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Claudio Enterrar o Passado - Capitulo I

Categoria: Homossexual
Data: 13/01/2018 11:58:50
Nota 10.00
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Capitulo I

Quando me pediram para contar minha estória eu achei engraçado. Por que alguém ia querer saber sobre mim? Neguei.

Mas tem gente que é insistente e foi indo, indo, pediu pra eu falar dos acontecimentos da fundação do Gus e eu fui contando, quando vi já tinha falado demais.

Mas por favor me entendam, eu não sou querido e amado como o Gus, e olha ele é muito mais do que foi escrito.

Sou bem o contrário dele, somos muito diferentes e em muitos pontos, eu sou o que sou e não me envergonho disso sou direto, não tenho meias palavras, como diz um amigo meu sou como um trator, fiz e faço o que tenho que fazer ... faria tudo de novo.

Não aconselho a ninguém ter a mesma atitude que eu, ao menor sinal de violência chama a polícia, pede ajuda. Mas já disse a vocês, não sou como o Gus. Violência gera violência, sempre é assim, quem é agredido um dia vai agredir.

Mas já disse antes e repito, não sou exemplo para ninguém.

Quem espera ler um lindo romance, esquece espera outro livro, não vai ser agora que vai acontecer, eu não sou romântico sou prático, minha cabeça é muito racional para ter algum tipo de delírio desse gênero.

Mas uma coisa quero que saibam, o Gus é tudo pra mim, por vários motivos ... podem me quebrar a cara, podem me fuder que eu até gosto, mas deixa o Gus fora disso ele é muito especial pra mim, e sendo assim, nunca mexe com ele.

Escolhi meu escritório pra começar esse tipo de entrevista, cara achei bem engraçado ele chegou cedo, até tinha se arrumado pra isso e olha que o Carlos adora um abrigo, ficar largadão.

Vamos láA primeira coisa que me lembro sobre a minha infância são as surras, isso deveria ser a última lembrança e isso é irônico, mas lembro também nitidamente do som dos ossos do rosto do meu pai trincando quando tudo aconteceu, eu adorei cada minuto, claro eu tinha treinado muito pra isso.

Dito isso podemos voltar um pouco no tempo, convenci minha mãe a me colocar nas aulas de luta que tinham perto de casa, desde os 13 anos eu treinava todo dia, minha cabeça nunca foi de uma criança normal eu tinha um objetivo, sempre tenho, minha vida é assim, eu prometi a mim mesmo que um dia eu acabaria com ele e ai minha mãe e eu teríamos finalmente paz.

Eu só não sabia que eu não conseguiria fazer isso a tempo de libertar minha mãe.

Tive uma infância normal, quer dizer ... Normal pra alguém que tem um pai louco, bêbado e homofóbico, mas até ai normal...

Infelizmente como ele existem aos montes, em compensação eu tinha "A" mãe, uma mulher incrível que não tinha boca pra falar de ninguém que aguentava tudo do meu pai simplesmente por que achava que eu tinha que ter uma infância "normal".

Meu pai graças a Deus nunca parava em casa, quando eu fiz mais ou menos 10 anos as coisas mudaram ele começou a beber e bater em minha mãe, com o tempo essas surras eram direcionadas a mim, na maioria das vezes ela conseguia me livrar. Foi um período de inferno em casa, ele só não fazia pior por medo de perder tudo, já que o dinheiro era da minha mãe.

Quando descobri que eu gostava de meninos a coisa foi pior, claro que falei com minha mãe, nunca com meu pai.

Eu tinha quase 16 anos quando eu cheguei em casa do treino e não vi minha mãe, eu sabia no fundo que algo tinha acontecido, merda, ela sempre me esperava fui na cozinha e ela não estava lá nem a Ana, isso me apavorou, elas sempre estavam lá, fui no quarto tudo estava quebrado.

Eu sabia que meu pai tinha batido nela, era uma rotina que acontecia cada fez com mais frequência, meu sangue ferveu, eu já era grande e forte, levei 3 anos para construir o corpo e a força que eu tinha, mas principalmente a técnica pra fazer o que eu tinha que fazer, estava com 1,80, quase 80 quilos de força muscular, mas antes precisava achar minha mãe, liguei pra Ana, ela me atendeu e eu sai correndoJá tinham se passado quase 6 meses, e minha mãe não acordava, minha rotina era, colégio, casa, academia, hospital. Ninguém nos ajudou todo mundo tinha medo do meu pai, se minha família tivesse nos ajudado minha mãe nunca estaria deitada naquela cama, comemorei com ela no hospital meu aniversário de 16 anos, levei até um bolinho prá nós, eu ainda tinha uma pequena esperança de um dia chegar e encontrar ela com os olhos abertos.

Os médicos disseram que não tinham mais o que fazer, pois quando ela rolou pela escada bateu seguidas vezes com a cabeça, por isso o coma. Essa era a triste estória que meu pai tinha contado, ou pelo menos a que eles acreditavam ser a verdade, mas não ia adiantar nada eu falar a verdade, seria eu contra ele, e meu pai tinha o dinheiro, que no fim era o que ele queria, tinha engravidado minha mãe pra poder casar e finalmente ficar com o dinheiro dela.

Eu continuava com a rotina de surras que levava quase toda a semana, mas agora era diferente, eu aprendia cada vez mais com isso, sempre que ele me batia tinha uma sequência, uma lógica, era um soco no estomago pra não marcar o rosto, isso me fazia cair no chão aí ele me chutava várias vezes, e principalmente me xingava, que eu era viado, andava com maricas, a cidade estava falando, nesses dias ele não deixava nenhum empregado na casa, era sempre o mesmo, bebia, me batia e dormia no sofá da sala.

Mas chegou o dia em que tudo seria diferente, eu já tinha juntado dinheiro suficiente, que ele mesmo me dava, afinal ele era um grande pai me queria sempre bem arrumado, com tudo o que o dinheiro pudesse comprar pra mostrar pra todos que era um pai exemplar cuidando do filho difícil. Eu sabia a combinação do cofre, minha mãe me ensinou caso eu precisasse de alguma coisa, e ela ainda me dava dinheiro sempre que eu fazia aniversário ... e eu nunca gastei nada.

Cheguei em casa preparado, fui na cozinha, claro os empregados não estavam e isso era ótimo, ouvi ele me chamando, pela voz ele já estava bêbado perfeito eu tinha planejado cada detalhe. Fui em direção ao escritório dele.

- Onde tu andava que chegou a essa hora? - adiantaria eu dizer que estava no hospital com a minha mãe. Claro que não, ele sempre ia arranjar um motivo pra me bater. –

- Deve estar andando com aqueles viados dos teus amiguinhos, tava dando o rabo com certeza, eu não criei filho pra isso. – Eu já estava preparado ele sempre falava que eu era viado, e era, nunca tive vergonha disso, falava que meus amigos eram putos, na realidade nem todos eram, mas essas palavras dele nunca me disseram nada eu sou do jeito que sou e é isso.

Mas isso não deveria ser importante, minha mãe sim era importante, eu tinha 16 anos, era viado, e virgem ainda, não tinha tempo pra sexo só pra treinar, foco e disciplina esse é meu lema, quando ele foi me bater eu segurei o abajur que estava do meu lado e com toda a força girei e acertei a lateral do rosto dele, lembro como se fosse hoje, ele caiu e me olhou apavorado não esperava que eu fosse reagir, quando ele caiu montei em cima dele, não dei tempo pra ele reagir, transformei a cara dele no meu saco de pancadas, as cada soco eu via a cara de pavor dele.

Meu pai nunca iria esperar que um dia o viadinho batesse nele, só parei quando vi que ele não tinha mais nenhuma força pra revidar, eu não queria que ele morresse não ia acabar com a minha vida por causa daquele traste, eu queria que ele vivesse com a vergonha de ter apanhado de um moleque de 16 anos. Deixei ele caído no chão.

Subi e peguei minha mochila que já estava pronta, peguei o dinheiro que estava guardado e coloquei lá. Eu tive muito tempo para planejar tudo, quase 3 anos da minha "juventude".

Fui pra biblioteca. Ele estava começando a acordar.

Abri o cofre peguei tudo que valia dinheiro, as joias que não estavam no banco, o dinheiro e principalmente os dólares. E todos os documentos que estavam lá.

Vi que ele estava acordado me olhando não conseguia falar, claro a boca dele tava toda ensanguentada, tentava levantar coloquei o pé em cima do peito dele.

- Papai ... não adianta tentar, estou indo e não volto mais pra essa casa, se tu tentar me achar vai ser a última coisa que vai fazer na vida. Está vendo esses documentos que estavam no cofre papai, agora estão comigo, pois bem eles todos vão parar na polícia e vamos ver como tu vai explicar pra eles toda a sonegação e desvio de dinheiro que tu faz, vamos ver como vai explicar todas as pessoas que tu ameaçou.

Eu tinha pego todos os extratos das contas do exterior e onde estavam os cofres nos bancos, minha mãe tinha muito dinheiro a família dela era muito bem de vida, meu pai desviava muito dinheiro.

Antes de sair dei mais uns chutes nas costelas dele, ele só conseguiu gemer de dor.

- Dói papai? ... Essa é a sensação de alguém quebrando teus ossos ... assim como tu fez comigo e com minha mãe esse tempo todo, eu não vou fazer pior porque não vou te dar a chance de morrer, quero que tu viva sabendo que a qualquer momento eu posso te encontrar de novo, cada vez que tu sair pra rua quero que tu saiba que pode ser nesse dia que eu vou voltar e acabar o que comecei.

Sai pela porta da frente, nunca mais eu veria ele de novo. E um grande ódio de todos se instalou no meu coraçãoPor que pensar no meu pai? O Gus tinha ido no enterro da Dona Dafne. Eu tive que ficar pra cuidar de tudo, amava dona Dafne mas cemitério nunca mais.

Ele ia ficar cara a cara com o Pai dele, finalmente, tava na hora dele enterrar esse passado, por mais que ele dissesse que tinha esquecido tudo, sempre que eu olhava pra ele o passado ainda estava lá.

A Grande questão do Gus é o Vinicius, do pai ele quer distância, fazia questão de dizer pra tia Dafne quando ela vinha ficar com ele.

Para o Gus o Pai dele não tinha nenhuma importância e até era verdade, mas o Vinicius bem esse era outra estória, eu na realidade não conhecia ele pessoalmente, sei o que o Gus contou e claro dei uma investigada na vida do cara .... não me levem a mal, o Gus é a pessoa mais importante hoje na minha vida, e se o Vinicius é importante pra ele, bem vamos saber do cara.

Até onde eu sabia o cara é medico, tem um filho e foi casado, a esposa morreu. Acho que sobre isso o Gus não quer saber, quando fui tocar no assunto ele só me pediu pra nunca mais falar nesse nome.

Ok se ele pede eu faço.

Por quê? Por que o Gus é o homem da minha vida, simples assim. Ele é tudo pra mim, estamos "juntos" a muito tempo, não juntos nesse sentido, e sim nesse sentido também, eu sou muito bom em julgar as pessoas, consigo entender o que elas pensam desenvolvi isso ao longo do tempo, digamos que conheci muitas "pessoas", durante esses últimos anos.

Quando me formei na faculdade, eu queria muito trabalhar na área de administração, fazia muitas entrevistas e cara foi bem difícil, tem muito administrador no mundo, eu estava sozinho novamente, meu último "amigo" queria mais do que eu podia dar e então achei melhor começar uma nova vida. Larguei São Paulo e voltei pra sul.

Quando cheguei na entrevista, dei de cara com uma senhora, ela era a simpatia em pessoa, colocou todos os candidatos à vaga em uma grande mesa éramos 8 pessoas, foi conversando conosco, olhava nosso currículo, tinha gente muito mais qualificada que eu, ela estava montando uma academia para o sobrinho dela que era recém formado em Educação Física fora do Brasil, estava selecionando o pessoal para a provação final dele quando ele chegasse. Pela expressão daquela senhora, isso não era bem verdade.

Ela estava no comando de tudo.

No final pediu pra que cada um falasse de suas pretensões, ela era incrível, fazia com que cada um falasse muito sem preguntar quase nada.

Esperei ansioso a resposta da entrevista tinha gostado muito dela e do projeto, o sobrinho queria uma academia mais alternativa, voltada pra uma visão integral sobre o indivíduo, eu entendia o que ele queria. Desde os 13 eu praticava exercícios sabia exatamente o que ele falava, não era uma fórmula fechada de pesos e exercício iguais para todos, ela disse que ele queria um atendimento individual sem ser um personal trainer, professores que realmente se interessassem pelo aluno, um preço justo e um atendimento de excelência.

Quando cheguei para o segundo dia de entrevistas em um hotel da cidade, vi o que aquela senhora queria. Mais que um administrador ela queria uma "estória de vida", era incrível ela queria saber tudo sobre a gente foi uma entrevista coletiva, ficamos apenas 4, e notei na hora que éramos os mais novos e a princípio mais inexperientes.

A segunda parte da entrevista era individual, fui o último, para mim já estava bom, tinha na cabeça tudo o que ia falar com ela, quando vieram me chamar eu já estava preparado. Bem....

Só não estava preparado para aquela senhora, ela estava sentada em uma grande poltrona e me indicou uma outra para que eu sentasse, e por incrível que pareça tinha um lindo bule de chá pronto e algumas rosquinhas e bolos, eu quase sentei no colo dela e deixei ela ficar me embalando.

- Então meu filho... - Ela ficou me olhando e me desarmou completamente. –

- Por que tu quer a vaga eu já sei...mas gostaria de saber por que precisa dessa vaga? – ela ficou me olhando tomando o chazinho dela ... ela entendia de necessidade, ela entendia de gente que precisa de alguma coisa, eu queria provar pra mim mesmo que eu estava no caminho certo, seria muito mais fácil continuar usando o meu corpo, seria fácil, mas não era o que eu queria.

Aqueles olhos parecem que liam a minha alma, tudo que eu tinha pensado desapareceu da minha cabeça, fiz o que nunca se deve fazer em uma entrevista, falei toda minha vida pra ela, minha mãe, meu pai, como paguei a faculdade, tudo.

Era como se eu estivesse falando com a minha mãe, eu sabia que a vaga não era minha, ninguém entrega toda a sua vida em uma bandeja, conta todas as suas desgraças e dores para uma pessoa completamente estranha que está te oferecendo um emprego, ela nunca me julgou, perguntou sobre minha mãe e se ainda via meu pai e onde eu estava morando. Continuamos a falar como duas pessoas que se conhecem a vida toda e estão falando sobre a vida.

Era como uma sessão de psicanalise, e eu estava adorando aquela senhora.

- Bem querido quero lhe falar um pouco sobre meu sobrinho, com o tempo tu vai a prender a conhecer ele, notei que tu é muito perspicaz, conhece as pessoas, administradores tem aos montes mas eu preciso de alguém que cuide dele pra mim, a vida vai dar muitas voltas e numa dessas eu posso não estar mais aqui, quero um amigo pra ele, alguém que entenda tudo que ele passou, mas principalmente alguém que fique do lado dele.

- Meu sobrinho um dia vai ter coisas muito importantes pra fazer e quando isso acontecer eu quero alguém forte do lado dele, meu sobrinho tem um coração imenso mas não sabe ou não quer lidar com a realidade, se tu deixar ele vai ficar a vida toda no mundinho dele. E é exatamente isso que tu não deve deixar ele fazer, ele tem que olhar pra fora, ver o mundo exatamente como ele é.

Hoje pensando em tudo que aconteceu, eu entendo completamente o que ela me falava.

Ela foi me contando, sobre a vida dele, o que ele tinha passado com os pais, a vida sozinho fora do país e algumas outras dificuldades do rapaz. Eu entendia o que ela queria, entendia agora por que ela queria saber do passado de cada um dos entrevistados.

Ela não comentou tudo que eu tinha falado pra ela, ela só queria saber. Ela segurou minha mão.

- Querido, tudo que a gente passa na vida tem um motivo, o importante é que tu assim como meu sobrinho sobreviveram e continuam íntegros, são honestos, pode achar que eu sou uma velha louca que confia nas pessoas assim de uma hora pra outra, mas pode ter certeza que já ouvi estórias parecidas com a tua durante toda minha longa vida, conheço de longe a integridade das pessoas, tudo que tu passou só te fez mais forte.

Hoje eu sei que ela me dizia a verdade, minha estória infelizmente é uma entre milhares que já chegaram aos ouvidos dela. Ficamos falando horas, rimos e choramos juntos, ela era incrível acabei me perdendo em pensamentos quando ela fez a pergunta que mudou minha vida.

- Mas enfim menino, tu não me respondeu se quer a vaga? – ela ficou me olhando e sorrindo. –

- É minha?

- Bem, se eu falei lá no início que vai conhecer meu sobrinho com o tempo..... – ela não tirava os olhos de mim –

Comecei a rir, ela levantou e me abraçou e disse uma frase que nunca mais saiu da minha cabeça.

- Filho, bem vindo a minha família.

A forma com que ela disse isso me tocou de uma forma tão grande que eu chorei, isso mesmo chorei na minha primeira entrevista, ela me entendia, me deixou sozinho na sala e disse que me esperava no corredor.

Me recompus da melhor forma que podia, quando cheguei no corredor ela estava falando com um cara que estava de costas pra mim, gente vou dizer pra vocês conheci muito homem naquela época, mas vou contar, tremi nas pernas, fiquei com medo de ficar de pau duro na hora.

O Cara era maior que eu, malhado pra caralho, loiro bem branco, cabelo raspado tipo careca, exalava testosterona por todos os poros, a bunda era grande dura, tava com uma calça jeans surrada e camiseta, claro já imaginei ele na minha cama, ia ser incrível, pronto tava apaixonado, sou facinho mesmo, quem será que ele era? Não devia trabalhar no hotel.

Quando ela me viu chegando apontou pro cara e ele se virou, caralho quase tive um troço se não fosse a senhora me ajoelhava e chupava ele.

- Gustavo meu querido quero te apresentar o Claudio, espero que vocês sejam grandes amigos. – ele me sorriu, eu não tava preparado pra isso. -

Vou contar pra vocês quando ele abriu aquele sorriso eu achei que era melhor desistir do trabalho, eu não ia conseguir ficar olhando pra ele sem tentar agarrar ele de todos os jeitos possíveis.

Ele tinha os olhos mais incrivelmente azuis que eu conheço na vida, barba cerrada, a camiseta era gola "V" e eu consegui ver as tatuagens dele o cara era todo tatuado, era selvagem se é que me entendem.

A única coisa que destoava daquela beleza toda era a tristeza daqueles olhos, só vi anos mais tarde essa tristeza toda em outros olhos.

Ali na hora eu pensei, essa vaga é minha e esse homem vai ser meu, por trás daqueles olhos eu via que ele era um homem de fato, no sentido exato da palavra, integro, honesto como a tia falou, inteiro, ele olhava no fundo dos teus olhos e parece que via tua alma, que família era essa? Primeiro a tia e agora o sobrinho.

- Bem eu não esperava por isso. – disse e estendi a mão pra ele, ele me cumprimentou e ficou me olhando acho que não tinha entendido minha colocação. -

- Bem ... pelo que tua tia falava de ti, imaginei um menino que tinha acabado de sair da faculdade, mas me enganei. – abri meu melhor sorriso pra ele, queria impressionar o cara na nossa primeira vez, quer dizer nosso primeiro encontro, mas claro pode ser nossa primeira vez também.

- Como a senhora falou tia, ele é bem direto. – ele me sorriu -

- Sim foi isso que gostei dele, vamos almoçar meninos estou com fome.

Ele abraçou a tia e saímos em direção ao restaurante do hotel, eu realmente estava me sentindo em casa, em família.

....

Oi querido amigos, estou de volta espero que me acompanhem nessa nova trajetória ...grande abraço a todos.

Comentários

14/01/2018 01:49:42
Nosssa começar o ano assim e bom demais, querido que bom que tenha voltado, o cdc sem voce nao é o mesmo! Um feliz 2018 pra voce e todos os seus amigos e familiares e todos que estao a sua volta e a todos os leitores, sei que esta meio atrasado esse feliz ano novo, mas enfim antes tarde do que nunca ne, to muito feliz mesmo com sua volta e com certeza vou ler tudinho ta, bjos no seu coraçao e que Deus te abençoe ricamente ok.
14/01/2018 00:09:27
Ai que saudades, até me emocionei......
13/01/2018 22:27:51
Ele voltou! Lindooooo! Estava sentindo sua falta, Carlos. Beijos e nota millll.
13/01/2018 21:47:07
Que sauuudades, amei o primeiro capitulo
13/01/2018 19:49:57
Olá Carlos, saudades!!! Que bom que voltastes. Já adorei o tom do Claudio, direto, alto astral e amoroso. Aguardando o próximo capítulo. Bjs pra todos e pra ti
13/01/2018 15:39:51
Parabéns querido obrigado por ter voltado com mais uma bela estória de vida,a vida do Cláudio e pode ter certeza que o acompanharei com todo prazer,pois vc e todos aqueles ao qual vc retrata sua trajetória de vida são apaixonantes.😘😘
13/01/2018 13:34:18
EXCELENTE INÍCIO. VOU TENTAR ME SEGURAR PRA NÃO FICAR CHORANDO FEITO CRIANÇA.
13/01/2018 12:22:16
bom
13/01/2018 12:12:36
Mais uma história que me deixará apaixonada pelos personagens. Estava ansiosa pela visão do Cláudio e história de vida.

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