearam, só de estar com o corpo tão próximo ao daquele macho.

- Tudo bem?

Ele perguntou me olhando, como se soubesse bem o que acontecia. Minha mente estava tomada de pensamentos, minha maior vontade era responder um "não, meu cuzinho não pára de piscar só deu pensar em você, tem como tu me comer rapidinho só pra ver se passa essa sensação?".

- Sim. - respondi.

Dei um sorriso pra disfarçar, mas seu olhar parecia perseguir o meu, como se pudesse enxergar nitidamente em mim a grande vontade de submeter-me a ele, ser sua cadela, pra uso exclusivo e sexual dele, só pra saciá-lo e satisfazê-lo da maneira que ele quisesse e precisasse.

- Tá bom, então. Boa noite, gente!

Virou-se e foi andando sem jeito na direção de casa, mas ainda assim com aquele charme de garotão. Entrei no carro e meu pai falava com alguém no celular. Voltamos pra casa.

A partir desse dia, os contatos com o Júlio passaram a ser mais rápidos e raros, até mesmo no trabalho. Por conta da mudança, sua sala ficava um pouco mais afastada da minha e talvez por isso quase não nos víssemos tanto, ou era o que eu gostaria de acreditar depois do último descontrole pelo qual passei. Falando nisso, nem mesmo as curiricas com o consolo estavam me saciando, ainda mais depois de ver que o safado do Júlio não era tão corretinho o quanto me parecia. Isso porque ele sabia que a mulher era evangélica, mas bebeu escondido com a gente no bar.

- A Kátia não pode saber, ein!

E ainda pediu segredo, que obviamente juramos. Quanto mais os dias passavam, mais aflito eu ficava, doido por um e-mail ou qualquer ligação que fosse, só pra sentir que aquele gostoso ainda precisava de mim, nem que fosse pra qualquer coisa profissional. Foi aí que meu pai apareceu com um monte de papelada na minha mesa no fim do expediente.

- Fecha o escritório hoje pra mim?

- Eu!? Como assim!?

- Vou ter que levar isso lá pro Júlio, ele saiu mais cedo hoje e a gráfica só devolveu agora. É o novo modelo que eles mandaram.

Pensei um pouco e sugeri.

- Quer que eu leve lá? Aí você tranca tudo.

- Pode ser também. Lembra onde é?

- Ainda tenho aqui no GPS. Ele já está ciente?

- Sim, é só levar.

Desliguei o computador, peguei todos os folhetos e me mandei pro carro. Ajeitei o endereço no celular e meti o pé pra casa do coroa delicioso que eu tanto queria servir, mas que não via há algum tempinho. Ao virar a esquina, vi uma mulher sair pelo portão e reduzi a velocidade pra não correr o risco de parar lá antes dela sair dali. Era bem bonita, com um corpo legal e uma roupa longa, típica dessas jovens que frequentam igreja. Era a Kátia, sem dúvidas. Ela caminhou até a esquina por onde vim e sumiu, me dando a oportunidade que faltava. Toquei a campainha da casa que tinha um quintal na parte da frente e esperei alguns minutos. Escutei o barulho da porta abrindo e logo veio a voz séria dele.

- Esqueceu a chave?

Descalço, só com um short meio cinza e o mesmo caralho visivelmente marcado, Júlio me viu e abriu o sorrisão.

- Ah, é você! Quanto tempo, garoto!?

Eu ri e fui pegando os malotes de panfletos de dentro do carro. Ele pegou alguns e entrou.

- Pode entrar, a patroa acabou de ir pra igreja.

O segui e entramos pela sala. Em cima de uma mesa, um notebook com a foto de uma mulher nua, toda arreganhada na tela de um programa de edição, o rabo bem empinado e nítido, rico em detalhes. Por cima da mesa, várias revistas de nudez, conteúdo erótico e outras safadezas, todas bem ilustradas e dividindo algo em comum: o cu de todas as modelos estava exposto. O safado percebeu que eu vi tudo aquilo e começou a se explicar, sem ficar sem graça.

- Cê deve estar pensando que eu sou um tarado, né garoto?

- Claro que não!

Ri pra descontrair, mas na verdade estava pensando isso mesmo.

- É que eu também trabalho de casa. Presto serviço pra várias empresas de pornografia, só que não posso mexer nisso com a patroa em casa, aí aproveito o horário dos cultos.

- Aaaah, entendi. Você edita as fotos, né?

- Isso, também.

- Mas ela liga tanto assim, mesmo sabendo que é seu trabalho?

- O que!? Vira uma fera!

- Aí tu tem que fazer tudo escondido?

- Isso aí. Sempre que posso, até mesmo de madrugada.

Passei a mão em algumas revistas e comecei a paginá-las, mas em todas só tinha bunda, cu, rabo, traseiro, nada de diferente. Pra minha surpresa e também pra dele, numa das últimas folhas de uma delas, tinha um viado com o cu trepado, todo aberto numa espécie de frango assado, as preguinhas chegavam a estar pra fora como se mandassem beijinho pro leitor, o modelo segurando os próprios pés.

- Fala a verdade, tu nunca pensou em colocar um rabo desse de viado no corpo de uma mulher só pra enganar todo mundo?

Fiz a pergunta e comecei a rir, tendo a sorte do Júlio também ter achado engraçado e rido bastante. Pro meu desespero, junto com a risada veio a primeira mastigada na rola com a mão, por cima do short cinza. Eu engoli a seco, mas fingi que nada aconteceu. Subi o olhar e tentei fazer uma cara de lolito, aproveitando pra me abaixar e amarrar o cadarço do tênis que usava.

- Mas isso é segredo, tá Pedrinho?

Adorava quando me chamava pelo apelido.

- Não vou contar pro meu pai, fica tranquilo.

- Que teu pai o que, o Omar não tem problema! Tô falando é da Kátia!

- Ah, sim!

Comecei a rir e ele entendeu minha resposta. Levantei e testemunhei outra alisada no caralho, só que agora o Júlio começou a andar e a mala foi deslizando de um lado pro outro, me deixando hipnotizado.

- Quer uma água antes de ir, garoto? Refrigerante, suco?

- Não, não, eu tô de boa.

Entendi que aquilo era um tchau, então não ia forçar a barra. Nos despedimos com um aperto de mão no portão e voltei pra casa.

Quem disse que a noite terminou ao chegar em casa? De forma alguma, tentei dormir mais de duas vezes e não deu certo. Me masturbei, me dedei, usei o consolo e gozei outra vez, só que com ele dentro, mas nada adiantou. O fogo de querer o Júlio dentro de mim era maior que tudo, inextinguível. Cansado pelas brincadeirinhas, rolei na cama copiosamente, pensando no que precisaria fazer pra poder tirar qualquer casquinha daquele maduro gostoso que tanto me excitava. Na minha mente, enquanto me tocava, ficava montando situações nas quais eu simplesmente chegava em sua casa e o servia. Literalmente, só o servia. Ele ainda com a roupa social meio suada, de quando voltava do almoço, e eu ajoelhado ao chão, vendo meu homem se despreguiçar e mostrar os sovacões pra mim. Eu removia seus sapatos e enfiava muito a cara nas meias pretas, só sentindo a quentura do dia que se acumulou em seus pés. Não sei explicar de onde vinha esse tesão por pés, mas tive um professor que o definia com base na sexualidade humana e em sua natureza dominadora.

- Os pés representam a base, a sustentação do ser. Uma figura de pé, ela está firme, pisando sobre o seu chão. Talvez daí venha a simbologia por trás disso, aquela coisa do "onde se pisa". O rei que pisa sobre a cabeça de seus inimigos é tido como o mais malvado dos reis. Então qual é a diferença disso pro sexo? O sexo é a entrega dos parceiros, o equilíbrio da permissão entre ambos.

Então o que dizer do viado que deixa seu macho pisar em sua cara? O que dizer do viadinho que abre a boca pra chupar o pé desse macho? Eu me masturbava e me perdia nos pensamentos. Quando saía dos pés, ia subindo com o nariz até o saco, mesmo que por cima da calça. Era o segundo cheiro que mais precisava sentir, então brincava de apalpar o caralho já daí e ia cheirando com tudo, pra depois ir até as axilas. Sentir o odor do corpo daquele homem seria o auge das minhas necessidades. O delírio era tão louco que eu suava deitado na cama, até que não aguentei mais e levantei. Peguei o meu celular pessoal, no qual só tinha meu pai da empresa, adicionei o número do Júlio e mandei uma mensagem, três da manhã.

- Gostoso!!! Sou doida pra te dar!!

Como era meu whatsapp pessoal, minha foto nem meu nome seriam mostrados até que ele adicionasse meu número. Por precaução, excluí o contato da agenda e vi os dois tracinhos indicando que havia recebido a mensagem. Bateu a maior sensação de arrependimento e, pra minha surpresa, logo veio a mensagem de resposta.

- KKKKKKKK.

Pensei um pouco.

- É sério!!!

Pausa.

- Quem é?

- Sou uma novinha safada e doida pra te dar. -menti.

Outra pausa. Ele mandou mais risadas e eu não resisti.

- Manda foto desse caralho!! Falaram que tu é maior safado!

Enviei e bloqueei o telefone, sentindo o coração batendo acelerado. Joguei-me na cama sabendo que seria bloqueado e que aquilo não daria em nada, mas o celular vibrou. Outra notificação. Desbloqueei a tela tentando não ter esperanças e li a mensagem que me deixou incrédulo.

- Acertou! Mas só se tu mandar do cuzinho primeiro kkkk

O corpo travou e o cu deu a maior piscada de todas, desde o primeiro aperto de mão. Eu me sentia o viado mais cheio de fogo e safado do mundo, porque pela primeira vez, mesmo sem saber, o gostoso do Julhão tava pedindo meu cuzinho, quando eu achei que ele não fosse nem levar a sério o papo que eu tava dando. O melhor de tudo não era isso! O melhor de tudo, tudo, tudo, era que essa era a situação que faltava pra eu finalmente perceber que o Júlio era safado e malicioso sim. Tudo porque eu disse que era uma novinha safada, me identifiquei como mulher, mas o puto pediu foto do cu, mesmo que eu tenha dito indiretamente que tinha uma bocetinha. Eu olhei pra tela do celular várias vezes sem acreditar, só relendo a frase e deixando o corpo reagir.

- Vai mandar? Foto do anelzinho aberto?

Não sabia responder nada.

- Ah, manda enfiando o dedo no cu! Falaram que tu gosta de ser vadia na cama, não vai ser problema! kkkkkkk

Era texto atrás de texto, três e pouca da madrugada. A esposa devia estar dormindo e o maridão safado dela tava pedindo foto minha dedando o rabo. O jogo virou de forma inacreditável!

- Quer ver cu, é? kkkkk - perguntei.

- Claro!! Buceta eu tenho em casa kkkkk

Corri pro banheiro da suíte com o celular, programei o temporizador da câmera e fui me empinando todo pra fazer a melhor pose possível. Sou alto, tenho o corpo normal e, por conta das corridas, tenho ficado com as coxas e a bunda dura, então caprichei um pouco na empinada pra poder dar um efeito legal pra foto, lembrando que havia me identificado como uma mulher. Segurei até o saco pra não ficar aparecendo, cortei a imagem na altura do pescoço e enviei, torcendo pra que o safado não percebesse de jeito nenhum. O cuzinho não tava raspado, mas tava aparadinho e piscante, no ponto pra ser passado por um macho igual a ele. Assim que recebeu, ficou off e não respondeu. Passaram-se dois minutos e nada. Cinco, dez, quinze, mas nada. Estava já deitado na cama, me sentindo o cara mais babaca do mundo, quando o celular vibrou e eu quase o derrubei de tão nervoso. Errei o código da tela e fiquei ainda mais eufórico por isso. Abri a conversa e o tempo simplesmente travou, junto com todo o restante ao redor.

- Tá doida pra me dar? Grava um vídeo dedando o cuzinho e chamando meu nome, então.

Em baixo do pedido, a imagem de uma vara cumprida, grossa e peludinha, completamente veiuda e bombeando sangue. A foto pegava de baixo pra cima, como se tivesse sido tirada do saco, mas não mostrava o rosto porque a cabeça do caralho tava bem na frente. Mesmo assim, eu tinha certeza que era o Júlio, porque parte do peitoral e da barba rala apareciam, então sem dúvidas era ele na foto. O braço que segurou o celular pra fotografar estava um pouco suspenso, mostrando a axila gostosa diretamente pra câmera. Pra completar, lá de cima da ponta do cacete ereto, saindo do nervo grosso que cruza a jeba de baixo à cima, um filete transparente de baba vinha escorregando no momento do registro. O tempo foi retornando ao normal e o coração voltou a bater muito forte. O aparelho vibrou com outra mensagem dele.

- E aí, vai mandar ou não??

Perdido em pensamentos e sem ter escapatória, bloqueei o Júlio e voltei a deitar. Não teria como gravar um vídeo daqueles sem me entregar com toda aquela armação que fui inventar. Já tinha conseguido algo bom, então podia deixar o resto morrer, ao menos por enquanto.

O que vocês acham que aconteceu depois que eu consegui a foto da rola do homem cuja imagem não tirava da mente? Tentei mesmo me controlar, mas foi impossível. Tornei a me consolar com a masturbação, vidrado no caralhão veiudo do Júlio, mas era sempre insuficiente pro grau de putaria que via naquele piranho. "Só se tu mandar do cuzinho primeiro!", "manda enfiando o dedo no cu", não tirava esse linguajar da cabeça por nada e o consolo não resolvia mais meu tesão. Botei a mente pra funcionar e, passando pela foto que tirei pra mandar a ele, tive uma ideia genial. Fui pro banheiro do escritório num dia comum de trabalho, tirei uma foto de quatro e mostrando o cu e salvei num pen drive. Esperei o fim do expediente chegar e fui na direção da casa do Júlio, chegando próximo do horário de saída da Kátia pra igreja. Parei na esquina e só aguardei, não deu outra. A moça saiu pelo portão, ainda com a bíblia na mão, e foi rumo ao culto, me dando a abertura que tanto queria. Fui andando até o portão da casa e toquei a campainha. Alguns poucos minutos e veio ele, só de calção de futebol cinza, o caralho meio solto e balançando safadamente.

- Caraca, tu chegou na hora certa, garoto!

- Por que, chefe?

- A patroa acabou de sair pra vigília e eu acabei de abrir uma cerva.

Aquilo era um convite? Então ok, vamos lá. Entrei pela sala e novamente todas as revistas de putaria estavam abertas sobre a mesa. O notebook com outra modelo arreganhada na tela, ou seja, nada de diferente. Júlio trouxe dois copos e me serviu, fazendo um tímido brinde à empresa. Depois de darmos algumas goladas, iniciamos a conversa.

- Mas e aí, moleque? O que te trouxe aqui hoje?

- Bom, eu tô precisando de uma ajuda e só posso contar contigo.

- Claro que pode! Só dar o papo!

- É que eu tirei uma foto e vou enviar pra uma pessoa, só que precisava de uns retoques.

Ele passou a mão na careca, descendo pela barba e mudou de tom.

- Poxa, Pedrinho! Pior que eu só mexo com montagem de putaria.

Tranquilamente, conectei o pen drive no notebook e selecionei a opção de exibir fotos. A única imagem que tinha era a que passei, então foi a única a abrir em tela cheia. Eu todo empinado no espelho da empresa, de quatro na pia, com a bunda arrebitada e aberta e o cuzinho rosadinho de fora. Ao redor dele, os pelinhos curtinhos, bem aparados. Esse momento durou muito tempo. Incrédulo, ele olhou pra minha cara meio que sem graça e tornou a encarar a tela do computador. Esses minutos também pareceram se alongar, até que, num movimento meio que involuntário, o safado deu uma coçada de leve no pau sobre a bermuda, mas parou quando se deu conta do que fazia. Lentamente, foi sentando na cadeira e ficou ainda mais próximo da tela, como se analisasse cada detalhe. Outra vez a mão veio na direção do calção, mas recuou antes mesmo de chegar e fechou-se sobre a mesa. Júlio me olhou curioso.

- É tu, .. Pedrinho??

- É sim, ó.

Apontei pro meu rosto nítido no espelho e ele confirmou, tornando a me olhar.

- E aí, você consegue retocar pra mim? Quero enviar pra um amigo,mas acho que não tá em boa qualidade. - menti.

- Como assim não tá em boa qualidade? A resolução tá maneira, pô..

Ele não terminava suas frases, parecia que faltava até ar. Quanto mais a conversa seguia, mais parecia que estávamos fisicamente mais próximos, com o volume das vozes até menor. É engraçado como a putaria é verdadeiramente um clima que vai se desenrolando do nada, ainda mais quando é entre dois homens. Tudo que se faz enquanto esse calor vai acontecendo parece suspeito, até a forma como falávamos um com o outro.

- Não é bem a resolução, são os detalhes.

- Como assim, Pedrinho?

- Quer ver, dá um zoom aqui, ó.

Apontei bem no meio do cu e o puto do Júlio maximizou o quadro da imagem, fazendo o buraco parecer bem maior, ocupando quase que toda a tela do notebook de forma nítida e rica em detalhes.

- Aqui, ó, tá vendo?

Ele clicou bem no meio do meu cuzinho na tela e abriu outro zoom, mesmo sem eu pedir. O buraco rosa ficou ainda mais evidente, dava pra ver até as dobrinhas das pregas pela beiradinha. Ao fazer isso, olhou pra mim sério e levantou já falando.

- Você precisa ir embora agora, Pedrinho. Por favor!

- Que isso, Julhão! Eu te pago, fica tranquilo!

- Não é isso. É sério, você tem que ir.

Desconectou meu pen drive e foi até a porta, abrindo-a e esperando que eu saísse.

- Por favor, Pedro.

O tom firme.

Terminei de tomar a cerveja, mas o Júlio não queria me dar muito tempo, veio até a mim e apertou meu braço, me puxando pra sair da casa dele.

- Que isso, chefe!? Pra que isso!?

Mas antes mesmo de chegarmos à porta, o ritmo dos passos foram diminuindo e ele parou, sério, mas ainda me segurando firme. Sem hesitar, aproximei-me de seu peitoral dividido e ralinho de pelos e o alisei, sentindo a quentura de sua pele. Ele me encarava sério, quase que ofegando, como se estivesse se segurando muito pra não acabar fazendo uma besteira. Em movimentos circulares, passei os dedos pelos mamilos rígidos e os massageei de leve, foi aí que o Júlio fechou os olhos devagar e soltou o primeiro gemido.

- sssssss!

Senti seu braço me apertando e me afastando de si, mas seu corpo ainda estava travado. A parte da frente do calção de futebol começava a fazer um volume que o puxava pro lado.

- Até você sabe que quer, chefe.. - comecei.

Ele não respondeu, só ofegou mais e continuou me encarando com um semblante de raiva.

- Você sabe bem o que aconteceu na primeira vez que apertei tua mão, chefe.

- Não sei de nada, seu moleque!

- Claro que sabe, chefe! Um macho com essa cara de safado e gostoso que nem você sabe bem quando um viado tá piscando de tesão, doido pra ser currado.

Mandei na lata. A mão me apertou ainda mais e fechou a porta. Ele me pegou pelo rosto e começou a falar olhando nos meus olhos.

- O que você quer, seu viadinho?

- Preciso dizer!? Um macho assim sabe bem que sempre tem que ter um viadinho do lado, mesmo se for casado. Nem que seja só pra fazer por ele o que a mulher não gosta ou não quer, chefe.

Ele começou a rir na minha cara, me levando pro sofá. Antes de me jogar em cima dele, ainda falou mais.

- Tu é uma vadiazinha mesmo, né? Saiu da empresa e esperou minha mulher ir pra igreja só pra vir aqui atrás de pica! Vai abrindo essa boca logo, caralho!

Era tudo que eu mais queria ouvir.

Júlio me desceu pelos ombros e me deixou cara a cara com o volume do caralho riscando o short. Eu não deixei que ele fizesse nada, só segurei suas mãos e enfiei a cara no meio. Só com o rosto, fui entrando pela perna da bermuda até chegar com o nariz no sacão, que fiquei cheirando, lambendo e chupando incansavelmente. O safado fez questão de entrelaçar os dedos com os meus, como se quisesse me sentir por completo, ao mesmo tempo em que ia forçando o quadril contra meu rosto, numa tentativa de me fazer engolir mais saco.

- Bota os dois, bota.

Com muito custo, mas cheio de tesão, tentei colocar dois ovões na boca inteira, mas não deu e o resultado foi deixar tudo babado. O cheiro de macho era maravilhoso, poderia ficar ali pra sempre, mas tinha mais coisas a fazer além daquilo. Com uma das mãos, ele só puxou o tecido e deixou que a vara despencasse no meio da minha cara, com a base e o sacão sobre meu nariz. Eu olhava bem nos olhos dele e via as sobrancelhas forçadas, como se fizesse uma expressão de prazer mediante minha submissão, só apreciando a cena de um viado ajoelhado aos seus pés e pedindo por seu pau na goela, submisso a ele, doido pelo seu leite. Tentava transmitir tudo isso em meu olhar, ao mesmo tempo que começava um boquete gostoso, focado na cabeça grossa daquele caralho veiudo.

- Hmmmmmm! Abre bem a boquinha.

Eu só abria, sem deixar de olhá-lo, mas o safado gostava de levantar a cabeça e foder minha boca, segurando minhas mãos pra não me deixar controlar. Eu seguia seu ritmo, mas não ia até o talo, porque queria ser dominado. Isso não foi problema, o Júlio percebeu e travou minha cabeça com uma mão só, pescando lentamente com a vara na minha garganta e deixando só o saco de fora batendo na minha mandíbula, deixando meu queixo com cheiro de macho. Cada vez mais a tora cabeçuda tomava espaço e tamanho dentro da minha boca, até um ponto em que achei que precisaria tirá-la, mas não foi necessário. Em pouco tempo me adaptei com seu tamanho e tornei a me empenhar naquela mamada, deixando o Júlio arrepiado e na pontinha do pé de tanto tesão, fazendo-o usar as duas mãos pra segurar meu crânio e fodê-lo no mesmo ritmo.

- SSSSSS! Caralho, seu viado!

- Hmmmmm!

Com a boca atolada de rola de coroa, não tinha como falar outra coisa.

- Fica aqui, moleque.

Sentou no sofá e me pôs de joelhos, controlando minha cabeça pra cima e pra baixo pra deslizar no caralho, sem tirar os olhos de mim. No auge da empolgação, removia a vara da minha boca e batia com ela na minha cara, dando alguns tapas também.

- Filha da puta, não era isso que tu queria?

Aí voltava a afundar o cacete em mim, brincando de alargar minha boca como se nada fosse. Nas vezes em que parava, eu ficava lambendo a cabeça e extraindo mais e mais baba salgada daquele piru.

Depois de um tempo nessa brincadeira, Júlio levantou num só pulo e já foi me virando, arreganhando minha bunda por trás e expondo meu cuzinho.

- Se eu soubesse, tinha tacado vara nesse cu ontem!

Antes de eu responder, só senti a barba e o línguão quente arrastarem na porta da minha raba, fazendo uma espécie de cócega gostosa que deixou meu corpo todo soltinho. Além disso, a maneira como Júlio me segurava facilmente pelas ancas e controlava meu corpo como se só fosse me soltar quando finalizasse o que tinha a tratar com meu cuzinho era mais do que sexual, chegava a ser promíscua. Novamente senti o descontrole chegar junto com mais cunete e mais linguada e dedada no cu, até que não me segurei.

- Enfia essa piroca em mim, chefe! Por favor!

Ele me olhou e sorriu de uma forma maníaca que me fez piscar. Veio a última linguada e agora só a cabeça do caralho sarrou na portinha da raba. Eu me contorci outra vez e quase me enrosquei todo no corpo dele, que tava de pé atrás de mim. Passando uma mão pelos meus peitos e me dobrando pra trás, ele deu outra arrastada com o cabeçote babado da ferramenta no anel do meu cu, ao ponto das preguinhas contraírem e o puxarem pra dentro. Joguei a cabeça pra trás e falei ao pé de seu ouvido.

- Não faz isso comigo, chefe!

Gemi manhosamente, mas ele continuava só provocando.

- Pede pica, pede?

- Eu quero ssssss-

E não me deixava terminar, porque dava outra relada em mim com aquela arma.

- Pede que agora eu deixo.

- Me dá ess-

E veio a peça toda pra dentro, me fazendo esticar o corpo quase que contra o sofá.

- SSSSSSSSSS! Hmmmmmm!

O Júlio não me deu tempo, já veio com o corpão sobre o meu e me pressionando contra a poltrona, de um jeito que me prendia e impedia que eu saísse. Colocou as mãos sobre as minhas pra me travar ainda mais e, só com o quadril, foi lá no fundo do meu cu e voltou, pele na pele. Parecia que surfávamos e pegávamos uma onda juntos, colados e só com o movimento das estocadas.

- Isso, caralho!

Tentava segurá-lo de costas, mas cada metida tirava minhas forças das pernas, eu só me mantinha agachado porque ele me escorava com o próprio corpo. Quando senti que lá vinha outra, relaxei ao máximo e abri totalmente o cu, deixando que fosse até onde conseguisse. Sentindo esse espaço a mais, Júlio jogou tudo pra frente e pra dentro de mim, empurrando o sofá pra trás e relaxando o corpo todo sobre o meu, agora me imobilizando por completo. Eu sentia seus pelos nas minhas costas, seu suor proveniente de esforço sexual caindo sobre meu corpo e seu cheiro de macho passando pra mim, como se quisesse me marcar com seus odores e feromônios pra mostrar que agora era sua fêmea (ou seu macho mesmo), que nem bicho, animal. Eu estava preparado pra ser sua posse a partir daquele momento.

- Empina essa bunda, moleque!

Obedeci e levei dois tapas, sendo puxado agora pelo pescoço e ganhando algumas mordidas na orelha. Gemia sem dó nos ouvidos deles e quanto mais eu fazia isso, mais o puto me comia com gosto, controlando meu quadril com as mãos. Entre nós, o barulho do choque entre os corpos. Mais a foda seguia, mais eu me soltava e me entregava de vez ao Júlio, ao ponto de enroscar minhas pernas como podia no corpo dele e o safado fazer o mesmo, travando meus movimentos e mantendo a linha na metida.

- Isso, filha da puta! Sssssss!

E mais tapa na bunda, ficando vermelho.

- Isso é pra tu aprender a obedecer quando eu mandar tu enviar vídeo pra mim, seu ninfetinho do caralho!

O último movimento do Júlio foi arregaçar minha boca por trás, puxando-a com os dedos e me deixando que nem o Coringa, só pra se sentir me arreganhando de verdade. Os movimentos com o quadril aumentaram e aí ele me colocou de quatro no sofá. Pra me fazer empinar mais o quadril, o safado apoiou todo o peso sobre as mãos no meu cóccix, alargando mais e mais meu anelzinho elástico, que tanto repuxava e pegava fogo com a entrada e saída de sua tora.

- Agora, viado! SSSSSSSS!

O ritmo chegou no extremo e ele se jogou todo sobre mim, lançando a última estocada só com o quadril inteiro pra cima do meu cu.

- OOOOHHHHHH! HMMMMMM!

Travado pela cintura, senti o caralho engrossar e começar a leitar intensamente, me deixando surpreso pela quantidade de porra. As pernas bambeavam ainda que no sofá, mas tudo valia à pena por aquele macho gostoso, quarentão filho da puta, porque mesmo sabendo que a mulher podia chegar, me botou pra pagar um boquetão e usou e abusou de mim.

- Chá de cu do caralho! Só não vou te comer mais porque a Kátia vai chegar daqui a pouco, mas vem aqui que tu vai limpar minha jeba.

Outra vez ajoelhei e tornei a mamar o pau meia bomba, deixando-o somente com o cheiro da minha boca. O gosto completamente salgado por causa do resto de leite que eu suguei, deixei tudo brilhando.

- Mete o pé, garoto.

Nem esperei muito, só me vesti e voltei pro carro, ainda ofegante e suando, a bunda deslizando por conta de toda a porra do Júlio que ainda tava dentro de mim.

Gostaria de contar mais a vocês sobre minhas aventuras com o Julhão e vou, mas não será aqui. A maior questão é que, depois desse nosso envolvimento, muita coisa mudou em nossas vidas. Meu pai arranjou uma justa causa por ter feito merda na empresa e a gente teve que sair de lá. Isso deu uma diminuída no meu contato com o Júlio. Pra completar, conseguimos emprego numa outra firma e isso me deixou com menos tempo ainda pra vê-lo, mas em compensação conheci um outro homem gostoso que me enlouqueceu. O nome dele é Marcos, também conhecido como Marcão, e, tecnicamente, ele foi hétero até o dia em que a tara em cu bateu forte, porque chegamos a transar uma vez, depois de um longo dia em que o coitado ficou o tempo todo de pau duro e sem nenhuma atenção sequer. Apesar desse contato, logo voltei pro Júlio, mas sem comentar o porquê do meu afastamento temporário. Nossa relação secreta voltou ao normal e foi ficando mais frequente, até o dia em que ele me convidou a ir numa reunião com alguns amigos dele e eu fiquei surpreso pelo convite.

- Como assim um churrasco de amigos?

- São vários amigos meus, a Kátia não costuma ir, então tô te chamando.

- Mas tem certeza? O que eles vão pensar de você comigo?

- Ah, não se preocupa com isso.

Inocente, eu fui. Pra minha total surpresa, não era bem uma simples reunião com os amigos, mas sim uma espécie de "Clube de Lolitos", no qual cada um daqueles homens, por sinal todos casados ou compromissados, levava seu amante novinho, que normalmente era um passivo submisso e corpudo, quase como um troféu a ser exibido e exposto aos outros amigos.

- Olha que surpresa agradável!

Pro meu pânico, era o Marcão com seu ninfetinho estilo molecote. O garoto nem parecia que sabia o que fazia ali, estava mais pra um simples filho da vizinha que o Marcos trouxe pro encontro só pra ter companhia.

- Olá!

- Vocês se conhecem?

Júlio perguntou.

- Mais ou menos.

Respondi antes dele. Nos cumprimentamos e logo chegou um outro coroa gostoso, por sinal o único que não usava uma aliança no dedo.

- Esse é o Betão, Pedrinho.

- Prazer, Betão!

- O prazer é todo nosso, Pedrinho.

O cumprimento oficial era os passivos beijando a mão dos ativos, não importa de quem fosse quem. Pela curiosidade, perguntei pelo anel de casado.

- Ah, é uma longa história. Eu evito trazer só por precaução! HAHAHA

O pessoal riu e logo vieram mais dois.

- Prazer, eu sou o Carlão!

- Prazer!

O viado do Betão tinha até piercing no umbigo, e o do Carlão não desgrudava dele.

- Esses são Flavinho e Juninho.

- O prazer é nosso!

(..)

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Vocês não perdem por esperar! Quem tiver curiosx e quiser ficar por dentro, só chegar mais!

e-mail: [email protected]

twitter: @andmarvin_

Comentários

30/09/2017 13:53:34
Muito bom mesmo!!!
14/08/2017 00:08:09
Continuação: "CDL - Currado por um coroa casado, amigo do amigo do meu pai" http://sharoland-nn.ru/texto/
19/04/2017 19:41:33
Incrível!!!!
17/04/2017 23:40:53
Muito bom, continua logo. Ia gostar que ele encontrasse o pai lá também
17/04/2017 00:15:12
MUITO BOM.
16/04/2017 23:39:52
Que delicia!!!!! Local fiquei
16/04/2017 17:59:48
Universo compartilhado, kkkkk, vou te chamar de marvel agora. 10.
16/04/2017 16:12:34
Muitooo massa. Ansioso pelas próximas aventuras
16/04/2017 13:55:25
Q tesão de conto delicia
16/04/2017 11:33:21
opaaaaaa. adorei

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