Casa dos Contos Eróticos

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Filmei minha punheta e fiquei famosinho na escola

Meu nome é Gustavo e vou contar uma história que me aconteceu na época dos 16, 17 anos. Estava terminando o ensino médio num colégio público e quase não me interessava pelos estudos, só ficava mesmo na algazarra com os moleques e de putaria com as piranha da turma, mas nada muito sério. No meio das brincadeirinhas e dos papinhos inocentes, era chupada no peito, mãozada na bocetinha, mas não passava disso por estarmos em sala de aula. Apesar de ser da turma do fundão, eu até que era na minha, mesmo sendo safadão. E, já nesse tempo, era doido pra comer a Karen, filha de uma das nossas professoras mais chatas. Tudo que aconteceu foi dentro dessa escola, mas na verdade não começou exatamente lá.

Lembro-me que estávamos todos numa das sociais que rolava na casa de um dos amigos do grupo, só virando tequila e fumando narguilé. Eu já era alto, com corpo de moleque, moreno, meio encarado e jeito solto, só pensando em comer a bocetinha da Karen, por quem era louco, mas ela não me dava bola. O máximo que conseguia era dar uns beijos e umas sarradas no muro, mas ela sempre inventava de dar uma desculpa quando eu começava a massagear o grelinho. Recordo de ouvir alguém me chamando pra beber alguma coisa e de mais nada, só apaguei. Era um sábado e eu só acordei no domingo à tarde, já em casa, sem nem lembrar de nada. Primeiro fiquei meio assustado, mas depois fui relaxando e caindo em mim, tentando refazer meus últimos passos. Peguei o celular e vi uma porrada de notificações no facebook e no whatsapp. Não tinha nem como começar a ler, porque naquele exato momento, o aparelho era bombardeado por várias notificações.

- Essa porra deu merda!

Pensava alto. Tentando manter a calma, fui direto no grupo do colégio pra ler as mensagens.

- Esses novinho tão do caralho mesmo, ein!

- Caralho, olha o Gutão muito louco!

- Alguém já avisou pra ele?

O dedo foi deslizando ainda mais rápido na tela do celular, até chegar num vídeo com duração de 30 segundos. Dei play já pensando que havia feito a maior merda de todas, até entender do que se tratava.

- Vai, duvido!

- Tu acha que eu não faço não, é?

Muitas risadas. Eu tava bêbado e ameaçando botar o pau pra fora, sendo que alguém com voz de homem me desafiava, até que eu simplesmente larguei o cacete mole pra fora da cueca e comecei a rir, mega bêbado. A pessoa que tava comigo também ria e, lentamente, eu ia disfarçando uma punheta e endurecendo a vara de propósito. No fim da filmagem, o caralho já tava meia bomba e pulsando pra cima, dando espasmos e repuxando meu sacão. Mesmo novinho, eu era bem dotado e sabia disso, só não sabia ainda da fama que isso traria. Continuei rolando as mensagens e vendo vários tipos de comentários, tanto críticas quanto risadas, elogios, tanto de meninas quanto de meninos. Passei por outros grupos de amigos e, por conta dos amigos de amigos e amizades em comum, parece que todos já sabiam do tal vídeo. Fora dos grupos, nas conversas individuais, muitos estavam mandando emojis da carinha de lua e da berinjela pra me gastar. Eu não me sentia mal, pelo contrário: aquilo só massageava meu ego e ajudava a perpetuar meus próximos 15 minutos de faminha como o pirocudo do momento. Eu tinha que aproveitar, era o que ia fazer!

Passei praticamente o domingo todo tendo que explicar aos meus pais o que aconteceu. O vídeo chegou no grupo da família e não fui poupado por parentes. Como já era meio nem aí pra vida, fui direto e sincero.

- Cara, isso é mais normal do que parece. Só que eu fui gravado, aconteceu. Vocês conseguem ver que estou bêbado no vídeo, né?

- Nenhum dos seus primos nunca passou por isso. Que vergonha.

- Eu não sou meus primos.

- Para de tentar justificar, Gustavo!

- Não tô justificando, minha gente, estou só explicando. Nem eu tô tão afetado quanto vocês, e olha que sou eu no vídeo. kkkkkkkkk

Podia parecer deboche, mas a realidade é que nossa sociedade é machista, então quando isso acontece com um cara não tem o mesmo peso de quando acontece com um garota. Eu não concordava com isso, pra mim parecia normal pros dois gêneros, talvez por isso não ligasse tanto. E a prova era que só a parte feminina da família me dava esporro e recriminava. Meus primos e até meu pai, pelo contrário, me zoavam positivamente.

- Esse é meu garoto!

- Isso aí, moleque! Espalha o nome da tua família.

O ego era engolido por inteiro, mas eu tentava não ligar muito. Só queria mesmo saber se o vídeo tinha chegado na Karen e qual havia sido a reação da mesma, porque se antes tava doido pra comer a safada, agora tava me sentindo o próprio ator pornô.

Na segunda-feira, fui um dos últimos a entrar na sala, sem querer. Foi inevitável a chuva de olhares e risadas assim que entrei pela porta.

- Aeeeeeeeeeee!

- Olha ele aí, mulherada!

A mãe da Karen, que teve a aula interrompida por causa das piadinhas, já estava estressada como sempre e reclamou.

- Vem aqui na minha mesa, espertinho!

Aproximei-me e, antes de olhar pra cara da safada, dei uma manjada sem vergonha nos peitões enormes que ela tinha e a filha herdou. Ela percebeu e ficou ainda mais revoltada comigo.

- Você pode estar se achando o famosinho, mas aqui dentro ainda é meu aluno e me deve respeito, escutou?

- Só isso?

- Debochado.

Virou de costas e empinou a raba pra mim, como se quisesse me punir. Engoli aquilo a seco a procurei meu lugar de sempre entre o povo. Como a maioria da galera ainda me olhava, não hesitei nas piadas e fui andando com cuidado, ora pegando na mala como se quisesse me proteger, ora arrastando com ela de propósito nos colegas.

- Moleque gasta, né?

- É um fanfarrão, a lá!

Sentei quieto no meu lugar, virei pro lado e a loira safada tava rindo baixinho. Era ela. O mesmo corpo igual o da mãe.

- E aí, gostosa?

- Só tu mesmo, né Gutão?

- Gostou, né?

Ela tapou a boca pra não rir mais alto. Eu abri as pernas, segurei a ferramenta por sobre o uniforme com as duas mãos e destaquei na calça pra ela ver, com as bolas bem delineadas abaixo.

- E aí, será que rola?

Devagarzinho, ela veio e segurou minha piroca, que latejou em resposta. Com o dedo mindinho, foi puxando o elástico da roupa e cutucando a cabeça, que tremia com seu toque. Quando ia finalmente colocá-la de fora, senti que toda a turma virou na minha direção e rapidamente a Karen disfarçou e se recompôs. Olhei pra frente e a mãe dela apontava pra mim.

- Desce agora!

Nem discuti, só levantei todo torto, nem aí pro caralho duro marcado, e saí da sala. Fui descendo as escadas crente que estava sozinho e, ao invés de ir pra Diretoria, virei no sentido do banheiro masculino. Sem hesitar, entrei numa das cabinas, sentei bem à vontade e ainda estiquei as pernas por baixo da porta do boxe. Dei-lhe uma cuspida safada na cabeça da piroca e iniciei o punhetão, fazendo questão de espalhar a baba por tudo, pra deixar a deslizada mais gostosa. Foi aí que, pra minha surpresa, descobri que a professora havia me seguido pra ir junto comigo à direção. Ela entrou pelo banheiro vazio e parou em frente à cabine onde eu estava, abrindo a porta e dando de cara com minha punheta. Me fiz de desatento e continuei sentando a mão do talo até a ponta da caceta grossa, deixando o sacão peludo balançar livremente no ar.

- Você é maluco, né Gustavo?

- Ah, cala a boca, safada!

Levantei e a puxei pra dentro do boxe. De saia justa, segurei sua nuca e a pus de joelhos. Ela tentou resistir, mas não tinha porquê, eu sabia o que ela tava fazendo.

- Tu viu meu vídeo, não viu? Por isso que ficou putinha.

- Me respeita, seu moleque! Eu sou tua professora!

- E daí? Só porque é professora tu não é safada? Não fode, não dá uma mamada numa vara que nem a minha?

Balancei a benga e deixei a cabecinha babada arrastar de leve no lábio dela. A putinha deu um sorriso e acabou se entregando.

- A lá, eu sabia! Me viu de pau durão na sala e me seguiu doida pra me ver batendo um punhetão. Abre a boquinha!

Assim que ela ameaçou abrir, já empurrei piru com saco, com ovo, pentelho e tudo que tem direito. Ela ia começar a engasgar, mas já tirei e tratei de colocar de novo. Sabia bem do que as safadas que nem a mãe da Karen gostavam e me sentia até aliviado por estar fazendo algo ali, já que com a filha dela era praticamente impossível. Numa certa hora, ela parou o boquete e ficou só observando o comprimento da minha vara, subindo e descendo o prepúcio e acompanhando devagar a punheta.

- Gostou, né?

- É muito grossa, como pode?

- Será que cabe toda na tua bunda?

Ela começou a rir e voltou a mamar, tentando fazer uma garganta profunda. Eu tava tão cheio de tesão que inventei de foder a boca dela ali mesmo, apesar do pouquíssimo espaço que tínhamos. Já estava suando e arfando e ainda me preocupando pra não chamar muito a atenção de fora, quando senti o caralho engrossando e explodi em tesão dentro da boquinha da minha professora.

- SSSSSSSSSS!

Fui finalizando a punheta e espremi o resto de porra que saiu por cima do óculos da filha da puta.

- Agora vai lá dar tua aula, comédia!

Guardei o cacete e voltei pra sala como se nada tivesse acontecido, deixando ela lá sozinha, só de sacanagem. Ninguém desconfiou do que aconteceu. Perguntaram pela professora e eu menti, disse que não havia encontrado com a mesma, mas não tirei o sorriso de piranho do rosto.

Continuei os dias tentando agir normalmente, por mais que ainda atraísse olhares por onde passava. Desde à tia da cantina até o diretor, todo mundo parecia estar olhando pra mim e manjando meu cacete ao mesmo tempo, quando não estavam com aquele sorrisinho no rosto, de quem sabia o que eu tinha guardado entre as pernas. Na quarta-feira, a Karen teve que ficar na escola esperando a mãe terminar de dar aula pra ir embora, então aproveitei e fiquei junto, mas sem a coroa descobrir. A gente ficou numa sala afastada, em outro bloco, longe de todo mundo, só nós dois. Começamos a nos pegar, eu a imprensando na parede e aproveitando pra alisar seu corpo e sarrar o caralho. A biscate botou meu pau pra fora e ficou só de calcinha, me deixando chupar seus peitões e deslizar com a vara por entre suas pernas. Eu sentia seu grelinho encharcado deslizando por cima do comprimento da minha caceta e ia me curvando na intenção de fazê-la entrar cada vez mais pela bocetinha apertada e carnuda da safada.

- Smmmmmmmm!

Ela foi me dando espaço e, envergada, a pica entrou todinha. A sensação era bem apertada e quente, como se tivesse nascido praquilo. Eu fiquei todo torto por cima dela e fui mexendo o quadril, travando seu corpo pra colar no meu, ao meu controle. Ela se agarrou comigo e ainda me travou com uma perna, ganhando impulso pra galopar aos poucos sobre mim. Em pouco tempo, estávamos fodendo em pezinho, num ritmo gostoso, e ainda se beijando e se mordendo.

- Que caralho gostoso!

- Tá gostando?

- Eu tô! Enfia ele em mim!

Lembrei do dia que botei a mãe da putinha pra me mamar e não resisti na pergunta.

- Será que cabe todo na tua bunda?

Ela deu uma risada e continuou cavalgando, como se fosse uma brincadeira o que eu disse. Não me importei, só continuei metendo e massageando e chupando aquelas tetas enormes, empinadinhas na minha cara. Tratei de encher o bocetão da Karen de leite quente quando senti o orgasmo vindo e fiz questão de melecar a saia dela toda. Vesti a calça e saí, deixando-a lá, morta de cansada. Adorava cansar de foder e depois meter o pé, era minha especialidade.

Outro episódio que deu o que falar foi quando a galera do colégio combinou de ir à praia. Geral de bermuda e eu, destemido, de sunga, pra botar o malão pra rolo mesmo. Não tava nem ligando pra quem tava olhando, sentei largadão de pernas abertas, abri o latão de cerva e comecei a beber. No começo foram só as meninas, fazendo as tímidas, mas logo que o álcool bateu o clima da putaria espalhou rápido, mesmo em público. Na encolha, eu conversava com uma ruiva rabuda e ela dava uma desculpa pra me alisar.

- Que chato que vazou teu vídeo, né?

- Ah, que nada!

Cheguei perto do ouvidinho e mandei a real.

- Agora tu leva fé que eu sou pirocudo, né não? Fala tu!

Ela começou a rir e se entregou. Ficamos pela praia até o pôr-do-sol e o tempo todo meu caralho ficando duro por causa de toda a sarração, beijo na boca e chupada no peito. Só que, de uma hora pra outra, a galera começou a dissipar e, quando vi, só tava eu e um bando da maluco chapado de maconha, mais nenhuma outra mina dando mole. Eu de pau durão na sunga, cheio de álcool na mente, impaciente por não ter dado uma gozada, estava com tudo certo pra dar errado. Olhei pra um lado, olhei pro outro e percebi um viadinho do colégio me manjando. Parece que foi mágica: o cacete ficou em pezinho, só faltou empenar na sunga. Botei-lhe o sacão pra fora na cara de pau mesmo e o filho da puta veio que nem bicho, bêbado, se arrastando pela areia. Era agora ou nunca.

- Ih, qual foi?

Fiz o teste pra ver qual era a dele mesmo, mas o puto não respondeu. Sacudi os ovos e botei o varal de fora, iniciando uma punheta lentinha e com cheiro de maresia. Ele agarrou tudo com a mão e continuou os movimentos, dando-me a oportunidade de apenas ficar mais acomodado na cadeira de praia e ainda mais relaxado pra ser satisfeito pela mãozinha amiga que arranjei de última hora. Tecnicamente, era a primeira vez que tinha contato com um outro cara, mas não tava nem aí pra qualquer julgamento. Tava era cheio de tesão, fui deixado na mão pelas safadinhas da escola e só sobrou um viadinho que tava me olhando desde cedo, quase um fã. A culpa não era minha do vídeo ter vazado, mas já que vazou, qual era o problema em aproveitar as oportunidades, né verdade? Olhei pra baixo e ele tava com a cara pertinho da minha rola, eu sentia seu bafo quente e latejava de vontade de gozar.

- Gostou da piroca, viado?

- É claro! Picão!

- Então dá aquela mamada profissional que eu sei que tu sabe, dá?

Sem hesitar, ele abocanhou tudo, mas sem encostar com a boca ainda. O cacete foi todo preenchido e agasalhado pelo hálito acalorado de sua respiração, só então o safado sorveu tudo de uma vez e eu delirei com o atrito entre sua língua quente e áspera e meu falo grosso.

- SSSSSSSSS!

O maluco era experiente e não tinha nojo, fazia tudo me olhando com carinha de misericórdia, como se eu pudesse desistir a qualquer momento. Ainda assim, não era apressado e linguava os lugares certos que mais me davam prazer. Em determinados minutos, eu tive que pará-lo pra não acabar gozando, de tão bom que tava, não queria que acabasse. A praia tava praticamente vazia, mas minha vontade de foder não passava. Foi aí que brinquei de fazer a boquinha do safado de cu e danei a meter a cintura ali dentro, empurrando-o com o quadril e travando sua cabeça com as mãos por trás do crânio.

- GGGGRRRRRRRR!

- Aguenta! Tu não queria piru?

Ele nem ameaçava tossir, mas o barulho da minha glande fechando sua traqueia era inacreditável. A vara engrossou e eu fiquei arrepiado com o orgasmo, liberando muito leitinho quentinho e maresiado na língua do putinho, ajoelhado entre minhas pernas. Pra me mostrar que era profissa, ele bebeu tudo sem deixar nada escapar. Chupou o que escorreu pelas minhas bolas suadas, lambeu meus dedos de porra e limpou meu pau todinho, deixou novinho em folha e quase duro outra vez, mas agora bem mais leve por toda a carga que leite que, à esta altura, estava em seu estômago. Viado amamentado, macho satisfeito. Meti o pé.

No segundo tempo dos meus 15 minutos de fama por causa do vídeo, fui chamado à sala do Diretor e me perguntava como demorou tanto tempo até a história chegar nos ouvidos dele. Era o final de quinta-feira, eu tava cansado e emburrado por não ter conseguido furar o cuzinho da Karen, a mina que eu era galudo. Fui chamado no fim da tarde e entrei. Ele era da minha altura, um cara loiro e de olhos claros, todo engomadinho e educado. Eu desconfiava que fosse viadinho, mas não sabia de nada.

- Senta, por favor.

Indicou-me a cadeira à sua frente na mesa e eu sentei, mas do meu jeito, de pernas abertas. Antes, porém, dei aquela pegada na mala pra ajeitá-la e ficar bem à vontade, da maneira que bem gostava. Quando me senti finalmente bem, tornei a olhá-lo e pude ver a engolida a seco que o danado deu em mim, mas não falei nada.

- Bom, Gustavo. Nós não somos mais crianças aqui, você está no ensino médio e deve saber porque te chamei aqui, não é mesmo?

Não respondi.

- Chegou aos meus ouvidos essa tal história do vídeo.

Me mantive só ouvindo e observando. Ele parava e continuava, como se me esperasse interrompê-lo, mas ao meu ver, aquilo era algo pessoal e que não cabia lhe explicar. O que eu fiz não foi dentro da escola, então não tinha porquê do interrogatório e das explicações. Comecei a desconfiar do real motivo de estar ali e pensei numa forma de expor tudo.

- Cê viu o vídeo? - perguntei.

Ele não esperou, foi pego de surpresa.

- Bom..

- Viu ou não?

Outra engolida a seco, seguida da confirmação.

- Eu vi, mas..

- E o que tu achou?

Não respondeu. O rosto ficou vermelho e o diretor deu a gaguejar.

- Ah, diretor, o sexo não é uma arte? Não tem nada demais em comentar. Pode falar!

Cada vez mais corado, senti que o viado tava prestes a me mandar sair dali. Foi aí que levantei e, agindo com total normalidade, botei o pauzão meia bomba pra fora, alisando seus pelos e os do saco com uma mão e sentindo o cheiro em seguida.

- Hmmmmmmm!

Ele só faltou lamber os beiços, não parava mais de olhar minha caceta.

- Por favor, Gustavo! Guarda isso, que falta de respeito!

- Se o senhor não parar de olhar, ele não vai parar de crescer!

Coloquei as mãos na cabeça como se tivesse assustado e fiz cara de preocupado. O viado continuou olhando, babando, e logo o varal subiu, batendo com a cabeça no umbigo. Dei uma punhetada de leve e um filetão de baba quente e transparente veio escorrendo lá de cima. Toquei um dedo e ele colou, vindo em seguida e fazendo uma ponte. Enquanto eu brincava, o diretor só hipnotizado e minha vara já latejando, os ovos quase que repuxando no sacão.

- Por favor, Gustavo. Preciso que você saia agora mesmo!

Devagar, ele veio na minha direção todo zonzo, pronto pra me puxar pra ir embora. Mas, de nervoso, em vez de me pegar pelo braço, veio com a mão na direção da minha pica, esbarrando nela de leve.

- Tem certeza que é pra sair?

- Por favor!

E começou a me empurrar no sentido da porta, eu de calças ainda arriadas no joelho e a jeba pra fora, estalando. Antes de abri-la, virei novamente em sua direção e esbarrei outra vez em seu corpo, que deu um espasmo.

- Calma, diretor! Olha, cê tá nervoso? Não tem problema, pode pegar. Vou contar pra ninguém que tu curte tomar no cuzinho, pode deixar.

Ele simplesmente parou.

- É sério! Fica tranquilo, quem come quieto come sempre!

Peguei a mão dele e levei ao caralho, retomando a punheta junto comigo. Era só o impulso que faltava pro viado se revelar. Ele já foi batendo bem firme e rápido, sacudindo meus bagos na cara e chupando cada um deles. Ajoelhado, me pôs sentado em sua própria cadeira e caiu de boca no meu pau, indo até o talo e caprichando na mamada safada que dava. Lembrando de como foi difícil aquele desenrolo, dei-lhe uns tapas na cara, mas o piranho gostava era disso mesmo. Ser feito de escravinho.

- Tu gosta, né? Abre a boquinha pra mim.

Quando ele abria, eu brincava de ficar pesando cada um dos ovos em sua língua quente e áspera. Era incrível como um homem já adulto, formado e feito daqueles não podia ver um molecote como eu que já ficava mesmo de joelhos, preparado pra tomar leitinho quente na goela. E ele não se fazia de rogado, engolia tudo e travava a garganta na cabeça da minha rola grossa. Eu ainda dançava lá dentro, brincando de foder a cabeça do filho da puta, dando tapa e bolada suada em sua cara. Nas poucas vezes em que falou, foi porque a tirou da boca pra bater no rosto e se sujar mais ainda de baba.

- Que piroca grossa da porra, ein!

- Gostou, né? Sabia que tu ia gosta! Tu é meu viadinho favorito, sabia?

Quis dar um agrado porque não queria ser contrariado na próxima pergunta que faria.

- Eu sempre desconfiei que tu fosse pirocudo. Isso é tudo hormônio, os novinhos já são bem dotados.

Sorri e respirei fundo.

- Mas..

- Mas o que?

- Será que cabe todo na tua bunda?

Ele foi outra vez até a garganta e me olhou.

- SSSSSSSSSS!

Eu torcia os dedos dos pés dentro do tênis de tanto tesão. Tirou só pra responder.

- Não sei, vamos ter que testar.

As cabeças foram nas nuvens com aquela resposta. A piroca trincou de tesão e eu não podia mais esperar, tinha que torar um cuzinho. A vontade de currar era tão grande que ia ser com o viado do diretor mesmo, já que ele fazia isso sorrindo, enquanto as outras safadas se recusaram. Já fui botando ele empinado sobre a mesa, tirei algumas coisas que tavam em cima e me posicionei atrás do piranho. Arrebitei sua bunda e fui abrindo suas nádegas.

- Tu tem camisinha na carteira, né?

- Onde já se viu dar o cuzinho de camisinha, Diretor?

Nem dei tempo, tinha que furar o rabo dele o quanto antes, se não ia enlouquecer. Apontei o cabeçote na entrada da rabeta e fui deslizando de leve a ferramenta.

- Hmmmmmmmmm! Isso!

Senti o cuzinho me travando e isso me causou um arrepio que percorreu o corpo, com metade da trolha atravessada pra dentro e metade pra fora. Tornei a empurrar de leve e fui entrando, com toda aquela quentura agasalhando minha caralha. Olhava pra baixo e via um rabão prestes a me engolir por inteiro, ao ponto das veias da pica saltarem de tão intensa era a putaria. Estava suando e ofegando como se tivesse corrido uma maratona, mas todo esforço era válido por um anelzinho daqueles. Ao mesmo tempo que as piscadas me prendiam com as pregas, também me davam mais passagem adiante. Em poucos minutos, já estava todo acoplado ao corpo do viado, sentindo uma foderosa queimação de seu cu em meu pau, tão gostosinho que poderia me hospedar ali um tempo, isso porque ainda tava parado. Quando tomei impulso e fui com o corpo pra trás, o atrito foi tão forte que me contorci de tesão. Um cu era infinitamente mais apertado que uma bocetinha, isso era inegável.

- Sssssssss! Caralho!!

- Tá gostoso, né? Mas pode foder!

Me concentrei e iniciei os movimentos, tendo o cuidado de manter um ritmo pra não esfolar de vez o pau. A sensação foi ficando mais aliviada e o prazer tomou conta conforme acelerei. Com as pernas firmes e o total controle das ancas daquele filho da puta, comecei a pressão e o vai e vem foi ficando cada vez mais devasso. Ia latejando a piroca só pra ela engrossar ainda mais e finalizar de uma vez com aquelas pregas, mas a resistência e elasticidade daquele rabo eram sem precedentes. Quando senti que podia brincar como bem quisesse, acelerei sem pudor, numa velocidade que finalmente começou a arrancar gemidos do safado.

- Aaaaannnnnhhhh! Ssssssssss! Issoooo!

Fui me ajeitando como podia e só me esforcei mesmo pra continuar entrando e saindo do jeito que estava, engrossando a vara e sentindo o rabo do diretor trancando nela, deixando a sensação de aperto cada vez maior e melhor.

- Assim que tu gosta, né? Viado do caralho!

Ele começou a rebolar e foi aí que me perdi. Nem sabia mais o que estava sentindo, mas era como se todas as coisas mais gostosas que existem se esfregassem ao redor do meu cacete. Sentia um formigamento percorrer por todo o corpo e, por alguns segundos, parecia que ia desmaiar de tanto tesão. O caralho pareceu que ia explodir e o orgasmo pareceu uma implosão dentro daquele cuzinho apertado. Fiquei com a impressão de ter arrebentado uma prega ou outra só nesse finalzinho.

- Sssssss!

- Hmmmmmm!

Esfreguei-me todo por cima do corpo suado do diretor e aliviei o quadril, dando as últimas estocadas e jatadas de leite quente dentro dele. Todo ensopado e cheio de calor, caí por cima dele e relaxei durante alguns minutos, retomando a energia e sentindo a vara voltar ao tamanho normal. A porra também começou a escorrer pra fora do cu dele e só aí o safado começou a se mexer, pra se ajeitar. Eu só sai, vesti minhas calças e meti o pé, sem nem falar mais nada. Ainda deixei a porta aberta, não tava nem aí. Gostava mesmo era dessas putarias, foder pra caralho e ralar peito. Deixava o cu esfolado e a pessoa morta. Foi assim que aproveitei meus 15 minutos de fama, depois de ter filmado minha punheta e o vídeo vazado. Uma mamada da professora, a bocetinha da filha dela, a garganta de um viadinho na praia e o cuzinho do diretor do colégio. Tava feito. Mesmo após a faminha de divo, ainda marquei de comer a Karen e acabei comendo a mãe dela junto. E também voltei a cruzar com o diretor. Ele rodou na minha vara junto com um inspetor. Eu ia negar piru e leite? Duvido!

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REPRODUZINDO.

Sexto e último continho desta temporada.

Avisos importantes!!

1- Viado é ELOGIO.

2- CDL" é a abreviação oficial para "Clube de Lolitos". 👀

e-mail: [email protected]

twitter: @andmarvin_

Comentários

21/07/2017 14:02:01
Q tesão de conto
19/07/2017 21:41:13
cara, seus contos são impressionantes. Não sei se comentei antes, mas gosto muito da sua escrita. Seu vocabulário de cafuçú, sua narrativa de macho me deixam doido. Não comentei antes, pois fico cançado demais com seus contos, ao gozar fartamente na minha cueca.
19/07/2017 14:32:46
Maravilhoso!
19/07/2017 10:18:18
Hmmmm....

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