Casa dos Contos Eróticos


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Mel e o Jantar

Um conto erótico de Gramrules
Categoria: Heterossexual
Data: 03/06/2017 01:55:59
Nota 10.00

Melissa acordou na sua cama de solteira, ainda sentindo-se extasiada com o que fez no dia anterior. Riu de se mesma, se achava louca por ter deixado se levar daquela forma. Um medo a tomou logo depois, pensou que e se o Sr. Klimer fosse um homem perverso e que a tivesse levado para outro lugar, onde seria estrupada e mal tratada? Agradeceu aos céus nada demais ter acontecido.

A "ruiva" tinha dores leves nas pernas que a lembraram as fortes gozadas dentro da limousine, tocou nas pele lisinha das coxas e voltou a sentir a boa sensação que despertou junto dela. Levantou preguiçosa dos lençóis, andou pela casa de camisola com um sorriso bobo no rosto e os olhos meio fundos, preparou um café da manhã modesto e foi tomar um banho logo em seguida. Passou pelo quarto do seu pai, já vinha sentindo o forte odor de bebidas e pela porta viu algumas garrafas vazias no pé da cama, uma mulher com uma bunda enorme deitada de bruços, escondendo o rosto de sua visão e seu pai de pernas abertas deitado, o som do ronco de trovão que ele possuía, e o pau em riste, apontando para o teto, "tesão de mijo" é comum entre os homens. A jovem observou o caralho duro, cheio de veias, todo pomposo, ali "se amostrando para ela".

Depois de um banho, Melissa, foi para escola. Encontrou os amigos, entre eles, Telma, uma menina morena com um bumbum empinado e seios bicudinhos. Elas já ficaram algumas vezes, mas nada que atrapalhasse a amizade das duas. Melissa gostava de andar com Telma porque o rabão da amiga chamava mais atenção que ela, então sentia-se menos observada. Telma era mais escrachada, ria alto, rebolava o bundão para todos verem e era intensa, agarrava Melissa em abraços calorosos, dizendo que era sua melhor amiga e era verdade. As duas eram tão opostas quanto eram amigas, mesmo que ambas dividissem muitas vezes os mesmos desejos sexuais, a diferença é que todos sabiam da vida pessoal de Telma, já nossa querida protagonista tinha suas histórias e aventuras muito bem escondidas.

Durante à aula Melissa resolveu contar a Telma sobre o acontecido no dia anterior, a amiga ficou de queixo caído e se disse "molhadinha". Melissa riu da amiga, também disse que aquela foi a única vez, queria ir para o jantar, mas temia o que mais aconteceria, por isso decidiu não aceitar o convite. Telma se agitou reclamando do medo "besta" da amiga, argumento que o "gringo" poderia dar a ela qualquer coisa que ela quisesse, e Melissa disse não ser uma prostituta, fez o que fez por querer, não por dinheiro. E sua amiga continuou, questionando se a trepada não tinha sido boa, com a afirmação da ruiva, a morena abriu um sorriso de orelha a orelha dizendo para que a outra fosse com o velho e fodesse à noite toda!

Melissa ainda reclamou de que poderia ser perigoso, então Telma, muito esperta, apresentou um aplicativo​ espião para a amiga, nele era possível hacker um celular para ativar câmeras e outras funcionalidades do celular alheio. A bela morena então disse que ela poderia vigiar a amiga pelo aplicativo, enquanto ela estava no jantar e qualquer coisa errada que acontecesse chamaria polícia. Isso acendeu uma chama de possibilidade para a jovem mais branquinha, que ficou ansiosa por sentir que podia ir ao jantar com menos medo. Deixou Telma baixar o aplicativo para hackear o seu celular, a amiga ainda brincou dizendo que agora poderia ver Melissa no banho todos os dias e se acabar na siririca, a ruiva caiu na gargalhada, mesmo sabendo que Telma era capaz de fazer mesmo isso.

Melissa, no mesmo horário de sempre foi até ao cruzamento​ onde vendia suas flores, minutos depois a limousine onde o Sr. Klimer passeava chegou. Melissa foi bonita, era para um jantar, então foi com um vestido que tinha, o mais que parecia mais caro, colado no corpo evidenciando suas curvas, deixando transparecer seu bumbum durinho e levantadinho, era curtinho, daqueles que é necessário puxar para não subir demais, um decote grande que deixava o colo de fora. Uma maquiagem para noite, que lhe cai bem com o vestido azul marinho.

O Sr. Klimer a esperava dentro do carro, enquanto o gatíssimo motorista foi abrir a porta. O Sr. Kilmer a elogiou antes mesmo de entrar no carro, Melissa entrou tímida, vermelha por sob a maquiagem, devagar se acomodou e meio desnorteada no carro enorme notou alguns buquês de flores, variadas, lindas, que deixaram o interior do veículo com um ar silvestre. Questionou de quem eram todas aquelas flores, imaginando que eram para esposa do senhor, quer dizer, ele tem que ser casado, ainda usava aliança, estava ali dourada em seu dedo. Todavia, o Sr. Klimer lhe avisou que todas eram para ela, para a jovem Melissa, o homem acrescentou que elas apenas eram imitação da sua beleza, que mesmo todo aroma de flores e toda beleza que elas possuíam apenas podiam mimetizar a divina perfeição de Melissa. A garota não sabia o que era mimetizar, mesmo assim sorriu. Resolveu sentir-se ao lado do Sr. Kilmer, ela se aproximou do homem, sentindo-se desejada, beijando-lhe a boca e sentou-se no seu colo, esfregando seu lindo corpo no dele.

O vestido levantava aos poucos revelando a bunda macia, sendo tocada por Klimer. O pênis duro por baixo da calça tocava a buceta de Melissa, que se esfregava e gemia baixinho, sem largar a língua do homem, balançava para frente e para trás enquanto ficava cada vez mais úmida na entrada da vagina. Abriu a calça e pós a piroca para fora, pôs-se a cavalgar nela, gemendo e mantendo a esfregação, a xota roçava na barriga protuberante​ do senhor. Subia e descia veloz, acelerando a cada momento, o homem nada vazia, só Melissa se movia, deixando o caralho lhe invadir cada vez mais, melada entrava ainda mais fácil, sentia o pinto totalmente dentro da sua cona e segurando-se no homem ela forçava cada vez mais seu corpo sobre o do seu companheiro, o gozo veio tão forte quanto o de ontem. Cansada, pegou o pau com sua mão e punhetou até ele jorrar porra sobre sua barriga. Melissa se ria de safada, deu beijos no cacete que ainda amolecia.

Limpou-se e sentou ao lado do Sr. Klimer, que ligou a tv para assistirem algo, passava o mesmo vídeo do dia anterior, a mulher levando rola dos dois homens, ele mudou para algo mais romântico. A garota se deixou levar pelo filme meia dúzia que passava ali, e lembrou do celular que estava sendo hackeado pela amiga, perguntou-se se Telma estava vendo aquilo, resolveu ajeitar o celular na bolsa de forma que a câmera ficasse para fora, se rolasse outra trepada nessa noite queria dar um show pra sua amiga.

Chegaram no restaurante, muito chique, pessoas bem vestidas entrando e saindo, os homens e as mulheres que entraram olhavam para Melissa, era sem dúvida a mais bonita de todas ali. Melissa chamava os olhares com sua beleza, sentia os homens a devorarem com o olhar. Foram para uma mesa reservada no fim do salão, meio escuro, com luzes avermelhadas, sentaram-se, pediram e começaram a conversar. O gringo era um cavalheiro de verdade, sentou-se apenas depois dela, fez os pedidos, abriu a bebida e ele mesmo serviu. Queria saber sobre a vida de Melissa, os pais primeiro, e a moça falou da mãe "de fora" e do pão alcoólatra, ela, por sua vez, perguntou sobre a esposa dele, mas o homem não era casado, a aliança era de sua viuvez, a Sra. Klimer havia falecido a 12 anos, deixando 3 filhos para trás e um marido apaixonado. Isso cativou a jovem sobre aquele homem. A conversa foi fluindo naturalmente, eles riram, beberam, comeram, flertaram e a pequena brasileira ganhava cada vez mais espaço no coração daquele velho estrangeiro. Ele quis saber sobre onde Melissa aprenderá a ser tão gostosa na foda, ela ficou totalmente vermelha, sem saber onde por as mãos, mas explicou que sexo era natural para ela, e que sentia-se a vontade para fazer isso quando queria, ele indagou se ela já tinha feito com dois homens, e ela riu dizendo que sim, a garota sentiu que algo bom ia acontecer ali e torceu para que sua amiga estivesse vendo.

Klimer perguntou se ela podia mostrar pra ele, Melissa não entendeu o que significava "mostrar", até o motorista aparecer na mesa, o chefe apresentou o motorista grisalho e charmoso para a jovem, o nome dele era Christoffer, era o amigo mais antigo do Sr. Klimer, ele pediu que Melissa se despisse, o que a fez entender o motivo da mesa distante das outras, com cara de safada ela tirou tudo, o motorista sendo na mesa em frente a ela e pós o pênis para fora, era um cacete bem cabeçudo, a danada caiu de boca na rola, mamou até que Christoffer a pegou e a fez mudar de posição, sobre a mesa, com o chefe assistindo ele colocou Melissa sobre seu corpo em posição de 69, e em cima da mesa ele chupava a sua buceta enquanto ela mamava na sua pica. Melissa gemia com a língua brincando em seu grelo, era maravilhoso, sugava o pau cada vez mais forte a medida que aumentava o tesão. Ela babava de prazer, tanto pela boca quanto pela xana. A moça sentiu uma segunda língua lamber-lhe o ânus! Agora eram duas línguas para fazê-la gozar. Ela imaginou ser o Sr. Klimer, mas na realidade era o garçom, que apareceu tocando uma bronha e dando beijo grego em Melissa.

Mudaram de posição de novo, ainda sobre a mesa, ela ficou de quatro enquanto o motorista veio por trás metendo na sua gruta melada e ela começou a chupar o garçom, não era a primeira vez que fazia isso, mas fazia tempo! Rebolava no pinto de Christoffer e tocava uma punheta enquanto sugava a cabeça do caralho do garçom. Melissa gemia como louca com o pau na boca, mas sem solta-la e o homem grisalho lhe metia cada vez mais gostoso, a buceta se adaptou totalmente ao pênis do motorista. Melissa não sabia, mas Telma observava tudo tocando uma maravilhosa siririca em casa, vendo tudo pelo celular, a morena enfiava os dedos dentro da cona e massageava o clitóris feito louca,mas ela não tinha inveja de Melissa que fudia deliciosamente com duas picas, ela queria ser o homem que fudia Melissa, era um privilégio transar com uma mulher como ela.

Christoffer parou de bombar em Melissa e se concentrou no cuzinho dela, era rosadinho e não tinha pelo algum. A rola entrou difícil no buraquinho pouco usado, Melissa berrou segurando o cacete do outro, esse se posicionou em baixo de Melissa e penetrou na sua vagina. Estava feito, ela gozou descontrolada, com pernas tremendo e gemidos que pareciam berros quando a pica do rapaz entrou. Totalmente preenchida ela leva rola na buceta e no cu, ela se sentia cada vez mais suja, mas estava adorando ver o Sr. Klimer observa-la com o olhar de aprovação, os homens a seguravam com força e metiam sem piedade, o garçom ainda mamava nos peitos dela o que só aumentava o tesão. Estava em outro mundo, sentindo duas madeiras invadirem tal saborosamente seu interior, ouviu apenas o Sr. Klimer mandar os dois gozarem fora, fraca ela se ajeitou melhor para receber leite de homem na cara, o motorista e o garçom assim fizeram, Melissa sentiu-se uma atriz pornô. O motorista gato se vestiu e se foi, o garçom levou os copos e prometeu chamar alguém para limpar a "bagunça". Melissa estava nua e de pernas abertas na cadeira, tinha no rosto um sorriso de quem tinha amado o jantar.

Do outro lado do celular, Telma dormia melada e lambendo os próprios dedos babados de buceta, sonhava tranquila sabendo que sua melhor amiga estava com ótimas companhias.

Comentários

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21/06/2018 20:20:41
Delicioso 😋
26/09/2017 16:04:45
DELICIOSOO!!!
03/06/2017 04:17:30
Deliciosamente lindo conto




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