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Raphaelo 8

O dia amanheceu e Raphaelo acordou por volta de umas 10hs. Ele teve uma noite de fortes emoções, e ao acordar ainda ficou parado por uns minutos pensando em tudo que aconteceu, e em como ele foi para ali. Tudo para ele estava sendo maravilhoso, mais ao mesmo tão incerto. Por quanto tempo ele ficaria ali? Por quanto tempo tudo aquilo iria durar?

Ele não tinha certeza de mais nada, apenas uma única coisa, a de que ele deveria viver cada dia como se fosse único ali com Paulo e aproveitar o máximo e o quanto pudesse para poder melhorar sua vida.

Finalmente ele se levantou e abriu as cortinas e a porta de vidro, foi até a porta em frente à piscina e se espreguiçou, quando de repente dando uma olhada melhor viu do outro lado Paulo em uma espreguiçadeira lendo um jornal e tomando sol. Ele admirou o corpo daquele homem maduro, de cor clara como a dele (Paulo era branco e tinha olhos azuis como de Raphaelo). Paulo tinha um belo corpo torneado trabalhado de academia. Ele notou a presença de Raphaelo, abaixou o jornal e pelos seus óculos de sol, fitou o garoto e disse:

- Bom dia dorminhoco.

- Bom dia disse Raphaelo sorrindo.

- Venha até aqui e tome um café comigo, o dia está só começando.

Raphaelo como um menino travesso, se deixou pela vontade infantil de se jogar naquela piscina, e então ele só tirou a blusa e pulo na água, nadando até o outro lado, subindo todo molhado e indo de encontro a Paulo que lhe sorria.

Paulo sacudiu um pequeno sino em minutos a empregada estava chegando ao encontro deles, enquanto Paulo deu a Raphaelo uma toalha que estava ao seu lado. Raphaelo tratou de se enxugar enquanto Paulo dava as ordens a emprega:

- Miriam, prepare um coffee break para o senhor Raphaelo. Veja algo leve para seu de jejum, umas torradas, geléias, um suco fresco... Laranja. Gosta de suco de laranja Raphaelo?

- Sim, muito. (Respondeu Raphaelo terminando de se enxugar e já sentando em uma cadeira de frente a Paulo e ao lado de uma mesinha que continha um guarda-sol no meio fazendo sombra para Raphaelo sentado).

Paulo continuou com as ordens: - Então suco de Laranja Miriam. Veja lá o que possa arranjar.

- Sim senhor! (respondeu a empregada e já se retirando).

Paulo virou para Raphaelo e puxou assunto: - Vejo que nadas razoavelmente bem.

- Há sim! - É que quando criança minha mãe me colocou para fazer natação em um clube, mas isso antes dela se juntar ao meu digníssimo padastro. Sempre gostei de piscina e de nadar tanto quanto gostava de balé.

- Gostava? - E não gosta mais?

- Sim gosto muito, mas tive que parar meu padrasto quando descobriu rasgou minhas roupas, me humilhou, me violentou mais uma vez. Depois fugi, e o resto da história você já sabe. Então o sonho do balé se foi.

- Não fale assim, ainda tem muito chão para você percorrer nessa vida. Amanhã mesmo procuramos uma escola, para que você possa voltar a estudar balé. Agora você está sobre minha proteção. Farei tudo que esta ao meu alcance para que possas ser feliz.

- Obrigado, você tem sido tão gentil comigo. Nunca poderei retribuir tudo o que você está fazendo por mim.

- Que isso, não diga assim... Aproveitando as oportunidades que te ofereço, você já vai está me agradecendo.

- Eu vou aproveitar. (Disse Raphaelo sorrindo. A empregada apareceu com a bandeja na mão pões sobre a mesa pediu licença e se retirou Raphaelo, bebeu um pouco de suco, e começou a passar geléia na torrada).

Paulo virou-se para Raphaelo e disse:

- Sabe, olhando bem para você, eu acho uma coisa engraçada.

- O que você acha engraçado em mim?

- Há! Se te conto, você nem acredita. Mas você tem uns traços muito forte com os da minha família, teu rosto lembra o rosto do meu pai e do meu irmão mais velho.

- Bobagem isso, (Disse Raphaelo sorrindo). Mas e seu pai e esse seu irmão estão aonde? Porque não vivem aqui com você?

- Por que eles já estão mortos Raphaelo.

- Perdão, eu não sabia. Me desculpe.

- Tudo bem, já faz tantos anos que meus pais e meu irmão morreram. Já lido com isso muito bem hoje.

- Desculpe me intrometer, mas eles morreram de que? Algum acidente?

- Não meu querido.

- Porque não me conta um pouco de você, sei que ainda nem tenho 24 hs que estou aqui, mas pode confiar em mim.

Paulo seu um leve sorri e disse: - Está certo, não sou de me abrir muito com as pessoas, então aproveite bem, por que hoje será a única vez que irei falar de minha vida com você.

- Ok, pode contar então sou todo ouvidos. (Disse Raphaelo, em tom de riso tentando amenizar a situação séria que ele já previa vir a ouvir).

- Bom eu não sou daqui, vim do interior de Minas, quando pequeno, meu pai que fumava muito foi diagnosticado com uma doença seria no pulmão, nesse tempo tinha uns 9 anos, e não entendia nada direito, hoje penso que ele deveria ter algum tipo de câncer. O fato é que eu tinha um irmão mais velho, Francisco o nome dele. Ele era rapaz, tinha lá seus 19 anos e trabalhava em uma fábrica perto de nossa casa. O dinheiro dele do pagamento ajudava muito em casa, já que meu pai não podia está trabalhando devido ao fato de se sentir cansado rápido. Minha mãe lavava muita roupa para fora. E com o dinheiro dela somado ao do meu irmão vivíamos razoavelmente bem. Mas um dia quando meu irmão voltava para casa com seu pagamento, ele sofreu um assalto e reagiu, não queria perder o dinheiro que era muito importante, e foi nessa que o bandido deu um tiro na barriga dele. Ele ainda foi para o hospital, mas teve hemorragias e perda de muito sangue, tudo isso somado a pouca infra estrutura hospitalar da época, fez com que ele morresse. Ficando eu, meu pai e minha mãe. Com o dinheiro agora só das lavagens de roupa da minha mãe já não dava mais nem pra alimentar a mim direito. Foi então que apareceu um homem, não sei de onde e nem sei como meus pais conheceram ele, mas o homem, prometeu bolsas de alimento para meus pais em troca de me levar para o Rio, para poder me ajudar a estudar. Meus pais, pela fome, pela promessa do homem e por serem matutos de interior e tem bom coração acreditaram fielmente que este homem iria me ajudar. Me lembro do quanto chorei na partida, até hoje e da expressão de tristeza deles. Deixei os dois com a dispensa cheia de comida e vim com a esperança de que ia estudar e um dia ia voltar doutor para ajudar eles. Mas chegando aqui é que descobri que tudo era diferente. Esse homem percorria as cidadezinhas dos interiores desse país a fora, sempre enganando as pessoas e levando seus filhos embora, e quando chegava aqui no Rio ou mesmo em São Paulo éramos vendidos para comerciantes ou famílias ricas que nos escravizávamos nos botando para trabalhar de domingo a domingo sem receber um tostão. Eu mesmo vim para uma família de negociantes na época aqui no rio, a família Medeiros. A dona da casa era uma mulher insuportável; Vera Medeiros. Me colocava para trabalhar de sol a sol, em sua casa, de Domingo a Domingo. Cuidando dos seus cachorros, distraindo o filho mais novo, limpando piscina, regando os jardins, e mais uma porção de outros serviços que ele arranjava pra mim trabalhar o dia inteiro sem descanso; tudo isso em troca de comer e beber e umas roupas usadas dos filhos dela. Ela tinha um pequeno de 5 anos, e mais dois um de 12 e outro de 14 anos. Eles não eram ruins puxaram ao pai que era de um coração bom, mas não se aproximavam muito de mim, para não apanharem dela. Pois ela sempre ensinava que os da casa não se misturava com os empregados de fora. Ela dizia para eles que os empregados foram feitos para servir e não para serem seus amigos. Mas mesmo assim, vez ou outra, eles me cumprimentavam, me davam algum sorriso, tudo isso escondido dela. O mais novo era o que tinha algum contato comigo. Vez ou outra ela me botava para tomar conta do menino, imagina eu com 9 para 10 anos e tendo que cuidar de outro menino de 5 anos. Pouco mais novo que eu. E ainda quando chegava alguém importante na casa dela, ela ainda se fazia de boazinha, dizia que eu era filho de uma pobre empregada que tinha falecido e que ela com pena cuidava de mim como se fosse de sua casa, ou de sua família.

Acontece que entre tantas pessoas ricas que iam e freqüentavam a casa deles. Gente da alta sociedade carioca, um deles era o Senhor Hans Vecnor um homem rico dono de uma pequena fábrica de louças e que estava por esse tempo sendo um pioneiro empreendedor no ramo de plásticos. Ele sempre me via pelos jardins, ou em algum outro canto da casa fazendo algum trabalho. Nesse tempo seu nome saia em todos os grandes jornais da época, ele estava fazendo uma pequena fortuna com peças em plásticos. Até então todas as donas de casas utilizavam potes e vasilhas de vidro que eram pesadas. E então passaram a ter o conforto de poderem trabalhar em suas cozinhas com potes plásticos e bem mais leves e fáceis de armazenar. Um dia estava cuidando do jardim, eu já estava perto de completar meus 12 anos, ele então se aproximou de mim e disse:

- Bom dia meu rapaz!

- Bom dia meu senhor!

- E então o chocolates que te mandei, você gostou?

- Que chocolates senhor?

O velho franziu a testa, ele parece ter percebido tudo em um minuto ou ter conseguido a resposta que ele queria e então apenas sorriu e disse: - Nada meu jovem, estou a fazer confusão.

E depois ele entrou.

O caso que até então eu não sabia, era que ele sempre que vinha visitá-los levava chocolates para as crianças e assim trazia para mim também, mas claro que Vera dava aos seus filhos e nunca nem me deu um pedaço pequeno se quer.

Naquela manhã eu entrei pela porta dos fundos, pois tinha acabado meu serviço e precisava ver o que mais Dona Vera queria que eu fizesse, e quando cheguei no corredor que dava para sala escutei os dois conversando e Hans dizendo:

- Horas Vera! - Não ha mais o que esconder, diga-me quando pagou pelo menino. Te ofereço o dobro para levá-lo daqui.

- Mas não se trata de vendas senhor Hans, o caso é que o menino me faz falta aqui nos serviços...

- Vera; normalmente discutiria esse assunto com seu marido entre homens, e tenho certeza que ele não me negaria um pedido meu e tão pouco não se sentiria bem sabendo que sua esposa me fez uma desfeita. Mas como sei que você é quem administra essa casa como se devem fazer todas as senhoras honradas da sociedade, para tanto preferi discutir esse assunto direto com a senhora. Mas se preferir, já posso aguardar seu marido tenho certeza que dentro em pouco tempo ele chegará.

- Não há de ser para tanto senhor Hans, façamos assim, ofereço o menino como prova de amizade e devoção por tudo que tens feito em nossa família, investindo vultosa somo em dinheiro para com o comércio de nossa família.

- Agradeço imensamente sua oferta, mas como disse estou disposto a ressarcir o seu prejuízo, diga o seu preço.

- Bem o senhor me deixa um tanto constrangida, mas já que insiste tanto, gastei na época sete mil cruzeiros. (Hans olhou bem para ela, ele sabia que ela mentia, afinal o mesmo homem que vendeu-me para ela também ofereceu por muitas outras vezes meninos e meninas para ele e para muitos outros ricos por preços bem mais baixos, ele sabia que com toda certeza ela dever ter pago por mim entre quinhentos a mil cruzeiros no máximo, mas mesmo assim com bom coração que ele tinha ofereceu a ela quinze mil cruzeiros o que ela aceitou na hora).

Ouvindo tudo aquilo perplexo, voltei para o pátio e fiquei fingindo mexer nas plantas, esperando o que viria acontecer comigo, mas nem precisei esperar muito logo Vera estava atrás de mim com seu Hans me chamando, eu me virei e ouvi ele me ordenar a ir pegar minhas coisa, e tomar um banho, pois ia embora com seu Hans. E assim foi. Em resumo, com ele tive outra vida, ele me tratava como seu filho, descobri que ele era viúvo e já tinha um filho adolescente de 17 anos, que lhe dava um certo trabalho, vivia em más companhias com jovens playboyzinhos. Ele logo arrumou documentos para mim como se fosse filho legítimo dele e eu que cheguei aqui no Rio sem nenhum documento, deixei de vez o antigo menino Paulo do interior de Minas para renascer o Paulo Vecnor, filho do grande industrial Hans Vecnor e irmão mais novo de Jhony Vecnor que era o filho mais velho e único filho verdadeiro dele. O tempo passou ele me colocou em escolas, estudei, aprendi etiquetas, fiz cursos de Francês, Inglês e até Alemão, ele ficava muito feliz, pois eu era tudo que ele queria que seu filho fosse. Jhony era bom pra mim, no fundo ele era um bom rapaz, mas era contestador, rebelde, não queria saber de nada do mundo capitalista do pai, e por conta de uma música que fazia muito sucesso no começo da década de 70 ele zombava o pai falando que ele era "Capitão de Indústria" (Capitão de Indústria foi uma música de grande sucesso no comecinho da década de 70, mas tarde no começo dos anos 2000 voltaria ser um grande sucesso de novo sendo regravada pelos ''Paralamas do Sucesso''.).

No meado da década de 70 o plástico invadiu de vez os lares brasileiros e Hans triplicou sua fortuna principalmente quando sua fábrica passou a fazer junção com outras fábricas de Eletrodomésticos do país. Até a década de 60 produtos como batedeiras, liquidificados eram feitos de ferro e com suas vasilhas de vidro, na década seguinte passam a se tornar mais leves e práticos com vasilhas de plásticos e todo o corpo das batedeiras e liquidificadores feitos em plásticos, e assim como todos outros eletrodomésticos, como ventiladores e circuladores, espremedores de frutas, e uma gama de outras coisas produzidas agora em material plástico que essas grandes indústrias procuravam a fábrica de Hans para produzir essas peças em plásticos. Nesse meio tempo eu também já me tornara um rapaz adulto, e o acompanhava em tudo na fábrica. Ele me ensinava tudo e eu já era seu braço direito. O carinho que ele tinha comigo era como de um pai para um filho. Em 1978, seu filho verdadeiro ficou desaparecido, por uns 5 dias, até que a policia juntamente com o corpo de bombeiro resgatou o corpo dele das pedras em Ipanema. A causa morte foi por afogamento e uma quantidade enorme de entorpecentes. O filho dele usava muitas drogas e provavelmente usando drogas deve ter caído no mar e acabou por se afogar de vez. Não se sabe se estava sozinho ou acompanhado no momento. O fato era que ele estava morto. Hans que já era viúvo sofreu ainda mais com a perda do filho. Acredito que isso tenha contribuído bastante para que agravasse seu problema de coração, um tempo depois já no começo da década de 80 ele veio a falecer aos 72 anos. Sendo assim, por constar legalmente em todos os meus documentos que ele era meu pai e também por um testamento que ele havia deixado me fazendo herdeiro de tudo, foi que passei dar seguimento a indústria dele. Alguns anos depois me casei com uma linda moça de nome Ana Filha de um grande banqueiro de São Paulo. Vivemos muitos anos felizes, mas ela era estéril e nunca pode me dar um herdeiro. Nosso casamento começou a ficar monótono e se arrastar pela década de 90. Já não tinha mais amor por ela e nem ela por mim, me recordo que veio trabalhar aqui uma moça nova recém chegada do ceará, e acabou por me tornar minha amante, tempos depois ela foi embora da casa, penso que Ana estivesse desconfiada de algo e mandou a moça embora, mas nosso casamento depois disso não demorou mais que dois anos depois disso. Hoje somos grandes amigos. Procuramos terminar tudo de forma civilizada, ela conheceu outro rapaz dono de empresas também nos EUA. E vive lá com ele, adotaram duas crianças. De vez em quando nos falamos pelo face book.

Depois dela tive um breve envolvimento com um funcionário meu e foi ai que descobri o quanto gostava de estar com um homem. Dai foram alguns relacionamentos fracassados. E alguns significantes. Mas o mais forte mesmo foi com Marc. Eu fui realmente apaixonado por ele, e ele por mim. Vivemos uma linda história de amor. Mas como tudo na vida passa e tem um fim. Acabou...

E, essa é minha vida. Tentei resumir, mas acredito que mesmo assim falei muito.

Raphaelo sorriu e disse: - Não falou não, imagina. Eu queria era te agradecer, por ter se aberto comigo.

- De certo modo foi até bom desabafar com você me tirou um grande peso.

- Fico feliz em ouvir isso.

- Vou entrar um pouco, você vem?

- Há Paulo! - Está tão bom aqui, ainda quero ficar mais um pouco e dar um mergulho.

- Então vai lá peixinho, fica a vontade pra nadar.

Raphaelo ficou vendo Paulo se levantar e sair dando as costas a ele, e ficou pensando em tudo que ele lhe contou e admirando aquele homem de meia idade, tão lindo e gostoso. Algo estava mexendo dentro dele. Algum pequeno sentimento estava acabando de brotar ali naquele momento.

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MAIS UM CAPÍTULO AMADOS LEITORES. HOJE MAIS PARA QUE VOCÊS CONHESSECEM UM POUCO MAIS SOBRE QUEM É PAULO.

AGRADEÇO A VOCÊS POR ESTAREM AQUI COMIGO, E A PARTIR DO PRÓXIMO CAPÍTULO A HISTÓRIA COMEÇARÁ SE DESENROLAR COMO MUITAS SURPRESAS.

BJS PARA TODOS.

NÃO DEIXEM DE LER MEU CONTO NA PAZ DO SEU SORRISO E DOS MEUS AMADOS AMIGOS LEITORES:

EU TE AMO PORRA. DE HUGO E RAPHAEL.

NOSSO AMOR É ASSIM. DE RAFA.S/KEVIN.

O AMOR SEMPRE ESPERA. DE DANIZINHO25

O SUBMISSO DO INTERNATO. DE VIT.WILL

MEU QUERIDO IRMÃO, MINHA TENTAÇÃO PROIBIDA. DE MAYCON MARLON

Comentários

15/02/2018 02:44:02
Sharon Martins: Creio que sim amiga.
05/02/2018 14:40:40
Espero ter entendido a mensagem.
04/02/2018 22:36:07
THIrjthiago: A uma possibilidade remota. Mas o fato dele lembrar o pai e o irmão de Paulo não significa que ele tenha que ser parente de sangue de Paulo.
04/02/2018 22:34:51
Geomateus: Que bom q está gostando.
04/02/2018 22:33:07
Sharon Martins: A lição de vida de Paulo foi grande, para aqueles que intenderam e captaram a mensagem.
04/02/2018 22:32:12
VALTERSÓ: Amado seu comentário me trouxe uma pauta para discursão. Responderei essa pergunta sua no final do próximo capítulo. Quanto a Marck é provável que isso aconteça, mas os dois saberam tirar de letra.
04/02/2018 22:30:06
vit.will: A diferença muitas vezes traz sentimentos iguais....
04/02/2018 22:29:29
Bruninhooo: Acho que começa sim. Obrigado pelo seu carinho.
31/01/2018 08:54:59
Uau que história do Paulo! Será que ele é pai do raphaelo? Pois pelo que ele disse que o garoto tem traços do pai e do irmão dele!
31/01/2018 07:20:51
Ótimo
31/01/2018 02:17:46
Linda história de vida a de Paulo mesmo passando por tudo que passou na infância não deixou o seu coração se amargura e nem tornou uma pessoa má,e assim como um dia ele foi ajudado ele quis ajudar Raphaelo.
31/01/2018 01:31:36
ISSO É TRÁFICO HUMANO. PAULO REPETIU COM RAPHAELO O QUE FIZERAM COM ELE. NÃO SEI SE ISSO É LEGAL. A PRINCÍPIO ME PARECE SER POR UMA BOA CAUSA. VEREMOS. MAS CREIO QUE EM BREVE MARC DEVE RESSURGIR PARA ATRAPALHAR A VIDA DE RAPHAELO QUE PROVAVELMENTE DEVE SOFRER POIS CREIO QUE PAULO AINDA É PERDIDAMENTE APAIXONADO POR MARC. MAS AQUI CURIOSO COM O DESENROLAR DOS FATOS. MAS DE FATO MUITO INTERESSANTE A HIST[ORIA DE VIDA DE PAULO.
30/01/2018 23:44:36
grande historia de paulo, vidas tão diferente dos dois .. mias coisas parecidas
30/01/2018 23:42:06
Acho que ai começa uma grande paixão e graças a Deus ainda existem pessoas boas como o Paulo.Renato você está fazendo um gesto lindo dando continuação a história do nosso querido Gabriel

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