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A Vida é pra ser Vivida #20 ft PRECISAMOS DE AJUDA - Parte III

A Vida é pra ser Vivida #20 ft PRECISAMOS DE AJUDA

Parte III

*Narrado por Antonio

Nesse sítio isolado, belo e harmonioso existe algo que vai além da compreensão humana. Não sei o que é, mas pelo que parece, há um carma negativo presente no solo deste lugar. Algo de bom não ocorreu aqui. Eu posso sentir. Só sinto pena do João por ele ter que passar tanto tempo aqui, sozinho.

Pela carga negativa que ele vem acumulando durante todo esse tempo que está vivendo por aqui, praticamente sozinho, decidi não contar da pequena capela que encontramos nas terras do Lagoa do Canto. Não sei, mas achei que era o certo a se fazer. Talvez sim, talvez não. JP concordou com isso e voltamos para a casa do sítio.

*Narrado por João...

Passaram-se uma meia hora desde que os rapazes foram em direção ao riacho Malhada Grande. Não é longe, mas por entre tantas veredas que existem nas matas daqui, é comum se perder. Eu mesmo já me perdi algumas vezes tentando ir até depois do riacho, local que ainda não tive coragem de ir sozinho. Se depender do Emanuel ir comigo, eu não irei nunca.

Por falar em Emanuel, percebi que ele está meio distante. Não sei o que eu fiz ou se eu o magoei de alguma maneira que não me dei conta. Talvez, hoje a noite eu prepare um jantar bem caprichado pra nós dois. Faz tempos que não comemos algo além de salgados e quentinhas com comida caseira que ele compra em Várzea da Cacimba. Não que eu esteja reclamando. Amo comida caseira, mas eu prefiro fazer.

Estava sentado na varanda com o Bob no colo e vejo os rapazes se aproximando.

João: Eita que o passeio foi bom mesmo viu! – ri.

Antonio: Quem dera. Acabamos nos perdendo, mas finalmente encontramos o caminho certo.

Hugo: Aposto que eles estavam transando no riacho. – falava Hugo saindo da casa.

JP: Quem dera. Se soubessem o que passamos. – falou baixinho.

Eles foram tomar banho no banheiro que fica do lado de fora da cozinha. Mas eles estavam meio estranhos. Meio pálidos. Não entendi, mas eu também não quis perguntar. Só espero que eles não tenham presenciado nada de ruim que os tenha assustado.

Já eram quase quatro da tarde e antes que anoitecesse chamei o Antonio para irmos até o vilarejo vizinho compramos alguns mantimentos.

Antonio: Só espero que ela não dê nenhum problema no caminho. – falou estacionando a moto em frente a casa.

João: Vamos torcer pra isso não acontecer. – falei rindo.

Antonio: Você quer alguma coisa pra comer amor?

JP: Compra alguns salgadinhos ou batatas pra mim. E alguma coisa doce, pode ser qualquer coisa.

Hugo: Compra uma rapadura pra ele chupar. – falava rindo. – Em, compra a fita isolante para colocarmos na mangueira que furou lá no carro. Toma aqui.

Antonio: Tá certo então. Salgadinhos e fita. Ok.

Hugo: Não se esquece de dar uma olhada no carro pra ver se ninguém quebrou os vidros ou furou os pneus. Espero que esteja tudo bem com o carro de meus pais ou eles me matarão. Já estou vendo imagens de meu enterro num futuro não tão distante.

JP: Pô, Hugo. Tu é mais gay que os três que estão aqui. Para de drama. Drama Queen. – rimos.

João: Tem certeza que não é um de nós? – rimos novamente. – Estou brincando viu.

Hugo: Será? Acho que vou tentar alguma coisa com o JP aqui, já que vamos estar sozinhos mesmo. Pode ser Antonio?

Antonio só fez um gesto obsceno pra ele. JP ficou mandando ele respeitá-lo. Aqueles eram bons amigos, pelo que eu percebi.

...

*Narrado por Antonio

Eram cerca de 6 km até o pequeno vilarejo. Bom, vou chamar de vilarejo por que não me lembro do nome. Sabe, esses lugarejos de interior tem sempre uns nomes meio isquisitos. E assim fomos.

Paramos no portão para João abrir e ele demorou um pouco. Achei estranho. Fui até ele.

Antonio: O que houve João?

João: Não sei. Olha essas pegadas. Não são estranhas?

Antonio: Parece de algum tipo de cachorro, mas é meio grande não? – achei bastante estranho. Pareciam exatamente patas de cães, mas aquelas garras. Lembrei do casebre que ficava ali perto.

João: Pois é. Deve ser de algum tipo de cachorro do mato que existe por essa região. Ou então foi o Bob. – falou rindo.

Fechamos o portão e partimos. Primeiro passamos no carro de Hugo e estava nas mesmas condições que deixamos naquela manhã. E seguimos.

Quando passamos pela pequena estrada que levava ao casebre que fomos, chamei a atenção do João. Paramos um pouco.

Antonio: É ali. É só seguir esse caminho e vai dar de cara com um juazeiro imenso e um casebre com algumas marcas estranhas. Você quer se aproximar mais?

João: Acho que não. Já está ficando tarde. Aqui no interior sempre anoitece rápido. Seria melhor nós voltarmos antes que anoitecesse.

Antonio: Então, simbora!

A estrada era de chão batido, era meio ruim de pilotar a moto, por que tinha alguns trechos que o caminho encurtava bastante. Aquele cenário desolador e sem nenhum vivente por perto, com carnaúbas por todo canto, era a paisagem que passávamos.

Foram quase quarenta minutos de viagem, por conta da dificuldade do caminho, mas finalmente de longe avistamos o vilarejo.

...

*Narrado por João

Quando alguns de meus parentes falaram que aqui havia um vilarejo eu juro que pensei que era como se fosse uma pequena cidadezinha, mas me enganei completamente. Não havia quase casas. Eu consegui contar umas dez, mas sempre afastadas uma das outras. Ao centro daquele lugar, uma casa velha, que parecia ser bem antiga e de arquitetura peculiar. Parecia algo como àquelas casas de época, daquelas novelas da TV Globo. Era a maior que todas as outras. Pelas características, parecia abandonada há muito tempo.

Havia também uma pequena igreja com Nossa Senhora do Carmo, em forma de estátua. Ao contrário das casas, a igreja parecia ter uma situação econômica melhor. Ela estava aberta, mas não havia ninguém ali por perto.

Abandonada. Esse é o adjetivo que daria a todo esse vilarejo. Todo ele parecia abandonado, desabitado. Sei que o município de Várzea da Cacimba não é rico e poucas verbas vêm do governo estadual, mas ter um vilarejo como esse é no mínimo um absurdo para o governo municipal.

Avistamos o pequeno comércio que tinha ali. Mercearia Odorico Fernandes. E fomos até lá. E de fato, o lado de dentro era melhor do que o de fora. Parecia um pouco mais moderninho e com as prateleiras em seus devidos locais.

Adentramos no local e um sino tocou, avisando que alguém entrara ali. Todos olharam fixamente para nós dois. Parecíamos algum tipo de assombração ou alguma atração de Freak Show. Demos “boa noite”, mas apenas o rapaz respondeu-nos. Os outros, apenas olharam e desviaram seus olhares rapidamente. Ali havia um casal de idosos, um rapaz no balcão e duas senhoras de uns 70 anos fazendo compras.

Não vou negar que os olhares incessantes em mim e em Antonio estavam me incomodando. Acho que estavam pensando que éramos algum tipo de assaltantes ou algo assim. Então começamos a ir para as prateleiras pegar o que precisávamos e sair dali rapidamente antes que a noite adentrasse.

Pegamos tudo que eu precisava: carnes suína, bovina e de frango, alguns refrigerantes, arroz, macarrão, alguns salginhos de milho, alguns doces, alguns molhos, dentre outros. Estava com várias sacolas nas mãos. Aquilo seria um problema para levar na moto.

Antonio: Já peguei tudo que preciso também. – falou me mostrando as sacolas. – Vai ser um problema levar né!?

João: Vai sim, mas damos um jeito.

Enquanto nos dirigíamos ao balcão as duas senhoras passaram por nós e disseram “vocês arderão no inferno sodomitas” e saíram rapidamente. Antonio olhou incrédulo para mim e eu também fiquei sem reação.

Sodomita é o termo bíblico usado para designar homossexuais ou pessoas que tinham relações sexuais com pessoas do mesmo sexo. Pode ser considerado um termo pejorativo, atualmente. É bastante utilizado por cristãos para julgar homossexuais.

Antonio pareceu bastante incomodado com aquilo. Não importa qual seja seu credo, você não deve dizer que ninguém vai para o inferno apenas por não seguir sua linha de raciocínio da Bíblia. Eu mesmo continuo cristão, mesmo depois de me aceitar como homossexual.

Jovem no balcão: Por favor, perdoem essas duas carolas. São pessoas amarguradas. – falou estendendo a mão para cumprimentar-nos. – Sou Adílio.

Antonio: Prazer Adílio, me chamo Antonio e esse aqui é o João.

Adílio: Então, vocês são o casal que herdaram o sítio do seu Jonas, o Lagoa do Canto, não é?

João: Fui eu que herdei. Esse aqui não é o meu companheiro, é um amigo nosso.

Adílio: Wow, desculpa então. Pensei que fossem um casal. Mil desculpas.

Antonio: Sem problemas. Bem calmo por aqui em... Pensei que não morasse ninguém.

Adílio: Na verdade, não mora quase ninguém mesmo. São apenas 30 pessoas que residem aqui, a maior parte ignorantes como essas senhoras aqui. Vocês não fazem ideia de como é ser o diferente nesse lugar.

João: Diferente? Como assim?

Adílio: Eu tenho um certo probleminha. Eu consigo ver algumas coisas que não gostaria de ver.

Antonio: Não entendi.

Senhor: Adílio, para de falar bobagens pros clientes e começa a pegar as compras e ver quanto deu.

Adílio: Sim senhor. Desculpas.

Senhor: Desculpa o incomodo senhores. Meu nome é Odorico Fernandes, o proprietário desse local.

Antonio: Tudo bom senhor. Me chamo Antonio e esse é... – fui interrompido.

Odorico: Sim, eu conheço esse rapaz. Já conheci seu amigo Emanuel. Ele disse que veio morar com você pra tu não ficar só no sítio.

João: Amigo? Ah sim, entendi.

Odorico: Ele é um doutor muito competente e tem uma namorada muito bonita.

Adílio: Vô. Pelo amor de Deus, para de falar da vida alheia.

Nesse momento fiquei sem chão por alguns minutos e minha vontade era de chorar ali mesmo. Como assim “namorada?”. Desde quando Emanuel é bissexual? Nunca conheci nenhuma garota que ele sequer beijou? Eram perguntas que não tinha explicações.

Com esforço, segurou as lágrimas e perguntei quanto é que deu as compras. Queria sair o mais rápido possível dali.

Odorico: E como andas o sítio? Tá dando conta de cuidar daquilo tudo rapaz?

João: Estou sim. – não queria conversas naquele momento.

Odorico: Espere que não esteja tendo problemas como o Jonas teve.

Antonio: Problemas? Que tipo de problemas?

Odorico: Eu e Jonas sempre fomos amigos de longa data, desde que ele comprou aquele sítio. Ele disse que assim que se mudou para aquele lugar começou a ter alguns problemas. Visões, pesadelos, ouvia sons que não conseguia identificar.

João: Sério? Ele nunca me disse nada sobre isso.

Odorico: Aquele lugar tem uma beleza impressionante, mas esconde muitos segredos. Jonas sempre quis encontrar esses segredos, mas nunca conseguiu descobrir nada. A história que rola ali é que existiu uma família muito rica durante no final do século XVIII, eles eram os Cavalcantis. Eram donos de quase tudo nessa região e foram uma família muito rica. Não sei de maiores detalhes, mas parece que a mulher do seu Vicente Cavalcanti, a dona Elena Monteiro, o matou por causa de desavenças familiares. Alguns dizem que ela matou o filho deles também, mas ninguém sabe mesmo o que aconteceu ali. Sabe, a história tem mais de um século. Se perdeu no tempo.

João: Eu não tinha ideia dessa história.

Odorico: Mas não vá ficar pensando nisso não, meu filho. É só lenda que o povo conta. Seu tio Jonas nunca descobriu nada sobre esse caso. Não fique matutando essas coisas.

Adílio: Se você não queria que eles ficassem matutando, não teria contado.

...

Pagamos as compras e nos dirigimos à saída.

Antonio: João, você está bem?

João: Não se preocupe. Fiquei mais curioso do que decepcionado com o Emanuel. No entanto, não vamos pensar nisso. Já são quase 18 hrs e ainda estamos aqui.

Seu Odorico e Adílio se despediram de nós dois e fomos embora. Tínhamos que ter bastante cuidado na estrada, pois estava um breu e tinha muitas curvas e eu ainda estava com muitas sacolas nas mãos. Oh Deus.

Antes de irmos embora, uma mulher de uns 40 anos, parou próximo a nós. Ela tinha uma aparência mórbida, longos cabelos pretos e uma bela branca que parecia sem sangue. Ela olhou fixadamente para mim e disse:

Mulher: Você precisará da minha ajuda. Venha me visitar quando tiver tempo.

E saiu andando... Quem era aquela mulher?

...

*Narrado por Antonio

Eu juro que não sei o porque do João ainda não enlouqueceu. Ele passa por esses problemas sobrenaturais, tem pesadelos com essa mulher de preto e ainda tem aquele vizinho desconhecido e extremamente suspeito. Pra piorar ainda tem o seu companheiro traindo-o. Coitado.

Saímos do vilarejo e fui bem devagar, pois o João estava com muitas sacolas nas mãos e ainda por que aquela estrada estava muito escura. Era impossível ver algo a minha frente sem o farol da moto.

Depois de uns 30 minutos pilotando numa velocidade reduzida, chegamos na encruzilhada que leva para o sítio. Já era quase 6:40.

Achei aquela encruzilhada muito estranha. Primeiro que ela levava para a cidade de Várzea da Cacimba, mas não havia movimentação de carros, outra levava em direção ao Lagoa do Canto, a outra para a outra cidade próxima e a outra para o vilarejo. Contudo, 0 de movimentação de veículos.

Quanto íamos atravessar a encruzilhada a moto parou de funcionar. Logo pensei “puta que pariu”.

João: Por favor, não me diz que ela deu o prego!?

Antonio: É o que parece. Poxa, agora estamos na escuridão infinita.

João: Pega o meu celular que está no meu bolso de trás e liga o flash.

Peguei o celular e comecei a olhar a moto. Olhei os pneus, mas não estavam furados. Olhei o motor e estava tudo bem. Não havia nada que pudesse ter parado a moto do nada. Continuávamos a ver se encontrávamos o problema, mas nada.

Não havia sinal de celular, se tivesse poderíamos ligar para o Hugo vir ajudar, mas mesmo assim seria longe dele vir aqui sozinho. Poha, hoje tá sendo um dia que nunca vou esquecer. Primeiro o carro quebra, depois vimos aquele maldito casebre com aquelas marcas estranhas, presenciamos alguma coisa do milharal, depois vimos a maldita mulher de preto e agora a moto dá o prego no meio do nada. Literalmente. O que pode mais acontecer para esse ser o dia mais louco da minha vida. Louco, do lado negativo da coisa.

E quando parei de pensar isso, foi que ouvimos aquele som que jamais esqueceria na minha vida.

Um uivo estridente e melancólico. Um choro agonizante e agorento de uma fera selvagem que parecia estar bem próximo dali.

João: O que diabos foi isso Antonio?

Antonio: Eu não sei, mas parece estar muito perto daqui.

João: Minha mãe contava que, quando ela era criança, existia um lobisomem na região. Com esse uivo, acho que ela tinha razão. Antonio, eu não tenho vergonha de dizer, que estou com muito medo disso.

Num momento de esperança, a moto finalmente ligou. O farol acendeu longe, e imensos olhos vermelhos estavam fixados em nós dois, em meio a escuridão incessante.

Em um segundo liguei a moto, mandei João subir na moto, se segurar e partimos dali na maior velocidade me que aquela moto poderia aguentar. O sítio não ficava tão longe dali, era apenas uns dois quilômetros, mas o medo que sentíamos naquele momento fazia com que o caminho se extendesse para uns 10 quilometros.

E então, mais um uivo veio das matas próximas à encruzilhada. Eu sabia, eu tinha plena certeza. Seja o que for aquela coisa, ele está nos perseguindo. Eu conseguia ouvir de longe sua respiração furiosa, seu desejo de sangue era latente. Eu podia sentir a morte se aproximando...

Continua...

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Olá meus caros leitores.

Olha só quem voltou, sim, EU.

Justificarei minha enorme ausência por causa dos estudos. Infelizmente, estou me dedicando bastante e escrever contos ficou como uma alternativa para escapar dos longos textos que estou lendo para vários trabalhos.

Então, peço paciência e compreensão.

Não irei abandonar meus contos, mas possa ser que demore um pouquinho para postá-los. Vou tentar ao máximo postar um novo capítulo amanhã.

Fiquem no aguardo.

Ah, e qualquer erro gramatical corrijo posteriormente.

Um grande abraço pra vocês <3

Comentários

21/04/2017 13:28:45
Nossa, tinha me esquecido do conto.

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