Casa dos Contos Eróticos

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Hannah - O fragmento sagrado do meu coração - Capítulo Doze

Autor: Noah
Categoria: Heterossexual
Data: 03/12/2017 06:04:46
Última revisão: 16/04/2018 06:32:42
Nota 10.00

Capítulo com Hannah, minha Alma Judaica

Meus relatos aqui têm forte conotação sexual, daí serem postados na "Casa dos Contos Eróticos" ou escreveria um livro "Crônicas de Noah" (rs!), mas há uma constante maior neles relacionada ao contexto familiar em que o erotismo e as relações carnais se inserem. Eu não quero postar relatos do tipo "acordei e comi fulana" ou "era noite e meti em ciclana". Pretendo postar aqui não só estórias de sexo, mas uma família rodeada por sexo e por mais amor ainda, com suas crises e suas histórias de superação!

Parte imensa e importante de minha vida está relacionada às minhas relações intra-familiares - os casos de incesto - mas este relato não o tem como base central como, logo, verão.

As pessoas e minha família aqui são contadas à época deste fato com minha Hannah, se eu não indicar "ao longo dos anos", o que significa até a data de publicação desse relato.

Sem delongas...

Minhas primeiras crias com Sarah, as trigêmeas Rebecca, Esther e Hannah, sempre foram cópias fiéis uma das outras e, por fim, de sua mãe. Contei do acidente que me levou meu coração: Rebecca. Nunca me acostumei à sua ausência e ainda choro sua falta.

Fiz Esther minha como já contei aqui. Não sei se melhor seria dizer que Esther me fez seu macho. Seja de uma ou de outra forma, ela é minha; me pertence; é minha propriedade, fêmea, escravinha por sua opção, mãe de muitas crias lindas minhas ao longo dos anos.

Hannah, porém, ficou mais distante de mim. Não que ela não passasse tempo comigo ou não gostasse de estar comigo, mas ela mantinha a postura de filha, coisa que eu apreciava muito, já que não esperava nem desejei tanto incesto em minha vida.

Não falo isso por arrependimento. Se nascesse novamente, faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito.

Gostava de passar horas com Hannah falando de escola, namoradinhos, os negócios da família de que ela é herdeira e que aprendeu desde muito cedo a lidar. Ela é muito inteligente e tem respostas afiadas na ponta da língua.

Ela me levava para fazer compras no shopping quando não o fazia com Sarah. Eu confesso que nunca gostei desses programas, mas observar do trocador sair uma versão cada vez mais linda de Hannah me enxia os olhos. Era difícil identificar se era ela ou Esther. Não sei dizer sobre Rebecca, já que a idade não me permitiu esse privilégio. Eram fisicamente e na aparência iguais, exceto o olho de mulher que Esther desenvolveu quando se iniciou comigo.

Mas Hannah era toda carinhosa, inocente e pura comigo, de um jeito que pensei que minhas crias seriam. Ela estudava o Tanach comigo por horas e fazia questões religiosas, filosóficas e me desafiava muito, o que me divertia; daí mudava as minhas perguntas pelas suas respostas só para ela repetir as minhas respostas que havia dado antes! Rs.. Ao perceber, ela me dava um tapa no braço e dávamos muitas risadas juntos: muito esperta e pura ela era.

Ela sempre foi pura e profundamente judia. Ela nos fazia guardar os Shabbat, acendia as duas velas e esperava eu terminar a oração, partir o pão e dar o vinho e me levava para os eventos na Sinagoga, onde eu tinha e tenho profundo respeito pelo Rabbi e outros. A despeito da igreja evangélica em que Sarah e eu antes atendíamos e que perdemos a liberdade pela nossa união, o Rabbi e a Congregação Judaica sempre nos receberam sem tratamento especial, simplesmente como judeus, com muito amor. Mamãe era judia de mãe judia, então eu e Sarah somos judeus de berço.

Aquela Congregação Judaica é uma grande família, imperfeita, mas muito amada e, considerando sermos judeus natos ou "de nascimento" como expliquei, tal relação nos permite um contato naturalmente mais profundo e amistoso que com cristãos da igreja que íamos por causa de papai, sem dizer isso aqui como crítica ou receio aos cristãos, mas uma simples realização do reconhecimento das nossas raízes.

Minha aproximação no judaísmo era mais forte por Hannah, minha alma judia, outro fragmento amado e a parte mais religiosa do meu coração.

Ela me questionava sobre as minhas fêmeas e falava que havia lido sobre isso e, segundo o que aprendeu, não era pecado pelas definições de Noé, nome que eu herdei. Ela entendia, aceitava, respeitava e fazia várias perguntas para sua irmã e mãe.

Um dia, secretamente ouvi ela perguntando sobre mim para Sarah. Sarah contou nossa história desde o começo, como ela foi gerada, o amor incondicional que ela sentia por mim e tudo mais. Perguntou o mesmo para sua irmã Esther, que lhe contou tudo também, diante dos olhos arregalados de Hannah.

Percebi que ela mudou um pouco comigo. Estava mais melosa, apegada, carinhosa. Chorava quando eu não a levava à Sinagoga e passava horas comigo, cavalgando (ela também é uma amazona nata) ou no lago, me tentando, confesso, em seu corpinho perfeito com seu biquine branco que ficava transparente após molhado, e fazendo churrasco ou cuidando do gado.

Ela e toda a minha casa adoravam quando eu fazia pão como contei e, se Esther guardava meio pão para mim, Hannah me ajudava e cuidava das fornadas Kosher que distribuia em nossos Shabbat. Ela me fazia e faz um homem feliz, melhor.

Um dia ví um rapaz chegando de carro na sede. Falei aqui dos guardas armados que tinha e logo três cercaram o carro de modo estratégico. O guri saiu do carro vestido de terno preto e camisa branca, usando um Kippah, totalmente assustado. Era um guri judeu ortodoxo e veio falar comigo e, se eu permitisse, com Hannah.

Sarah viu e dispensou os guardas, recebendo o guri. Ofereceu água, chá e pão, o último Kosher, dados por Hannah. Sabendo ser Kosher, ele aceitou e comeu e conversou longamente com Sarah até que eu decidi me fazer presente e levá-lo ao escritório. Para o momento, pús meu chapéu preto em respeito ao guri.

- "Shalom, Sr. Noah!"

- "Shalom Alechein, Joshua! O que o trás a minha casa, guri?"

O pequeno suava espasmodicamente com seu terno preto. Mandei-lhe tirar o paletó e se sentar a vontade.

- "Sr. Noah. Conheço o senhor e a história de sua família. Sei que o senhor não é orthodoxo mas o é ao mesmo tempo (?!). Todos temos dificuldade em explicar exatamente sua história e nos contentamos em lembrar de seu precursor Noach para terminar as questões".

- "Joshua. Espero que não tenhas vindo à minha fazenda discutir minhas relações familiares. Espero que não tenhas vindo justificar tuas expectativas ou extravasar tuas dúvidas. Espero que não tenhas vindo aqui me fazer perder meu tempo. Torno a perguntar: o que o trás à minha casa?"

O guri perdeu a voz por alguns minutos. Tomou toda a água e chá que lhe foram oferecidos e passou a tentar controlar sua respiração.

Eu confesso que estava me divertindo em ver sua reação e abri um livro que sugiro a todos que lerem esse relato ler: "The Knowing Heart" de Kabir Helmiski.

Ele observou que minha atenção estava aparentemente desviada ao livro e tossiu seco. Disfarcei não dar atenção até que voltei meus olhos diretamente para os dele e repeti:

- "Filho, o que te traz aqui hoje?"

- "Sr. Noah. Tenho muito orgulho e respeito quando o vejo na Sinagoga."

- "Veio até aqui para elogiar minha eloqüência no Tanach?", perguntei divertido.

- "Sim! Não! Quer dizer, sim! Sim! Mas.. não!"

- "Filho!", bocejei, "Sim ou não? Tomas tua decisão." e, apesar de sério em meu rosto, gargalhava sob minha barba.

- "Sr. Noah. Vim para... porque... eu pensei... para... vim... sim! sim!"

- "Como?", aticei.

- "Sim. É eloqüênte, senhor Noah. Mas vim para falar sobre sua filha Hannah...", acabou a sentença com a voz sumindo, olhando para o chão.

- "Joshua. Tens minha permissão para vires até minha casa falares com minha guria Hannah. Falar, repito! És bem vindo a essa casa enquanto respeitares a mesma. Darei ordens a teu respeito, a fim de que te sejam garantidas tua entrada e saída sem transtornos."

- "Hmmm!.. Hrmmm!.. Arfff.. Ughh...", ele repetia.

Levantei e tomei-lhe nos ombros, pondo-lhe em pé. O abracei e percebi como ele era pequeno e de constituição frágil. Conheço sua família e fazia negócios com seu pai e os considerava da família, então estava feliz por Hannah. Se de um lado o guri era franzino e fraco, de outro era esforçado, trabalhava com computadores, tinha eloqüência visível na Sinagoga, então bom partido para Hannah.

Não ouvi a voz do guri novamente aquele dia. Ele ainda falou com Sarah e, ao sair, falou alguns minutos com Hannah. Sei que as duas voltaram para o escritório perguntando-me se tinha surrado o guri, já que perdera a voz.

Sorri para as duas: "Permiti que o guri venha a esta casa visitar Hannah, seu desejo. Sei que é teu desejo também guria. Já vi a troca de olhares e, o fato de tu não invadires o escritório reclamando, diz-me que tu queres isso. Eu aceito, desde que mantendo o respeito habitual dessa casa."

Hannah pulou em meu colo me beijando no rosto, na boca inclusive e Sarah ficou rindo misteriosamente para mim. Eu estava de chapéu preto, camisa branca e calça e sapatos pretos. Estava "o Judeu", para diversão da minha meia alma. Ao notar seu olhar comecei a rir do jeito que já descrevi fazer, batendo o pé e dando murros na mesa, sendo seguido pelas suas risadas, seguida por Vanessa e Francisca que também em casa estavam. Kamilah estava em visita à fazenda e Renata estava no escritório de contabilidade.

Terminamos que contei o fato e elas aplaudiram a coisa toda, e Hannah estava um pimentão, literalmente, mas sorrindo serenamente também.

Meses se passaram e Joshua vinha à sede duas a três vezes por semana.

Uma noite de quinta, saí para fumar e fiquei na sombra de minha casa para ver meus guardas e olhar nosso céu estrelado. Sempre faço isso escondido para saber como eles estão posicionados e se não dormiram ou algo do gênero. Devemos estar sempre vigilantes.

Ao sair, ouvi gemidos baixos e segui o som, sem sapatos, pela sombra que a varanda faz na casa. Não era muito tarde e vi o carro de Joshua na garagem. Avancei e ví ele atracado à Hannah, na sombra aonde, anos antes, estivera deitado com Renata. Ele a abraçava e a beijava profundamente, sem o chapéu, e tentava puxá-la para seu colo. Ela resistia àquilo, fazendo-me entender que eram as primeiras vezes que estavam mais afoitos e somente observei, sem intervir. Não sou um pai "pentelho": se ela está bem, eu estou bem. Além do mais, estava curioso em ver até aonde aquilo ia.

- "Joshua, se acalma, amor! Por que tu está tão aceso assim? Me deixa respirar um pouco, Joshua!", falava ela baixinho para não despertar a atenção minha no celeiro - como ela pensava - ou de sua mãe no andar de cima da sede.

- "Hannah, te quero aqui, agora. Te quero fazer minha aqui, agora. Não aguento mais esperar e não te possuir, amor!"

- "Não podemos, amor! Pede para papai e casamos! Vamos fazer as coisas direito, Joshua! Nada vai impedir nosso amor, querido!"

Porém o guri não lhe ouvia. Desabotou a camisa de Hannah e levantou seu sutiã, expondo seu seio alvo, firme, macio, com uma auréola rosa e o abocanhou como um bezerro à sua mãe. Ela passou a gemer e tentar empurrar ele, mas ele fazia minar suas forças lhe sugando o seio.

Em seguida, expôs seu outro seio, mantendo o primeiro com o bico preso em seus dedos e mamando o outro. Hannah olhava para cima e, até aquele momento, não sabia ao certo se sua expressão era de sofrimento ou de prazer, então me mantive impassível, mas a distância.

Ele foi descendo, puxando sua camisa para fora de sua saia e beijando e lambendo lascivamente sua barriguinha reta e seu umbigo. Ela o segurava nos cabelos, mas o guri não tinha mais controle e a descobria inteira.

Sem que ela notasse ele desabotoou sua saia que, sendo larga, desceu-lhe por sobre sua coxas alvas e grossas naturalmente, fazendo-a dar um gritinho do susto e da surpresa em estar seminua em frente a ele. Ela começou a falar novamente:

- "Joshua, amor... Shhhh... Ahhhh... Pára, amor! Vamos fazer as coisas direito! Podemos casar em menos de um mês e vou ser toda tua, amor. Mas não quero assim! Shhhh... Ah... Jos.... Ahh..."

Ele enfiou o rosto por entre suas pernas, por sobre sua calcinha branca de rendinha e a chupava lá, dado sua reação. Conforme chupava eu o vi pegar as laterais de sua calcinha e ir abaixando lentamente. Ela, percebendo, segurou sua calcinha com as mãos, evitando ficar nua para ele. Vi ele começar a forçar e dar trancos para que ela soltasse sua calcinha. Em seguida ouvi um grito mais alto: ele lhe mordera a coxa na parte interna e ela soltou a calcinha para por a mão no local. Ele aproveitou e desceu sua calcinha até o chão e se levantou, beijando-a novamente.

Hannah chorava e foi virada de costas de encontro ao umbral do muro. Ele a empurrou com a mão em suas costas, fazendo-a inclinar e projetar sua bundinha para ele. Em seguida, com sua outra mão foi abrindo o zíper de sua calça e retirou um membro médio de dentro.

Agora minha filha começou a chorar alto:

- "NÃOOOO!!! Joshua!!! Não faz isso!!! Eu quero ficar virgem para o nosso casamento!!! Não me viola, Joshua!!!! Se quiser eu te chupo, mas não me penetra Joshua!! Não desgraça minha vida!!! Assim eu não quero!!!!"

O guri, então começou a tentar se posicionar para penetrar ela, que rebolava para evitar o encaixe. Quando ele encontrou o caminho, ela parou de se mover e só chorava alto, percebendo que nada mais poderia fazer para evitar perder sua virgindade naquele momento. Vendo que ela estava cansada e chorando, rendendo-se e parando de lutar contra seu algóz, ele encaixou seu pinto na sua grutinha e foi com as duas mãos em seu quadril para lhe estocar e violar seu sexo.

Eu passei a me mover rapidamente pelas sombras quando ouvi seu sonoro "NÃOOOO!", logo vencendo a distância entre nós. Cheguei e intervi: dei um chute por trás que ergueu o guri do chão, por entre suas pernas, que o fez desmaiar de dor. O tomei pelo pescoço, desmaiado, e o arrastei para fora da casa.

Chamei Maurício, capataz responsável pela sede naquela noite, e lhe ordenei que levasse aquele lixo para sua casa e que atirasse nele para matar se o visse, em minhas terras, novamente voltar.

Nunca mais vimos Joshua. Falei com seus pais e contei-lhes a coisa toda. Eles mudaram de cidade duas semanas após um escândalo maior com uma pequena ainda mais novinha que Hannah.

De novo, não sou um pai "pentelho": se o guri tivesse seduzido com carinho minha pequena, fazendo-a entregar-se aos poucos e por sua vontade própria, eu não teria intervido. Crio filhos e filhas para o mundo, não para mim!

Confesso que até um pouco de tesão eu tive durante a sessão de beijos, logo antes da agressão começar. Mas não dá tesão ver agressão!! Não aceito: ponto!!! Tomar por violência, eu intervenho de pronto e não entendo as mentes doentias que sentem tesão em estupro ou agressão não consentida!!!

Levei Hannah nua como estava em meu colo para sua suite, chamando por Sarah.

Ela chorava profusamente e confesso que nunca vi uma beleza tão grande como a dela mas, naquela hora, minhas preocupações e atenção como papai dela estavam à flôr da minha pele suada e têmporas inxadas de ódio.

Banhei-lhe na banheira por um bom tempo, lavando todo seu corpo e o esfregando forte para ela sentir estar limpa de todos os toques que recebera, usei xampoo em seus longos e loiros cabelos e massageei suas costas, braços e ombros para dar-lhe novas lembranças de toque, enquanto ela fazia somente chorar, soluçar e perguntar:

- "Por que, papai? Por quê?".

- "Acabou, minha filhinha... Acabou... Papai está aqui, agora, contigo, pequena! Papai estava junto de ti antes e jamais deixaria alguém fazer mal à minha prendinha amada! Relaxa, guriazinha querida... É papai te tocando agora..."

Eu estava muito irritado, nervoso, e sentia as lágrimas correrem de meus olhos, lamentando não ter matado o guri ou, ao menos, o capado. Estava preocupado com possíveis traumas na minha guria.

Sarah acordou e veio correndo, assustada, ver o que tinha acontecido.

Tirei Hannah da banheira e lhe entreguei a Sarah, que lhe secou, a vestiu e levou para dormir em sua cama. Naquela noite Sarah não dormiu vendo Hannah aos prantos, sentindo-se suja.

Dia seguinte Sarah me contou tudo. O guri queria ela mas não queria mais se casar, por isso tomá-la naquela noite. Sarah não se perdoava em tê-los deixado sozinhos, mas ele já vinha à fazenda muitas vezes e ela estava tranquila, acreditando na honestidade de ambos.

Depois, descobrimos que ele engravidara a outra pequena mais nova que citei de uma outra Sinagoga na cidade vizinha; Hannah ficou inconsolável por semanas, caindo em depressão profunda.

Muito triste isso, mas a pequena que engravidou e foi abandonada por Joshua, terminou comentendo suicídio após fazer aborto. Uma vida tão nova, tão feliz, tão cheia de planos e esperança, acabando por optar pelo aborto e, sem conseguir se perdoar, pelo suicídio... (Muito triste!!!! Sem palavras!!!!)

Foi duro ver minha guria, antes tão cheia de espírito, vida e disposição, com um amor e coração tão imensos, bondosa e piedosa como somente sua mãe Sarah era, rapidamente definhando, sem se alimentar, vomitando sangue pelas varizes em seu esôfago e tomando anti-depressivos fortes, acamada e chorando sempre que acordava, literalmente morrendo já que seu corpinho era magro e ela perdera quase 15 kilos!!

Ao lhe darmos banho, Sarah e eu víamos seus olhos sem cor, os ossinhos por sob a pele esticada, os seios secos, murchos e sem vida, o pescoço fino com ossos aparentes, as coxas finas bem separadas pelo seu quadril mais largo pela puberdade, com joelhos ossudos aparecendo e suas costelinhas super visíveis... Ela tossia e começava a vomitar sangue e víamos sangue escorrer de seu ânus e sua vagina, já que ela não menstruava mais e tinha varizes no intestino baixo e em seu útero, tudo produto de sua depressão profunda. (Não sou médico! Sei disso por Sarah, que review esse relato antes de eu publicá-lo!)

Eu e Sarah nos olhávamos e chorávamos juntos.

Simplesmente eu ODIEI essa fase dela que afetou nossa família inteira e meus funcionários!!!

Mas minha família é guerreira! São fragmentos do coração e corpo do filho de Apolo e Ares - eu - então guerra e fogo correm pelas minhas veias e de cada um deles, natos ou inatos!

Começou nossa reação!!!

Estherzinha lhe visitava todos os dias para falar dos casos das fazendas e dos negócios, pedindo sua opinião sempre e tomando decisões em conjunto com sua maninha e que, de fato, levava à cabo, após eu endossar. Quando Hannah tossia e fazia que ia vomitar, Esther pegava o baldinho ao lado de sua cama e simplesmente punha para ela vomitar. Perguntava: "Acabou?". Tirava o balde e voltava aos assuntos das fazendas e dos frigoríficos e os contratos internacionais, ignorando qualquer limitação de Hannah.

Esther, Judia nata, voltou à Sinagoga após esse evento. Ela não se sentia muito confortável pelos fetiches dela, mas a convenci que ela era Judia quer quisesse ou não, então ela abraçou nossa Fé. Também ponderei que ter fetiches e vontades sexuais não a tornava suja ou inepta. Era simplesmente quem ela é, sem dano à sua fé ou sua personalidade.

Os outros irmãos mais novos de Hannah sempre vinham conversar e brincar com ela, oferecendo uma flor de cor mais exótica, um tatu roxo (nunca vi um assim! Rs! Coisa do Matheus, meu muito amado guri mais velho com Sarah!), um trêvo de quatro folhas, uma abelha e até um louva-a-Deus (Hehehe!! meu guri caçula, Luccas, foi o primeiro a lhe arrancar um sorriso alto ao mostrar o inseto em seu dedo! Rs! Negrinho como o pai, passava horas dormindo ao seu lado, segurando a mão que estava livre do acesso venoso e beijava ela sem parar!).

A despeito dos irmãos que saíam chocados com Hannah, Luccas perguntava porque o "saco de água" e se ficar com injeção no braço dela doia tanto quanto no bumbum... Hannah olhava para ele e começava a lacrimejar. Ele fazia subir em sua cama hospitalar que adaptamos em sua suite e se deitava sobre ela, chorando em seu peito até ambos dormirem. Meu guri Luccas era puro coração, alma e sentimento.

De fato, meus dois guris são puro amor, força, raiva, ódio, fome, alegria e risadas sem limites, como o papai e a mamãe deles. Ví Luccas, um dia, limpando a espingarda .22 antiga que eu usava quando era guri e quase matei Renatinha do coração e fiquei preocupado e curioso:

- "Papai! Se alguém vier fazer mal à maninha Hannah ou à mamãe e às titias eu mato ele, pai! Pega as 'balas' pra mim, papai?". Ele tinha olhos de fogo e sangue, meu lado "Ares" em seu corpinho.

Sorri.

Pedi ao Teixeira para andar com o guri e mostrar o que armas são e ele ficou assustado mas continuava até tarde da noite sentado nas escadas da sede limpando sua espingarda que acabei por lhe dar de presente.

Os capatazes ficavam juntos ao portão da sede para saberem novidades da "senhorinha" a quem muito amavam e lhe mandavam bolos e flores.

Ouvi o capataz Maurício que estava de serviço nas redondezas da sede se culpar por não ter "desligado" Joshua ou não ter percebido a coisa toda na varanda a tempo de intervir. Ele chutava a cerca entre os outros capatazes e falava com voz de chôro:

- "Não cumpri minha missão pr'essa famía que 'dóru tanto! Eu éru o guarda da sede e falhei com senhorinha e o patrão Noé e ela vai morrê por minha falta di visão e tutano!"

Os outros olhavam para ele mas não o consolavam, ressentidos. Eu vi um outro capataz, o Teixeira que falei, quase tão brabo quanto eu e extremamente forte e fiel à mim e à minha família deixar um revólver .38 engatilhado na frente do Maurício e sair andando. Percebi a sugestão velada "te arrependes? Resolves isso agora!" e intervi, tomando a arma da mão de Maurício, o e levantando.

Sobre Teixeira, eu o levava para beber pinga junto. Brincávamos de braço-de-ferro e eu deixava o Teixeira puxar meu braço até perto da mesa, para puxar e trazer seu braço musculoso ao meio e, em seguida, lhe vencer em um único empurrão. O moreno era forte porque quase faço metade da força que tinha no braço. Meço "a metade" pelo esforço que fazia que, realmente, não era nenhum, mas mais que com os outros. Ele me respeitava muito e dizia que "meu patrão é um deus mesmo. Nunca vi homem algum me vencer com um único sôco no braço! Quase me arrebenta o braço, aquele homem... Sou seu funcionário pra vida toda!"

Repreendi Teixeira e o Maurício juntos.

Levavam o nome de Hannah ao Padre, pedindo por ela e acendendo velas pela guria.

Fato é que Hannah tratava a todos com um profundo e tremendo amor, de modo que de todos era ela amada como se fosse filha de cada um deles!

Minhas fêmeas todas, tão mães de Hannah quanto a própria Sarah é mãe das minhas outras crias, queriam cuidá-la e faziam como podiam. Até hoje elas reagem do mesmo jeito: a filha de uma é filha de todas, sem exceção.

Vanessa - enfermeira padrão altamente competente, agora chefe de enfermagem da área cirúrgica de um grande hospital da região - era responsável por pegar a medicação, já que eram remédios tarja preta, muito controlados. Também costurava roupas novas para Hannah, que perdia pêso rapidamente e ela não queria ver sua "filha de criação", como assim a chamava, envergonhada com roupas "de espantalho", suas palavras.

Francisca fazia todas as rezas Judaicas, três vezes ao dia, com Hannah e, as vezes, com Esther também. Francisca havia recentemente se convertido e batizada Judia como Rute o foi séculos antes. Seu Antônio ficou totalmente perplexo e feliz ao mesmo tempo, agora com uma filha Judia. Por ser Judia, Francisca fez nossas 3 crias Judias e Judeu. Ela conversava horas sobre filosofia, ensinamentos que aprendia na Sinagoga e buscava palavras de esperança à guria. As princesas Negra e Loira juntas, coisa linda de se ver.

Kamilinha ajudava na medicação, mas em ministrá-las à Hannah e chorava, ficando muito abatida em dar aqueles remédios fortes àquela que docemente chamava de "sobrinha" ou, mais comumente "maninha". Ela mudava a bolsa de sôro e a medicação de sua "maninha". Saia devastada do quarto e "escorria" pela parede, indo parar sentada no chão chorando muito, sem som, perguntando: "Por que, meu Deus, por quê?". Nunca vi Kamilah tão devastada assim e aquilo foi o fator para ela se converter e ser batizada Judia também, fazendo nossas crias Judias e Judeus que nasceram ao decorrer dos anos.

Renata visitava Hannah todos os dias. Trazia as fofocas das novelas e tablóides e contava as coisas que sabia das vidas das outras pessoas. Renata trazia panos brancos limpos com água morna e limpava a testinha de Hannah enquanto falava com ela. Também fazia uma lista imensa dos guris que gostavam de Hannah mas não falava sobre aquilo, já que temia deixar a pequena mais infeliz. Renata era alma e coração: após as visitas de Hannah, ela pegava sua montaria - sim, aprendeu a montar - e saia ao pasto e chorava alto, arrancando trigo do chão e jogando por sobre sua cabeça! Ela gritava "Por que minha filhinha Hannah, Senhor?!! Por que minha filhinha Hannah e não eu??". Eu mandava meu capaz sempre seguir ela para evitar dela fazer besteira, se perder ou cair, Argemiro, e ele mantinha seu olho à distância e voltava me contando sobre sua dor. Argemiro a impediu de cometer suicídio por duas vezes pela angústia de Renata. Para Renata, Hannah e meus outros filhos e filhas eram seus, sem variação ou mudança. Renata é, sem dúvida, a maior "mãezona" que eu jamais vi entre todas as minhas fêmeas.

Finalmente, Júlia, ainda com 20 anos no tempo que isso ocorreu, também via todas as minhas crias, sem exceção, como suas: abandonou a cozinha industrial e passou a fazer só alimento Kosher. Ela falava à Dona Joanna:

- "Quero cozinhar o que a senhorita Hannah se alimenta! Me deixa aprender a cozinha Judaica pra servir ela ou a Senhora me dispensa do teu serviço, Dona Joanna!", falava entre lágrimas e chôro alto, ao que Joanna assentia e Sarah sorria.

Sarah sempre soube do relacionamento mais ou menos secreto que eu tinha com Júlia que iniciara após alguns mêses desse relato com Hannah. Ela aprendeu um livro gigantesco da culinária Judaica só para dar uma variedade de legumes, grãos, carne, sólidos e derivados de leite somente Kosher à Hannah e foi muito elogiada e aprovada pelo meu Rabbi Michael. Falo mais sobre Júlia no capítulo dela.

Por minha vez, comecei a tirar Hannah de casa sempre que podia e, aos poucos e, principalmente, por causa de todo esse esforço comum de minha Casa e minha Família, a pequena foi superando o acontecido.

Eu comia sempre junto dela e dava comida em sua boquinha. Sarah - a despeito das cozinheiras que tínhamos e de Dona Joanna que chorava sempre que via Hannah, já que a tinha seu chodózinho - pessoalmente lhe preparava arroz com frango ou codorna cozidos e fritos que depois desfiava para ficar mais fácil à mastigação e digestão, com batatas assadas no azeite, feijão romano cozido e espremido e saladas de alface, espinafre ou rúcula cortadas bem fininhas e pães em fatia.

Todas as nossas refeições são com pão, sem exceção.

Minha Sarah é cozinheira sem igual e cozinha Kosher e não-Kosher com a mesma perfeição para orgulho de Dona Joanna. Ela também pegou licença do hospital em que fazia sua residência em cirurgia para dar maior cuidado à sua guriazinha.

Toda a comida que dávamos à Hannah, Esther, Francisca e Kamilinha era Kosher, as vezes preparada por Francisca ou Kamilah quando não o era por Sarah, e o Rabbi fazia-lhe visitas todas as semanas já que ele havia apresentado o guri à Hannah sem que eu soubesse e também estava traumatizado pelas duas pequenas.

Apesar de Hannah vomitar no começo pelo tempo em que passou em jejum - sendo limpada por mim e por Sarah - aos poucos voltou a aceitar o alimento que lhe oferecíamos.

Eu não deixava Sarah lhe dar, já que era uma coisa que eu mesmo queria fazer e, de algum modo, me culpava em não ter intervido antes. Coisa da minha cabeça, já que sua dor era relacionada também a outra guria e não somente à agressão física quase consumada, mas podia ter parado quando o vi forçar sua calcinha para baixo: me odeio por isso... De outro lado, me segurei muito para não ser o pai "sufocante": já que vi casos semelhantes que as gurias acabaram fazendo escondido, com resultados ainda piores.

Finalmente, sempre dei comida da minha boca às minhas crias, sem exceção: meu jeitão mesmo.

Ela ia dormir no celeiro comigo todas as noites sem exceção.

Eu a levava no cólo, de seu quarto na sede para minha cama no celeiro. No começo, tinha que fechar as válvulas do acesso venoso em seu braço; depois, não mais, graças a D-us.

Eu a abraçava com carinho e cuidado de pai e ia andando calmamente com aquele anjinho nos braços, sem sentir seu pêso, sob o olhar atento de Sarah, Renata e suas outras mães e do capataz em serviço da sede. Ela ficava alisando minha barba, olhando em meus olhos, durante o percurso e sentia seu corpinho totalmente entregue e relaxado em meus braços.

Após a coisa toda, refiz a estratégia de segurança da sede e, agora, mantinha dois capatazes em seu círculo interno, dado o tamanho da construção e de minha família. Teixeira é o Capataz Mestre e mandava embora qualquer outro que dormisse em serviço ou não estivesse de prontidão 24x7.

Ao chegar, a sentava numa cadeira com uma mesinha meio que improvisada que Sarah ou Júlia abasteciam para nossa ceia. Servia-lhe a ceia com pães, uvas, mamão picado, damascos, queijos com doce de leite e goiabada e leite de cabra quente, tudo das nossas fazendas e escolha de Júlia, sob supervisão de Sarah. Júlia e Sarah são, hoje, o melhor exemplo de irmãs que eu conheço, puro, íntimo, generoso, total e terno.

Comíamos juntos e eu dava todo o alimento em sua boquinha, com ela me olhando com seus profundos olhos azuis, quietinha, e ela comia tudo que eu lhe ofertava, sempre esperando com os olhinhos em mim e sua boquinha aberta. Quando era a casca do pão, mais seca e dura, eu mordia e mascava antes, deixando-a molinha com minha saliva (não melecado e nojento, lógico!), daí tirava da minha boca e dava em sua boquinha, que já fazia me esperar abertinha e ela mastigava e engolia como eu lhe dava, olhando-me diretamente nos meus olhos todo o tempo, sem desviar sua atenção.

Limpava sua boquinha com os guardanapos ao final, ainda sob seu olhar atento a cada gesto meu. Por último, dáva-lhe o leite quente de cabra e eu amava ver seus olhinhos piscando de sono, ainda que focados em mim, após sentir o conforto do líquido quente.

Depois a levantava no colo e a levava para fazer xixi no banheiro e lhe limpava no começo, quando ela não podia se encurvar por ter dores no corpo, com suavidade para não lhe assar a pele da vagininha, levando-a, em seguida, para a cama. (Falei vagina no diminutivo porque, perto da minha mão, aquilo era um "rasguinho"... Rs...)

Eu a tomava nos braços novamente, levava para a cama, tirava sua saia, camiseta, sutiã para não machucar seus seios com a armação de ferro e sua calcinha e lhe vestia com sua camisolinha de seda e uma calcinha de algodão limpas que Sarah ou Renata sempre punham no celeiro, diariamente.

Então deitávamos juntos, com ela com o narizinho enfiado nos pêlos negros do meu peito e sua cabecinha apoiada em meu braço e eu lhe contava estórias da minha infância, beijando seus cabelos loiros, até ela babar em meu braço.

Em meu celeiro não há televisão ou nada moderno. Mantenho meu radinho à pilha desde que era guri e eu o ligava para dormir, isso quando Hannah não pedia para dormir somente com o barulho dos insetos noturnos e do gado invernado.

Houve muitas músicas que eu podia chamar de "tema" desse período com Hannah dormindo comigo, mas essa me marcou mais, do Zeze e Luciano, "Saudade", com parte em Espanhol. (http://youtube.com/watch?v=9rtcXmhN6ds).

A canção me marcou porque um dia Hannah deve ter sonhado com alguma coisa ruim e se agarrou nos pêlos do meu peito com mais força, balbuciando alguma coisa que não entendi, com o narizinho enfiado no meio dele, e foi soltando aos poucos, voltando a dormir sem, contudo, mover seu narizinho do meu peito. Seja o que for que a assustou, o contato com meu corpo lhe devolveu sua segurança. Isso me marcou.

Era uma anjinha machucada, com asinhas quebradas e o corpinho ferido, que recuperava as forças e sarava dos machucados respirando meu cheiro, nos pêlos de um sátiro, seu guardião, protegendo-a contra o visível e invisível.

Era lindo ver aquela pequena estátua grega branquinha com o rostinho enfiado em meus pêlos negros, sobre fortes peitos musculosos morenos, respirando calma e profundamente. Um contraste lindo de minha filhinha branquinha em seu papai moreno, duas vezes maior que ela, ainda sim totalmente entregue e segura em ser protegida. Acho que todo o pai precisa sentir isso.

Quando adormecia, continuava com seu narizinho afundado nos meus pêlos e respirava profundamente. Eu dormia mas tenho sono super leve e acordava muitas vêzes com medo de sufocar ela com meu pêso. Quando me mexia, ela fazia arrumar a cabecinha no meu bíceps e voltar a afundar o narizinho no meu peito, dormindo tranquilamente.

Eu tenho a temperatura do corpo muito alta por conta de meu metabolismo muito acelerado, então eu cobria a pequena, mas seu contato com meu corpo a fazia suar muito, de modo que sua camisola e calcinha ficavam ensopadas de suor todas as noites. Ela ficava bem e muito suada, mas não afastava do meu corpo e buscava um contato maior, suando mais, mas se sentindo protegida e eu a abraçava e deixava ela se recuperar em mim.

Quando ela acordava, eu a enrolava em um lençol para ela não tomar friagem com o corpo e roupa suados e dava um banho nela, colocando sua roupa novamente. De novo, ou a Sarah ou a Júlia serviam o breakfast e eu fazia a mesma coisa que a supper e data todo o breakfast em sua boquinha, agora de olhos bem acordados e atentos nos meus, sem se desviar, e ela aceitava o que eu oferecia integralmente, sem olhar, com a boquinha aberta e babando, e ela começou a recuperar sua força, peso e corpo, usando menos medicação. Após seu breakfast, eu a levava de volta ao seu quarto para os cuidados médicos de sua mãe e mães.

Naquele período nenhuma de minhas fêmeas vinha ao celeiro, respeitando nosso amor e a recuperação da pequena. Eu as possuia em outros locais como na sede ou no pasto. Confesso que minha fome sexual estava imensa e deixei Sarah e minhas outras fêmeas realmente mancando abertas.

Ao final de seis meses, meu amor e o de nossa família por Hannah e vice-versa se solidificou muito mais.

A guria deixou dos remédios, com a alimentação que lhe dávamos, ela recuperou suas forças e pêso e seu corpo voltou a ser estonteante como o era antes.

Toda a minha casa estava, de novo, feliz e os capatazes sorriam ao verem Hannah cavalgando em sua égua pelas nossas terras! Ela voltou ao seu quarto na Ala Sul da sede e não dormiu mais no celeiro. Confesso que senti falta.. Rs...

Os capatazes a seguiam à distância, mas ela lhes passava em muito e estava, de novo, livre!

Um dia ela me chamou para ir ao lago nadar e aceitei de pronto. Fomos. Fiquei de sunga e ela de biquine completo, vermelho dessa vez. Que corpo lindo Hannah tem!

Nadamos e brincamos muito na água. Ainda dentro da água, ela começou a conversar e me perguntou das minhas fêmeas e como era ter aquele tipo de relação.

Expliquei que era normal como qualquer outra, cheio de amor, responsabilidades, conversa, filhos, frutos de tal amor, e uma entrega total.

Ela sorriu: "Papai. Não entendo como o senhor não enlouquesse em ter que cuidar de seis mulheres!".

Sorri, dando, de novo, a famosa "de louco": "Seis, filha? Como assim seis?". Eram sete! Rs

- "Papai, usa os dedos: mamãe, tia Vanessa, tia Kamilah, tia Renata, tia Francisca, minha maninha Estherzinha e acho que vi alguma coisa com a Júlinha também!". Ok: ela sabia de Júlia, a sétima...

Corei: "Tu vês coisa demais, pequena!...", respondi sorrindo.

- "Tu amas a todas do mesmo jeito, pai? Como é ter tantas mulheres e tantos filhos assim?"

- "Amor. Minha alma gêmea é tua mãe. Eu a amo de modo único, ímpar, sem comparação. As outras são meus amores, muito amadas mesmo, só não como tua mãe. A vida trás coisas boas e ruins em nosso caminho. Acho que minha vida teria sido muito pobre e incompleta sem todas elas! A seu modo, cada uma delas trás um colorido em minha vida e me completa."

- "Pensa assim amor: a maioria dos homens escolhe uma cor do arco-íris. Papai prefere o arco-íris todo com tua mãe como o Sol!", e comecei a rir da minha analogia extremamente engenhosa! Rsss

- "E filhos, papai? O senhor tem mais que 30 filhos!"

- "Amor. Filhos são bençãos sempre! Não é o número que importa, mas a capacidade em educá-los pessoas de bem para o mundo, preparadas para tomarem as decisões corretas e construir uma humanidade mais justa, honesta, correta! Quem me dera ter 100 filhos!", falei rindo do exagero ante os olhos arregalados e desejosos de Hannah que não entendi naquele momento.. Rs!

Ela riu junto e ficou calada. Passou uns minutos, ela me pergunta:

- "O senhor já me desejou como mulher?"

Engasguei com água ao ouvir a pergunta mas rapidamente me recuperei e olhei profundamente para seus olhos azuis.

- "Amor. Papai te deseja exatamente como és! Não precisas ser minha mulher para eu te amar e desejar mais que já faço! Tu és minha vida e minha mulherzinha também!"

- "Sei disso, papai!! Eu sinto teu amor por mim e ainda mais quando aconteceu tudo com o Joshua."

- "Me lembro do senhor me dando banho, me limpando, me alimentando na boquinha, me fazendo dormir consigo no celeiro e meu narizinho enfiado nos teus pêlos, te respirando para dormir, até trocando minha roupa e me levando pra fazer xixi, me cuidando com muito amor e carinho e eu só consegui me recuperar depois do senhor ficar mais pertinho de mim."

- "Eu nunca me senti tão amada como me senti vivendo com o senhor. Teu cheiro me fazia esquecer todos os medos e receios em saber que tinha um gigante cuidando de mim que era meu papai. Meu papai é meu homem e vai me proteger sempre, pensava. Eu adorava comer da tua boca, com a comida com o teu gosto. Eu ficava olhando o senhor nos olhos porque me sentia toda sua, toda protegida, toda amada e amava o senhor também."

- "Mas tenho um segredo para te contar, pai."

- "Diz, filha! Não há restrições a nada entre nós, amor."

- "Eu queria ser como a Estherzinha é com o senhor. Só não consigo, mas queria ser igual ela... Ouço ela falar do senhor e vejo como ela fica após vocês ficarem juntos e queria me sentir assim também, pai... Vejo a marca na nuca dela e queria ter uma assim... O senhor ainda gosta de mim depois de eu te contar isso, papai?"

Sem palavras, saí da água com ela no meu colo e a beijei com muito amor, ainda em meu colo. Falei:

- "Amor. Eu te amo tanto quanto amo Estherzinha ou a mamãe! Tu és minha vida, Hannah. Nunca duvides disso. Sem ti, não há existência possível para mim, amor!"

Ela me olhou nos olhos e beijou minha boca, primeiro bem levemente que quase não senti; depois mais profudamente, daí passando sua língua na minha e me sentei na areia com ela no colo, grudado em sua boca.

Senti sua mãozinha fazendo carinho no meu peito e pêlos molhados enquanto ela me beijava. Era um beijo violento, não sensível, mas ainda doce ao extremo e cheio de sentimentos e eu lhe deixei fazer o que ela tivesse vontade.

Ela desceu a mãozinha a caminho de meu membro e lhe segurei o pulso. Não queria aquele envolvimento com nenhuma outra guria e, muito menos, com Hannah, mas ela me beijou mais intensamente e me empurrou para me deitar de costas na areia. Em seguida levou sua mãozinha para dentro da minha sunga e, de novo, fui traído pela porra do meu tesão insaciável.

Ela retirou meu membro da sunga e ele começou a crescer rapidamente. Já não abarcava nem metade de sua grossura e fazia movimentos suaves segurando ele na metade do membro. Eu suspirei, me rendendo àquele carinho e a trouxe para cima de mim, fazendo-a soltar um pouco meu pinto. Ela voltou a me beijar, levantou-se, retirando as duas peças de seu biquine e voltou a me beijar.

- "Papai é um gigante mesmo... Bem que Estherzinha falou que ficou toda aberta contigo, pai..."

Aquilo parecia um anjo do sexo feminino sobre um sátiro pobre gigante. Ela tinha que escancarar suas pernas para poder estar no meu tronco e seus joelhos não tocavam a areia ao lado de meu corpo, ficando no ar.

Ela beijou e mordeu meu pescoço e foi me beijando o peito, quando eu senti seu sexo em cima do meu membro. Ela parou alí e ficou beijando meu peito e rebolando no meu membro.

Não dava para evitar lembrar que sua mãe e irmã fizeram a mesma coisa, exatamente do mesmo jeito, mas Hannah não quis assim.

Ela saiu de mim e segurou meu braço, deitando-se de costas, fazia força para eu subir por sobre seu corpo. Ela não teria conseguido me puxar, dado meu tamanho e peso, mas vendo aquela ninfa deitada me deu um tesão tão grande que não pensei mais em evitar aquilo que ela buscava.

Tirei minha sunga antes de me levantar e ela ficou olhando para os meus olhos somente. Não encarou uma só vez meu membro após seu breve comentário. Tinha olhos destemidos e apenas me aguardava deitar sobre ela, segurando meu braço com sua mãozinha.

Fui para ela e tomei seus seios macios, com auréolas rosas e vi aquele corpo perfeito, sem marcas, totalmente branco, com os detalhes rosas, olhos profundos azuis e cabelos longos loiros por sobre a areia. Coloquei na boca e suguei com força um a um mas sem marcá-los, mordi os mamilos somente raspando os dentes. Era um anjo embaixo de mim, não uma mortal!

Deitei-me sobre ela e ela me puxou para me deitar entre suas pernas. Em todo o tempo ela manteve seus olhos nos meus, sem perder o contato direto. Eu passei os braços embaixo de suas pernas e as trouxe para cima, deixando-lhe o sexo ensopado todo exposto e arregaçado. Procurei com meu membro achar sua vagina e ela desceu a mãozinha, levantando um pouco seu ombro, apoiada no outro, para me arrumar em seu lugar mais íntimo.

Encaixei e olhei profundamente para seus olhos azuis.

- "Amor.. entendas que não há uma segunda vez para a primeira vez e esse é um caminho sem volta. Uma vez que papai entrar em ti, não dá para mudar isso. Não há segunda vez para tua virgindade. Papai é muito grande como tu falastes e vai abrir teu corpo. Tu vais sentir doer e vais sentir teu quadril alargar, forçado. Tu não vais mais ser pura e inocente como és. Tu vais ter que viver com isso para sempre e não haverá como mudar, mesmo se te sentires culpada junto às tuas amigas da Sinagoga, ou quando fizeres tuas preces à Elohim."

Continuei: "Se papai entrar em ti, tu vais ficar alargada e vais me comparar com cada outro homem que tiveres e vais ficar triste e, talvez, não vais mais sentir o mesmo prazer. Tornar-se mulher é difícil; com o papai é ainda mais..."

Terminei: - "Tu não queres pensar sobre isso antes de fazermos, princesa minha, meu coração amado, minha pequena querida?"

- "Papai! Tu ainda não fizestes comigo porque tu não me quisestes. Eu sempre fui tua muito antes da Estherzinha ser! Eu só sou mais tímida e tinha vergonha de abrir meu coração ao senhor e ser rejeitada, mas eu sempre lhe pertenci e ia pedir para minha primeira noite ser contigo antes de com o Joshua."

Com sua voz doce, deu prosseguimento, dizendo: - "Quando tu tirou ele de mim, eu não estava chorando por causa dele, papai. Estava chorando porque queria dar minha virgindade ao senhor e não para ele ou qualquer outro guri, pai! Eu sempre te pertenci e falava isso para mamãe sempre, papai! Eu sou sua antes da Esther ser, mas o senhor cuidava dela mais por conta de sua queimadura e eu fiquei quieta, somente vendo e esperando minha vez, se um dia ela chegasse..."

- "Quando vamos à Sinagoga, eu fantasio me repetindo estar indo com meu esposo, não meu pai. Quando viajamos, eu espero ansiosa as noites chegarem para eu sentir teu calor, teus pêlos e teu cheiro e evito lavar as roupas no dia seguinte para continuar sentindo teu cheiro pai."

- "Posso falar-te a verdade, papai? Sem restrições?"

- "Sim, filhinha! Sempre!"

- "As vezes eu busco no teu cesto de roupas sujas teus pêlos. Eu os tirava das roupas e ficava brincando com eles e cheirando eles. Daí os colocava dentro da minha calcinha para ficar sentindo eles se mexendo dentro dela, na minha pepequinha e eu ficava ensopada sentindo eles, papai!"

- "Eu te amo e sou louca por ti. Só tu que nunca vistes papai! Me faz tua mulher e me dá o prazer que há tanto espero, papai!"

Ok: não esperava tal confissão e a coisa com os pêlos me tomou de surpresa, já que nunca tinha ouvido falar disso antes.

Beijei Hannah com ardor e comecei a forçar a glande em seu sexo ensopado que escorria pela sua bundinha. Sua cor mudou para um rostinho vermelho e seus olhos ficaram mareados, mas ela repetia como em um mantra:

- "Força papai! Entra em mim! Entra na tua menininha, papai! Vem! Me faz tua mulher, paizinho!".

Forcei mais e mantive a pressão e, ao ouvir seu grito alto e chôro contido, senti dor no meu membro e a cabeça foi para dentro de Hannah. Mais uma filha que fiz minha mulher a despeito de minha vontade!

Ela respirava forte e chorava mas, diferentemente da barulheira das minhas outras pequenas que iniciei, Hannah não chorava com voz, somente com lágrimas e o rostinho todo contrito. Em lágrimas e gemidos, ela falou:

- "Enfia mais, papai! Enfia tudo, até o final! Quero sentir como é me tornar mulher com o homem que eu mais amo nessa vida!".

Beijei seus lábios e comecei a forçar mais, sentindo sua bucetinha literalmente rasgar, como se estivesse descolando algo dentro dela a cada estocada, e fiz pôr quase mais de três quartos do meu pinto dentro de seu sexo, até que senti a parede de seu colo do útero e parei.

Ela soltou a respiração e voltou a lacrimejar continuamente, com soluços e gemidos, mas sem o chôro habitual. Não estoquei mais nela, mas via puro amor em seus olhos e os fitava como ela aos meus.

- "Agora eu sou tua, papai! O que eu sempre desejei aconteceu e tu me fizestes mulher, pai! Agora somos um só, papai! Agora tu és meu coração junto com o teu, ambos batendo no meu peito e eu te amo, papai!".

Sentia seu sangue vertendo com algum volume contra aquela areia que viu tantos amores lhe banharem e percebi, apesar de seu imenso esforço em disfarçar, o quanto lhe machuquei seu sexo e seu quadril, já que fazia caretinha de dor cada vez que me mexia, apesar de jamais ter posto meu pêso contra seu corpo.

Com tesão, puxei meu membro para fora e estoquei novamente. Ela abriu a boca em um grande "Ahh" sem som e manteve as lágrimas escorrendo e a cinturinha rebolava, mas sua dôr era visível. Ela punha uma mão na altura de seu útero, certamente me sentindo forçar o cólo dele e as dores que estava sentindo se alastravam por sobre seu corpo a olhos vistos.

Nunca possuí uma mulher mais valente que Hannah! Em tudo só mostrou tesão, paixão e prazer a despeito das dores que sentiu!

Falei que ia sair dela e ela gritou para eu continuar!

Amei Hannah aquela tarde por horas e gozei dentro de seu útero por três vezes. Fiz-lhe mulher comigo por cima, daí a peguei novamente com ela me cavalgando e, em seguida, com ela de quatro.

Fiquei tentado a lhe dar bons tapas naquela bundinha branca linda, mas não queria seviciar minha menina. Foi um amor puro entre homem e mulher, sem fetiches ou excessos (se é que há excessos no amor...).

Fiquei preocupado com uma gravidez mas ela disse que escolhera aquele dia exatamente por saber não estar fértil.

Voltamos à sede com ela na minha sela sentadinha de lado, já que sentia muitas dores em seu sexo e seus quadris, como alfinetadas por dentro de seu corpo e ela contou tudo a Sarah.

Sarah sorriu e viu que eu não havia marcado Hannah no pescoço como sempre faço com minhas fêmeas e me perguntou:

- "O que foi diferente dessa vez, Noah? Outra guria tua filha que tu fizestes tua prenda e não a marcastes?"

- "Amor.. Tu és minha e minha vida te pertence, bem como Estherzinha e as que tu chamas de irmãs. Hannah não. Ela não é minha como prenda. O amor que tenho por Hannah é religioso, santo, exceto por aquele momento e isso transcende ao prazer carnal. Ela é e sempre vai ser minha, mas vai sempre me ensinar a ser um judeu melhor, um homem melhor a cada dia e vai ter seu esposo um dia também. Eu jamais vou marcar a carne de Hannah pois já lhe marquei a alma como o fiz com a tua!"

- "Tu és tolo amor... Ela é como eu ou nossa Estherzinha e, logo, tu vais perceber isso e marcá-la também! Vais ver!", falou me beijando.

Naquela tarde, apesar de ter amado Hannah por horas, levei Sarah para o celeiro e nos amamos por horas naquela noite.

Fato é que eu e Hannah nos amamos algumas outras vezes, até que ela encontrou um guri, Isac, judeu muito bom e se casaram.

Estou re-escrevendo esse parágrafo porque devo me manter fiel à origem dos meus relatos aqui, senão qual o objetivo?!, e falar somente a verdade, sem fantasia, apesar de saber que o site usa fantasias como combustível...

Eu não sabia, mas Isac era estéril. Diz a lenda que ele não sabia, o que duvido como homem que sou.

Hannah deu-me muitas crias ao longo dos anos: sua primeira gravidez foi logo antes de seu casamento; as outras foram após seu divórcio ao longo dos anos.

Eles se divorciaram um ano após o nascimento das primeiras gêmeas e pedi a Hannah para voltar a viver na fazenda no evento do Matheus, na ala aonde sua mãe e irmã vivem, aonde nasceram nossos outros amores, após seu divórcio.

Não mantive relação sexual com Hannah durante o tempo em que ela foi casada com Isac ou teria sido adultério. A única exceção de minha vida a ter sexo com uma mulher casada foi com Vanessa, quando ainda era guri, gerando minha primogênita Dalilah.

Acabou que após Hannah me falar de sua primeira gestação comigo logo antes de seu casamento, eu a mordi forte e a marquei profundamente em sua nuca com meus dentes, mais profundamente do que fiz com minhas outras fêmeas. Ela chorou alto mas fez inclinar seu pescoço para eu mordê-la mais, minha prendinha, Rs!

Ficar gestante antes do casamento ainda soa estranho, errado, inapropriado para nós, mas não foi algo que programamos. Fomos em uma viagem de negócios à Salvador e ficamos juntos como normalmente ficávamos. Ela começou a chorar, ansiosa pelo casamento dalí há duas semanas e a abracei de conchinha e fiquei mimando ela. De mimar, dormimos. Ela acordou, foi ao banheiro tomar banho pelo calor que fazia, voltou nua e se deitou encostada em mim. Acabou que na madrugada acordamos e, no momento seguinte, fazíamos amor, resultando em sua gestação.

Adoro ter os meus preázinhos perto de mim, comendo de minha boca como sua mamãe assim o fizera em seu momento de maior angústia, desfilando sorrisos naqueles rostinhos lindos de anjinhos. Luccas que se tornou o protetor de Lílian! Nossas crias misturam as feições dela comigo.

Eles só comem da minha boca como todas as minhas crias. A coisa é tão profunda que, quando vêm à fazenda, não se alimentam de nada sem que seja da minha boca.

Lilian, um caso a parte, a primeira das gêmeas de Hannah e a pequena mais próxima de mim, reclamava com o estomaguinho roncando porque "vovô não me deu nada pra comer, mamãe!". O caso dela foi mais grave, já que a pequenininha rejeitava e vomitava alimento que não fosse eu a lhe dar.

Lilian existia só por mim. Sério. Sem mim, ela não comia e começava a definhar, isso aqui ou em sua casa. Sim, sério e preocupante como soa!

A coisa era tão profunda que Lilian perdeu peso importante, ficando bem fraquinha, quando estava longe de mim porque estava em viagem internacional! Não comeu por semanas até estar de volta comigo, comendo, daí, de minha boca. Fiquei surpreso e triste demais ao vê-la mais magrinha! Ninguém explicava claramente mas a guriazinha estava a ponto de morrer de inanição.

Hannah contava-me do tempo em que eu a alimentava e disse que comer comigo e da minha boca era algo divino, íntimo, pessoal, não a coisa regular e costumeira das refeições.

Peguei Lilian pequena, mirrada e faminta e a levei à cozinha. Peguei pão e mordi para ela, dando em sua boquinha. Daí um pouco de carne de cordeiro que Júlia preparara e mastiguei para quebrar o tecido e dei em sua boquinha. Ela comeu o que eu comecei a mascar por quase uma hora.

Satisfeita, deitou e dormiu em meu colo, puxando minha barba, e a levei para seu quarto na sede. Minha guriazinha para sempre! Minha netinha para minha vida inteira! Ela me conquistou naquele momento! Rs... Ela passou a comer comida só Kosher preparada por Sarah, Francisca, Esther ou Júlia, e eu mascava antes, ante seus olhos atentos e sua boquinha aberta, salivando.

Em um mês a guriazinha tinha retomado seu pêso e crescimento e brincava entre minhas pernas e no meu colo! Ela me faz sorrir com sua vivacidade e tem as covinhas nas bochechinhas que tanto gosto, como Estherzinha.

Pedi a Hannah para ficar com Lilian na fazenda, sob os cuidados de Renata, por pedido da última, que a chamava de sua netinha. Hannah autorizou porque Renata tem um coração que engloba o planeta terra inteiro (Rs!), até que ela mudou-se para cá.

Renata tem quatro filhinhos como contei, dois meus, dois de seu casamento, mas aquela mulher é um anjo sem asas. Renata não têm lógica, filosofia, razão. Renata é toda coração e super ultra hiper mãezona! Muito maior que Sarah nesse aspecto!

Lilian passou a se desenvolver bem e crescer sob cuidados de Renata e sempre comendo da minha boca ou na minha mão, até que ficou maiorzinha e aceitou comer de Hannah ou Renata, mas sem aceitar não comer comigo quando estou na sede.

Lilian vive na sede e é a alma de Luccas, meu guri moreno. Conto no capítulo dele.

Sarah, Renata, Kamilinha, Vanessa, Estherzinha, Hannah, Francisca e Júlia sabem de tudo e se comunicam sem palavras: só se entreolham e sorriem (Gurias! Rs! Homem é um bicho "atrasado" mesmo! Rs).

Gurias são absolutamente mais espertas e desenvolvidas! RS

Esse é meu relato com Hannah, o fragmento santo do meu coração.

Noah

Comentários

16/04/2018 06:49:33
Eu li este capítulo com a Ká! O Joshua é um monstro mesmo. Aqui a gente chama de lobo em pele de cordeiro e a gente chorou quando a outra menina tirou a vida após fazer o aborto. Eu não sou vingativa, mas a punição dele é certa e sem misericórdia pois custou o preço de duas vidas. Que ódio dele viu! Mudando de assunto, eu amaria ser tratada como você tratou a Ana para ela se recuperar. Ganhar comida na boca, amaciada como você fez, banho, dormir no peito do papai e eu gosto de homem peludo também. Risos. Acordar toda suada e sentir aquela proteção deve ser maravilhoso. Risos envergonhados. Não deu inveja da Ana porque ela tava doentinha, mas deu inveja de ser tratada com tanto amor e mimo sim. Risos vermelhos. Deu no que deu e quem entende os planos Dele? Beijos e te amo! Laís!
17/03/2018 01:48:03
Que estória linda Noah! A Hannah me lembrou muito eu mesma nas conversas com meu pai mas eu não sou religiosa como ela nem transei com ele. HUAHUAHUAHUAHUAH! Eu preparo pão Kosher com ele e tem gostinho diferente mesmo mas é coisa de cabeça condicionada. Rsrs. A gente ficou pensando que as coisas que a Hannah passou acabou por levar as outras pra religião. Quem sabe..O jeito teu com ela me deixou toda arrepiada em tds os momentos. Eu fiquei com vtd de ganhar comida na boca colo e dormir no braço! Até coçar a barba do meu pai.Rsrsrsrsrs. Beijinhos da Karen e da Lá.
16/01/2018 20:23:05
Esse Joshua é mesmo um crápula. Não consegue conter os impulsos da cabeça de baixo e faz essas barbaridades. Acho que no fundo a doce Hannahzinha já tinha decidido a quem entregar sua virgindade. O que acabou acontecendo para sorte dela e muito mais a tua. Estou apreciando conhecer alguns costumes judaicos, do qual, este ¨japanisis brasiliensis ignorantis¨ só sabia do kipá, sinal de temor a Deus. Bem que estou precisando usar um, para ocultar a calvície que avança dia a dia bem no cocuruto. Rs. Abração!
28/12/2017 11:12:41
Um dos melhores capítulos desta saga familiar. O que foi show para mim, foi o toque da espiritualidade, tendo como parceira essa filha, para quem, no final, acabou terminando bem. Mais um dez. Bjs, Val.
08/12/2017 00:00:09
Maravilhoso!!!
06/12/2017 03:02:34
Maravilhoso! Será que o netinho dessa vez vem uma menina no corpo de menino...? Rs
03/12/2017 15:32:15
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