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Você não queria me ver com outros homens? - Parte Um

Minha festa de noivado estava maravilhosa, não tenho do que reclamar, Alberto, meu noivo, havia feito a melhor festa que eu poderia imaginar. Eu usava um belo vestido, caríssimo, vermelho, o que fazia meus cabelos ficarem ainda mais vermelhos, o decote chamava a atenção de todos, meus seios estavam ainda mais chamativos, os olhos de Alberto encontravam os meus.

—Está completamente deliciosa - ele falou ao me entregar uma taça de champanhe.

Alberto é mais velho do que eu, tenho 29 e ele 35 anos. É prefeito da cidade, um político boa praça que todos adoram. Ele é bonito, corpo em forma, cara de homem sério. Não tinha ciúmes de nada, a verdade é que ele adorava ver os homens babando por minha culpa, e eu não me fazia de rogada, adorava me exibir.

Entre conversas com os convidados, drinks e danças eu observava o bartender, descobri seu nome facilmente com a equipe da festa, era Xavier.

Xavier era um homem forte, devia ter uns 26 anos, era muito alto, bem mais alto que Alberto, era negro, seus olhos grandes e negros, uma boca carnuda bem vermelha, os cabelos eram trançados, quase na altura dos ombros largos, era forte, a camisa social grudada nos seus músculos exuberantes. Eu tentava não olhar, mas passei a festa de olhos grudados naquele Deus. Olhava tanto que acabei chamando sua atenção, Xavier era safado, percebi isso quando ele sorriu pra mim, um sorriso cheio de malícia que me fez ficar toda molhada.

Naquela noite, eu dancei com meu marido de olhos grudados em Xavier, ele não disfarçava que adoraria descobrir meus pensamentos imundos em relação a ele.

—Eu sabia que você ia gostar dele-sussurrou meu marido- Por isso fiz questão de contratá-lo. Tudo para a sua felicidade!

—Você é o melhor noivo do mundo - falei baixinho, encarando Xavier.

No fim da festa, andei até ele, Xavier encarou meu decote e depois passou os olhos pelos meus lábios demoradamente, pousando os olhos nos meus.

—Muito obrigado pelos seus serviços, os drinks estavam maravilhosos - eu falei educada, mas comendo ele com os olhos.

—Tudo para a sua felicidade - ele disse baixinho, olhando dentro dos meus olhos, eu sorri pra ele, eu já sabia que meu noivo havia conversado com ele, aquela era a frase dele.

—Vem conosco? - perguntei casualmente.

—Claro- ele disse sorrindo.

Descobri a tara de Alberto com poucos meses de namoro, o lance é que ele gostava de me ver com outros caras, sua única exigência é que o homem tinha que ser negro, quando o questionei sobre isso, ele me explicou que gostava de me ver com homens superiores a ele, homens mais fortes, homens mais másculos, e ele considerava os negros como homens superiores, ele estava claramente certo, aquela era a primeira vez que eu me deitaria com um homem na sua frente, antes que eu realizasse suas fantasias, ele me pediu em casamento, afirmando que na festa de noivado nos teríamos uma diversão a mais. Quando meus olhos encontrar Xavier naquela noite eu sabia que ele seria o meu macho.

Chegamos em casa, meu noivo serviu uma boa dose do seu melhor whisky para Xavier.

—Fique a vontade - disse Alberto - A casa é sua e a mulher também.

Xavier deu uma risada gostosa, sentei ao lado dele, cruzando minhas pernas, seus olhos comendo minhas pernas. Ele apertou minha coxa, virando o whisky com tudo, entregando o copo para o meu noivo, então me pegou com força, beijando minha boca, senti sua boca enorme engolindo a minha, puxando ele pela gravata, subindo no seu colo. Alberto sentou numa poltrona de frente a nós, eu beijava aquele macho delicioso, sentindo suas mãos descendo pelo meu corpo, apertando minha bunda, gemi maravilhada com sua pegada agressiva, lambi seus lábios como uma gatinha, olhando nos olhos dele.

—Gostosa - ele falou.

Arranquei sua gravata com tudo, jogando no chão da sala, desabotei sua camisa junto a ele, Xavier arrancou com tudo a camisa, vi pela primeira vez seu corpo, era espetacular, nem com anos de academia meu marido chegaria a ter aquele corpo, os braços grandes, largos, musculosos, todo tatuado, o peitoral largo, tão grande, pousei as mãos naquele peito, era tão duro, ele brincou com os músculos, mexendo eu ri pra ele, bem safada, a barriga escultural, era hipnótica, tão forte, seis quadrados bem marcados, a barriga tinha aquela entrada, era um verdadeiro Deus e eu ia servi-lo essa noite. Beijei seu peito, lambendo sua pele, sentindo seu gosto salgado, sentindo o cheiro de suor do seu corpo, o que o deixava ainda mais delicioso.

Ele levantou os braços, mostrando o muque, apertei aqueles braços de ferro, sentindo sua força espetacular, beijei seus bíceps, mordendo e olhando nos seus olhos, ele mordeu o lábio inferior gostando daquilo.

Beijei sua boca com vontade, ele puxou meus cabelos, enrolando na sua mão enorme, a outra entrando por baixo do meu vestido, apertando a minha bunda. Rebolei no colo dele como uma vagabunda, chupando sua língua enorme.

Fiquei de pé, ele me virou com tudo, beijando meu pescoço, eu encarava Alberto, gemendo bem gostoso, sentindo as mãos fortes de Xavier apertando meus seios, eu queria arrancar a minha roupa, queria ficar nua e sentir a pele dele inteira, nem precisei tirar o vestido, ele rasgou com força, transformando meu vestido em um trapo, ele se livrou do vestido que Agora era um pano de chão, me virou para ele, me pegando no seu colo, beijando a minha boca com vontade, eu estava de calcinha preta, meia calça, sutiã e salto alto, nos beijamos enquanto minhas pernas envolviam o seu corpo, sentia seu pau endurecendo furioso ali de baixo, com apenas uma mão ele tirou meu sutiã, meus seios agora na cara dele, Xavier me encarou.

—Meu Deus - ele disse - Que deliciosa, posso?

—Enfia na sua boca - falei quase implorando, puxando ele pela cabeça, vi ele engolindo um dos meus seios, fechei os olhos, gemendo, sentindo aquela boca enorme engolindo meu seio, sua boca quente, tão deliciosa, ele lambia meus mamilos olhando nos meus olhos, fazia uma cara de tesão tão maravilhosa, beijei sua boca com desespero, ele enfiou o outro seio, sugando com força, me tirando o ar e o controle, agarrei ele ainda mais com as pernas. Eu gemia enquanto ele mamava nos meios seios, enfiando na sua boca com gulodisse, eu imaginava a cara de Alberto me vendo daquele jeito, gemendo, esfregando minha boceta naquele macho, enquanto minhas pernas se agarravam a aquele corpo delicioso.

Ele me segurou bem forte com as mãos, rasgando minha meia calça, enfiando a mão na minha calcinha, senti sua mão abrindo minha bunda, a mão dele me acariciando, senti os dedos dele percorrendo minhas pregas.

—Deliciosa- ele gemia- Eu nunca ia deixar um homem te relar, ia te fazer minha, completamente minha.

Senti minha boceta queimar com suas palavras, o modo agressivo e tão cheio de verdade. Ele me virou, segurando ainda, fiquei de frente para Alberto, ele rasgou a minha calcinha, sua mão apertou a minha boceta, eu gemi bem alto, ele sentindo a minha umidade, meu calor, socou um dedo dentro de mim, eu vi os olhos de Alberto brilhando com aquele dedo me invadindo, a boca dele mordendo minha orelha, o macho me exibindo para meu noivo, socando seu dedo dentro de mim, esfregando meu grelo, fazendo eu me arrepiar por inteira, olhei para Xavier, ele encarava meu marido, enfiando o dedo em mim, arrancando meus gemidos mais intensos.

—É assim que você gosta de ver sua mulher? - ele disse no meu ouvido, mas falando com meu noivo - É assim? Olha como ela tá babada, meu Deus, que bocetinha saborosa ela deve ter. Não é, fala pra mim, safada, fala que sua boceta é deliciosa.

—Eu nunca experimentei - eu falei baixinho, gemendo com a mão dele esfregando meu grelo.

—Ah não? Vai experimentar hoje, sabe aonde, Corno!? Sabe como ela vai experimentar essa boceta? Quando ela chupar minha língua, eu vou enfiar tão fundo essa língua nessa boceta e depois ela vai chupar e sentir o gosto dela, não vai cadela?

—Tudo o que você quiser - eu falei mordendo o lábio, olhando nos olhos do corno.

—Tudo é?

—Tudo.

—Então, chupa meu pau!

Ele me jogou no chão, fiquei de joelhos, passando o rosto na sua calça, enfiando minha cara no meio das suas pernas, sentindo seu pau duro ali dentro da calça, ele tirou o cinto, colocou no meu pescoço, puxando pra ele, esfregando seu pau duro na minha cara, eu mordia, lambia a sua calça, deixando ela úmida com a minha língua, apertei o pau dele, olhando pra trás, sorrindo para Alberto.

—Isso vai rasgar minha boceta- falei para o Corno- É isso que você quer!?

—Você sabe que é- disse meu marido.

Xavier se agachou, me puxando pelos cabelos, seu rosto bem próximo ao meu, colocou o cinto no meu pescoço como uma coleira, puxando bem pra perto dele.

—Não é ele quem manda aqui- ele disse baixinho mas com um tom agressivo que me fez ficar ainda mais ensopada - Sou eu quem manda aqui! Olha pra ele e fala quem é que manda nessa casa!

—É ele quem manda nessa casa- eu falei bem alto olhando nos olhos de Alberto - Ele é meu macho! Dono dessa porra!

—Tá entendendo, seu bosta? Não quero mais ouvir a sua voz hoje!

O mais excitante era ver meu marido abaixando a cabeça pra aquele cara, obedecendo o safado. Aquilo me deixou com sede de rola, eu apertei nem forte, abri o botão, desci o zíper, abaixei a calça e tive uma visão maravilhosa, a boxer preta dele estava inflada, o volume gritava no meio de suas pernas espetaculares, tão grande, tão poderoso, segurei aquele pau, beijando sua cueca, enfiando o nariz ali, sentindo o cheiro dele, olhando nos seus olhos, ele segurando a ponta do cinto que estava apertando meu pescoço, me sentia uma cadela, e estava amando me sentir uma.

—Tira com os dentes - ele falou - Desce essa cueca bem devagar.

Mordi o elástico, fui descendo a cueca, o caralho dele saltou na minha cara, eu me assustei, era muito maior do que eu esperava. Eu nunca tinha visto um caralho como aquele, era pesado, tão pesado que mesmo duro como estava não tinha forças parar ficar de pé, era reto, grande, mas muito grande, muito maior que Alberto, segurei aquele pau com a mão, não fechava tamanho era a grossura daquele macho, veiudo, uma chapeleta grande, vermelha, a fenda babando pra mim, aquilo era um elogio, ver aquela baba escorrer, olhei nos seus olhos, depois puxei a pele pra baixo, exibindo toda a cabeça, minha boca salivando, ele tomou o pau da minha mão, batendo ela no meu rosto, colocou ela bem em cima do meu rosto, deixando ali, a pica imensa tampando a minha cara, eu sorri.

—Me dá seu celular - disse Xavier para meu noivo. Alberto foi até ele, entregou o celular, ele tirou uma foto minha, eu sorrindo com aquela jiboia na cara, maravilhosa, negra, deliciosa. A minha cara de puta. Ele riu me mostrando a foto, jogou o celular no meu marido - Toma, fica com esse presente!- depois olhou pra mim ainda com a rola na cara-Viu como eu sou bonzinho? Agora abre bem essa boca pra eu te ensinar uma coisa.

Abri a boca como ele mandou, ajoelhada, atenta a tudo que saia daquela boca maravilhosa. Ele socou a rola na minha boca, foi enfiando, entrando com ela na minha garganta, afundando seu pau, tentei sair quando engasguei, ele segurou meus cabelos bem forte, não me deixando sair, entrando com seu pau fundo na minha boca. A rola dele todinha dentro da minha boca, enfiada na minha garganta, ele olhou nos meus olhos.

—É assim que se chupa um negão, tá me entendendo? Agora chupa, quero ver essa rola pingando saliva, entendeu?

Quando ele tirou seu pau da minha boca, havia fios de saliva que me ligavam a ele, enfiei com tudo, chupando pra valer, enfiando aquele cacete no talo, sentindo ele foder minha garganta, raspando a cabeça do pau dele no céu da minha boca, babando o máximo que eu podia, deixando ele ensopado com a minha baba, a saliva escorrendo no seu saco, caindo nos meus seios, olhava pra ele, mamando seu falo imenso e delicioso. Os olhos dele tão penetrantes, me fazendo enfiar ele cada vez mais fundo, perdendo o ar, com ele puxando meus cabelos, fodendo minha boca com força, enfiando o caralho na minha boca, me enchendo com seu pau, eu nunca havia sentindo um pau tão grosso como aquele, abria bem a boca, me esforçava, enfiando aquele macho dentro de mim. Ele entrava, fodendo tudo pela frente, seu corpo delicioso, eu olhava nos olhos dele, adorando ser submissa para um macho como ele, um macho de verdade.

Xavier arrancou o pau da minha boca, puxou meu cabelo, virando meu rosto para o meu marido, olhei para Alberto, ele viu meu rosto, todo vermelho, babada, os olhos cheios de lágrimas, com a maquiagem escorrendo, o pau dele babado, com fios de saliva me ligando a ele, ele puxava meu cabelo, balançando meu rosto na frente do meu marido, mostrando meu estado, sem falar nada, mas olhando no fundo dos olhos dele, mostrando como se fazia, como um macho tratava uma mulher como eu.

Ele sentou no sofá, abriu as pernas, me enfiei ali no meio, chupando suas bolas, de olhos fechados, experimentando seu gosto, socando as bolas na boca, de quatro, rebolando a bunda bem safada, me mostrando, me exibindo, meu marido olhava aquilo sem piscar.

—Serve um whisky pra mim, amigão - disse Xavier para o meu marido.

Alberto serviu mais uma dose do seu melhor whisky, olhando para mim, eu chupava aquelas bolas deliciosas, batendo uma punheta para ele, deixando seu pau bem duro. Xavier segurou o copo numa mão, colocando um cigarro na boca e olhando pra cara do meu marido com impaciência, Alberto acendeu o cigarro dele.

—Ajoelha aqui- mandou Xavier - Aqui, meu irmão, aqui oh, abre a boca, vou te usar como cinzeiro - ele disse rindo.

Meu noivo ajoelhou quase ao meu lado, abriu bem a boca, enquanto eu voltava a socar aquela pica monstruosa na minha boca, socando firme e forte. Enquanto Xavier batia o cigarro na boca dele, deixando as cinzas caírem na sua boca, bebendo whisky, olhando nos meus olhos enquanto eu chupava como uma louca, babando naquele caralho, sugando com força. As vezes eu olhava meu marido, sentindo um prazer fora do comum ao ver o jeito que ele estava ali do lado, um frouxo, um escravo do meu macho, aquilo me deixava louca, eu chupava com mais força, fazendo Xavier fechar os olhos.

Quando eu olhava Xavier, sentia minha ha boceta tão molhada, mas tão úmida, tão lubrificada, vendo aquele tesão de macho, largado no sofá da nossa casa, aquele corpo enorme, bebendo do melhor whisky, soltando fumaça pela boca e pelo nariz, olhando eu chupar aquele pau enorme, a cara dele de macho absoluto, superior ao meu marido, totalmente superior a ele.

A sua piroca era tão grande que eu chupava com tanta força, e as vezes não conseguia engolir ela por completo, mas logo eu enfiava na goela, sob seus olhares de macho mandão. E o vagabundo batendo as cinzas na boca do corno. Ele virou o copo de whisky e jogou no chão, quebrando o copo com tudo, apagou o cigarro na testa do corno, levantou com tudo, me pegou no colo, meu noivo ali, assistindo submisso, ele puxou o cinto preso no meu pescoço, minha coleira, me jogou no sofá, eu abri as pernas, minha boceta bem exposta, ele ficou no meio das minhas pernas, meteu dois tapas fortes na minha boceta, gemi cheia de tesão, a coleira feita com o cinto dele apertava o meu pescoço, ele puxava com sua mão forte.

Enfiou o rosto na minha boceta, primeiro sentindo meu cheiro, olhando nos meus olhos, abriu a boca, tirando a língua grande dele para fora, lambeu me encarando, gemi sentindo sua língua deliciosa, então ele enfiou a língua e eu perdi o ar. A boca dele era tão grande e carnuda que quando a beijava, ele praticamente engolia sua boceta, a língua entrava em mim enquanto sentia a boca dele sugar meu grelo, eu gemia segurando meus seios com as mãos, tremendo na boca dele, seus olhos me comendo, ele fazia charme, mostrando a língua, enfiando fundo, bem fundo, comendo minha boceta com aquela boca gostosa, cuspindo, esfregando seu rosto, enfiando o nariz na boceta.

—Vem cá, corno, faz alguma coisa útil - ele falou para o meu noivo, sem tirar os olhos de mim-enfia o pé dela na boca, assim, isso, agora aprende a chupar uma boceta, vou te ensinar, tá vendo como ela tá molhada? Olha isso, olha o suco dessa bocetinha, gostosa do cacete, deliciosa, olha a minha língua, ela gosta disso, a safada, ah ela gosta, não gosta?

—Eu amo- eu falei bem safada- enfia essa língua, assim, meu Deus, isso é macho, caralho, olha isso corno, olha como ele fode a minha boceta com a língua, e chupa ela inteirinha, olha esse amante de boceta, Meu Deus, esse macho é delicioso, obrigado meu amor, obrigado por esse presente.

Com o pé enfiado na boca de Alberto, Xavier chupando minha boceta de maneira tão gulosa e sensual, eu tremia de tesão, me sentindo uma deusa, a minha boceta molhada na boca daquele macho, ele socando a língua, enfiando os dedos grossos, eu gemendo, como uma cadeia no cio, segurando meus seios, apertando, sentindo a coleira no meu pescoço, apertando bem forte, a boca dele comendo minha xota, por inteira, eu gemia, mas gemia muito, tremendo como se tivesse tendo um ataque, respirando fundo e sentindo os ataques de sua língua, quando ele chupava meu grelo sentia meu cu piscar, seus olhos nos meus, tão selvagens, tão sedutores, me fazendo pirar.

Ele me colocou de lado, abrindo minha bunda com as mãos, enfiou a língua no meu cu, eu olhava para ele, vendo ele fucinhar no meio do meu cu, sua mão esfregando meu clitóris, enquanto sua língua penetrava o meu cu, babando na meu cu, a boca dele ia do meu cu até a minha boceta, chupando como se fosse apenas uma coisa, a boca dele dava conta de tudo, eu rebolei na boca dele, agradando meu macho.

—Olha isso, quando começa a rebolar assim é porque tá querendo pau, não tá querendo? Acha que aguenta essa rola? Aguenta né! Ah aguenta - ele disse rindo alto, empurrando meu noivo, fazendo ele cair no chão.

Beijou minha boca, engolindo minha boca inteira, puxando com o cinto, a coleira que ele havia feito, eu sugava sua língua sentindo o gosto da minha boceta na língua dele, na boca dele, mordi seus lábios maravilhada com aquilo.

—Falei que sua boceta era deliciosa- ele disse me empurrando no sofá.

Ele me ajeitou, fez eu colocar as pernas para trás, segurando pelas mãos, eu sempre fui muito flexível, por isso não tive dificuldade em ficar naquela posição, com os braços segurando as pernas bem atrás, com as pernas atrás da cabeça minha boceta e meu cu estavam totalmente expostos, ele ficou de joelhos, olhando eu daquele jeito, passando suas mãos enormes, me acariciando, cuspiu na mão, passando naquele caralho que não tinha amolecido nem um pouco, cuspiu na minha boceta, bem vulgar, olhando nos meus olhos, ajeitou aquela rola preta, imensa, grossa, tão pesada, tão deliciosa, socou um pouco, tirou, eu gemi, enfiou de novo, só um pouco, meu cu piscava, minha boceta toda molhada, meu corpo pedindo aquilo, então ele enfiou, socou ela inteira, afundando sua carne de primeira na minha boceta.

Gritei sentindo aquele monstro na minha boceta, era tão enorme, me preenchia por inteira, olhei nos seus olhos, ele me desafiava, queria saber se eu ia aguentar aquilo.

—Mete, mete como esse corno nunca meteu, me faz de puta, eu te imploro, me faz de puta!

—Tudo para a sua felicidade - ele disse imitando o panaca do meu noivo. Dei uma gargalhada gostosa mas calei a boca sentindo a primeira bombada daquela serpente.

O caralho monstruoso daquele macho entrava e saia da minha boceta, me alargando facilmente, quando ela entrava, afundava na minha boceta, tão intensamente, tão forte, eu perdia o ar, olhando aquele caralho negro afundando em mim, quando ele tirava, sentia o vazio, o buraco, mas ele afundava rapidamente, fodendo minha xota, metendo gostoso, olhando nos meus olhos, metendo bem fundo, rasgando minha xana com facilidade, eu gemia sem poder unir uma palavra a outra, sentindo aquele tamanho de macho entrando e saindo, minha boceta tão molhada, tão úmida, Xavier fez Alberto sentar no sofá, fazendo eu deitar a cabeça no seu peito, ele segurava minhas pernas bem para trás, assistindo aquela rola imensa e negra entrando na bocetinha da sua noiva, comendo, arrombando a minha boceta, olhei nos olhos de Alberto, ele estava vidrado, um perfeito corno manso, tão submisso quanto eu, aquilo me fascinava e junto com as estocadas selvagens daquele puto, eu sentia o fogo arder na minha pele, na minha boceta, no meu ventre, sentia os seios tão duros, os mamilos arrepiados, eu observava o corpo de Xavier, o movimento dele fazia seus músculos ficarem ainda mais bonitos, a barriga musculosa dançando na minha frente, algumas gotas de suor escorriam pelo meio do seu peito, caindo na barriga, e a cara dele, cara de macho, de homem, tão superior, tão dono do mundo, eu arreganhava bem as pernas com a ajuda de Alberto, deixando minha boceta bem fácil de penetrar, Xavier metia, mas metia fundo, dava umas estocadas violentas, me fazendo ir para frente e para trás, batendo meu corpo no corpo do meu noivo, Alberto assistia sem piscar, aquela jeba tão negra entrando na boceta da sua noiva, sentia o saco dele batendo no meu cu, fazendo meu tesão triplicar, eu sentia uma fome de macho, uma fome insana, me fazendo dar aquela boceta como eu jamais havia dado, Xavier puxava a coleira, me enforcando com Força, agressivo, entrando e saindo, fazendo um vai-e-vem delicioso, meu corpo queimava, ardia, quanto mais ele enfiava o pau mais eu queimava. Eu descobria o prazer de ter uma rola daquele tamanho dentro de mim, tão poderosa, entrando e saindo, me fazendo descobrir o que era ser puta, tendo o aval do meu corno, assistindo, percebi que ele estava de pau duro, meu noivo de pau duro assistindo aquela rola imensa, negra, grossa, cheia de veias, pesada, entrando e me abrindo, me fodendo, arregaçando minha boceta, como ele jamais seria capaz de fazer, ele sabia disso e acredito que era isso que mais o fascinava, ele havia dito que o homem negro era superior, e agora eu sabia que era, Xavier era superior de uma forma inatingível, ele nunca seria igual aquele macho, nunca, minha boceta sabia disso, eu sabia disso. E o mais delicioso era que Xavier tinha plena consciência disso, então, usava e abusava do seu poder de macho, entrando na boceta de um político influente, esmagando o poder que meu noivo achava que tinha, socando fundo na sua noiva, na frente dele e humilhando ele com um prazer demoníaco. Eu compartilhava disso, como uma bandida, sentindo as fortes estocadas daquele macho, olhando nos olhos dele e premiando ele com a minha submissão, a minha total devoção, humilhando Alberto de uma maneira que nem Xavier conseguia.

—Mete, meu Deus, mete, vai, mete nessa boceta, assim, porra, que caralho é esse? Vai, mete, fundo, aí meu pai, que isso, que isso? Olha Alberto, olha isso, você nunca mais vai ver essa boceta apertada, olha o tamanho desse macho! Caralho delicioso, rasga essa boceta, rasga!

Xavier não falava uma palavra, metendo e dando uns tapas bem ardidos nas minhas coxas, ele encarava meu marido as vezes, mostrando como ele me dominava facilmente. Ele tirou a rola, mostrando toda sua potência, como aquele pau estava duro e molhado por culpa da minha boceta.

Cuspiu na mão, passando no meu cu, eu prendi a respiração, pronta pra que ele me empalasse de uma vez por todas, colocou a cabeça na porta do meu cu, olhou pra mim.

—Tá pronta? Hein?

—Mete, por favor, mete nesse cu.

Xavier deu uma breve risada, foi enfiando, eu gritava, desesperada, sentindo aquele monstro entrar no meu cu.

—Segura ela, cornão.

Alberto me segurava bem forte, ele foi entrando, rasgando minhas pregas, eu quase chorava, mordendo os lábios, sentindo aquele caralho imenso entrando, ele olhava dentro dos meus olhos, entrando com aquele caralho. Nunca achei que seria possível aquele pau entrar ali, mas entrou, estava todo dentro de mim, um pau deliciosamente enfiado no meio do meu cu.

—Olha por seu noivo, olha na cara dele, fala pra ele que meu pau tá inteiro dentro do seu cu, fala!

—Olha isso, amor! - falei olhando nos olhos assustados de Alberto - Olha isso, o pau desse animal tá inteiro socado nesse cu, olha isso! Tá arrombado! Tá todo dilacerado por culpa desse cavalo.

—Eu vou rasgar mais, você vai ver, eu nem comecei ainda.

E então, a primeira bombada, perdi o fôlego, ele puxava a coleira no meu pescoço, fodendo meu cu, com a outra mão ele acariciava a minha boceta, me fazendo ficar louca com o seu toque, penetrando meu rabo com força suprema, eu não conseguia parar de gritar, meus gritos ecoando pela casa refinada que eu morava com Alberto, o corpo suado de Xavier na minha frente, rebolando aquele pau dentro do meu cu, fodendo minha boceta com a sua mão, metendo bem no meio do meu cu, as pernas pra cima, tão vagabunda, sentindo as estocadas daquele pau negro, aquele pau delicioso, tão grande, tão grosso, rasgando meu cu com força, fodendo tudo, abrindo a minha bunda, entrando e saindo, me fazendo gemer e gritar, meu cuzinho nunca mais seria o mesmo, cada vez que ele entrava eu tinha mais certeza disso, e o filha da puta metia, mas metia pra valer, sem dó, arrombando meu rabo, cuspindo na minha boceta, me fazendo perder o controle de tudo, o puto metia tão forte, estourando meu cu com toda força.

Ele tirou o pau do meu cu, mostrando o buraco que meu cu era agora, meu cu estava arrombado, um buraco no lugar do cu, vermelho, piscando, eu olhei pra ele, levando a mão até meu cu, passando a mão naquele buraco, enfiando quatro dedos ali, sentindo como estava quente, rasgado. Ele fez eu permanecer com a mão ali e enfiou seu pau junto com a minha mão, senti o peso daquele caralho esmagando a minha mão naquele cu. Agora ele metia sem parar, enfiando até o fundo, dando estocadas furiosas, seu corpo estava todo suado, eu olhava seus músculos, o modo como o corpo dele se movimentava para me foder, indo para frente e para trás, seus gemidos, o jeito como o pau dele raspava dentro de mim, o rosto dele totalmente concentrado, olhando nos meus olhos, metendo cada vez mais forte, eu tinha perdido a voz, estava em silêncio, boca aberta, vendo o modo como ele comia meu cu. Ele subiu no sofá, enfiando a rola na minha boca, puxando a coleira, enfiando a rola na minha garganta, fazendo eu sentir o gosto do meu cu naquele pau. Eu engasgava, ele com o corpo meio virado para trás, fodendo minha boceta com seus dedos, entrando gostoso, e aquele caralho entrando na minha boca, seu suor escorrendo no meu corpo. Ele me pegou com força, me colocando em cima do colo dele, fazendo eu sentar no seu pau, segurando minhas pernas com facilidade, fazendo eu sentar no pau dele, ele me movimentava, fodendo meu cu, beijando minha boca, eu me perdia montada nele, sua força me conduzindo, me fodendo, o pau dele entrando no meu cu, ele tirava e enfiava na minha boceta, eu tremia, ele era ágil, quando eu perdia o fôlego porque ele fodia minha boceta, ele já estava enfiando no meu cu, chupando meus seios, metendo os dedos no meu cu, na minha xota.

Me colocou sentada na sua boca, chupando minha boceta e meu cu com facilidade, eu em cima dele, agarrada a sua cabeça, puxando suas tranças, sua boca me possuindo, eu com os pés no peito dele, em cima daquele macho, tremendo na boca dele, rebolando na cara dele, gemendo bem alto, tão alto que meu noivo se encolhia no sofá, assustado em como aquele macho havia liberado a puta em mim.

Me colocou sentada no colo dele, enfiando o pau novamente na minha boceta, enfiando três dedos no meu cu, mandando eu rebolar, eu rebolando naquele caralho, sentindo seus dedos no meu cu, ele segurava meu rosto, batendo na minha cara, quanto mais ele batia, mais eu rebolava naquele pau, louca de tesão, sentando com força, levando os tapas dele no meio da cara, ele cuspia na minha boca, eu abria pedindo mais, gemendo, levando mais tapas, ele chupava meus seios com violência, eu rebolava, fodendo aquele caralho com a minha boceta, louca por ele, louca para dar prazer a ele.

Me colocou de quatro, fez Alberto deitar nem debaixo de mim, ele assistia agora de camarote, a rola imensa de Xavier entrando no meio do meu cu, a mão dele esfregando meu grelo, eu gemia, mordendo o sofá, louca, respirando ofegante, o suor dele me banhando, caindo na cara do corno, as entradas selvagens, eu tremia, sentindo o calor do meu corpo se tornando impossível, eu gemia, mas gemia muito, gritando, ele entrando no meu cu, a mão na xota, gritei ao sentir o orgasmo, rebolando e gritando, minha boceta explodiu, um jato de orgasmo escorreu bem na cara de Alberto, e Xavier metia ainda mais fundo, fazendo eu me contorcer, toda sensível, meu corpo pingando de suor, cheirando a sexo.

—VOU GOZAR, PORRA! EU VOU GOZAR, SE AJOELHA AQUI, AQUI NO CHÃO, AGORA, VAGABUNDA!

Fiquei de joelhos, vi a cara de Alberto molhada com o meu orgasmo, abri a boca, vendo Xavier batendo punheta, aquela jiboia tão dura que as veias latejavam, e então a porra, os jatos de porra quente começaram a cair no meu rosto, molhando meus cabelos, minha boca, meus olhos, meu rosto inteiro, porra quente, cremosa, branca, escorrendo na minha cara toda, me melando, me deixando toda suja. Ele batia a rola toda melada na minha cara, tremendo, suado até os ossos, enfiei o pau dele na boca, sentindo o gosto da sua porra, enfiando a vara dele bem fundo, ele se contorcia, gemendo pra mim, eu tirei a rola da boca, rindo pra ele. Xavier meteu um único tapa no meio da minha cara, bem forte, cuspindo na minha cara. Puxando minha coleira, me levando até Alberto, os olhos do meu noivo arregalados, vendo o meu estado, toda descabelada, a meia calça toda rasgada, ainda de salto, o rosto vermelho, a cara e os cabelos melados com porra, meu sorriso satisfeito, meu cheiro de sexo no ar, eu ri maravilhada. Xavier esfregava a minha cara cheia de porra na cara do meu marido.

—To morrendo de fome- disse Xavier - Vai pra cozinha, Cornão - ele disse empurrando meu marido - Vou tomar um banho com a sua mulher, chamar uns amigos pra vir aqui.

Meu marido de cabeça baixa, se levantou olhando pra mim.

—Te amo, amor - eu falei toda melada de porra, agarrada a um Xavier suado, mandei um beijo no ar, chupando os dedos melados de porra.

—Tudo para a sua felicidade - disse meu noivo.

—É um corno mesmo- disse Xavier gargalhando, acendendo um cigarro, pegando seu celular, pelado, sentado no sofá, comigo no colo, todo mandão, era o dono da casa agora - Fala Pedrão, tá fazendo alguma coisa agora?

Eu fiquei ouvindo ele convidar os amigos enquanto fumava um cigarro, eu alisava seu corpo suado ouvindo o barulho do meu marido cozinhando.

Comentários

22/09/2017 16:50:57
Delicioso. Paulo duro do início ao fim
12/08/2017 20:42:09
top
04/08/2017 22:56:21
doido
04/08/2017 18:26:24
MUITO BOM M E S M O !!!!!

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