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AFINAL, PODE OU NÃO PODE COMER A PRÓPRIA IRMÃ?

Autor: contosdahora
Categoria: Heterossexual
Data: 13/01/2018 15:23:36
Nota 9.43
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Afinal, pode ou não pode comer a própria irmã?

Um dia, faz pouquíssimo tempo, bem ali pela semana do natal, fiz uma coisa que me deixou bagunçado de verdade; e agora fico me perguntando se é certo o que aconteceu, pois, bagunçado ou não, sei que vai continuar acontecendo.

Acontece que em casa, além dos pais, somos eu e duas irmãs mais novas, a Carol e a Luana. Sempre nos demos muito bem, sempre fomos amigos, e o máximo que acontece são aquelas briguinhas normais, que nunca vão além disso.

E aconteceu que a partir de um certo momento comecei a notar que a Carol estava ficando meio diferente comigo; mais apegada, mais íntima, e mais descuidada com as suas intimidades. É certo que há até bem pouco tempo ainda andávamos nus ou praticamente nus pela casa, mas não havia maldade nenhuma nisso; pura inocência de infância. Mas a inocência já havia acabado e os cuidados em esconder certas partes do corpo já havia virado rotina entre nós três.

Por isso é que primeiro não acreditei que as coisas estivessem acontecendo de propósito e até quase chamei a atenção dela quando, num certo dia, estava na sala vendo televisão e percebi que ela estava no quarto delas duas, mudando a roupa, com a porta completamente aberta. Estava de costas para mim e até me senti mal vendo ela tirar a camiseta, baixar a calça, baixar a calcinha, dobrar o corpo na cama para pegar a calcinha nova que havia separado, depois a calça, a camiseta...

Me senti mal, mas achei o máximo ficar olhando; suas coxas, sua bundinha.

Mas aconteceu de novo e de novo. E se não bastasse, por várias vezes andei vendo sua calcinha, quando ela se sentava de qualquer jeito no sofá da sala, em frente aonde eu estava. E como eu estava de briga com a namorada fazia algum tempo... já viu. Confesso que comecei a ter ideias e até a torcer e esperar pelo dia que ela estivesse sem calcinha. Pelada eu só a tinha visto no quarto, mas de costas para mim.

Como seria a sua xaninha... peludinha?

Descobri isso num certo dia, no banheiro.

Eu já me sentia mal tendo essas curiosidades e certos pensamentos nada dignos, mas tudo piorou no dia em que entrei apressado no banheiro para dar uma desaguada, já com o pinto de fora, e dei de cara com ela tomando banho, com a porta do box aberta. Meu pau já estava meio duro, por causa do mijo chegando, e ficou mais duro ainda, apontando para a sua xaninha... bem peludinha.

- Vira esse negócio pra lá. - ela disse, sem se mostrar abalada ou incomodada.

- Só quero mijar... Você não trancou a porta do banheiro. - falei.

- Pois então mija. - ela disse, puxando a porta do box até quase fechá-la por completo.

Senti até vontade de mijar no box, na direção dela, puxar conversa, falar qualquer coisa, mas tive uma reação estranha no momento e acabei mijando no vaso e saindo... meio atordoado.

Mas o que não conversamos naquele momento, conversamos depois, nos dias seguintes, pois ela se mostrava mais afetiva ainda, mas cheia de coisas para falar, sobre qualquer assunto, até que numa certa tarde de sábado em que estávamos sozinhos em casa ela chegou ao ponto de me incendiar de vez.

- Me fala uma coisa.

- Falar o quê?

- Com quantas meninas você já transou? - ela perguntou, do nada.

- Nossa! Por que você quer saber isso? - perguntei, meio surpreso e aceso ao mesmo tempo.

- Por nada. Eu já transei três vezes... mas sempre com o meu namorado... só com ele.

- Sim. Mas por que você está me falando isso?

- Acho que nem sei... quer dizer, até sei. É que fico pensando que vocês, meninos, podem transar com quantas meninas quiser que não tem problema, mas nós, meninas, não podemos. Não é assim?

- Não sei. Isso é o que você está falando. Mas por que...? Por acaso você está querendo transar com mais alguém além dele?

- Eih! Não é nada disso. É só uma curiosidade... acho que é falta do que falar.

Bom... se era falta do que falar, agora tínhamos muito o que falar, pois eu havia me entusiasmado um tanto com aquela conversa. Mas chegaram os pais, chegou a mana mais nova, e tudo o que pude fazer foi olhar para a minha irmã Carol de um jeito meio diferente, meio pecaminoso... Seu corpinho tudo certinho, seus peitinhos bicudinhos, suas coxas bem desenvolvidas, sua bundinha redondinha... E aquela xaninha peludinha que eu tinha visto lá no banheiro.

Que pecado!

Mas pecado maior era ela quem estava fazendo comigo, e ia fazer ainda mais nos dias seguintes. Está certo que depois daquela conversa passei a prestar mais atenção nela e nas coisas que ela fazia ou não fazia, como no dia em que, para a minha loucura maior, ela foi tomar banho e logo saiu do banheiro, na direção do seu quarto, passando pela sala, onde eu estava,, dizendo ter esquecido a toalha, e depois passando de volta... peladinha, peladinha, tanto na ida quanto na vinda.

Pirei, mas me contive ou, na verdade, não tive coragem de me juntar a ela no banheiro, temendo que, talvez ou provavelmente, eu é que estava vendo maldade onde só havia inocência.

- Desculpe se te faço certas perguntas, mas você é o meu irmão mais velho, é a pessoa certa para me dar conselhos... Na verdade, você tem a obrigação de fazer isso. - ela me disse, alguns dias depois, como a jogar um balde de água fria nas minhas elucubrações eróticas (seja lá o que for isso... li numa revista).

- Tenho obrigação? - perguntei.

- Obrigação, não. Mas podemos ser amigos, não podemos?

- Somos, claro! Mas eu falo, assim, de trocar ideias sobre certas coisas, esclarecer certas coisas, ensinar...

- Tudo bem, mas que certas coisas você quer esclarecer, aprender?

- Qualquer hora eu te falo. – ela disse, indo cuidar das suas coisas e me deixando com a impressão maior de que ela estava mesmo me tomando como um pai, já que com o nosso pai não havia esse tipo de diálogo.

Talvez a mana estivesse com algum problema. E eu imaginando coisas!

Mas...

Dois dias antes do natal, um sábado, morreu um tio nosso, irmão do nosso pai, morte prenunciada, pois já estava doente fazia um bom tempo. Os pais foram ao velório e levaram a Luana junto, deixando-a num shopping para que ela pudesse comprar um presente para um menino de quem estava a fim.

- Depois a sua irmã liga e você vai pegá-la no metrô. Não deixe ela vir sozinha à noite. – disse-me o pai, mesmo sendo ainda três horas da tarde.

Respondi que estava tudo bem e fui para o meu quarto, onde fiquei deitado, mexendo no meu tablet. Não entrei e nem queria entrar no Face porque sabia que a Débora, minha namorada briguenta, com certeza já tinha postado fotos das suas férias na praia... com outro menino, outros meninos, só para me fazer ciúmes.

Estava tranquilo, quando a Carol entrou e sentou na beirada da cama. Usava uma camiseta que lhe chegava aos joelhos.

- Esse negócio de morte me dá medo. Vou dormir aqui com você. – ela disse.

- Dormir? Mas isso é hora de dormir? – falei, ainda sem o menor pensamento para outras coisas.

- Mas eu... a gente... – ela falou, me olhando e baixando a cabeça, ao mesmo tempo.

- O que é? Fala! – eu disse, notando que ela parecia um tanto encabulada, até que, depois de respirar fundo, falou, bem rápido.

- Se adivinhar o que eu tenho na mão eu te dou. – ela disse, repentinamente, mostrando a mão fechada.

- Uma melancia. – brinquei.

- Tonto! Não é de comer... quer dizer, é de comer, é pra comer, mas... – parou de falar, ficou me olhando, até que abriu a mão.

- Uma camisinha! – exclamei, surpreso.

- Você não quer? – ela perguntou.

E ficamos num impasse. Eu não sabia o que responder, ela não sabia o que falar ou fazer. O fato é que, por mais que eu desejasse e esperasse acontecer, aquilo me assustou num pouco; acho que só então me dei conta de que ela é minha irmã e que podia não estar no seu juízo perfeito.

Resolvi investigar. Já de pau duro, mas ainda assim achei que devia ter certeza do que estava acontecendo.

- Tudo isso só por causa da morte do tio? – perguntei.

- Não! Não foi por causa da morte do tio... eu já estava preparada.

- Já estava preparada? Como assim?

- Eu já tinha pensando nisso e até já...

- Já o quê? – perguntei.

Ela não falou nada, apenas se colocou em pé e puxou para cima a camiseta, até a cintura.

Estava sem calcinha, estava depiladinha.

Fui do zero a cem num milionésimo de segundo... e depois entrei numa curva descendente; primeiro meu pau durão deu um salto dentro do calção, uma retesada, e todo o meu corpo estremeceu diante daquela visão maravilhosa, depois a minha moral quase me faz expulsar a mana do meu quarto.

Mas imagina se eu ia fazer uma maldade dessas com ela!

E muito menos comigo... Fui fraco, minha compulsão sexual foi maior.

Depois de mais alguns segundos de impasse estiquei a mão e puxei a mana para cima do meu corpo.

- Você quer? – ela perguntou, já encavalada sobre o meu mastro duro e olhando nos meus olhos.

- Fica quieta! – falei, com medo, talvez, de que ao conversar pudéssemos estragar tudo.

Ela respondeu com um beijo, ao mesmo tempo em que procurava encaixar melhor o seu pequeno triângulo ao longo do meu pau... ficou mexendo o quadril, esfregando, esfregando... e me beijando.

Esqueci que eu estava com a minha própria irmã, baixei meu calção pelas pernas e ela ficou, simplesmente, alucinada, agora esfregando carne contra carne... carne dura, carne molhada, carnes que só eram tesão.

Nossas camisetas sumiram, nossos peitos, seus lindos seios, se juntaram aos meus mamilos, rolamos, fiquei por cima, rolamos novamente, ela se esfregava com mais vigor ainda, e mexia o quadril procurando encaixar uma carne na outra.

- A camisinha... – lembrei.

Ela permaneceu ajoelhada sobre as minhas pernas, ansiosa, enquanto eu vestia o bruto; depois pegou, encheu a mão, murmurou qualquer coisa como “gostoso” ou algo assim, e caminhou de joelhos sobre as minhas coxas até chegar à posição...

Ajeitou na entrada da vagina e sentou.

Menina apertadinha, coisa mais louca! Menina taradinha, completamente fora de controle em cima do meu corpo, espetada no meu pau, deixando escapar palavras que eu não entendia, sussurros, murmúrios, gemidos, gritos.

Eu apertava suas costas, massageava sua bundinha, corria os dedos pelo seu reguinho, puxava-a contra o meu corpo, já quase não me aguentava mais, tentando me segurar para não gozar antes dela.

Mas nem foi preciso me segurar muito, porque logo a mana parou de me beijar, soergueu o corpo, cravou suas unhas no meu peito, e ficou só no controle... quer dizer, no descontrole do quadril sobre o meu pau... um descontrole total, um gemido longo e forte, um grito final.

Que gozo gostoso a mana teve, sendo logo seguido pelo meu gozo, pois nesse momento já não pude mais me segurar.

E a sorte foi que o pau continuou duro, apenas deu uma molengada, pois que a mana mal acabou de gozar e já engatou a segunda vez. Nunca eu tinha visto isso. E menos ainda eu tinha visto uma menina gozar três vezes seguida, feito louca, completamente descontrolada, até que, finalmente, exaurida, ela caiu sobre o meu peito, ofegante, querendo olhar nos meus olhos, quase não conseguindo manter os olhos abertos.

Só mais tarde um pouco, já caída do meu lado, é que trocamos algumas palavras, dizendo que havia sido muito bom, mas sem comentarmos o fato de sermos irmãos, sem nos perguntar se estava certo fazermos aquilo.

E não perguntamos porque ainda tínhamos muito fogo e logo estávamos novamente aos beijos, que depois virou um 69, que depois virou um frango assado, um quatro pé...

A camisinha que mana havia levado não deu nem pro começo e tive que abrir a minha gaveta, gastar várias, até a exaustão.

Pegamos no sono.

Nossa grande sorte foi que vestimos nossas roupas antes de deitar, meio abraçadinhos...

Acordei com ruídos pela casa, já estava escuro e imaginei que os pais já tivessem chegado e, com cer2teza, visto nós dois ali na cama. Mas não eram os pais.

- Você não ligou!? – falei para a Luana, meio com cara de taxo.

- Ligar eu liguei, três vezes, mas...

Entrei meio que em parafuso. Era certo que a Luana tinha percebido tudo ou, talvez, até já soubesse com antecedência.

Mas não pudemos conversar, pois os pais estavam chegando. Corri a acordar a Carol, escondi as camisinhas usadas na gaveta, pedi para que as duas confirmassem que eu tinha ido buscar a Luana na estação do metrô.

Não tive mais chance de conversar, com nenhuma das duas até este momento, mas os olhares maliciosos da Luana, e os olhares comprometedores da Carol me dizem que ainda temos muito o que conversar... muito mesmo.

Só que tudo isso me deixa muito bagunçado... pois ainda não sei se pode ou não pode comer a própria irmã?

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Vivido e escrito por:

JúniorSaúde - São Paulo - SP

Revisado e publicado por: http://contosdahora.zip.net

Favor mencionar a fonte ao republicar.

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Comentários

15/01/2018 18:48:05
pode sim quantas vezes ela deixa ou quiser
15/01/2018 15:10:31
Pode comer sim a irma e gosar dentro da bucetinha dela sem problemas
15/01/2018 01:05:54
Muito bom. Espero que continue.
14/01/2018 05:00:12
Pode tudo. Se todos querem.
13/01/2018 20:57:37
Estavam sumidos, mas voltaram com tudo. Ótimo e delicioso conto.
13/01/2018 16:59:07
Excelente
13/01/2018 15:50:56
PS olha as minhas histórias com a marcelle um abraço parabéns pelo seu conto
13/01/2018 15:50:24
Excelente nota 10

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