Casa dos Contos Eróticos

Click to this video!

Dama de Honra - parte 6

Autor: Lari
Categoria:
Data: 13/05/2017 01:20:11
Nota 10.00
Assuntos: crossdresser,

Ao sair da sala, com um indisfarçável sorrisinho maroto contido por causa beijinho que acabara de mandar para meu maquiador, fui surpreendida por Renata no corredor, me olhando e rindo:

- Posso saber o que foi aquilo?! - perguntou, mal segurando o riso.

- A-aquilo o que? - tentei me fazer de desentendida.

- Aquilo de quase beijar o Ronaldo, flertar flagrantemente e ainda na saída mandar beijinho e dar tchauzinho de miss...

- O que???

Tentei fazer uma cara de espanto misturada com ultraje, mas artes cênicas nunca foram o meu forte, então logo desisti do teatro e admiti:

- Olha, Rê, não sei o que está acontecendo, mas, assim como me prometeste, isto está sendo bem menos enfadonho do que eu havia imaginado.

Renata ficou me olhando meio perplexa. Esboçou uma pergunta, interrompeu-se, olhou para o chão, balançou a cabeça e rindo, disse:

- Enfim... bóra colocar o vestido então, safadinha...

- Só se for agora! - falei aliviada, sabendo que aquela situação estava mais embaraçosa do que o previsto.

Fomos correndo até a salinha onde estavam nossos trajes, onde encontramos Luciana já vestida, fazendo caras e bocas para o espelho:

- Desculpem, meninas, mas vocês demoram demais. Faz meia hora que estou aqui prontíssima para partirmos. Mas antes disso, proponho mais um brinde. Garçom! - gritou, estalando os dedos.

De pronto entrou um atendente do salão, visivelmente ultrajado por estar sendo chamado daquela forma, com uma garrafa de champagne e três taças.

- Lu, você não acha que já bebeu demais? - perguntou Renata, um pouco receosa.

- Não. Acho que bebi de menos. - respondeu, antes de gargalhar.

Renata me olhou meio que indagando o que deveríamos fazer. Eu, com o olhar, respondi que não fazia ideia. Então juntamo-nos à Lu, enchemos nossas taças, brindamos e bebemos.

Aos poucos fui começando a sentir o efeito de todo aquele espumante tomado sem praticamente nenhuma comida. A alegria inebriante do momento expurgou quase que totalmente meus medos e pudores e naquele exato momento foi como se a Larissa, a dama de honra da Renata, finalmente tomasse conta de meu corpo e mandasse o velho Lucas voltar só no dia seguinte - depois da ressaca, quem sabe. Entre brindes, goles, risos e gritos, fomos vivendo aquele momento tão especial, tão íntimo e feminino, como se fôssemos três amigas de infância. Luciana foi então servir-se novamente e, ao constatar a garrafa vazia, ordenou que trouxessem outra. Ao invés de um atendente travestido de garçom, adentrou ao recinto a dona do salão que, visivelmente incomodada, falou que o salão fecharia em breve e que nós sequer estávamos prontas. Como meninas xingadas por uma tia ou mãe por terem feito arte, ficamos um tempo em silêncio, constrangidas, até que Renata, segurando o riso, disse:

- Ok, dona Chandelle... vamos nos vestir e logo sairemos.

- Ótimo. E é Rochelle, moça. Rochelle... não Chandelle.

Luciana gargalhou, seguida por nós duas, que rimos incontidamente. Dona Rochelle saiu do salão bufando, enquanto nós precisamos de cerca de 3 minutos para nos recompormos totalmente.

- Bom, chega... já estou meia-hora atrasada e até mesmo para uma noiva isso é demais. - falou Renata, tentando parecer adulta. Vou lá colocar meu maravilhoso vestido porque a Igreja e meu noivo me esperam.

- You go, girl!!! - bradou Luciana.

E lá foi ela. Fiquei parada terminando minha taça, ao que Luciana indagou:

- E então, Lari. Vai pro casamento enrolada na toalha mesmo?

- E pode?

- Poder pode, só quem não vai gostar muito é o padre, presumo.

- É... então melhor não arriscar. Fui.

E lá fui eu para minha cabenizinha me vestir. Fechei bem a portinha e encarei meu vestido pendurado no cabide. Talvez devido ao constrangimento de antes ou mesmo por não estar assim tão familiarizado com o mundo feminino, não havia notado o quão lindo ele era. Ele era de um lilás sedoso, até a altura dos joelhos com uma generosa fenda na lateral direita; na cintura, ele era bem acinturadinho, com um correntinha de strass como cintinho: uma graça. Antes eu olharia aquela peça com receio ou temor, porém agora, olhando-o de cima a baixo eu só pensava uma coisa: estou louco para vesti-lo! E sem mais delongas, tirei-o do cabide e o vesti.

Devido o espartilho e o sutiã com enchimento, temi que ele pudesse ficar estranho ou que tais peças o deixassem marcado, porém, para minha surpresa (e extrema satisfação) parecia que não havia absolutamente nada embaixo deles além de mim. Devido à falta de intimidade com esse tipo de roupa - e também devido às minhas erormes unhas postiças - pedi ajuda para fechar o zíper atrás.

- Hello!!! Alguém pode ajudar a fechar meu vestido? Lu? Rê??? Alguém?

- Calma, bem! Já vai... - disse Renata, fechando e rindo. Deixa eu ver como você ficou, amiga.

E então, ela se afastou e me olhou com ternura:

- Que tal? - perguntei, realmente querendo um elogio dessa vez.

- Linda. Absolutamente linda.

- Obrigada, Rê. Também, pra ser dama de honra de uma noiva linda como você, tem que se puxar.

Ela então puxou a barra das saias com ambas as mãos e fez aquele gesto de agradecimento clássico feminino.

- Vamos? - falei empolgada.

- De pantufas, bem?

- Hahaha... aff... meus confortáveis e nada dolorosos sapatos. Claro.

Abri a caixa e em vez do sapatos que havia treinado dias a fio havia um par diferente: eram peep toes lilases, meia patas, com glitter extremamente brilhante, e com uma fivelinha delicada.

- Gostou? - indagou Renata rindo.

- A-MEI! - disse empolgada, com total sinceridade.

Calcei-os e, apesar de estar já familiarizado com saltos, estranhei um pouco:

- Sim, o salto desse é um pouco maior. Mas quem treinou com salto 10 anda fácil com salto 12, amiga.

- É o que veremos. - disse, tentando demonstrar segurança.

- Desculpe não avisar antes, mas só consegui esses hoje. Ademais, além de eles serem lindos, era preciso esses centímetros a mais pois o teu par tem quase 1,90m de altura e assim o casal ficaria mais parelho.

- Casal? - olhei para ela.

- Ah... modo de dizer. O par, que seja.

- Ok...

- Então bóra que já atrasamos por demais.

- Já é!

Os primeiros passos naqueles saltos realmente foram titubeantes - sobretudo por estar levemente alcoolizada pelas taças de champagne ao longo do dia -, porém antes de deixar o salão eu já estava me sentindo confiante. Confiante não: poderosa. Pronto, falei.

E poderosas fomos nós, desfilando até a limusine que nos aguardava de portas abertas com dois belos e bem vestidos chofers.

- Boa noite, madames.

- Boa noite! - falamos em coro.

- Com licença - disse um deles, estendendo a mão para que eu sentasse.

Peguei sua mão com delicadeza e sentei:

- Obrigada.

- Não há de quer, madame.

Madame. E não é que gostei de ser chamada assim?

O mesmo ritual para Luciana e Renata e lá fomos nós. O trajeto não era longo, mas foi feito com calma pelo motorista.

- Estou nervosa, amigas! - falou Renata, quase tremendo.

- Mas por que, menina? - indagou cheia de confiança Luciana, dona da situação.

- Ai, Lu, vai que algo dá errado... vai que eu tropece... vai que ele diga não...

- Hahahahahaha... querida! Vai dar tudo certo. E se ele disser não, a gente faz a festa igual e você pega o convidado mais gato da festa e casa com ele.

Renata então riu. Olhou para o chão, olhou para Luciana e agradeceu. Luciana realmente fazia jus àquele posto - muito mais do que eu, diga-se de passagem.

- Vai dar tudo certo, Renata. - tentei colaborar.

Renata então me olhou com ternura. Não foi difícil identificar um olhar de profundo agradecimento dela para comigo e por tudo o que estava fazendo por ela. Ela então balbuciou um 'obrigada' insonoro, mas carregado de sentimento, ao que eu respondi com o mais terno olhar que poderia dar.

- Chegamos, meninas! - anunciou o motorista, parando a limusine.

Olhando pela janela, pude ver a Igreja lindamente adornada por flores e luzes. Um espetáculo:

- Nos vemos no altar, linda - disse, Luciana, e me puxou pela mão.

- Até daqui a pouco, Rê. - e fui.

Descemos e do lado de fora dois rapazes - lindos, me permitem dizer - aguardavem próximos ao nosso veículo:

- Oi. Você deve ser Luciana...

- Sim, sou... e você deve ser Fábio.

- Acertou.

- E você... Larissa?

- Ela mesma. E você...

- Ramiro.

- Sim... Ramiro... já ia dizer.

Um breve momento de silêncio constrangedor, sabiamente interrompido por Luciana:

- Então, você é meu par, Fábio?

- Olha, não sei se isso está pré-determinado, mas pode ser. Além do mais, o Ramiro quando viu vocês chegando disse de pronto 'a ruiva é minha'. Então acho que o par dele será a Larissa...

- Fabio! - disse Ramiro, sem esconder o constrangimento.

Eu ri. Constrangida, meio sem-graça, mas ri. Não havia como não ficar lisonjeada em ser escolhida de pronto assim, ainda mais em detrimento a outra mulher linda como Luciana:

- Por mim, pode ser. Já que vocês já decidiram mesmo - falei, tentando tornar aquela cena menos constrangedora.

Então, meio desajeitadamente, demos os braços cada uma para seu par, alinhamo-nos na entrada da Igreja e entramos naquele passo pausado, como casais fazem nessas cerimônias.

Chegando lá, Luciana e Fábio foram para a esquerda do altar, ficando então Ramiro e eu à direita no púlpito. Ficamos algum tempo em silêncio, ouvindo aquele leve conversar desencontrado dos convidados na Igreja.

- Você é muito linda.

- O que? - perguntei, aproximando meu ouvido de Ramiro.

- Você... é muito linda.

- Ah... obrigada...

Alguns segundos de silêncio.

- Você também é muito lindinho.

- Obrigado.

Não falei para parecer educada, mas por absoluta e inegável sinceridade: Ramiro era lindinho mesmo.

- Você tem namorado?

- Não... estou encalhada. - arrisquei brincar.

- Hahaha... linda assim, só porque quer.

- Então você, lindinho assim, deve ter namorada, presumo. - perguntei, mais interessado do que deveria.

- Até ontem tinha. Estou encalhado já faz algumas horas.

E rimos.

Aos poucos a conversa foi se tornando menos cerimoniosa e mais interessante. Como aquela noiva tardava em vir, seguimos nós matando o tempo, cada vez mais à vontade com a presença um do outro. No começo foi difícil para mim inventar certas respostas, como de onde eu era, alguns gostos e tudo mais, mas logo a personagem pareceu ganhar vida e era quase como se eu respondesse a verdade em algumas respostas fictícias. Enfim, finalmente, fomos interrompidos pelo imponente som da marcha nupcial nos alto-falantes da igreja.

Olhei meio eufórica para Ramiro que pareceu um tanto decepcionado, como se não quisesse que interrompessem nossa conversa. Pra falar a verdade também estava gostando da interação, mas não posso negar que, tal qual todas as convidadas da festa, estava eufórica em ver a noiva, linda, adentrando à Igreja.

E então lá veio Renata. Linda. Parecia um anjo... nunca vi noiva mais linda em toda a minha vida. Olhei para Luciana e ela olhava com olhos marejados, visivelmente emocionada. Então minha vista embaçou: eu não acredito, mas estava prestes a chorar:

- Não acredito que você vai chorar... - falou jocoso, Ramiro.

- Foi apenas um cisco - respondi com a voz embargada.

Então senti ele me abraçar por trás, apertando meu corpo com ternura, delicadamente. Congelei. Não sabia como lidar com aquilo. O que fazer? Então, como se meu congelar fosse um consentimento (talvez fosse), senti Ramiro encostar levemente seu rosto em minha nuca, o que me fez arrepiar inteirinha. Então, sem pensar, apenas reagindo àquilo, recostei minha cabeça levemente pra trás, enconstando nele, trazendo sua mão que apertava a minha até minha boca e dando um leve beijo, ao que ele respondeu dando um leve beijinho em minha orelha, com direito a sutil mordidinha no lóbulo.

Ok, era oficial: eu estava excitada com aquilo tudo e simplesmente não havia como negar.

CONTINUA...

Comentários

14/05/2017 14:07:01
Comentei em outro capítulo que assim como vocês adoro poder ver novas histórias, sobretudo quando elas vão nessa linha que adoro e tento seguir: feminizacao forçada (ou necessaria), com aquele leve abrochar feminino que tanto adoramos. 😉
14/05/2017 14:03:40
Hahahaha... obrigada pelos elogios, Suellen. Fico realmente lisonjeada e agradecida.Fique totalmente à vontade para dar seguimento à saga da Larissa depois do casório: vou adorar ver a historia ter seguimento nas maos de outra escritoria. 😊
14/05/2017 02:34:36
Dona Melissa Diniz cadê a continuação dos seus contos q nunca mais eu vi. Lari seu conto é maravilhoso, eu andei pensando numa continuação após o casamento. Se vc precisar de ajuda é só pedir q eu ajudo mantendo o bom nível dessa história q pode ser a melhor do site.
13/05/2017 22:00:21
Muito obrigada pelos elogios, gente. Tenho feito os capítulos na medida do possível, mas sempre com muito carinho e dedicação. Fico extremamente feliz em ver que o conto está agradando: esse feedback de vocês é muito bom.
13/05/2017 17:03:00
O noivo podia dizer não e ai a Renata casa com a Larissa... kkkk A D O R O !!
13/05/2017 17:02:01
O noivo podia dizer não e as Renata casa com a Larissa...kkk Adoro
13/05/2017 16:39:42
Amando demais ❤️ Continue logo
13/05/2017 15:21:55
Tô amando o conto,continue logo please
13/05/2017 13:26:45
Lindo! Apaixonante! Impossível deixar de ler! Tô adorando esta sequencia e ansiosa pela continuação. Parabéns! Você escreve muito bem!

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


mulherer pediu mais piroca mais nao rinha mais e endiou a mao ate o corovelo pornofinha cendo bulinada por pai enquanto dorme no sono profundo xtubclitoris vantajososvideo omem fragado botando arola pra levantando as saia das muulhres dentro do onibunstomando piricada no riocalça legui caladinha na casada xvideoconto de arrombaram o meu cu me dando dinheirocontos erótico transei com minha sograconto um mulato superdotado para minha esposinha branquinha e magrinha b*******filme porno home nergro sorca vara na imtiadacontos heroticos cao doidao para chupar a donacobertura conto gaymulher esfregano boca da buceta na cabeça da picakero.buctaconto erotico de irmao do meu colegar saradao mim comeu brutalmente gayconto erotico gay branco dominador gosta de maltratar viado pretoas coxas da minha mâe contos eroticosatrevida gozando com o cunhadomeniina lavano abuctavideos de gosdosa tirado fio dendal de 22anosto cagando nessa pica gozandoaluno fodendo professor de educacao fisica gay animadofilhinha da a buceta para irmao e padrastoxvideo.com esfregando o pau na buceta lizinha e com um gemidinho sexo massagem na buceta com carinhoXvidio enfindo.o pecontos de corno que deram o cuxvideos rolas chapuletadasxota molhada escutando o barulho do tesaocontos pornôs vingança órfã gangbangconto esposa do pastor tranzou com molekcalcinha atirando de lado e mostrando abucetaMiller tair marido com ladrão em casa phornocontos eróticos o tio com minha namoradaconto erótico menina timida mas cai de boca no pau tão novinha e peitudamenina novinha reclamando do pau grande caiu no zzaapporno de mulheres tentando fiji de pica grandehistorias eroticas vi meu sobrinho bem dotado descabaçando o cu da minha mulherpornô grátis só contos eróticos sogra cozinhamulher fazendo sexo e o cara comendo a bucetinha e o cuzinho dela empurrando a picona ela gemendo respirando fundo e ele empurra toda na bucetinha e filmando escondido ela verminha.irma.uza.shortinho.por.baicho.da.saiabelo sexo dormindo de conchinha com a titialer conto erotico meu delegadogarotimha aprendendo bate punheta no papaialuno fodendo professor de educacao fisica gay animadopornô anal com mulheres dando rabão gostoso tesouro com perna tá tendo mais daqueles bem quente mesmoxporno novinha tomando banho de porta aberta ai o seu irmão entra e ver ela e fica de queixo caído com o que ta vendo porno nao percebi mas ela pegou no meu paucontos eroticos fingir assalto pra comer meu amigo porno fodie minha entiada no cusaoxvidio ela mete muito ki abuceta.chega morder o casetemulher esfregano boca da buceta na cabeça da picaguei dando cu p avestraz s zoofiliaCoroas louco por sexo tique roludovanessinha dias/casadoscontosconto erotico a irmandade da anacondaconto erotico gay meu dono dei meu cu de presente de aniversariomorena arregalou os olhos dando cu e gozandoSaia Desse Barney comendo Vilma na camaver e baixar video porno duas morenas tomando no cuzinho cheio de porra ela ate mija aos poucos e a porra sai de vagar com seu cu arombado e piscando muitopadrasto enteada falei de sexo brasileiroxvidio louco desejo vestidinhonovinha magrinha mija na pica grandeporno secretaria aser estupprada no escritorio e gozada dentro da vagina sem ela querernegro favelado em zdcorno porra ordenhA taca contoconto novinha vigen perdeu o cabaco da buceta e do cu no mesmo dia pro pitudocontos eroticos com padrasto estupro gosteicu manteigavelhas festejando c negros cacetudosteens paus cabeçudos grandes gozando fortes jatos porra