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Desafiado pelo irmão caçula, enrabamos o recruta

Categoria: Homossexual
Data: 31/08/2017 03:45:16
Última revisão: 01/09/2017 06:22:53
Nota 9.64
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Eu sou o Tiago. Um cara moreno, de 23 anos, alto e forte por conta da rotina de exercícios na Marinha. Cabelo sempre curtinho na máquina 1, ombrudo, peitoral aberto e levemente peludo, assim como as pernas. Pezão 43. Comecei a servir aos 18 anos, depois de passar na prova e mudar de cidade pra fazer os cursos necessários à minha formação. Até então, ainda morava com meus pais e irmão mais novo, que passei a ver só nas férias. Nessa época, ficava de agarra agarra com a Pâmela pelos cantos da casa, ora ouvindo esporro da minha mãe, ora sendo pego no flagra pelo meu pai, mas nada que eles não tivessem feito no tempo deles. Depois de alguns anos como marinheiro, acabou que trouxe a Pâmela pra morar comigo aqui na cidade onde sirvo, assim nos tornamos noivos e passamos a viver juntos, o que é bom no começo e se torna aceitável depois de um tempo. Mas vamos ao que interessa.

Nos dois últimos meses de relacionamento, parece que minha noiva vinha se arrependendo de tudo que havia feito até então. Ela não era de conversar e se abrir sempre, mas a insatisfação era nítida em seus olhos castanhos, não importa o ambiente em que estávamos. Não sei dizer se estava farta do trabalho no laboratório, da distância de sua família ou de mim. Mas nem tentava entender e nem tinha como, porque a resposta era sempre a mesma quando eu perguntava.

- Não é nada demais.

- Mas o que é? Existe alguma coisa, então..

- Não é nada..

Não saía disso. No meio dessa situação de indiferença da Pâmela, ainda recebi uma mensagem da minha mãe no meio da semana, numa quarta-feira ensolarada.

- Tiago?

- Fala, Dona Stela!

- Preciso de um favorzão seu. Chama teu irmão pra passar um tempo aí contigo e vê se põe um pouco de disciplina na cabeça dele, porque tá impossível! Eu já não aguento mais, não sei o que fazer, Tiago!

Meu irmão a quem ela se referia é o Renan, 5 anos mais novo que eu. Desde pequeno o garoto era brigão, mas recentemente meus pais se divorciaram e parece que isso mexeu um pouco com ele, deixando-o estressado, sem dormir, além de descontar tudo no sexo, que era seu vício do momento. O moleque não parava de comer piranha.

- E o que meu pai falou, mãe? - perguntei.

- Teu pai tá achando que é fase, que vai passar. Você sabe que não sou de incomodar vocês, prefiro fazer tudo sozinha, mas realmente tá muito difícil! Chama ele pra fazer um curso, alguma prova, qualquer coisa, mas tira esse garoto daqui!

Era tudo verdade. Minha mãe não costumava pedir nada, então a situação devia estar bem chata, ainda mais com a mudança que tiveram que fazer da casa do meu pai pro novo apartamento, tudo acontecendo ao mesmo tempo.

- Acho que não tem problema. Manda ele vir pra cá, eu aproveito e peço as férias e tiro um tempo com ele pra conhecer a cidade.

- Vou falar, mas aí você aproveita e fala também, pra ver se ele vai logo!

- Tá certo, Dona Stela.

- Depois eu ligo pra falar com mais calma, tá? Beijo, filho!

- Beijo, mãe!

Depois de uns meses sem voltar em casa, finalmente ia encontrar com o Renan outra vez. E foi aí que lembrei de como as coisas estavam com a Pâmela, porque aceitei tudo aquilo sem sequer perguntar a opinião dela ou avisá-la. Mas, ao meu ver, se um irmão dela precisasse passar um tempo lá em casa, eu jamais me oporia. Tudo bem. Dei-lhe a notícia naquele mesmo dia, já pela noite.

- Amor, o Renan vai passar uns dias com a gente. Você se importa?

- Claro que não.

Eu não sabia se ela tava sendo irônica ou se falava sério, porque a resposta foi espontânea, rápida.

- Não mesmo?

- Não mesmo.

Mas não me olhava, parecia distante.

- Pâmela, tá tudo bem? Você tá tão diferente ultimamente. - comecei.

- Tô sim. Não é nada..

- Como assim nada? Então tá acontecendo alguma coisa!

- Sempre tá acontecendo alguma coisa, Tiago. Em qualquer lugar.. mas comigo não é nada.

Disse e foi pro banheiro tomar banho. Se ela queria espaço, eu o daria.

Na sexta-feira da outra semana, fim de tarde, saí do quartel onde servia em terra e fui direto na rodoviária buscar meu irmão. Não demorei muito a reconhecê-lo, porque não tinha mais de um ano que não o via. Mais baixo que eu, o mesmo tom de pele e o rosto mais bruto por causa da barba cerrada, enquanto meu rosto era liso por conta da carreira militar. Marinheiro não pode ter barba ou bigode. Ainda assim, o moleque parecia um homão, mesmo sendo mais novo e relativamente mais fraco. Podia não ter a desenvoltura completa que um marinheiro como eu tem, porém seu corpo já era crescido e ainda estava crescendo, pronto pra um incentivo que fosse de qualquer tarefa, cheio de potencial dentro dos músculos.

- Mal me viu e já fechou a cara, moleque?

Sobrancelha riscada, bermuda de algodão, jaqueta e chinelo de dedo. Do lado, uma mala de mão e a mochila nas costas. Bonezinho pra trás. O típico marrento e que acha que já é dono de si, dono do mundo e de todos.

- Ih, qual foi?

Apertou minha mão e veio batendo o ombro no meu. Era nosso cumprimento.

- Como tá, parelha?

- Tudo indo, Renan. E você?

Aí abriu aquele sorriso típico de fumante que pensa que engana.

- Tega na manteiga, mermão! Nada me abala!

- Tô vendo!

Começamos a rir e o ajudei com as malas. Não falamos muito, só nos adiantamos pra sair dali e retornamos pra casa.

- E aí, e o curso lá? Mãe disse que você quer seguir carreira..

- É, o que vier é lucro. Tô metendo a cara em qualquer bico, Tiaguin.

- Não é exatamente um bico, né? Já pensou em fazer a prova pra cá, que nem eu fiz? Já tá na idade.

- Então, é isso pô. Acho que vai rolar.

- Mas tá estudando?

Ele fez questão de me olhar antes de começar a rir bem alto.

- Aí é foda, né Renan?

- Porra, tu me conhece, sabe como eu sou!

Dizia isso e abria as pernas bem largado no banco do carona do carro. Mesmo de chinelos, o moleque tava de meias. Só fazia mesmo o que gostava, pelo visto não ia dar muito certo na carreira militar. Do contrário, teria que ser praticamente reeducado, desde a postura até a própria linguagem corporal. O nosso corpo e nossa maneira de fazer qualquer coisa diz muito sobre nós. E tudo que o corpo do meu irmão dizia, eu podia ver bem, mas ainda queria ouvir algo dele pra acreditar.

- E o pai? - perguntei.

- Tá bem.

Não era o que eu esperava ouvir. Ou melhor, não somente isso.

- Você tava com ele esse tempo?

- Nada, só fiquei uns dias.

- E lá, ele te dá liberdade?

E outra vez me olhou, mas agora não riu alto. Tornou a olhar pra frente e disse com total incerteza.

- Não, né..

Meu irmão não sabia mentir, ninguém melhor que eu pra saber. E não é só isso, ele sabia bem o que eu queria dizer e saber. Como disse, via sinais claros de algo que já conhecia em seu corpo. Algo que já havia visto no nosso pai e que estava presente no sangue de nós três, como homens de uma mesma família.

- Já te aviso que por aqui vai ser só rotina pra você.

- Eu sei, eu sei.. Mãe falou.

- Bom. Nada que vá matar um moleque desses tamanho. Mas vai dar uma canseira.

- Aqui nós é pau pra toda obra, meu mano.

- Então quero ver.

Chegamos em casa e ele foi pro quarto de hóspedes desfazer as malas. Aproveitei e pedi uma pizza tamanho família, que chegou junto com a Pâmela voltando do serviço.

- Oi, amor.

- Oi.

Ela passou por mim sem o beijo de sempre. Paguei ao entregador e voltei pra cozinha.

- Renan tá aí, viu?

Mas ela nem respondeu, foi pro próprio quarto e se trancou, não apareceu nem pra comer. Eu e meu irmão ficamos um bom tempo batendo papo e nos atualizando da vida um do outro, mas ele sempre era meio evasivo na hora de responder perguntas, como se quisesse ocultar muitos detalhes que achava que me fariam julgá-lo. Comemos, tomamos umas cervejas e logo cada um foi pro seu quarto dormir. Pâmela já tava no quinto sono quando entrei.

No dia seguinte, levei Renan no quartel pra ele conhecer um pouco da rotina militar. Pensando em tudo que poderia ser proveitoso pro moleque melhorar o comportamento e crescer como pessoa, fizemos sua inscrição na prova que eu prestei pra estar ali e também o inscrevi num curso de férias que era ministrado por alguns dos meus amigos do batalhão, dentro da própria área do mesmo. Era quase uma espécie de preparatório físico para as provas que viriam a seguir, na intenção de já ambientar os futuros marinheiros com a vivência do que seria a carreira militar. Entre outras palavras, o moleque ia correr em pista olímpica, pular pneu, se arrastar sob arame farpado, subir paredes e por aí vai, no maior estilo treinamento de sobrevivência. Algo que achei que fosse derrubá-lo fácil no primeiro dia, até ver aquela carcaça firme e morena brilhando suada sob o sol.

- UM, DOIS! UM, DOIS! UM, DOIS!

Na fila de fora, eu o observava correr e pingar, só de bermuda e tênis, o corpo inchado por todo o esforço, mas o sorriso intacto no rosto, bem disposto a qualquer desafio. Como estava de férias, não fiquei pra ver o treino do Renan todo. Enrolei um tempo no quartel de papo com os amigos até a hora do almoço, voltei pra casa e retornei pelo fim da tarde, hora em que o primeiro dia de rotina acabou. O sol se pondo no pátio principal, ele apareceu de banho tomado e bocejando mais que tudo, a mochila nas costas.

- Já cansou?

- Que nada, preparado pra outra!

- Isso aí, marinheiro! Boto fé!

Dentro de casa, meu irmão ficava mais na dele, quase não saía do quarto de hóspedes. Nas poucas vezes em que aparecia, era pra ir ao banheiro ou comer, sendo que até pra isso tínhamos que chamá-lo. Na primeira vez, estava terminando de fazer a janta quando chamei a Pâmela e ele. Ela veio, mas nem sinal do garoto, então pedi inadvertidamente que o chamasse no quarto enquanto eu colocava a mesa. Não sei bem porque fiz o pedido, porque assim que acabei de arrumar tudo, eu mesmo fui lá chamá-lo. Antes de chegar, ouvi minha noiva batendo na porta.

- Renan, vem jantar! Tiago tá te chamando!

Quando pisei no corredor, foi o exato momento em que a porta abriu e Renan encheu os olhos no decote da Pâmela. Depois me olhou, completamente sem graça e tentando não parecer proposital.

- Opa! Já tô indo, vou só trocar de roupa.

Só de samba-canção e meias, ele entrou e fechou a porta. Ia comentar com ela sobre o ocorrido, mas parece que nem ela percebeu ou deu importância. O problema é que essas olhadas não terminaram aí, por mais que eu quisesse ignorar e achar que fosse tudo sem querer. A segunda vez foi quando ela cochilou no sofá e o moleque passou pro banheiro achando que eu tava dormindo. Reduziu até o passo pra manjar o rabão da minha noiva pra cima, já que ela tava de bruços. Olhou pra mim pra ter certeza de que eu dormia, olhou de novo pra ela e ainda apertou firme o caralho na samba-canção. Como se não bastasse tudo isso, ainda andava seminu dentro de casa. A terceira vez foi a pior de todas, porque fiquei com a impressão de que o safado andou mexendo nas calcinhas dela que ficavam penduradas no boxe do banheiro e o puto tava só de sunga de praia, com um volume suspeito de quem tava se masturbando. Afinal de contas, o que eu pensei na hora de levar um jovem cheio de hormônios pra dentro de casa, pra perto da minha noiva? Podia lembrar de quando ainda morava com meus pais e eu e Pâmela éramos flagrados por ele, que não conseguia parar de olhá-la. De repente agora estava tão próximo que não conseguia se controlar. Ele devia lotar o encanamento de tanta porra de punheta que batia pensando nela e eu sendo bonzinho o tempo todo.

- "Preciso ocupar o tempo desse moleque." - pensava. - "Preciso cansar a mente dele".

Até que, depois de muito pensar, juntei o útil ao agradável e tive a melhor das ideias.

Como o Renan pegou bem a rotina inicial do curso de férias, não ia desconfiar do meu plano. Sendo assim, combinei com o capitão que comandava sua turma de pegar mais pesado nos treinos, na intenção de cansá-los ao final do dia. Paralelo a isso, ainda o apresentei à atual turma de recrutas da marinha para que o moleque tentasse se enturmar e pegasse jeito pelos estudos, mas quanto a isso não tive muito sucesso. Agora, além dos treinos básicos, meu irmão também treinava no solo lamacento do terreno de circuito, feito propositalmente pra exigir ainda mais força e empenho dos candidatos. Eles tinham que intercalar entre um lado e o outro, correndo sujos debaixo do sol e depois se jogando outra vez na lama, sem parar, ora escalando muro, ora debaixo de arame farpado e de cara no barro.

- UM, DOIS! UM, DOIS! VAMO!

E o resultado do primeiro dia de intensivão apareceu. Renan dormiu no carro mesmo, chegou em casa e foi direto pra cama, só acordou no dia seguinte, antes de mais treino sob o sol. Nesse mesmo período de tempo, Pâmela juntou uma bolsa de roupas e veio me dar a notícia.

- Vou passar um tempo na minha mãe, Tiago.

- Como assim um tempo?

- Tô com saudades dela, das minhas irmãs.. Falei com o pessoal do laboratório e eles me deram uns dias.

- Mas você tá bem?

- Sim.

Levei ela na rodoviária, mas nada mudou.

- Quando você volta?

- Daqui a uns dias. Não se preocupa.

Voltei pra casa e tentei não me preocupar. Só queria entender o que acontecia com ela, mas quanto mais tentava, mais distante me sentia de tudo.

Os dias foram passando devagar, mas nada da Pâmela voltar. Além disso, só depois que cheguei em casa reparei que ela deixara o anel de noivado sobre sua estante no quarto, mas tentei não me ligar muito nisso porque sabia que ela era desatenta com tudo e vivia mesmo perdendo as próprias coisas, desde jóias até documentos, carteira, chaves. Enquanto isso, cada vez mais Renan foi caindo de cabeça na rotina agressiva de treinamento. Cansou bem nos primeiros dias e só dormiu dentro de casa. Eu tinha que acordá-lo pra comer, o moleque fazia isso quase caindo e depois voltava pro quarto. Mas depois de um curto tempo, foi se acostumando e resistindo cada vez mais, até dominar de vez o percurso e liderar o próprio ritmo de energia ao longo do dia. Ao mesmo tempo em que isso acontecia, seu corpo era estimulado ainda mais, tanto pela luz do sol quanto pelo esforço físico, além do que tudo isso desencadeava dentro de seu corpo e sua mente. O impacto foi tão grande que lembro-me do quão espantado fiquei quando entrei na biblioteca do batalhão e dei de cara com o moleque tomando aulas com um autêntico recruta da marinha, um moleque branquinho e com cara de nerd, de óculos.

- Aqui você faz a mesma regra de três pra descobrir a porcentagem de hectares de terra contaminados.

- 32 pra 5?

- Correto. Agora só calcular X.

A cara de animado, uma nova postura, até sua linguagem corporal era outra, sentado corretamente na cadeira e com total atenção ao que lhe era dito, sem querer adivinhar o que viria pela frente ou questionar.

- X pra 100.. X é 3200 sobre 5, dá.. 640?

- 640 o que?

- 640 hectares.

- Excelente!

Fiquei orgulhoso por ver tanto resultado em tão pouco tempo. Dominar a rotina cansativa era o básico pro Renan conseguir ir adiante, já que teria que ter corpo pra aguentar e cabeça pra estudar, o que era sua tormenta quando mais novo. Por conta de tanta aplicação, passei até a vê-lo menos. Uma vez acostumado com tudo, sequer precisei levá-lo ou buscá-lo do quartel. E além disso, até enturmado o moleque tava, sempre que o via estava acompanhado do recruta nerd e seus livros. Muito aplicado!

Fora as rotinas diárias, passei a levar Renan pra conhecer a cidade no tempo livre. Apresentei-lhe os parques e até umas casas de show que gostaria de visitar à noite, nos fins de semana que não estudasse. Ele chegou a ir algumas vezes, levou uns colegas que fez no curso e até eu fui também. Em alguns episódios, o moleque foi direto pra casa do amigo nerd, só pra acordar e passar o domingo estudando e resolvendo questões de concurso. Comentei com minha mãe sobre isso tudo, mas ainda não tinha entrado em contato com meu pai num bom tempo, até que decidi contar.

- Renan estudando!? HAHAHAHAHA

Não acreditei na reação do coroa.

- Pois é, nem eu acreditei quando vi.

- Acorda, Tiago. Teu irmão não gosta de escola. Por apostar.

- Ele tá outra pessoa, pai. Quando voltar, você vai ver. Isso se voltar, né? Do jeito que tá, vai querer servir mesmo! Mais um filho teu na marinha!

- Tá bom.

Ele poda não crer, mas a realidade era essa mesmo, Renan estava um outro cara. Não parava mais em casa, tava com o corpo bem mais desenvolvido, totalmente disciplinado e atento ao que precisava. Todos os dias chegava cedo no quartel e saía tarde, sendo que às vezes aparecia com o nerd aqui e ambos ficavam até tarde estudando e lendo textos, treinando redação. Nem parecia mais o perdido que recebi meses antes, que sentava todo largado e ouvia funk o dia todo. Talvez fosse a vida adulta o chamando.

O episódio que marcou de vez a transição do meu irmão caçula aconteceu numa sexta-feira à noite. Lembro que eu tava de folga nesse dia e com uma dor de cabeça forte, então dormi após o almoço e só fui acordar no finalzinho da tarde, o sereno começando a cair. A casa tava toda escura, levantei zonzo e com a cabeça melhor, mas ainda assim tropeçando no meu próprio pé. Caminhei em silêncio e devagar até o banheiro pra dar um mijão. De lá de dentro, escutei um ruído parecido com o de alguém correndo numa esteira. Lembrei que o Renan devia estar treinando no quarto com o amigo, como sempre faziam ao longo das últimas semanas, e comecei a imaginar o quão apertado era o espaço que eles tinham para tal.

- "Que injusto, os moleques cheios de energia assim e usando esse quartinho". - pensei.

Dei descarga, lavei as mãos e fui na cozinha pegar água. Enquanto fazia todo esse percurso, não parava de escutar os barulhos provenientes da prática exacerbada de exercícios físicos, como se fossem pequenos gemidos de esforço. Imaginei que os moleques tavam levando tão a sério a rotina de treino que acabariam passando dos limites e quebrariam alguma coisa dentro de casa, definitivamente precisando de um espaço maior pra extravasar a vontade de suar, ofegar e forçar os músculos. Foi então que, totalmente desatento e inadvertido dos sinais sexuais que meu irmão caçula dava sobre suas vontades de submeter alguém, abri a porta do quarto de hóspedes com a ideia de avisar sobre uma academia altamente capacitada que conhecia ali perto e a preço acessível a ambos. Mas não dei de cara com a rotina militar que esperava.

- TENENTE?

- RECRUTA!?

O nerdão tava de quatro na cama, pelado, se não fosse pelos coturnos que vestia nos pés. As pernas juntinhas, um corpo durinho e o rabão pro alto, bem empinado, com a cara em pânico virada pra mim, os olhos arregalados e a testa suada. Em cima dele, era bem nítido o caralho preto do Renan socado tão lá no fundo do cu do cadete, que o sacão peludo ficava estufado pra fora, como se resistisse bastante pra não acabar entrando junto. Ambos os ovos bem marcados de tanta pressão pra dentro de seu superior, caso pertencesse à marinha. O moleque parou de meter por alguns segundos e me olhou. Depois de ver que não reagi, tornou a se empinar sobre o amigo nerd, esticou o corpo e voltou a meter bem no fundo do viado, como se não fosse consigo. Eu ainda me mantinha imóvel e sem qualquer palavra, ainda impactado pelo contraste extremo que fiz do meu irmão nos últimos dias e do que o via fazendo agora.

- Re-R-..

O recruta tentava, mas a metida do caçula era tão forte que a palavra não saía por completa e se transformava num gemido, ao mesmo tempo que o safado me olhava e sentia o caralho o rasgando e indo lá no fundo de si, de seu cu.

- SSSSSSSS! Renan-an!

Ele deu-lhe um tapa no lombo e enxugou o suor da testa com o antebraço.

- Isso, geme meu nome, cadela! Gosto quando tu geme, vai!

- RENAN! - aumentei o tom de voz.

Ele olhou pra mim outra vez, mas não conseguiu parar de jeito nenhum, estava fincado naquele cu como se nunca mais fosse soltá-lo, completamente engatado, agarrado feito um bicho e metendo sem parar.

- SSSSSSSSS!

Samuel, o recruta, não parava de gemer e me olhar, ciente de que eu poderia fazê-lo pagar por tudo aquilo dentro do quartel. Ele tentou parar o Renan, mas não pôde. Nada podia pará-lo, e eu sabia bem disso, desde o começo de tudo. Quando o busquei na rodoviária e o vi sentado todo abertão no banco do carro, sabia do que meus pais tanto reclamavam. Aliás, reclamava, porque era só minha mãe que falava, já que é de se esperar que meu pai também fosse vítima do mesmo tipo de problema. Tava no sangue dos homens da nossa família, então isso significava só uma coisa.. Olhei pra baixo e só depois senti o caralho duro. A mesma sensação de quando embarcava pra algum país um pouco mais distante e passava longos períodos de tempo em alto-mar, cercado por uma porrada de homens respirando o mesmo ar carregado de hormônios masculinos e testosterona pura. A quentura que um expelia, o outro inalava mesmo sem querer. E depois de tantos dias sem uma fodinha com uma mina, o banho nos chuveiros tinha que ser gelado e rápido, com a sorte de ninguém deixar o sabonete cair. Se isso acontecesse, era melhor não olhar. Um buraquinho inabitado, apertadinho e quente, pronto pra agasalhar um caralho carente e há milhares de quilômetros de casa. Se bobear era até mais apertado que a saudade no peito, por pior que seja dizer. Mas eu, Tiago, nunca fiquei muito tempo, porque sabia que não ia conseguir esconder o pau duro, então preferia bater um punhetão no meu camarote do que acabar currando um dos amigos boys.

- Ainda tá parado aí, Tiago?

Voltei a mim e, sem parar de meter por um só instante, Renan me convidava.

- Anda, vem socar no teu recruta! Tu já deu pra algum superior, Samu?

E deu um tapa na raba do viado.

- FFFfffff! Não, Renan, não faz isso..

Mas meu irmão mais novo só ria, às vezes mordendo a boca e fodendo com vontade pra maltratar o cadete, sendo que nessas horas forçava todos os músculos do corpo moreno. Sangue do meu sangue, era óbvio que sua indisciplina estava completamente ligada à promiscuidade e à falta de limites sexuais. Entre outras palavras, um sodomita de primeira, comendo cu de viado debaixo do teto do irmão marinheiro e mais velho, pertencente às forças armadas e noivado até que provassem o contrário. Samuel só faltava virar os olhos, via seus pés encolhendo os dedos de tanto tesãozinho que o piranho não devia estar sentindo com um macho feito e faminto sobre si, alimentando-se de seu cu apertado só pra saciar a própria vontade de dar uma gozada. E, assim como os outros machos da família, tinha que ser num viado.

- Bora, Tiago!

E aí Renan me puxou. Tocou no meu braço e deu aquele estalo que parece ter ativado o que faltava na minha corrente sanguínea. Agora o fator sodomita estava ativado. Me deixei ser puxado por ele e o moleque saiu de dentro do recruta.

- Vai, tua vez!

Pensava como eu, mais valia o cu do que qualquer mamada. Ali, naquele momento, só me deixei levar e esqueci completamente do mundo ao redor. Botei o caralho pentelhudo e duro pra fora e, tão automaticamente quanto um bicho que sabe que vai acasalar, cheguei o quadril pra frente e penetrei meu recrutinha com vontade, sentindo o anel de seu cu puxando meu prepúcio pra trás sem eu precisar usar as mãos. Um bom sodomita sabe que quando a piroca entra sozinha na cucetinha é porque ela já acostumou com aquela vara. E foi por isso que senti toda a quentura do corpo do meu irmão impressa naquelas entranhas quentes e aconchegantes, pegando fogo em volta do talo da minha caceta. Era como se todo o rabo tentasse mastigar e engolir minha vara, que já tinha ido toda lá no fundo e batido na curva interna.

- HMMMMM! CARALHO!!

Samuel deu um impulso pra frente, mas Renan o puxou pra trás e o fez colar-se por completo em mim, unindo nossos corpos suados num só aperto. Fora de mim, agarrei os peitos do recruta por trás e continuei empurrando seu corpo, metendo com vontade de arregaçá-lo pelo cu, de tanto tesão e carência acumulados. Como podia ficar tanto tempo sem foder tendo um viado tão perto?

- Fode esse filho da puta, Tiago! Fode com força que ele só gosta assim!

Mas eu quase não ouvia, de tão tomado, só massageava os mamilos do Samuel e continuava metendo como podia, sentindo cada vez mais as pregas tragando o caralho. Foi aí que ele me afastou do garoto e me tirou de dentro dele.

- Xô te mostrar!

Subiu na cama e, de cima, enterrou a piroca de uma vez no cuzinho dele, arrancando-lhe um gemido alto e lhe derrubando com força no colchão.

- ISSO, RENAN! FILHO DA PUTA!

Sem dó, meu irmão calou-lhe a boca com um pezão e tornou a meter, fazendo o barulho que anteriormente eu confundi com o ruído de uma esteira.

- Assim, ó! Assim que tem que ser, Tiago! Fode ele que nem homem!

Saiu outra vez e me deu lugar. Era cada vez mais incrível brincar desse jogo de entra e sai e toda vez sentir a quentura do meu irmão dentro do cu do cadete. Quando estava do lado de fora, parecia frio e minha vara tremia de tesão, chegava a babar enquanto o cheiro de cu subia pelas minhas narinas e aguardava minha vez. Jamais imaginaria que dividiríamos um rabo juntos, quantos mais de outro homem e sendo eu seu superior no quartel.

- Tá pensando que eu não sei comer um cu, seu moleque!?

Botei Samuel de quatro novamente, só que joguei meu corpo sobre o seu e encaixei novamente a piroca cu a dentro. Com as mãos apoiadas em suas costas, só mexi o quadril pra estocar o caralho bem lá no fundo, a ponto de dobrar o moleque de volta pra mim e tornar a esticá-lo, pra que tomasse centímetro por centímetro de mim.

- SSSSSSSSSSS!

Ainda mordia-lhe a nuca e chupava sua orelha. Não fiquei muito tempo, deitei na cama e o coloquei de franguinho, mas por cima de mim, e o fodi enquanto segurava seus pés. Vendo isso, Renan não resistiu.

- Aguenta uma dpzinha, recruta?

Pediu enquanto dedava sua boca.

- Não, eu sou muito apertado, Renan! Não faz isso não!

- Poxa, por favor? Como é que tu quer que eu entra pra marinha assim, se tu não vai me ajudar?

Ainda fazia carinha de pidão enquanto falava, alisando o rosto do amiguinho que liberava a rabiola pra eu entrar e fazer a festa.

- Mas vai doer! - todo manhosinho.

- Eu vou com carinho, Samu! Confia em mim, poxa!

E, devagarzinho, veio por cima, colocando a cabeça do pau encostada no meu e dando uma cuspida que esquentou até minha glande.

- Dá uma relaxada, vai? Afrouxa só um pouquinho.

Empapou tudo de baba e foi metendo firme, sem hesitar, mas esperando o tempo do moleque.

- SSSSSSSSSS!

Tentou de um lado, tentou do outro, mas não teve jeito de entrar.

- É apertado mesmo, a gente vai acabar rasgando esse cu!

Muito tempo sem gozar, senti o corpo esquentando e a vara engrossando cada vez mais, ficando difícil de meter. Pra completar, o cadete ainda rebolada de fogo em cima de mim, fazendo uma espécie de gemada com meus ovos.

- Assim que tu gosta, recruta?

- É assim, Tenente! Se soubesse que tu curtia!

- Tá gostando de servir, né?

- Agora mais ainda!

Chupava seus mamilos e mandava ver na pressão. Com o gozo inerente, coloquei ele de bruços na cama e finalizei enchendo-lhe o cu de porra quente de macho necessitado, sentindo como se todo o peso que carregava fosse passado adiante em forma de leitinho jogado no rabo.

- Hmmmmm! Caralho!

- Isso! Ffffff

Fiquei um tempo dentro dele, sentindo tudo molhado, quente e escorregadio. Ali estava eu, deitado na cama com um viado e o pau enterrado dentro dele, saciando meus desejos e vontades carnais através do prazer. Nós mal tivemos tempo de aproveitar o pós-coito, meu irmão puxou o Samuel e o pôs de quatro outra vez. Ele tava até com as pernas bambas, mas ficou firme e aguentou mais trolha no rabo, sendo que o Renan enfiou e usou minha porra como lubrificante, isso foi me deixando galudo de novo.

- SSSSSSSS!

- Você é muito piranho, né moleque? - falei.

- Eu!? - perguntou. - Por que?

E fez cara de inocente, ao mesmo tempo que socava de pirraça e empapava todo meu leite que tava lá dentro, fazendo espuma e escorrendo pela parte de trás das pernas do cadete.

- Gosto de leite bem batido, só isso.

Ajeitou-se de lado, ficou certinho encaixado com o corpo dele e apoiou as mãos em suas laterais. Pronto. Quando pegou posição e firmeza, foi só acelerar ao máximo que pode, ressonando naquele barulho de fora bruta e violenta que faz QUALQUER CARALHO no mundo subir. O cheiro de sexo, suor, macho e porra estavam misturados naquele ambiente, de forma que se a gente saísse dali e alguém entrasse, com certeza saberia que teve putaria e das boas. Os mais safados ainda acertariam que foi só entre homens, com bastante pau no cu, que era o que eu via. Renan enfiou as pernas no colchão e jogou o corpo pra frente.

- FFFFFFFF! Tranca esse cu do jeito que eu gosto, tranca!?

O desejo foi atendido e eu podia ver o pau do Samuel dando umas pulsadas, como se o safado piscasse pra deixá-lo ainda mais excitado. Por causa disso, tomou um tapa forte na raba, que ainda foi apertada pelos dedos a ponto de deixar marcas. Assim que Renan travou o corpo e parou, esticando os pés ao máximo e fechando os olhos.

- AAaaahhhh! Ssssss! Porra, viado!!

- Caralho, Renan!!

- Essa foi a melhor!! ssss

Eu endoidei. A vara tava mais latejante que tudo, nem parecia que tinha gozado há poucos minutos, mas todo aquele ambiente contribuía pra isso, tanto é que eu nem fazia questão do boquete. Ou talvez fosse por ver meu irmão mais novo fodendo que nem bicho e não querer ficar pra trás, totalmente estimulado por sua índole sexual, como se fosse um incentivo em área que afetasse qualquer macho que estivesse ao redor. Assim que ele saiu de dentro, tomei posição de novo e já fui botando um filete de leite que descia pra fora com o pau. Entrei e escorreguei ainda mais no fundo, como se conhecesse novos cantos do cu do Samuel num tobogã.

- Caralho, tenente! Que delícia!

Ele estava extasiado de tesão sob meu corpo suado deslizando sobre o seu. Eu também tava meio morto, lembro que só deitara em cima dele e metia ao mesmo tempo em que deixava meus mamilos esfregarem em suas costas, o que me dava ainda mais tesão. Quanto mais fodia, mais sentia suas paredes internas apertando e esquentando a vara. A segunda gozada foi quase seca e estufada.

- Fffffff! Isso, viado! Devagar!

Ele foi reduzindo o ritmo e rebolando lento até o orgasmo passar. Agora não teve jeito, todo o exceto de porra misturada em seu cu começou a sair como se fosse uma torneira. Ali estavam meus filhos e os filhos do meu irmão caçula, que estavam precocemente sendo paridos por um viado e sua cuceta.

- Levanta pra limpar isso aqui, Samu!

A brincadeira não terminou. Ele pôs Samuel sentado e ficou de pé em sua frente. Começou a tocar uma punheta enquanto o safado lambia seu saco e a perna suja de leite.

- Vem cá pra ele te limpar, Tiago.

Levantei e aí sim o viado foi me mamando e limpando meu pau, deixando-o novinho em folha. Com aquele fogo da juventude, Renan ainda tava meia-bomba e, assim como eu o fiz, preparado pra outra gozada. Aumentou o ritmo das mãozadas no caralho grosso e, num determinado momento, botou a cabeça dentro da boca do recruta, que tava mamando a minha também. Uma rola de frente pra outra na língua dele, a do meu irmão caçula começou a esguichar mais leite, como se nem tivesse leitado antes, sendo que todos os jatos quentes caíram em cima da minha pica e me arrepiaram o corpo. Era uma sensação única e atemporal do encontro sexual de várias gerações e tabus, começando pela putaria entre homens da mesma família e culminando no sexo entre militares. Pra completar, ele ainda segurou meu ombro e apertou.

- Porra, velho! Que tesão!

Era sincero quanto ao que sentia, isso me deixava quase que dopado. No meu pau, todo o resto de porra dele era sugado pelo Samuel, que deixou tudo novinho em folha. Enquanto chupava, ainda ia arrastando uma cabeça contra a outra, ligando ambas por baba de pica e fazendo aquele atrito gostoso de pau com pau. Ficamos um tempo ainda brincando assim, mas logo fui me recompondo e pensando em tudo que fiz, mas sem me arrepender.

- Vou tomar um banho, preciso esfriar a cabeça.

- Se precisar esquentar a cabeça de novo é só chamar, Tenente.

Renan deu-lhe um tapa na cara e o repreendeu.

- Tá maluco, viado? Aqui dentro tu me obedece.

- Ele é meu superior, cara!

E ficaram rindo. Tomei um banho gelado e fui pra sala comer, ao mesmo tempo em que assistia TV. Fiquei um bom tempo acordado vendo filme e tornei a escutar barulho de foda mais vezes, até fiquei de pau duro, mas queria um espaço pra não me entregar de vez ao tesão. Desistente, fui pro quarto e, com muito custo, peguei no sono outra vez, mas ainda encaralhado e pronto pra ser ordenhado novamente.

Dormi perdido em pensamentos, acordei tonteando por tantas horas dormidas num curto espaço de tempo, e, pra completar, tava mijando no banheiro quando escutei a campainha tocar. Zonzo, passei no quarto do meu irmão e ele dormia sozinho, por sinal de pau durão. Abri a porta.

- Bom dia, Tenente!

- Samuel?

- Renan já acordou?

E saiu entrando.

- Ou? Que isso, cadê o respeito?

Fechei a porta e ele olhou pra mim, lembrando-se que devia ser mais educado.

- Tem razão, senhor!

Quando achei que ia tomar jeito, o molecote ajoelhou entre minhas pernas peludas e botou meu caralho pra fora, o tesão de mijo latente e as primeiras gotas já ameaçando pingar. Mas antes que pudesse reclamar, a gargantinha veio brincalhona sobre a glande, deslizando de um lado pro outro e acarinhando a uretra, trazendo à tona toda aquela vontade de mijar.

- Para, Samuel! Vou acabar mijando aqui, acabei de acordar!

- Não tem problema, Tenente.

E riu. Não acreditei naquela ousadia tamanha pra um moleque tão novo. Segurei-lhe firme pelo braço e caminhei até o banheiro, levando-o comigo como se fosse um refém prestes a pagar o preço máximo por sua cabeça, ou pela minha. Nem me preocupei em tirar sua roupa, botei o filho da puta no boxe, entrei, encostei a porta e coloquei ele pra me mamar de novo. Outra vez a sensação indescritível de prazer oral na ponta do cacete, chega fiquei com os pelos da perna arrepiados. A vontade de mijar veio e não me contive.

- Ssssssss!

Mijar de pau duro é difícil, a urina vem em jatadas firmes. Cada uma batia na boca do moleque e caía no chão do boxe, mas ele nem se importava, continuava me mamando e aguentando o mijão, sem parar de me olhar com aquele olhar de piranha. Fora de mim outra vez, dei-lhe um tapa na cara e comecei a foder-lhe a boca, ao mesmo tempo em que terminava de mijar e já sentia o gozo chegando. Foi aí que a porta fez barulho e chamou nossa atenção. Não acreditei no que estava prestes a acontecer.

- O que vocês tão fazendo?

- Só faltava você!

Samuel abriu a porta e deixou Renan entrar, ainda com a cara amarrotada de sono e o pau duro também de mijo. Assim como eu o fiz, ele não hesitou em bater punheta e mijar na cara do recruta safado, dando-lhe pauladas de vez em quando. Quando finalmente terminou, voltamos pra putaria gostosa do dia anterior, com o Samuel brincando de nos masturbar ao mesmo tempo. Até que botou uma piroca de frente pra outra e aproximou nossos corpos. Automaticamente, encostei no peitoral do Renan por causa do empurrão e isso me deixou com os mamilos dele entre meus dedos. Esse leve arrastar foi suficiente pra sentir seu caralho engrossar contra o meu, freio contra freio, a baba saindo do dele e lubrificando os dois, que começavam a deslizar um contra o outro.

- Ssssssss!

Nesse ritmo, o safado foi alisando meus mamilos e eu os dele, um tocando o corpo do outro pela primeira vez no sentido sexual, mas nada muito sério. O cadete começou a nos punhetas juntos e, à cada mãozada arrastando contra a glande, mais e mais as jebas engrossavam em suas mãos, prontas pra curra. Até que senti um hálito quente e, quando vi, Samuel tentava nos abocanhar ao mesmo tempo, mas não conseguia porque as cabeças por si só eram grossas.

- Assim não vou aguentar esse viadinho!

Renan saiu e botou o puto de quatro, com o sangue fervendo nas veias. Pra surpresa de todos ali, a campainha tocou. Olhei ao redor e contei as três pessoas das quais lembrava e que deveriam estar ali, com exceção do Samuel. Até que a mente lembrou de outra e um arrepio correu o corpo. Botei cueca pra esconder a ereção, bermuda jeans e fui até a porta. Quando abri, quase caí pra trás.

- Achou que eu não fosse aparecer pra ver essa putaria, né seu moleque?

- PAI!?

- Não! Adriano!

Ele olhou minha mala e riu.

- Começaram sem mim, né? Cês são um pirralhos mesmo. Vou ensinar uma coisa ou outra pra vocês!

- PAI!? O que você tá fazendo aqui!?

Mas ele nem respondeu. Só de camiseta tipo garotão, óculos escuros, bermuda e chinelos de dedo, guardou a moto no quintal e veio pra dentro de casa todo largadão. Ainda na sala, Renan nos alcançou segurando Samuel pelo braço como se fosse um objeto. Assim que viu nosso pai, soltou-lhe no sofá e veio cumprimentando o coroa, sendo que tava completamente nu e com a piroca pra cima.

- E aí, velhote!? Porra, quanto tempo ein! Fala tu?

- Pô, tu nunca mais apareceu lá em casa pra gente torar um viadinho.

Nosso pai falava olhando pra ele e ao mesmo tempo tirava os chinelos e desfazia o laço da bermuda. Sem sequer desviar o olhar do Renan, removeu a roupa e puxou o recruta pela nuca.

- Eu vim pra cá porque a mãe mandou eu tomar juízo, né? Te falei.

- Falou, falou..

Aí sim olhou pra baixo e sorriu pra ele, aproveitando pra colocá-lo na posição certa, direcionado à sua vara pentelhuda. Algo que os homens de nossa família tinham em comum além da sodomia genuína no sangue e nos genes, eram os caralhos pretos, grossos e peludos, ainda que cada um em sua proporção, nenhum dos três sendo circuncidados, ou seja, com o prepúcio cobrindo a cabeça quando mole, mas indo todo pra trás na ereção. O famoso "uncut" ou "não cortado". O do coroa parecia o mais reto, e menos cumprido, que ficava mais grosso na base. O meu era grosso como um todo, torto pra direita e um pouco mais cumprido que o dele. Renan tinha a pica pra esquerda e mais parecida com a do pai, mas parecia até maior e mais grossa, sendo um verdadeiro bicho.

- Mas acabou que vim pra cá tomar juízo e encontrei esse viadinho querendo tomar no cu. Pode, pai?

- Aí não pode, né recruta?

Samuel abriu o bocão e LHAU! A vara foi toda de uma vez na garganta, até o talo. Ele chegou a se engasgar antes de tossir e se babar todo, mas não desistiu e continuou mamando. A cada estocada, o coroa brincava de foder-lhe a boca até cair vários filetes de baba e saliva, porque o moleque se segurava muito pra continuar brincando sem parar, com maestria e sucesso no que fazia.

- Sssssss! Porra, bicho! E tu arranjou um viado bom, ein?

- Não falei?

Só aí me dei conta de que foi ele quem convidou nosso pai, por isso aquele encontro lendário acontecia. Ali estava a horda de homens responsáveis pelas próximas gerações do nosso nome sendo passado adiante, como se fosse uma espécie de clã, só que preferíamos fazer putaria e lotar viado de leite no cuzinho, já que tava tendo.

- SSSSSSS! Isso!!

Ele começou a controlar o ritmo do crânio do Samuel e não se aguentou na ponta do pé, teve que sentar no sofá e abrir as pernas bem espaçadas, deixando o sacão cair e investindo na pressão que o cadete fazia de baixo à cima na piroca, indo da ponta ao talo grosso. Ao mesmo tempo, danou a investir com o quadril contra ele. Foi aí que Renan se juntou a eles e impediu, colocando o pau na boca do viado junto com o do coroa sem medo.

- Abre aí que tem espaço! Velho egoísta!

- Calma, calma!

Assim como fizemos antes, o velhote não se incomodou, pelo contrário, chegou mais pro lado no sofá e virou-se pra facilitar a mamada. Samuel fez com eles o que fez com a gente, botando piroca com piroca e sarrando, um frott gostoso entre pai e filho, ministrado por um piranho militar. Meu cacete tava a ponto de bala com a cena.

- E tu, cuzão?

Renan parou pra me olhar. De pé entre os dois, botei o caralho pra fora e o cadete caiu de boca, usando a mesma baba que passou no pau do meu irmão caçula e no do nosso pai. A quentura de todo mundo estava reunida em uma só boquinha quente. Era na gargantinha que eu gostava.

- SSSSSSSSSS!

Ele tirou e me incluiu na sarração deles. Com três varas na mão, foi brincando de esfregar as três de uma vez, uma contra a outra, deslizando pela lubrificação proveniente da baba. Com as duas mãos livres, comecei a brincar no peitoral deles e ambos fizeram o mesmo. Abaixo de nós, a cabeça do Samuel lambendo nossos sacos, ao mesmo tempo em que nos mexíamos devagarzinho pra não sair daquela sincronia perfeita entre corpos.

- Fffffff! Que moleques safados que vocês são!

- Esse sangue que corre é todo teu, velho! Tudo tua herança!

- Né não, é?

- Claro que é!

- Então vamos ver se é mesmo.

Saiu da formação triangular e botou o recruta de quatro no sofá. Com a caralha toda babada, abriu suas nádegas e foi penetrando sem dificuldade. Sem muita calma, mas fazendo com cuidado e certo carinho de putaria, ajeitou-se dentro do gostoso e começou a foder bem breve, puxando-lhe pra trás pela boca.

- O que você e o pai andaram aprontando? - perguntei.

- Nada de mais. Tá ligado o Pacha?

Lembrei brevemente de algum amigo já coroa do Adriano, nosso pai, mas não ao certo quem.

- Aquele da boate.

- Ah, sei..

- Então. Curramo ele, pô.

Só podia ser piada.

- E não iam me contar?

- Tu noivado?

Lembrei da Pâmela e de como ela pediu um tempo. Eu não tinha culpa, era o espaço que ela queria.

Nosso coroa não tinha nem 50, ainda dava conta do recado e metia com vontade no cadete. Fodeu de franguinho, de ladinho e voltou pro de quatro, que era sua posição favorita. Ficou brincando de meter enquanto eu e Renan revezávamos a boquinha do Samuel, junto com a garganta. Às vezes ele juntava os dois sacões e ficava lambendo a pele áspera. Meu pai travou seu corpo no do garoto e começou a gemer.

- SSSSSSSSS Rebola, moleque!

Deu-lhe um tapão na raba e soltou todo o leitinho ali dentro. Vendo essa cena, eu e meu irmão nos olhamos, mas eu fui mais rápido.

- Eu sou o próximo!

Posicionei-me naquele lombo como se engatasse numa moto e comecei a pilotá-lo, sentindo toda a porra que me fez melecando meu pau e servindo de lubrificante pra minha foda que se iniciava.

- Isso, Tenente! Acaba comigo! Ffff

Com as mãos no quadril do moleque, o pus firme na vara pra poder acelerar até explodir lá dentro, ao ponto de empapar e ensopar o leite do meu pai que tava ali, de tão aflito, que nem o Renan fez com o meu no dia anterior. Pertinho do orgasmo, tirei a vara e vi a ponte de porra ainda presente ali, sentindo até o cheiro forte parecido com o de cloro ou água sanitária. Ao redor, eles me olhavam e se masturbavam, o coroa já de pau duro de novo, só esperando sua vez. Encaixei no quente e apertado de novo e terminei de foder olhando pra eles, colando lá dentro na hora de leitar, pra ir bem fundo.

- GRRRRRRR! SSSSSS CARALHOOO!

Ainda dei a remexida final na bunda, sentindo uma verdadeira inundação interior. Do meu ladinho, meu irmão já veio rápido com a piroca pra dentro assim que tirei a minha, pra não deixar nada vazar.

- Hoje tu vai ser um verdadeiro depósito, Samu!

Numa posição parecida com a da rã, engatou a vara pra cima e fodeu em velocidade máxima um bom tempo, sempre na intenção de espumar o leite meu e do nosso pai ali dentro.

- SSSSSSSS!

De tão molhados, a meteção nem fazia mais barulho do choque entre corpos, eram só os gemidos.

- HMMmmm

Botou ele de quatro e pediu o de sempre.

- Vai prendendo o cuzinho, vai!? Do jeitinho que eu gosto!

E era atendido, como sempre também.

- ISSO! ISSSSSSS-

Travou o corpo suado, os músculos bem destacados e firmes, e lançou sua alíquota de esperma dentro da cucetinha encharcada e plantada de sêmen do nosso recrutinha rabudo. Depois da cara de tesão, olhou pra gente e fez a pergunta.

- Quem é o próximo?

O coroa tomou posição e meteu dentro da nossa porra. Repetimos isso até cansar, cada um cair pra um lado e esquecer que já tinha feito tanta putaria num só dia. Quando isso aconteceu, a rabiola do Samuel já tava vermelhinha e inchada de tanto tesão acumulado, mas o guerreiro parecia satisfeito por saciar tanto desejo que deveria sentir sendo viado dentro de um quartel cercado de homem doido pra galar. E falando em gala, elas saíram bem misturadas da rabeta dele, escorrendo por cima do meu saco e caindo pela perna do Renan. Por último, nos pés do nosso pai.

- Aprendam com o papai de vocês, tá? Tô divorciado, mas não tô morto.

- Esses velhos adoram pagar de vividos, né? Tu já tinha comido viado antes do Pacha, coroa?

Renan falou e nós começamos a rir.

- Vocês comeram mesmo o Pacha?

- Sim. Levei teu irmão no puteiro cheio de oriental, ruiva, mulata, ele me chega lá e fica galudo no lombo do viado.

- Olha quem fala, né pai?

Mais risadas.

- Tá no sangue.

- Mas fala aí, cadete.. quem fode melhor? - perguntei.

Ironicamente tímido depois de transformar o próprio cu numa mina de gala pra três machos parentes, o recruta olhou pro meu irmão e deu um sorrisinho, com aquela cara de quem tá apaixonadinho.

- Que puxa saco!

- Puxa não, chupa!

Gargalhamos com as piadas do Renan.

- Ah, eu fodo com ele há muito mais tempo.

- Sério? Tem quanto tempo já?

- Mais de um mês. - nosso pai quem respondeu.

- O QUE?

Eles riram e eu fui o último a saber, indignado.

- Vocês ficavam pra cima e pra baixo estudando e indo pra noitada há um mês, como pode?

- Estudando. Porra, a gente mais trepa do que estuda, mano!

- Que isso!? E a biblioteca? Tavam estudando! - falei.

- Ah, às vezes rola né? Se não como é que passa na prova?

Pelo menos o moleque levava um mínimo a sério todo aquele tempo, não ficava só na foda.

- Quero só ver o resultado disso tudo.

Permanecemos mais um tempo conversando amenidades até o entardecer. Nosso pai foi embora depois de almoçar porque ainda tinha uns compromissos, mas pediu que o avisasse quando desse essas festas, mesmo que morássemos em cidades diferentes, porque estava separado da nossa mãe e comendo cu sem dó, era só dar mole. Renan continuou um tempo comigo e ainda na rotina de treinar, estudar e foder. Todo fim de semana trazia o moleque pra cá e trepavam durante horas, sendo que em várias vezes eu participei só pra depositar sêmen naquele cuzinho guloso do meu cadete favorito dentro do quartel. Inclusive, vale a pena comentar que era dentro do batalhão que tirava minhas casquinhas dele, já que em casa era mais do meu irmão. O safado já tomava banho tarde, só pra ficar sozinho comigo no vestiário e ver minha piroca balançando antes de vestir a farda e dar plantão.

- Tá olhando o que, recruta?

Ali dentro, não podia dar mole. Então cobrava dele postura e atitude.. só que não, queria mesmo intimidar o moleque antes de botá-lo pra mamar atrás de um dos armários, nunca dentro.

- Sssssss!

Pra não deixar vestígios, ele permitia que eu gozasse lá no fundo da garganta, guardando meu leite por um bom tempo na barriga. Quando não dava pra arriscar muito, eu só chegava no vestiário e tirava os coturnos. Ele sentia o cheiro de longe e vinha, preparado pra meter a cara nos meus pés e lamber gostoso por entre os dedos, saciando a própria vontade de macho.

- ISSO! Lambe, vai! Safado!

Enchia a cara dele de tapa, mas era o que ele queria.

- Safado é você!

Tentava morder meus dedos, inclusive. Brincava nos meus sovacos, sentia meu suor e se esfregava no meu corpo, lambendo-o por inteiro.

Às vezes era de madrugada que a putaria acontecia, eu jogava o laser que tinha direto no rosto do garoto deitado na beliche, ele via o sinal e vinha pro meu alojamento, que era separado. Em várias dessas vezes, justamente nas segundas-feiras em que nossa escala batia, o piranho aparecia com o cu leitado do Renan, que tinha dormido com ele na noite anterior e o comeu por inteiro, deixando ali o recadinho pra mim. Quando isso acontecia, eu porrava o Samuel e mandava ele de volta. Até cheguei a assinar uma folga forçada e da minha responsabilidade, só pra ele ir lá e dar o cuzinho pro meu irmão mais novo.

- Quero que volte com o atestado de atendimento.

- Não é de liberação? - perguntou.

- Não. Vai e volta.

Ele entendeu o recado, foi lá em casa e fodeu. Voltou com o cu LOTADO de gala misturada e entrou na rola outra vez. Aos poucos, foi de nerdzinho tímido a um verdadeiro porrário piranho, disposto a qualquer putaria em qualquer ambiente, doido pra ser submetido. E metido.

No fim de tudo isso, eu e Pâmela nos falamos apenas pra terminar de vez a relação. Ela apareceu de boas lá em casa só pra pegar as próprias coisas e ainda se sentiu na necessidade de pedir desculpas por sua indiferença nos últimos meses.

- Você não me deve desculpas, jamais. Pensa no seu bem estar, em você.

Ela me deu um abraço e foi. Ao mesmo tempo que nosso laço terminou aí, o meu e o do Samuel começou de verdade, porque depois que Renan concluiu o curso e fez a prova da marinha, saiu de lá de casa dizendo que tinha que viajar pra um lugar e ainda encontrar alguém importante,mas que eu não lembrava. A propósito, ele passou em ÚLTIMO lugar na prova, mas ainda assim passou. Se não tivesse desviado tanto a atenção pra putaria, com certeza seria um resultado melhor, porém já tava dentro e era isso que importava. Em menos de um ano, terminei meu noivado e consegui colocar juízo e disciplina na cabeça do meu irmão caçula. O problema é que essa mesma cabeça ele enfiava nos viados e aí ia tudo por porra abaixo. Ou a dentro. Quando juntávamos eu, ele e meu pai então! Aí era o fim da picada. Ou o começo? Uma coisa era certa: se dependesse de nós, a sodomia seria passada várias e várias vezes adiante.

______________________________________________________

"LADO C" dos dois contos anteriores.

Ou seja, uma história paralela e com parte do enredo compartilhado.

Sigo anotando as sugestões das palavras de vocês! Pra quem não sabe, leia abaixo.

Tenho uma ideia diferente para as próximas histórias, mas preciso da ajuda de vocês.

Se quiser contribuir, basta comentar uma palavra que achar esteticamente bonita, diferente ou interessante. Não precisa ter um significado bonito, mas sim a escrita ou a pronúncia. Qualquer palavra, qualquer letra, mas só em português. Pode mandar no e-mail também, se preferir. Agradeço desde já!

- O próximo conto vai TER (e não ser) um jogo! Apareçam pra ver!

+ twitter: @andmarvin_

+ e-mail: [email protected]

+ blog delicioso de um amigo que posta meus contos: http://erosedionisio.blogspot.com.br

Comentários

24/10/2017 03:19:02
Adorei!!!!PERFECT❤
14/10/2017 10:08:13
Esse eu já conhecia, glookxxx! Mas mesmo assim obrigado pela sugestão. Li há um tempo atrás, mas não foi num site de contos eróticos não. Muito divertido também, adoro essas tramas criativas porque elas sempre abrem um pouquinho nossa mente, se permitirmos é claro. Tenho umas ideias parecidas, mas com poemas separados, algumas odes (sim, odes) e jogos de metáforas que vez ou outra até me permito usar nos contos que posto aqui. Atualmente estou escrevendo um pouco mais sobre paixões, tenho um conto que estou ansioso pra postar, mas quero ter a certeza de que está no mínimo decente pra ser lido. Com certeza vou querer que você esteja aqui pra ler!
10/10/2017 18:21:57
Já que você gostou do conto Língua Portuguesa, indico mais um, se me permite: A arte de amar nas mais diversas profissões Autor: APARECIDO RAIMUNDO DE SOUZA e
30/09/2017 10:39:39
Adoraria encontrar três Machos maravilhosos assim!!! Adorei!!!
24/09/2017 22:12:27
Dá uma olhada nesta autora: vallette pindorama e seu conto Língua Portuguesa... abs.
01/09/2017 14:08:31
Gostei muito ansioso para lo próximo
01/09/2017 13:01:37
Longo, mas excitante.
31/08/2017 17:12:33
bom.
31/08/2017 14:54:29
Q tesão esses homens dessa familia.....
31/08/2017 13:51:18
EU QUERO VER O RELACIONAMENTO DE RENAM COM O Diego <3
31/08/2017 10:31:21
que top

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