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NA PAZ DO SEU SORRISO. 4

Então chegou a noite e a hora de deitarmos. Depois de desligar a televisão, chamei ele, ele veio meio escabreado (desconfiado). Puxei o lençol da cama, acendi a luz do abajur e liguei o ventilador, retirei minha roupa, fiquei só com meu samba-canção (samba-canção é exatamente ou bem próximo do que se chama hoje em dia de cueca box). Ele estava recostado na parede e só me olhava, então chamei ele fazendo sinal com minha mão:

- Vem! - Tire sua roupa e deite-se aqui ao meu lado.

Ele tirou e ficou só mente com seu samba-canção e deitou-se ao meu lado. Acariciei seus cabelos e comecei a beijá-lo. Ele me correspondeu. E eu fui investindo, passando minhas mãos pelo seu corpo, deslizando suave por seu peito e sua barriga morena. Até que desci e acariciei seu pênis muito duro e excitado. Soltei de sua boca e fui dando leves beijinhos por seu corpo, ele estava transpirando e soltando leves gemidos com sua boca entre aberta, tentava suspirar mais forte. E então, fui com minha boca em seu pênis. Pela primeira vez tive a visão dele. Era lindo, grandinho e grosso, não era um membro imenso, mas sim de um rapazinho da idade dele, deveria ter entorno de 15 a 16 cms. Afinal ele ainda estava crescendo, seu corpo ainda estava em faze de crescimento. Olhei para aquele pênis moreno, duro e apontando pro alto, a cabecinha estava escondida e eu arregacei ele, expondo a cabeça avermelhada para fora. Lambi ela, e a chupei com vontade, pensei que ele estava curtindo e me virei pra olhar, e então qual foi minha surpresa. Ele estava estático, paralisados, com a cabeça virada pro lado, seus cabelos caídos como um véu sobre seu rosto. E no seu rosto não tinha expressão de prazer e sim de nervoso, ou talvez de medo, ou ainda acho que seria de fato um pouco de medo com nervoso, seus olhos saiam água, vi uma fina camada de água escorrida pelo seu rosto moreno, brilhando sobre sua pela. Então coloquei seu pênis de volta dentro de sua roupa intima e me deitei ao lado dele. Passei a mão sobre seu rosto, enxugando sua pele molhada da lágrima que escorreu e suavemente lhe disse:

- O que foi? - O que aconteceu?

Com o rosto de uma tristeza profunda, ele me respondeu:

- Desculpe, estou nervoso, e assustado. Acho que não vou conseguir. Queria poder conseguir ir adiante sem medo, você merece. Mas não estou conseguindo. Me perdoa?

Sorri tristemente pra ele, naquele momento sinceramente, não senti raiva, nem ódio dele, só pena. Tive pena, por ele está sendo tão sincero e se esforçando pra me agradar. Então respondi pra ele:

- Não tenho que te perdoar, você está travado, é assim mesmo, calma, tudo vai acontecer na hora certa.

- Marcos, você promete que vai me respeitar, eu vou conseguir você vai ver. Eu quero muito isso, de verdade, como também quero te agradar muito. Só te peço que você tenha paciência comigo.

- Eu tenho Danilo, pode deixar eu espero seu tempo.

- Você jura que vai esperar? - Jura que vai ter paciência comigo de verdade? (Ele me disse isso já chorando de novo, suas lágrimas, rolavam pelo seu rosto. Eram lágrimas de vergonha, lágrimas de decepção por não conseguir se sentir a vontade diante dessa nova situação e lágrimas de um menino que só buscava um pouco de carinho, atenção e respeito. Coisa que nunca teve antes em sua vida.

- Calma, meu menino, não chora, não faz assim, a vida é bela e você ainda vai gostar de mim... (Disse abraçando ele, e pondo sua cabeça no meu peito)

- Eu já gosto de você, mais do que imagina.

- Eu imagino seu bobo, eu imagino, porque também te gosto do mesmo jeito. Para de chorar, olha pra mim, quero ver um sorriso nesse rosto. Já passou...

Ele me olhou recostado no meu peito e enxugando as lágrimas com a costa da mão, me deu um sorriso ingênuo de menino chorão. Ele forçou um sorriso aberto, mas ainda assim era só um sorriso de um menino se tornando um homem, cheio de dívidas e receios em sua cabecinha.

Fiquei fazendo carinho nos seus longos cabelos e pra distrai-lo e acalmá-lo comecei a contar sobre a escola, sobre a quadra de futebol que fizeram nova. E de como os meninos estavam jogando-la todos os dias. Ele se mostrou interessado, disse que adora jogar bola. E eu notei que era isso que ele precisava urgente: Ir pra escola, fazer amizades novas com rapazes e moças da idade dele, jogar bola, conversar e estudar, a sua vida ao meu lado estava monótono, era o dia todo em casa, e só tinha o rádio e a televisão como companhia. Felizmente, estávamos no começo de Dezembro, minhas aulas terminando. Logo estaria de férias e poderia sair mais com ele, e até esta em casa fazendo companhia a ele, e rapidamente viria o ano de 1977 e ele estaria estudando novamente. Isso tudo se passava na minha cabeça em silencio, ele agora também estava em silencio, fui olhar e vi que dormia calmo e quieto sobre meu peito, ajeitei ele no travesseiro ao meu lado e beijei seus lábios suavemente dizendo:

- Boa noite meu pequeno grande amor. Eu vou te esperar por toda eternidade se for preciso. E logo dormi também.

Dois dias se passaram, e estávamos nos preparando para ir ao cinema, era um Sábado. Danilo estava serelepe (serelepe = alegre, feliz), muito animado. A sua animação era tanta que ele nem sabia o que vesti, colocou sobre a cama, algumas camisas e calças e seus dois sapatos e me perguntou:

- Bicho, como eu devo ir? - Nunca entrei em um cinema, será que coloco essa calça de veludo marrom, com essa blusa vermelha e minha plataforma?

- Na boa amizade, procure ir mais discreto, você não esta indo pra discoteca. Em minha opinião, você vai com essa boca de sino Jeans mais claro e essa camiseta amarela e usa seu tênis, vai ficar mais simples e elegante até porque iremos agora à tarde. Se fosse á noite, ai pedia um sapato plataforma e trajes mais coloridos.

- É podes crer! - Você tem razão bicho...

Ele foi levando as roupas pro banheiro e foi tomar banho. Demorou um bom tempo e finalmente saiu arrumado. Veio até a sala, eu estava sentado esperando ele, já me encontrava arrumado, olhei ele de pé na minha frente e nossa que visão. Como ele estava lindo, um pão. (um pão = um gato).

- Então bicho! - Que tal estou?

- Nossa! - Ta de estourar a boca do balão... (Estourar a boca do balão = Esta arrasando, está maravilhoso.)

- Pode dizer: - Hoje eu to que tô, não é mesmo amizade. (to que tô = eu to bem. Hoje eu to que tô é o mesmo que; hoje eu to bem, to elegante).

- Você ta que tá mesmo. - Mas então vamos? - Se não nos atrasamos e teremos que ficar na rua esperando a próxima seção.

- Sim vamos depressa.

Ficamos na fila, na calçada esperando pra abrir a bilheteria e podermos entrar. Quase perto das 15:00hs a fila começou a andar, quando chegou a nossa vez, Danilo entrou numa boa, não pediram documento dele, acho até por conta da altura dele. Quando entramos e sentamos nas poltronas de coro vermelha do cinema, ele primeiro ficou olhando admirado a tela grande e assim que começou a rodar o filme e o cinema totalmente no escuro, só apenas com a luz que passava sobre nossas cabeças e que saia lá do alto da cabine de projeção e que nada mais era do que a imagem que vinha em direção da tela pra ser projeta. Aquilo chamou atenção dele e como uma criança ingênua ele ficou olhando para trás procurando ver de onde vinha à luz pelo alto. Eu catuquei ele e indaguei, ele me falou:

- De onde vem essa luz ai do alto?

- É da projeção Danilo, fica quieto e olha pra frente que já vai começar o filme.

- Tá bom, mas o que aquele homem ta fazendo andando de lanterna aqui dentro.

- Danilo, é o lanterninha, ele esta vendo se tem mais lugares no cinema e se esta tudo bem. Se algum casal ficar se agarrando aqui dentro ele joga a lanterna encima e manda sair.

- A entendi.

- Agora fica quieto que vai começar.

Ele ficou quetinho prestando atenção nos anúncios que se dava antes do filme, mas não demorou dois minutos e ele já estava se remexendo na sua poltrona.

- O que foi Danilo agora?

- Esses ventiladores, ta fazendo meu cabelo esvoaçar, ta incomodando.

- Enrola ele pra trás, sei lá.

Ele enroscou os cabelos e jogou pelo lado esquerdo do ombro, e finalmente ficou quieto. E então o filme começou. Agora sim, a magia do cinema encantava Danilo, ele não desgrudava os olhos da tela. Ficava vidrados, seus olhos nem piscavam. A musica clássica do filme começava mostrando as primeiras cenas de Sylvester Stallone correndo e treinando, na pele do seu personagem Rocky. E Danilo maravilhado vendo tudo. A musica tocando, as cenas se passando, aquilo era tudo mágico e era como se levasse ele pra uma outra dimensão. Eu o olhava, que nem mesmo sabia que estava admirando ele, de tão envolvido que estava com o filme. Eu o olhava e sorria um sorriso leve de satisfação por poder proporcionar a ele aquele momento, que tenho certeza que nunca mais iria sair de sua cabeça.

O tempo passou, e o Filme realmente valeu a pena, era muito bom, saímos e comprei pipoca numa carrocinha na rua e fomos caminhando pra casa e conversando.

- Então? Gostou do filme?

- Adorei bicho.

- O que achou do cinema?

- Um barato, parece uma televisão colorida gigante, supimpa pra dedéu. (supimpa pra dedéu = Algo muito legal).

Em casa tomamos banho, trocamos de roupa e jantamos. Danilo parecia uma matraca, não tinha outro assunto que não fosse o filme. Finalmente o cansaço veio e me despedi dele pra ir ao meu quarto, quando estava preparando tudo e ligando o ventilador, ele apareceu na porta e disse:

- Posso me deitar ai?

- Tem certeza?

- Tenho.

- Então venha.

Pra minha surpresa ele retirou sua roupa só ficando com sua roupa de baixo, deitou-se ao meu lado e me fez carinho dizendo:

- Obrigado.

- Por quê?

- Por transformar minha vida, por me fazer feliz, por cuidar de mim e... bem... por me amar.

- Obrigado também por fazer isso tudo por mim.

Nós dois sorrimos e ele me beijou, correspondi e foi um longo e gostoso beijo de língua, aos poucos fui descendo minhas mãos novamente, ele com uma mão enquanto me beijava, segurou sobre a minha e conduziu até encima de seu pênis duro e quente. Fiquei acariciando e quando terminamos de nos beijar permaneci com a mão encima, e olhando pra ele esperando algum sinal. E ele me deu esse sinal balançando a cabeça em sinal de sim. Abaixei-me e cai de boca em seu pau, ele começou a ofegar novamente, respirava com a boquinha como se fizesse biquinho só um pouquinho aberta. Agora olhava pra ele e via que ele se entregava. Não estava chorando e nem com cara de quem estava incomodado. Ao contrário, sua expressão era de quem estava sentindo uma sensação nova e prazerosa. E então continuei, chupei e chupei aquele membro, com toda volúpia, até que seu corpo tremeu mais forte e ele esticou suas pernas, seus dedinhos dos pés se contorcia, com o orgasmo maravilhoso que ele sentia a primeira vez sendo chupado. E então ele gozou muitos jatos de espermas, acumulados dentro de seu saco. Minha boca ficou cheia de leite, mostrei a ele, e sua reação foi boa, ele sorriu um sorriso safado e feliz, então engoli, e mostrei de novo pra ele. Ele me perguntou curioso:

- Que gosto tem?

Sorri achando engraçada a pergunta curiosa dele e respondi:

- Gosto do meu homem, gosto do Danilo, que fez isso pra mim.

Ele riu e disse: - Há! - Então o gosto é bom.

Também ri e disse: - Seu convencido. E sai pelado em direção ao banheiro para escovar minha boca, ele veio atrás e foi urinar, e enquanto ele urinava de costa pra mim, eu admirava aquele corpo moreno totalmente nu. Sua bunda pequena e durinha, o corpo torneado de um molecote de 15 anos, um pequeno Deus Eros na minha frente. Ele sacudiu seu membro de costas e se virou dizendo:

- Podemos fazer isso de novo?

Me aproximei bem dele e o abracei e chegando bem perto do seu ouvido disse suavemente:

- Vamos pra sala.

Ele veio comigo, ambos nus desfilando pelo escuro da casa. Mandei que ele sentasse na poltrona maior e levantei a tampa da vitrola, ligando o rádio. Já se passava da meia noite e uma música suave tocava, fui até ele e o beijei com a sala apenas iluminada com a luz do painel que saia de dentro da vitrola. Enquanto beijava-o, segurava seu membro que apontava para o alto e tocava-lhe uma punheta. Até que desci e me ajoelhei e chupei ele que estava sentado de pernas abertas sobre a poltrona de couro preta. Eu permanecia de joelhos no chão de taco da sala, como meus joelhos doíam, mas valia apenas, escutar seus gemidinhos baixos de prazer vindos do escuro, sua mão que acariciava minha cabeça enquanto eu engolia aquele pênis maravilhoso proporcionando aquele menino, o seu primeiro prazer. Sua primeira noite de prazer. Até que ele gemeu mais alto e la veio mais uma boa quantidade de seu leite quentinho e gostoso. Estávamos suados, e tomamos banhos um de cada vez. Desliguei a vitrola e caímos na cama, Dormimos feito anjos, felizes pela primeira experiência de amor juntos.

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E finalmente o amor esta acontecendo, entre os dois, de maneira suave e lenta.

Ambos estão felizes, mas até quando?

Será eterna essa felicidade dos dois?

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NOTA DE ESCLARECIMENTO:

NO CINEMA QUANDO DANILO SE ENCANTA COM TUDO AQUILO, VALE LEMBRAR QUE NO TEMPO DELES NÃO EXISTIA SHOPPING COMO TEMOS HOJE E OS CINEMAS FICAM DENTRO DOS SHOPPINGS. NAQUELA ÉPOCA OS CINEMAS FICAVAM NA RUA, AS PESSOAS ENFRENTAVAM FILAS NAS CALÇADAS DE NOITE OU DE DIA, COM SOL OU ATÉ DE GUARDA CHUVAS, DEBAIXO DE CHUVA, ESPERANDO A FILA ANDAR E CHEGAR SUA VEZ DE ENTRAR. DENTRO DO CINEMA, NADA ERA MODERNO COMO HOJE, AINDA NÃO EXISTIA AR CONDICIONADO, JÁ TINHA INVENTADO A POUCO TEMPO, MAS NÃO SE EXISTIA ESSE CONFORTO DENTRO DOS CINEMAS, OU DOS CONSULTÓRIOS MÉDICOS, OU DENTRO DAS IGREJAS. TUDO ERA A BASE DE VENTILADORES QUE FICAVAM PRESOS NAS PAREDES LATERAIS, VENTILANDO AS PESSOAS. ATÉ MESMO EM SUPERMERCADOS ERA ASSIM, VENTILADORES PELAS PAREDES PARA REFRESCAR. ERA UM OUTRO TEMPO E NÃO EXISTIA A TECNOLOGIA DE HOJE. OS FILMES ERAM EM GRANDES ROLOS DE FITAS QUE FICAVAM AO ALTO SENDO RODADO EM PROJETORES MANUSIADOS POR HOMENS QUE SE CHAMAVAM PROJETISTAS. MUITO DIFERENTE DE HOJE QUE É TOTALMENTE DIGITAL. EMFIM... ERA ASSIM NO TEMPO DE DANILO E MARCOS. POR ISSO NÃO ESTRANHEM TUDO O QUE FALEI NA CENA EM QUE ELES VÃO AO CINEMA.

OBRIGADO POR TUDO, PELO CARINHO DE VOCÊS E ESPERO QUE GOSTEM DE MAIS ESSE CAPÍTULO. BJS COM AMOR A TODOS DO RENATO MOTA.

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Comentários

13/03/2018 19:08:11
Danizinho ta bom. Tudo bem
13/03/2018 17:29:25
Eu ia dar dez cliquei errado, votar pelo cel é ruim mesmo kkkk
12/03/2018 22:34:29
Danizinho:e pq deu nota baixa? O que vc nao gostou?
12/03/2018 20:07:42
Bom vamos lá, eu acho muito linda essa dedicação que o personagem principal teve com o Danilo, a mudança que o fez em sua vida. Sobre a questão do cinema, não me estranhou nenhum pouco os cinemas serem assim pois na minha época tb era kkkk mesmo eu tendo crescido nos anos 2000 na minha época não tinha shopping na minha cidade, não tinha ar condicionado no cinema e o melhor: era cinema e teatro no mesmo lugar kkkkkkkk
26/01/2018 02:32:59
VALTERSÓ:o verdadeiro amor se constroi aos poucos nao é mesmo meu amigo.
26/01/2018 02:25:56
DE FATO AS COISAS ESTÃO INDO AOS POUCOS. ASSIM É MELHOR. A CONFIANÇA VAI AUMENTANDO AOS POUCOS, O PRAZER TB.
11/01/2018 18:25:16
Sharon Martins: Verdade querido, não tinha interesse, tinha amor. Amor verdadeiro e puro. Um amor inocente de descobertas.
11/01/2018 18:24:21
Geomateus: o que escrevi ai a v baixo foi pra vc mas na pressa saiuguardian... o recado foi pra vc meu fofo.
11/01/2018 18:23:19
guardian: Verdade e verdadeiro também.
11/01/2018 18:22:36
guardian: Obrigado por esta gostando do conto e da construção, eu queria mesmo fazer algo bem leve sem aquela coisa de hoje em dia que o povo gosta sem romance, onde as fodas são tapas na cara, e cospe e chama o viado de puta disso e daquilo. Eu queria mostrar como se era transar num tempo em que se havia romance e amos, um tempo em que as pessoas não fodiam na cama. Elas se amavam. Quanto a minha preocupação de explicar o texto é pq quem lê os meus contos e de outros contos aqui são pessoas variadas, moças e rapazes, homens de 60 anos, jovens de 14 ou 15 anos. então faz se essa necessidade de explicar as coisas como era no tempo em que essas história começa. E na verdade o esforço é so meu. Não querendo me gabar, mas sim porque é real. ele apenas lê e diz se ta aprovado ou não. Até o presente momento ele vem aprovando tudo e me disse que não estou fugindo da realidade, tudo esta, tal qual foi naquele tempo com eles. Sabe que também tive essa ídeia de que meu conto também estava quase um documentario, confesso que não foi essa minha intenção, mas pelos relatos que procuro fazer minunciados, da essa impressão mesmo.
11/01/2018 18:21:08
Estou ansioso para os próximos capítulos!
11/01/2018 18:13:38
THIrjthiago: Apartir de agora eles irão se entregarem de vez a esse amor.
11/01/2018 18:12:38
vit.will: domingo alguém vai casar, parabéns... ebaaaa. O Danilo é um fofo mesmo, um spoliozinho bem pequenininho, eu acho ele um fofo até hoje. Mas ai já é outra história, vamos lendo os capítulos que todos vão descobrir o que aconteceu a esse casal fofo.
11/01/2018 12:44:05
Esse sim é um amor verdadeiro simples e sem interesse financeiro,bem diferente de hoje que muitos só se envolve por interesse. É um tempo que com certeza valeu muito conhecer tudo era simples e transmitia paz e felicidade.
11/01/2018 08:15:00
O amor deles e lindo e sincero.
11/01/2018 08:12:11
Renato. Lindo o conto. Linda essa construção. Eu entendo a sua intenção de explicitar os termos e o contexto da década de 70. Acredito que seja um esforço enorme seu e do professor para isso. Não estou dizendo para mudar, até porque já acho que perderia um pouco do brilho quase de documentário que você impõe no conto. Ah... mas tá tão cotidiano lindo essa descoberta deles.
11/01/2018 08:00:24
Finalmente eles deram um passo! Aos poucos tão descobrindo a felicidade! Espero que nada possa atrapalhar!
11/01/2018 03:31:40
que lindo o amor deles,o Danilo é um fofo, marcos mais ainda...

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