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Mel e a venda de flores

Um conto erótico de Gramrules
Categoria: Heterossexual
Data: 30/05/2017 02:19:33
Última revisão: 09/07/2018 11:09:33
Nota 10.00

Melissa é uma garota linda, uma beleza das ruas brasileiras, morena clara, cabelos castanho avermelhados, ondulados, sobrancelhas fortes e olhos esverdeados puxadinhos que lhe dão um charme a mais. O exemplo de uma bela baixinha, adepta dos shortinhos e das blusinhas coloridas. Era uma boa pessoa, todos na comunidade onde vivia gostavam dela, era conhecida como “ruiva”, apesar de não ser. Todos sabiam sua história: cresceu sem mãe, que foi embora logo depois dela nascer, morava com o pai, um "cabra safado" do nordeste que embuchou uma gringa, mãe de Melissa, mas que foi largado depois dela preferir outro cara. Melissa devia ser mesmo parecida com a mãe, porque com o pai, não era nada.

A menina era maltrata pelo homem, cresceu a base de reclamações e sendo subjugada à vontade dele. No entanto, ele jamais tocou na jovem, mas for inúmeras as vezes que ela viu seu progenitor fodendo alguma mulher ou garota no seu quarto, que ele deixava aberto na hora da transa. Algumas vezes, quando cheia de vontade, corria pro próprio quarto e lá se cobria pra se masturbar enquanto no outro quarto alguém levava a rola do seu pai.

Melissa era linda (é eu sei, já disse isso), chamava atenção com sua descendência gringa. Deixava os colegas do colégio doidinhos quando passava com a calça da farda apertada empinando o bumbum redondo. Os professores igualmente, dois ou três já haviam se declarado pra ela, e pelo menos com um deles ela já ficou algumas vezes. Namorou algumas vezes, nada longo, mesmo sendo linda os rapazes a decepcionaram e ela lhes dava um belo pé na bunda. Namorou até duas meninas, que foram iguais aos rapazes.

Melissa queria era uma vida nova, andava na comunidade em que todos a conheciam, mas sabia que os homens queriam apenas comer sua bucetinha melada, e as meninas queriam gozar na boca pintada de batom chocolate. Estudava pela manhã, e pela tarde ia até uma avenida onde vendia flores para ganhar um pouco de dinheiro. Seu pai gastava muito com bebida, ela que roubava dele para suprir as necessidades que tinha em casa e para si. Ia vender de shortinho ou de saia pequena, a finalidade era usar a beleza para vender, quando os homens viam suas pernas caiam na tentação de chamá-la e sem pensar conseguia vender uma ou duas flores. De saia era ainda melhor, porque viam a sua calcinha - ou quando achava necessário: a falta dela - e por algumas vezes compravam todas as flores.

Nesse dia, uma limusine parou para comprar flores, ela se assustou e pensou que a noiva de última hora estivesse comprando rosas. O vidro baixou e era um senhor, meio gordo de olhos azuis e óculos, tinha uma barba bem feita e cabelos brancos penteados com cuidado. O homem sorriu, um gesto galante, havia algo de superior nele, mas sem soberba. Pediu todas as rosas, quando ela o deu, questionou se todas aquelas eram as rosas a venda, ela respondeu que sim, ele se lamentou, mas Melissa disse que no dia seguinte teria mais delas, e ele prometeu voltar. O homem lhe deu um valor muito acima do custo e o carro se foi. A menina ficou animada pedindo que amanhã o homem aparecesse mesmo. No dia seguinte, o homem passou no mesmo horário, depois de uma tarde levando cantadas do tipo "Sobe na minha garupa gostosa!", "Vem saber o que é homem, menina."

O homem comprou todas as rosas, o olhar dele era penetrante e provocador, perguntou mais uma vez se não haviam mais rosas ela disse que no dia seguinte teria mais. Ia cada dia mais bonita, esperando que a limusine passasse, no quinto dia, o homem se aproximou da janela, elogiou-a, falou da beleza de seus olhos e de seus lábios. A menina corou, mas sorriu. Ele também. Os olhos azuis então despiram a jovem, indefesa e Melissa mordeu o lábio inferior para fazer charme, mas ela não tinha o domínio naquela troca de olhares, era o homem quem tinha. Ele lhe explicou que ela era a rosa que ele sempre perguntava estar à venda, ela riu tímida da cantada, um homem que tem tanta paciência para dar a cantada em uma mulher certamente é diferente nos dias atuais. Ele disse que "amanhã vou perguntar de novo, e se você estiver pronta, pode entrar na minha limusine."

Melissa chegou em casa com a xoxota escorrendo, a calcinha molhada, os bicos dos seios duros na blusa sem sutiã. No banho, sentiu o calor entre as pernas lhe tomar por inteira, os seios perfeitos sendo massageados por uma das mãos e a outra acariciando a buceta suculenta, tudo que ela queria era uma pica para montar agora, sentiu os dedos mexerem no seu clitóris e o prazer se intensificar, soltou o seio e usou a outra mão para penetrar sua cona, segurava os gemidos em suspiros, as pernas arqueadas, o som do chuveiro, as água batendo no corpo, ela gemia baixinho, e mordia de leve a língua pra aumentar o tesão. Uma mão tocava sei clitóris e a outra invadia sua entrada vorazmente levando a menina ao gozo poderoso e a um gritinho agudo, seguido de relaxamento total do corpo. Antes de dormir se tocou mais a vez, a caiu no sono relaxada.

Na tarde seguinte, lá estava ela com flores, um vestidinho curto, meio frouxo, nada grudado ao corpo, usava uma calcinha rosa de renda, uma das únicas que tinha, as coxinhas torneadas tocavam uma na outra, esfregavam-se de ansiedade e de tesão. Imaginando o que lhe aconteceria aquela noite, se sentiu molhar novamente, estava desejando ser usada por aquele homem bem mais velho. A limusine apontou na curva e parou. O homem se impressionou com a beleza dela, admirou-se da garota, ainda mais bela naquela tarde.

Dessa vez ela entrou no carro junto das outras rosas, o motorista saiu para abrir a porta, era um homem muito bonito, quase um ator de Hollywood, ele olhou a menina com desejo e a ajudou a entrar no carro, tocando na sua bunda discretamente, e Melissa permitiu safada.

O carro era enorme, com copos chiques, uísque, poltronas confortáveis, uma tv que passava um filme pornográfico, "para criar um clima" ela pensou. Sentou do lado do homem ouvindo a mulher sendo fodida no filme por dois homens, a adolescente desejava gozar ali. O homem tocou suas pernas e Melissa, sem fazer cerimonias, as abriu convidando ele a tocar na sua xota, visivelmente melada, a calcinha era engolida pela entrada do órgão sexual dela. O senhor brincou na sua buceta por cima da calcinha, a jovem quase gozou ali mesmo, sem demora e sem pudor. Ele tirou a calcinha grudada na pele de Melissa, e seu dedo grosso mexeu no seu botãozinho, deixando ela mais excitada, sentindo-se muito safada, rebolava nos dedos daquele homem de quem nem sabia o nome. Gulosa, ela lambeu os dedos melados do seu senhor e os socou dentro da vagina, que sugava os dedos do homem sem nenhum como uma verdadeira puta. O velho acelerou os movimentos de entrada e saída, Melissa se deliciava aos poucos naqueles dois dedos que a invadiam, a xana encharcada fazia barulhos que tornavam a situação mais pornográfica.

A garota se entregou ao prazer e gemia maravilhosamente, nada é mais bonito que uma mulher gozando, as pernas tremeram e o grito de gozo contido no banheiro e no quarto foi liberado dentro da limusine. Ela deixou o corpo cair sobre o do homem, respirando ofegante como não tinha feito antes. Ele acariciou a jovem, se apresentou, era o Sr. Kilmer, o sorriso no rosto dele era de quem havia dominado totalmente a situação, porém ela se sentiu querida por ele, e por isso por sua vez colocou o pênis para fora dizendo que ele ainda não tinha gozada.

Com a cara de me menina sem vergonha, ela se ajoelhou entre as pernas do Sr. Kilmer e passou a língua na cabeça do pau do homem, cheirava a sexo, o que fez ela querer gozar de novo, levando a jovem a uma nova sessão de masturbação. Ela chupava o dono do carro com vontade, fazendo barulho, melando todo caralho. O Sr. Kilmer não demorou para encher a boca de Melissa, que não ficou para trás e engoliu o que pode. O filme ainda rolava quando Melissa limpava a boca cheia de porra, era outra mulher sendo enrabada por dois homens.

Sr. Kilmer a ajudou a se levantar, e se arrumar, elogiou seu desempenho e sua beleza, disse que mesmo suja era a rosa mais linda que ele já viu, isso enquanto ela limpava a gala da boca. Convidou-a para jantar no dia seguinte e disse que se Melissa quisesse bastaria estar no mesmo lugar de sempre. O belo motorista grisalho a ajudou a descer do carro, lhe deu o valor das rosas. Melissa viu o volume enorme na calça do motorista, e ali decidiu que talvez, pudesse jantar com o Sr. Kilmer no dia seguinte.

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