Casa dos Contos Eróticos

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O Profi e o Policial - Seu olhar me encoraja

Não sou de enrolar quando tá adiantado o conto...então toma mais um pedacinho dele. Abraço e carinho em todo mundo, J.

*

Por Eliseu...

*

Enquanto o elevador sobe, eu penso, bem que eu queria me empolgar no final de uma segunda-feira cansativa, depois de um beijo ardente, dado por um cara que beija com vontade. Gente, ele mordeu meu beiço, chupou minha língua com força e amassou minha cintura até ficar dolorida. Ai que delícia!

Me jogo na cama de roupa, só percebendo que dormi de jeans quando acordo cedo pra fazer meu café. Dou uma espreguiçada com gosto, me sentindo de repente muito sensual e excitado. Quando termino de mijar, noto que minha ereção matinal não baixou e não "toco" uma porque não posso me atrasar hoje.

Aplico prova com consulta, um absurdo que a orientação, junto com supervisão e outras criaturas que não estão em sala, decidem que é bom pro aluno. Não concordo, na minha visão fica difícil de avaliar como está o aprendizado, mas na visão do aluno:

"Esse professor viado só quer ferrar com a gente."

Vamos à prova com consulta numa oitava série, aí eu ouço:

"A gente pode fazer em dupla?"

Me faço de surdo dessa vez ou dou um peteleco na orelha de alguém.

No recreio eu corro pra sala dos professores, pra tomar um cafezinho e ler minhas mensagens que recebi no whatts, que são várias de um mesmo cara, um PM que conheço apenas pelo sobrenome e que está marcando forte.

São mensagens que me fazem rir, tipo:

"bom dia td bem contigo aí?"

"ontem queria ficar mais tempo abraçando vc."

"to ansioso pra ti ve hoje de noite."

"hoje to de folga porque domingo trabalhei."

Mas rio é da fofura disso e disso também:

"sou louco pelo seu sorriso, cara fiquei maluco, seu beijo me deixou quente."

"ah desculpa, não quero que fique parecendo que não to ti respeitando."

"ainda bem que to de folga, não parei de pensar em ti."

"vc não responde porque tá dando aula?"

Ele tá de folga então decido que vou ligar de volta e me tranco no banheiro.

— Oi Marçal, tava em sala de aula sim.

— Ô Eliseu, fiquei com vergonha de enviar todas aquelas mensagens. Hoje a noite fica aqui em casa?

Opaaa!

— Calminha, PM. Sou menino de família. — Não é mentira, porque tenho uma família muito carinhosa e sou comportado... até que provem o contrário.

— Mas é só pra conversar, eu te respeito, é que na correria da semana é complicado.

— A gente sai na sexta... — De novo minha boca fala sem eu ter permitido.

— Fechado! Aí, dorme aqui... sábado e domingo não tô escalado.

—Marçal...— Suspiro com a forma descarada dele me paquerar, mas um filho da puta bate na porta do banheiro pela segunda vez e eu perco a concentração na conversa. — Espera só um segundo Marçal. PORRA, usa outro banheiro!

Alguém responde: — Tá no telefone e usando o banheiro, apura, né.

— Querido, deixa eu descobrir o dia que você tá cagando... vou esmurrar a porta até você sair.

Ai, o professor Cleber tem um problema sério comigo, sempre pega no pé de forma desnecessária. É lógico que número DOIS só em casa, mas só assim pra espantar esse urubu daqui.

— Oi Marçal, desculpa... Pensa numa pessoa inconveniente batendo na porta do banheiro. Ah, você tá rindo? Não é verdade... Para de rir.

Dou risada com ele e aceito que ele me busque a noite, mas pra isso ele fica de passar lá no prédio pra me levar pro EJA e assim me dar carona mais tarde. Que medo de andar de moto, quase me cago quando tenho que pedir moto-táxi. Se bem que a moto dele é maiorzinha e vou me agarrar sem medo de ser feliz...

Almoço num pequeno restaurante da nossa cidade, o mais perto da escola e que aceita o vale refeição que a gente ganha da Prefeitura, o Cantinho do Paulista. Uma colega que recém se efetivou tendo passado no último concurso, pergunta toda arreganhada pra moça que atende:

— Ai, amo comida mineira, você é mineira, né?

— Não amor, a gente "somos" paulistas. Mas minha vó...

Nota: O jeito de falar dessa moça é uma particularidade dela não de paulistas.

Blá, blá, blá... Tudo que eu queria na minha vida é conversa de comadres na hora que eu preciso contar as novidades pra essas criaturas.

— Nelci, menina, Cantinho do Paulista... — Falo irritado quando a moça do restaurante vai buscar nossos sucos e claro, minha coca.

— Eliseu, coca não te dá gazes? — Regina pergunta, pois é a sua reclamação de grávida do momento.

A hora do almoço passa correndo e atropelando tudo e fico sem poder contar as minhas novidades.

— Olha Rê, sabe como que se resolve problema com gazes?

Claro que minhas colegas não me deixam dar a resposta, porque não costumo economizar palavras.

Final de tarde, acho a maior graça quando vou pôr o carro na garagem e vejo o Marçal, encostado em sua moto com dois capacetes pretos. Ligo pra ele e aviso que o vi e já vou descer. Depois me parte o coração, não ter chamado ele pra subir.

Em poucos momentos que partilhei com esse cara, pareço ter um dono e sinto a mesma posse por ele. E de novo vem aquele medo de sofrer que me faz ficar sério e lutar mentalmente contra esse pensamento intrusivo que pode afastar um cara que pode ser o meu cara.

Não que eu queira seduzir ele, mas resolvo tomar um banho quentinho, passo uma gilete nas "partes", uso óleo de banho, creme, roll-on, um perfume, escovo o cabelo e prendo como sempre. Visto meu moletom limpo de touca e uma calça boa que felizmente voltou a fechar na cintura. Todos esses processos levam o tempo que antes eu usava pra arrumar meu material e tomar café. Hoje a ansiedade me faz sair de estômago vazio.

— Oi Marçal, tô pronto e cheio de tesão, molhadinho e todo arrepiado, pena que tenho que dar aula, porque senão te mordia e chupava bem gostoso...

Digo isso ao meu reflexo no espelho e reconheço o quanto pareço sensual. Será que é assim que ele me vê? Começo a criar outra vez aquela confiança que perdi e quando entro no elevador pra descer, me vem aquele sorriso bobo na cara, aquela sensação de que sou muito maior que o pequeno gordinho complexado.

De novo acho que isso tá indo rápido demais! Falo sozinho para o espelho do pequeno quadrado onde estou:

— Se joga! A vida vai passar do mesmo jeito, Eliseu. Vá até onde puder ir e o resto que FODAHHH!

Claro que umas pessoas ficam me olhando quando saio do elevador, pois meu grito foi pouco antes deste ter parado.

—Boa noite professor!

Meninas! Minhas bochechas ficaram ferventes. Eu corei! Quanto tempo eu não corava...

Sinto o cheiro do perfume dele e me arrisco: Homem da Natura, aquele aroma entra pelas narinas, mas vai direto pro cérebro e faz a maior bagunça. Marçal deve ter perto de 1,80 de altura, sei que ele é muito mais baixo que o... não importa. Esse macho de barba e olhos escuros, desencosta da moto e chega perto pra me dar o capacete, aí lembro de dizer oi, mas ele diz:

— Achei que ia tá de cabelo solto... — Sem me dar chance de abrir a boca, ele gruda a sua na minha, num selo que demora. Nada de beijinho ou beijo de língua, apenas os lábios dele encaixados nos meus tão perfeitamente, que fecho os olhos e seguro o pescoço dele pra não soltar mais. Mas termina e meu corpo está mole. Meus olhos abrem e encontram seus olhos bonitos me olhando de um jeito que busca minha alma pelo olhar.

— Marçal... — Involuntariamente, minha voz sai rouca e eu limpo a garganta. — Eu dou aula, PM.

— Pode chamar de Felipe.

— Tá Felipe Marçal, bora. — Finjo que tenho coragem e meto o capacete, penduro a mochila nas costas e subo todo desajeitado e morrendo de medo, na moto atrás dele. Gente, que macho grande! Ele dá uma viradinha e fala:

— Pode segurar em mim, ando devagar...

Me vejo caindo num poço e me afogando na paixão. Acho que estamos indo muito rápido e de novo, meu anjinho e capetinha ficam brigando na minha cabeça. Quando ele dá a partida na sua Custom, seguro em seu corpo e vou tentando me acostumar ser conduzido sobre duas rodas. Cada parada no sinal ou quando ele reduz pra dobrar uma esquina, aproveita pra apertar meus dedos gelados e de repente puxa minha mão e coloca em seu bolso da jaqueta.

Com o vento geladinho de Itajaí, vem o cheiro da sua colônia e dou aquela viajada...

— Ué, o que aconteceu? — Pergunto quando ele para.

— É essa escola né?

— Ah... — Fico meio aborrecido e frustrado por ter chego tão rápido. Tiro o capacete e entrego a ele depois de descer. Minhas pernas estão bambeando devido a adrenalina aumentar com o breve passeio de moto. — O sinal bate 22:30, só pra te avisar.

Falo enquanto tiro a touca e vejo ele me encarar com a mesma posse com a qual me olha todas as vezes.

— Estranho, sempre tá cheio de aluno aqui em frente...

Quando ele comenta levo um susto, são sete e quarenta e pela primeira vez que me atraso a noite.

— Puta que pariu! Dez minutos de atraso, Marçal, tenho que correr, tchau.

Tadinho, eu penso quando percebo que ele ficou abandonado de qualquer jeito lá na frente do portão da escola. Mas foi necessário, depois compenso ele.

— Compenso o caralho... doze minutos. — Ah, eu xingo mesmo. Por sorte, o EJA é mais tranquilo e a maioria dos alunos são pessoas maduras, tenho uma aluna que até avó já é e que me enche de alegria com seu entusiasmo pra aprender algo.

Na sala o pessoal está conversando e eu entro, acreditem, envergonhadooo.

— Ai gente, nem briguem comigo, eu não me atraso nunca.

Como eu disse, é muito bom trabalhar com o pessoal adulto. Sequer a Fátima que dirige o núcleo a noite, perturbou pelo meu atraso e no cafezinho até me disse:

— Não vi seu carro. Deu problema?

— Ganhei carona, mas foi só hoje.

Regina que é colega a noite também, acaba saindo mais cedo, porque constantemente tem seus mal estar e eu ainda tenho duas aulas pela frente. Na última aula começa me dar um suador nas mãos e não consigo me concentrar no que explico ao pessoal. Então desisto e libero a turma pra conversar quando faltam quinze minutos pra encerrar e fico nervoso como se fosse o primeiro encontro da minha vida.

— Profi, emagreceu né? Essa calça aí ficava apertada na coxa, tá tomando shake outra vez?

— Não, ah... é mesmo, tá mais folgada, mas não adianta que não vou me pesar. Deus me livre, quando cheguei nos 100 e fui praquele inferno de academia, nem me lembre...

— Ah, mas o gato...

— Aquele palhaço! Nem lembra, eu disse. Meti a mão na cara dele quando ele tirou sarro da minha barriga. Acho que isso me faz correr de bombado.

Sandra que é minha aluna e mais algumas alunas que são mais chegadas comigo, ficam ali em volta da minha mesa conversando, aí ela me diz aquela palavra certeira que fragiliza minha insegurança a ponto de quase dissipar:

— Liseu, não generaliza.

Isso ficou guardadinho. Acho que Marçal, Felipe, tanto faz, é tesudo do mesmo jeito... enfim ele não pode pagar pelos meus receios. Afinal, esse bofe chegou na minha vida recentemente e me tratou como, conto nos dedos de uma das mãos, poucos caras me trataram.

E outra, foda-se se é policial, soco a cara dele se me fizer de bobo.

Quando toca o sinal eu tenho até cólicas de nervoso, não porque alguém pode ver e falar, pra isso eu tô cagando e andando, mas porque meu coração bate descompassado, todo errado. Quando ouço o ronco da moto dele ainda de longe que vem se aproximando da escola eu tento me acalmar.

— Ai Javé! Hosana nas alturas, que não vou me segurar. — Falo sozinho enquanto vou chegando no portão da escola, pra dar de cara com Marçal, desligando a moto e tirando o capacete. Ahhh acho fofo o dente separado dele. Percebo que ele sorri muito pouco, deve ser por isso.

— Oi professor. Só veio com essa blusa?

— Mas é quentinha. — Falo pertinho dele que me olha e abre a jaqueta. — Te trouxe esse blusão, tá limpa e é bem quente.

Ele me faz rir com o jeito simples e honesto, lembrando aquelas pessoas mais do interior. Meu moletom é mais que suficiente, mas aceito, só pela fofura dele.

— Marçal... Tenho aquela camadinha de gordura que me deixa quentinho, hahaha.

— Você é bonito Eliseu, nem fica se preocupando com gordura. Minha mãe diz que é pecado se queixar do peso quando come bem.

— Como mesmo, mas o povo liga muito pra isso.

— Liga. Liga e deixa de conhecer uma pessoa com mais conteúdo. Tipo você que tem faculdade...

Marçal sempre frisa o meu nível de escolaridade como se exaltasse isso e então me toco que temos algo em comum. Subo na moto mais tranquilo, apenas excitado agora. Pois eu criei um monstro a partir dos bombados idiotas e ele com pessoas que possuem alguma graduação, que lhe parecem inatingíveis.

Outro momento sobre a moto, abraço um corpo forte que segura minha mão querendo aquecê-la, mas dessa vez é ainda mais rápido, pois a casa dele é muito próxima a escola, tanto que podia ter vindo me buscar a pé.

Chegamos, vamos descobrir o que ele quer comigo...

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Oh pessoal! Eu de novo... Não sei fazer muito suspense, hohoho...

Não curto escrever: ama/briga/trai/separa/ama/volta/briga/volta, prefiro caminhar na maioria das vezes direto pra uma relação estável e gostosa de imaginar. Mas cada um tem uma preferência e algumas pessoas podem achar que sonho demais. Verdade, sonho demais. Enquanto o governo não cobrar imposto, a gente sonha, né. ;-)

Obrigado pelo carinho!!! Recebam de volta um abraço apertado, upaaaa! Um "chero" e muitos beijos... Hoje tô dengoso, até amanhã... kkkk. =^.^=

Comentários

20/05/2017 18:54:16
Realista é pouco pra definir sua história são pessoas comuns digamos assim e difícil de ver estórias assim achei interessante o eliseu particularmente eu adorei kkkk. Muito interessante e diferente ta ai vou acompanhar
20/05/2017 04:39:46
Deeeeez
20/05/2017 00:55:40
Ansioso pra ver o desenrolar disso tudo...

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