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Pau com pau – encoxando frente a frente dentro do ônibus

Olá, tenho 25 anos, sou um cara bonito, em forma, atraente, e, desde o ano passado, estou fazendo um curso toda terça e quinta a noite em um local onde ficam duas faculdades e duas empresas grandes.

Para o meu “azar” (o que depois acabou virando “sorte”), esse curso que faço só duas vezes por semana termina no mesmo horário que as aulas das duas faculdades e um dos turnos de serviço das duas empresas que ficam perto, fazendo lotar o ponto de ônibus e entupir de gente a principal linha que sai do bairro.

Só quem passa por essa situação entende o que é ficar no meio de tanta gente entrando no mesmo ônibus, a ponto de demorar vários minutos até conseguir fechar a porta com todo mundo dentro e começar a andar, de um jeito que as pessoas ficam tão espremidas, que uns pressionam os outros por todos os lados do seu corpo... nem precisa segurar em nada pra ficar equilibrado em pé.

Mas o engraçado é que eu nunca iria imaginar que essa situação tão cansativa e desconfortável poderia levar a algo tão excitante, como o que passou a acontecer.

Um dos passageiros que também sempre pegava esse ônibus no mesmo horário que eu era um cara que aparentava ter aproximadamente a minha idade, também atraente, rosto legal e parecia ter também um corpo em forma. Eu reconhecia ele de algumas vezes fazendo quase o mesmo trajeto de volta pra casa que eu, até que um dia aconteceu uma coisa dessas que a gente não esquece.

Por coincidência, em um dia qualquer entramos no ônibus próximos um do outro, chegamos a nos encostar e dar umas empurradinhas de leve (normal, pois nessa linha encostamos em várias pessoas sempre). Mas, pelos movimentos das pessoas que estavam em volta, quando as portas se fecharam com todos espremidos nós dois acabamos ficando de frente um pro outro.

Era uma situação até engraçada, pois estávamos bem de frente e nos encostando um no outro pela proximidade, tínhamos que desviar o olhar pra não olhar diretamente um na cara do outro, já que os nossos rostos estavam bem próximos, assim como o corpo todo que era inevitável que não se encostassem.

E depois que as portas se fecham, cada um fica preso na sua posição, pois as pessoas ficam entupidas sendo encostadas por todos os lados. Então a situação era essa: iríamos ficar “presos” um de frente pro outro se encostando durante muitos minutos, com várias pessoas pressionadas em nossa volta, e, só por detalhe, ambos de mochila nas costas.

Nós dois estávamos usando calça jeans e tínhamos aproximadamente a mesma altura. Quando o ônibus se movimentava, fazia com que encostássemos vários pontos do corpo no outro (coxa com coxa, barriga com barriga e também umas cutucadas na região dos paus).

No começo estávamos de pau mole, normal pelo estresse que é entrar dentro desse ônibus, mas de vez em quando nossos paus davam uma encostada um no outro, na altura próxima do zíper das calças jeans. Por algum motivo, não fazíamos questão de desviar as encostadas que um pau dava no outro, e se parávamos na posição de deixar os paus encostados, ficávamos imóveis deixando encostar, ainda desviando o olhar pra não olhar diretamente um pro outro.

Quando os paus ainda estavam moles, eu fiquei um pouco na dúvida se o meu pau estava encostando diretamente no pau dele ou se estava encostando na parte mais reforçada da calça jeans, onde tem o zíper. Acho que ele também ficou na mesma dúvida e parece que nós dois começamos inconscientemente a procurar o pau do outro pelo tato do pau de cada um, dando umas mexidinhas pros lados, roçando as calças uma na outra.

Quando começamos a fazer isso de dar uma esfregada nas calças uma contra a outra, os dois paus foram ficando duros juntos, dentro das cuecas, por coincidência armando a calça para o mesmo lado, até que ficou um totalmente encostado no outro, fazendo pressão.

Não era possível ninguém desconfiar de nada, pois, como disse, as pessoas estavam pressionadas umas contra as outras, uma situação que perdura por uns 20 minutos do trajeto.

Com os dois paus bem duros, a emoção da situação foi tomando conta pois não podíamos acreditar naquilo, mas raramente cruzávamos o olhar. Nos encarávamos por pouco tempo e com a expressão de como se nada estivesse acontecendo, e voltávamos a olhar outro ponto.

Com o movimento do ônibus, os paus se roçavam e às vezes se afastavam e depois voltavam a se encostar, o que foi nos deixando loucos de tesão. Teve uma hora que com o ônibus parado, com intenção de provocar e me testar, ele desencostou o pau totalmente do meu por uns segundos, depois voltou a encaixar na mesma posição que estava fazendo pressão de novo e dando uma roçada. Eu retribuí a provocação, desencostei e deixei por um tempinho um pouco maior sem contato, e depois voltei a encostar totalmente deixando os dois colados fazendo pressão. Era ótimo quando os paus se encostavam de volta, e percebemos que nossa posição de conforto era com um pau coladão em cima do outro, não queríamos sair dali por nada. Nessa hora rolou um olhar e finalmente demos uma risadinha da situação nos olhando.

Aí passamos a nos esfregar mais, bem discretamente dávamos umas roçadas nas calças, mexendo de leve de um lado para o outro, nisso os paus se esfregavam e aumentava a pressão entre eles, um ficava passando pelo outro, durão, os dois quase estourando as calças.

Já estávamos nos esfregando sem parar e com muita vontade (mas claro, de forma bem discreta), quando algumas pessoas desceram do ônibus, diminuindo a pressão, o que tornava impossível continuar a brincadeira. Percebemos que a festa tinha acabado naquele momento, pois a lotação máxima só durava uns 20 minutos, ficamos mudos nos entreolhando, mas sem coragem de falar uma palavra, e os dois paus fazendo um volume enorme nas calças, que não tinha nem como disfarçar, pois continuávamos em pé. Tampar com a mochila chamaria mais atenção ainda, de modo que continuamos só olhando.

Mais pessoas saíram e sentamos onde deu, podíamos ver um ao outro de frente, pois os assentos que eu e ele estavam eram invertidos, mas nenhum dos dois teve coragem ou iniciativa de falar alguma coisa. Quando chegou no ponto dele, ele desceu me olhando, e eu continuei no ônibus até o meu ponto, desci e fui pra casa, sem parar de pensar no acontecido e com o pau ainda duro, ansioso pra chegar no quarto e me aliviar numa punheta. Depois de pôr o pau pra fora gozei em 1 minuto.

Era uma terça-feira, e eu voltaria apenas na quinta, imaginando que ele também pegaria o ônibus de novo no mesmo horário, pois já o tinha visto outras vezes.

Chegando na quinta-feira depois do curso, andei até o ponto lotado numa enorme expectativa, procurei ele entre as pessoas até que o vi me encarando e fiquei surpreso pelo fato de ele ter tido a mesma ideia que a minha: nós dois agora estávamos usando calças tactel (aquelas calças de tecido bem fino tipo de academia), claro com cueca por baixo. Quando nos vimos, demos uma risadinha apenas, e ficamos bem perto um do outro pra não perder a oportunidade de ficarmos próximos dentro do ônibus mais uma vez. Percebemos que só a expectativa de o ônibus chegar já nos deixou de pau duro meio armados ainda em pé no ponto (cada um olhava discretamente o volume do outro). Os paus voltaram a ficar meia-bomba na hora da tensão de entrar no busão.

Quando o ônibus chegou, entramos quase que encostados um no outro para não correr o risco de as pessoas nos separarem. Lá dentro do ônibus, nos mantivemos unidos até fechar as portas e todo mundo “travar”. Dessa vez propositalmente demos um jeito de ficar de frente um pro outro de novo. Assim que nos acomodamos, sentimos os paus se encostando com um contato muito mais intenso e mais nítido, por causa do tecido da calça ser bem mais fino. O primeiro contato foi tão gostoso que nós dois já começamos a nos esfregar instintivamente logo de cara, e os paus, que já começaram meia-bomba, ficaram duros que nem pedra um no outro instantaneamente, quase estourando as cuecas e calças.

Percebemos que estávamos em um tesão fora do comum, o movimento do ônibus foi nos dando desculpa pra esfregar um pau contra o outro com força. Forçávamos os dois pra um lado e pro outro, pra cima e pra baixo, fazendo movimentos contrários pra esfregar o máximo possível. Na nossa esfregação, pressionávamos um contra o outro até um dos paus “escapar” e dar um “pulo” pra cima ou pro lado, aumentando as pulsadas de tesão.

Quando o ônibus ficava parado, tínhamos q ficar parados tb pra disfarçar, mas nada impedia que pulsássemos só os paus, pois ninguém mais ia perceber. Sabe aquele movimento de mexer o pau sozinho, pulsando os músculos dele, sem encostar a mão? Começamos a pulsar os paus encostados alternadamente. Ele dava uma pulsada no pau, eu sentia cutucar no meu. Aí depois eu dava uma pulsada no meu pau pra cutucar o dele.

Ficar fazendo isso tava muito gostoso e diferente, e nós dois já estávamos mais a vontade, olhando um pro com mais naturalidade, com cara de quem estava gostando.

Só que dessa vez parece que o tempo de viagem na lotação máxima passou muito mais rápido, e o ônibus parou em um ponto onde desceram algumas pessoas, acabando com a nossa festa em um piscar de olhos.

Mas dessa vez, senti que não iríamos simplesmente esperar o ponto de cada um e ir embora, precisávamos nos aliviar juntos. No meio do caminho, o ônibus passa por um bairro vazio cheio de lotes vagos e construções pausadas, pelo horário noturno. Vamos supor que este local se chama “ponto B”. Já separados por uma distância que não nos permitia nos encoxar, ele de repente falou comigo “vamos descer no ponto B”? Eu prontamente respondi “vamos”.

O volume que nossos paus estavam fazendo nas nossas calças chegava a ser constrangedor, não desarmavam por nada, estavam mais duros que dois cabos de vassoura, e como nós dois nos encarávamos o tempo todo, a situação era irreversível.

Chegando no ponto do bairro vazio, descemos os dois e caminhamos juntos procurando o lugar ideal: uma construção escura só com lotes em volta, essa hora já sem ninguém trabalhando e quase nenhum carro passando na rua principal. Perigoso? Provavelmente sim, mas não conseguíamos mais raciocinar, estávamos hipnotizados pelo tesão e nem lembrávamos do medo.

Entramos em um lote murado e nos posicionamos próximos ao muro perto da entrada, para poder ouvir qualquer movimento próximo. Ficamos um de frente pro outro e chegando a quase tremer de tesão, falei “vamos tirar nossos paus pra fora?” Ele respondeu “agora”, e em movimentos simultâneos libertamos nossos paus, abaixando a calça e a cueca só um pouco na altura das bolas, e os dois pularam pulsando de tão duros, ficando rígidos um de frente pro outro. Nós dois olhávamos aquela cena maravilhados, finalmente cada um podia ver como era o pau do outro.

Para nossa surpresa, nossos paus eram bem semelhantes, pareciam irmãos, por volta dos 18cm, grossos, e com pele na medida certa, cobrindo apenas uma parte da cabeça ao natural. As duas cabeças estavam levemente meladas.

O ar estava parado, sem vento, e a temperatura estava boa, o que fez com que na hora sentíssemos o cheiro dos nossos paus que subiu muito rápido. A essa hora, já tarde da noite, depois do dia inteiro de trabalho e estudo, natural que os paus já estavam com aquele cheiro de macho que ainda não tomou banho.

Sempre gostei do cheiro do meu pau, mas sentir ele misturado com o cheiro de outro pau, que era levemente diferente, me deixou pirado. Ele provavelmente sentiu a mesma coisa, pois quando o cheiro dos dois paus tomou conta do espaço, nos entreolhamos sem falar nada, mas só pelo olhar entendemos que cada um estava achando uma delícia compartilhar aquele cheiro tão íntimo juntos, sozinhos e escondidos ali naquele lugar inusitado.

Ele falou “vamos tirar a camisa”, eu respondi “mas se tirarmos aqui nesse lugar é mais perigoso né, pois dá mais trabalho de vestirmos de novo se passar alguém”, ele falou “isso sim, mas vai ficar mais gostoso sem camisa né”, no que eu disse “com certeza, bora tirar logo”. Dito e feito, ficamos sem camisa, admirando nossos corpos gostosos.

Depois desse primeiro momento, ele tomou a iniciativa de “continuar a brincadeira” e, com o dedo polegar, pressionou seu pau pra baixo, abaixo do meu, e soltou de repente, fazendo seu pau pular pra cima e bater em cheio no meu, fazendo até barulho. Depois de ter tomado um “tapa” do pau dele, meu pau não podia deixar por menos né? Pra descontar a provocação, eu sem as mãos balancei o pau pro lado pra tomar impulso e com um golpe rápido balancei de volta atingindo o pau dele forte com o meu, dando outro estralo pelo fato de os dois estarem bem duros.

Aí rimos e começamos uma lutinha de paus, batendo um no outro de um lado pro outro e de cima pra baixo, até que diminuindo a violência e ainda sem usar as mãos começamos a encostar e a passar um no outro com mais “carinho”, deixando as duas cabeças abertas juntas se tocando e se esfregando mais gostoso.

No tesão as cabeças babaram um pouco mais, aí tentamos só com o movimento dos paus, ainda sem as mãos, misturar as babinhas pegajosas encostando os buraquinhos das cabeças. Já mais cheios de baba, conseguíamos encostar a parte mais melada dos paus uma na outra e afastar bem de leve, deixando um fio de baba no ar ligando as duas cabeças. Ficávamos observando quanto tempo o fio de baba durava, e, quando ele pingava no chão, voltávamos a encostar os buraquinhos melados das cabeças pra juntar mais baba e desencostávamos formando mais um fio de baba no ar ligando os dois paus, cada vez mais grosso e pegajoso.

Após um tempo brincando ele pediu “chega junto aqui um pouco”, nos aproximamos como se estivesse dentro do ônibus, e nos encostamos barriga com barriga e também uma parte do peito, com os paus juntos apontados pra cima. Falei “vamos dar uma sarradinha”, e começamos a esfregar nossas barrigas, peitos e paus, com as mãos segurando na cintura do outro e os rostos lado a lado (uma bochecha ao lado da outra mas sem encostar, como se fosse o início de um abraço, sem nos olhar, pois nessa hora cada um só podia ver o que estava atrás do outro, pra vigiar se não iria passar nada ou ninguém).

Depois de um tempinho sarrando, quando não estávamos mais aguentando, eu falei “vamos bater pra gozar”, ele falou “vamos, mas cada um pega no pau do outro”. Respondi “bora!”.

Na mesma hora cada um segurou o pau do outro em cheio e começamos a nos punhetar. Literalmente nós apenas começamos. A esse ponto, com o tesão acumulado dessa brincadeira toda e ali, sozinhos, escondidos e sentindo o cheiro dos dois paus, bastou apenas começarmos a nos punhetar, que em questão de segundos entramos em gozo. Não deu nem pra começar a aproveitar nossa punheta, que nos entreolhamos e começamos a nos contorcer, os dois juntos. Para evitar que nos sujássemos muito, foi só o tempo de virarmos os dois ao mesmo tempo de frente para o muro e mirar os dois paus pra frente, que começaram a sair vários jatos de porra que atingiram em cheio o muro do lote.

Com a lanterna do celular vimos que o muro ficou marcado por duas manchas grandes de porra escorrendo. Era como se dois moleques tivessem mijado no muro juntos, lado a lado, disputando qual mijo era mais alto. Rimos da situação, ficávamos fazendo piada – “quando os pedreiros chegarem pra trabalhar amanhã, será que ainda vai estar assim?” Vão comentar “que mijo diferente é esse”, e caíamos na risada. Acabamos de limpar a mão de improviso do jeito que deu e guardamos os paus de novo nas cuecas e calças totalmente esporrados.

Lembramos que precisávamos ir embora pois estava tarde e o local era muito perigoso, voltamos ao ponto pra pegar o próximo ônibus conversando assuntos gerais. Antes de descer ele me falou: “da próxima vez vc pode vir de bermuda?” Eu pensei um pouco e disse “posso”, no que ele respondeu “combinado” com cara de riso, e fomos embora, nos despedimos normalmente sem trocar nenhum contato e, chegando em casa, lembrei que nem mesmo perguntamos o nome um do outro. Mas sabíamos que certamente voltaríamos a nos rever, na mesma situação.

Isso foi em uma quinta, e como sabem, eu só voltaria ao curso na próxima terça. Durante a sexta, sábado e domingo dei boas gozadas relembrando o acontecido e pensando sobre essa situação, lembrando dele toda hora. Era como se fosse um amigo perfeito que nunca tive, o parceiro ideal.

Na terça, dei um jeito de levar na mochila uma bermuda, para vestir antes de ir embora, como ele pediu. Chegando no ponto lotado, ele estava me esperando também de bermuda, o que fez nossos paus armarem só de ver um ao outro ainda em pé no ponto. Dessa vez nos cumprimentamos com um aperto de mão e começamos a conversar assuntos gerais já de cara, do tipo “como foi o fim de semana”, etc.

Entramos juntos dentro do ônibus mais uma vez, pra ficarmos colados de frente, o que deu certo de novo. Dessa vez nossos paus já se encontraram duros feito pedra, pois o fato de estarmos de bermuda melhorava tudo. Podíamos esfregar os paus com mais liberdade e começamos também a roçar os pelinhos das nossas pernas, que estavam pra fora. Algumas vezes bem disfarçadamente levantamos as bermudas acima dos joelhos pra dar uma esfregada nas coxas tb.

Ficamos naquele sarra-sarra dentro do ônibus de novo por todo o tempo que deu, melando nossas cuecas mais que nos outros dias.

Quando descemos no “ponto B”, já fomos combinando o esquema no caminho. Eu disse “hoje nós vamos tirar a camisa e já começar punhetando blz?”, ele disse “fechou, bora lá pro nosso cantinho de novo”.

Chegamos no lote murado e já entramos deixando a mochila no chão e tirando a camisa, ficando só de bermuda. Ele disse “caralho caprichou na bermuda que eu te pedi hein, que tesão”, no que eu respondi “po valeu mas não é mais gostosa que essa sua”. Ele disse “ah é? então vem pegar nela aqui”, e deu uma apertada no pau dele por cima da bermuda me chamando. Eu disse “lógico pô”, cheguei junto e dei um pegadão no pau dele ainda lá dentro, e falando “caraaalho...”, apertei e mexi. Falei “não vai pegar aqui na minha pra retribuir não?”, e me inclinei pra frente provocando. “só se for agora”, veio e encheu a mão no meu pau, falando “cacete!”, apertou e começou um movimento de punheta ainda com meu pau guardado.

Eu disse “porra vamo tirar logo pra fora!”. Descemos as bermudas na altura dos sacos, os paus pularam pirados, agarramos cada um o pau do outro e começamos a bater punheta bem acelerados, parecíamos desesperados, o que durou alguns instantes. Ele falou “calma, pára um pouco pra gente não gozar rápido”. Paramos com os paus todo babados, e começamos a tocar pro outro bem de leve, devagar. Ele olhou pra mim e disse “porra, seu pau tem um cherão gostoso pra caralho”, eu respondi “pô nem fala, e o seu então, fico locão só de sentir”. Nós dois já malucos começamos a gemer falando “caralho... caralho...”, mas batendo devagar pra não gozar.

Eu propus: “vamos esfregar nossos sacos”, e ele “claro pô, chega junto”. Nos aproximamos de frente, desviamos os paus pra cima pra deixar um saco roçando no outro. Eu disse “eles tem direito de brincar também né”, ele riu. Os sacos estavam meio suados e a esfregação das bolas tava dando tesão pra cacete.

Ele sugeriu “já que estamos assim, vamos dar a nossa sarradinha completa de novo”. Falei “bora”, e começamos a roçar as barrigas, peitos, paus e saco. Dessa vez apoiamos as mãos nas costas do outro. Ficamos com os rostos lado a lado de novo, como se fosse um abraço, mas dessa vez, rolou de encostar uma bochecha na outra. Nessa hora, não podíamos nos olhar nos olhos, cada um só via o que estava atrás do outro, mas nossas bochechas começaram a se esfregar junto com o resto do corpo. Ficamos um tempo assim sem falar nada e sem voltar os rostos para nos olhar.

Até que uma hora tivemos coragem e recuamos o rosto, nos olhando frente a frente, imóveis. Paramos de esfregar o resto do corpo, só conseguíamos sentir o contato e as barrigas meladas de baba de pau.

Eu falei “que foi, tá a fim de beijar cara?”. Ele respondeu “beijo de macho, batendo punheta”. Ainda nos olhando, pegamos cada um no pau do outro com as mãos direitas, recomeçando a nos punhetar, e colocamos as mãos esquerdas cada uma no ombro do outro. Sem parar de bater punheta, as mãos foram escorregando dos ombros para as nucas, as bocas se aproximando, até que encostamos os lábios um no outro, e colocamos as línguas pra fora de forma que se encostaram e as duas línguas começaram a se lamber. No primeiro contato das línguas, começamos a nos contorcer, travamos uma boca colada na outra e não controlamos o gozo, explodimos um de frente pro outro nos melando totalmente de porra, e muita porra.

Quando o gozo acabou, afastamos nossas bocas e olhamos um pro outro em uma situação que era até engraçada: os dois emplastados de porra, no peito, barriga, e nas bermudas, e tinha sobrado até pras camisas em cima das mochilas que estavam no chão ao lado.

Começamos a rir e brincar “- que porra é essa hein, sabe se controlar não? Goza do nada que nem moleque!” “- porque não virou pra gozar no muro de novo, seu mané!” “- que tipo de mané do nosso tamanho vai duas vezes gozar num lote vago?” “- e que tipo de moleque goza só de encostar a boca? Nunca beijou não? hahaha”, nos olhávamos e ríamos.

Limpamos do jeito que deu e fomos embora satisfeitos, dessa vez trocamos whatsapp, pra fortalecer a “amizade”.

Bem, por enquanto é só, espero que gostem e por favor comentem o conto. Se alguém não quiser comentar por aqui, pode me mandar seu comentário para [email protected]

Comentários

20/07/2017 16:15:32
caralho! gozei farto aqui. Melei minha cueca toda de porra. Incrível, todos os contos que eu leio seu eu goso. Escreve mais!
16/07/2017 11:03:13
Muito show
03/05/2017 14:48:30
Valeu Matt_18! Aqui, me manda um email pra gente trocar ideia. Meu email tá no final do conto.
03/05/2017 04:55:58
Fiquei até surpreso,é raro encontrar um conto bom hoje encontrar dia aqui na Casa. Parabéns 10.
01/05/2017 01:27:04
Valeu pessoal! Muito bom saber q vcs ficaram tão excitados! Continuem comentando!
30/04/2017 00:42:12
Q vontade de participar dessa putaria toda. Muito tempo um conto nao me faz ficar com o pau babado. Massa cara
29/04/2017 15:23:24
Faz muito tempo que não leio um conto tão excitante e tão bom assim. Puta Que Pariu!!! Não sei o que comentar além de dizer que tá muito bom esse contos
29/04/2017 01:06:10
MARAVILHOSO. CONTINUE LOGO. DEPOIS FAÇA AS DEVIDAS APRESENTAÇÕES DE AMBOS. ESTÁ NA HORA DE SE CONHECEREM.
28/04/2017 18:41:29
Que serração gostosa. Próximo passo é ir pra um lugar mais discreto

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