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GRÁVIDA, COM ÓDIO MORTAL E MUITO TESÃO

Autor: contosdahora
Categoria: Heterossexual
Data: 13/01/2018 15:34:17
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Grávida, com ódio mortal e muito tesão

Faz um bom tempo tudo isso. Sei que hoje eu não faria coisa igual.

Mas essas coisas, e outras ainda, estão todas aqui, anotadas na minha agenda.

Domingo, 27 de julho de 2003.

Aconteceu! Não sou mais virgem. Fui numa festa ontem na casa de uma amiga. Foi maravilhoso. Meu namorado me levou, mas quando foi na hora de voltarmos, minha amiga sugeriu que eu pousasse com ela. Meu namorado foi embora sozinho.

Só havia algumas pessoas mais por ali e logo acabou ficando só nós quatro, minha amiga e seu namorado, eu e um menino.

Minha amiga e seu namorado estavam na varanda, no maior love, quando eu e o menino fomos para lá também,

- Por que vocês não ficam? - perguntou ela, para nós dois.

Trocamos um olhar. Pensei se era certo eu fazer aquilo, aproximamo-nos e começamos a ficar.

O prédio da minha amiga, no Morumbi, era alto e estava uma delícia a gente ali, já bem de noite, beijando e olhando a cidade já de madrugada. O menino estava tomando cerveja e comecei a tomar também. Tudo então ficou mais lindo ainda.

E foi então que minha amiga sugeriu que o menino não fosse embora, que ficasse comigo pelo resto da noite. Arrumou um quarto para a gente.

Primeiro eu fiquei assustada com aquela ideia, mas quando ela apareceu com algumas camisinhas, algo me excitou. Por que não, pensei. Tenho 16 anos, já está mesmo ha hora. Nem considerei que o menino que estava comigo não era o meu namorado.

Fechamo-nos no quarto aos abraços e beijos. Fomos tirando a roupa e então aconteceram coisas incríveis. Nunca eu havia me sentido tão gostosa, tão livre, tão mulher.

Bebemos cerveja bastante, depois uma outra bebida que ele havia levado para o quarto e transamos, transamos muito. E aquela história de que na primeira vez é ruim, que dói, que não sei mais o quê, é tudo mentira, pois foi só alegria e prazer.

Perdi minha virgindade, mas ganhei uma nova eu.

Só estou com um probleminha; como encarar, como contar para o meu namorado? Mas vou dar um jeito, vou pensar num jeito... por hora, só quero continuar vibrando com as lembranças dessa noite maravilhosa... minha primeira noite.

Quarta-feira, 24 de setembro de 2003

Fiquei grávida de bobeira. Perdi o namorado de bobeira. Não sei onde eu estava com a cabeça naquele dia para aceitar ficar com aquele menino. Não sei porque aceitei dormir com ele, perder minha virgindade com ele. Não sei o que fizemos de errado, se esquecemos de colocar a camisinha em algum momento. Não sei. Só sei que fiquei grávida. Tive de contar para minha mãe, para o meu pai. Para o meu namorado; falei que foi apenas um vacilo, mas não me perdoou. Que burrice a minha!

Sábado, 20 de dezembro de 2003

Estou sozinha em casa, pois todo mundo viajou, menos eu e minha mãe. Ela foi na casa da tia e só volta mais tarde. Segunda-feira vai me levar no médico. Por isso não viajamos. Vim aqui escrever pois estou ficando meio doida.

Andei lendo minha agenda, as coisas que tenho escrito. Como pode! Num dia eu estava feliz, contando uma aventura gostosa. Noutro dia eu estava desesperada, grávida e chorando porque meu namorado havia dito que sou uma cadela.

E li outras páginas ainda da minha agenda que mostram como, nesses últimos meses, tenho levado uma vida ruim, sem poder sair, sem poder namorar, e ainda ouvindo gracinhas dos meninos e das meninas da escola, lugar onde ainda vou.

Mas acho que sou uma cadela mesmo ou pior que isso, sou uma assassina. Só não fui assassina porque não tive coragem de machucar a mim mesma.

Ontem de tardezinha, agitada do mesmo jeito que estou agira, e também sozinha, fiquei andando pela casa e acabei nua. Não sei porque tirei a roupa, mas simplesmente me deu vontade.

Então me deu vontade também de ter prazer, ter um orgasmo, coisa que fazia tempo eu não tinha. É que antes de engravidar, antes da minha transa, eu me provocava alguns orgasmos de vez em quando, só com o dedo. Depois que transei, nunca mais tinha feito isso, talvez por ter ficado arrependida do que havia feito, da sacanagem que fiz com o meu namorado.

Sentei em uma cadeira e comecei a me acariciar para ter o meu orgasmo. Mas então, comecei a ficar triste, pensando que se não estivesse grávida, podia estar saindo, estar namorando, transando de verdade e não ficar ali, fazendo com a mão.

E mesmo triste, lembrei com saudades daquela noite, da minha primeira vez, da minha única vez. E me voltou na lembrança a sensação de sentir-me penetrada, com o pênis do menino fazendo prazer lá dentro de mim.

Eu precisava de algo que me penetrasse. Andei um pouco mais pela casa e achei o que eu precisava, num castiçal que minha mãe mantém na sala de jantar. Grossas velas. Grossas e compridas velas, maiores ainda que o pênis daquele menino. Menino que só vi uma vez, mas que transformou minha vida.

Sentei-me novamente na cadeira e comecei a penetrar-me com aquela vela. Era gostoso, uma delícia, parecia um pênis de verdade. Só não era quente, só não tinha movimentos próprios.

Não fosse o bebê e eu poderia estar transando de verdade com alguém, com o meu namorado que já não era mais meu namorado, poderia estar transando com qualquer outro menino.

E me veio então a mente assassina. Agachei-me no chão e fui enfiando a vela. Estava disposta a enfiar até estourar o meu útero. Já havia lido sobre mulheres que abortam penetrando algo no útero. Eu iria fazer o mesmo. Iria apoiar a vela no chão e sentar sobre ela, até o fim.

Mas não tive coragem, claro! Nunca que eu faria uma coisa dessas.

Mas eu precisava de um orgasmo, precisava gozar.

E então veio a loucura.

Coloquei um vestido sobre o corpo, só o vestido, com botões na frente, juntei algumas camisinhas que havia sobrado das tantas transas que eu sonhara ter e não tive, e desci até o térreo, até os fundos da garagem do prédio... sabia que ali sempre ficava uns meninos.

E realmente lá estavam três meninos; o Dailson, com quem eu havia trocado uns beijinhos fazia muito tempo, o Bruno, Bubu, que morava no prédio fazia pouco tempo, e o Terceiro, que eu não conhecia, não sabia o nome e nem fiquei sabendo, mesmo depois de...

Bom... enquanto eu descia pelo elevador e caminhava pelo estacionamento eu só pensava em chegar na frente de quem estivesse ali, abrir o vestido, mostrar que eu estava sem calcinha, mostrar as camisinhas...

Mas logo descobri que eu estava doida, mas não tão passada assim, pois, simplesmente, não tive coragem de abrir sequer um botão.

E logo também a coisa complicou, pois cheguei ali, cortei o papo dos meninos, sei lá sobre o que estavam conversando, e ficamos um olhando para a cara do outro... um momento embaçado, até que deixei minha agonia sexual falar mais alto e resolvi que eu tinha de agir.

- Quero falar com você. - falei para o Dailson, chamando-o mais para o fundo, para o escuro.

- Quer? - perguntei a ele, mostrando a camisinha, indo direto ao assunto.

Ele ficou tão surpreso e embasbacado que nem conseguiu abrir a boca. E ficou mais embasbacado ainda, mas com os olhos vidrados, quando me viu com o vestido aberto.

- Põe! - falei, pedindo a ele duas coisas ao mesmo tempo: que colocasse a camisinha no pau e que colocasse o pau em mim, naquela minha gruta delirando de vontade.

Sentei no capô de um carro, esperei com muita impaciência ele baixar o calção e vestir a camisinha,

abri as pernas...

Eu tremia de emoção. Nem naquela desgraçada minha primeira vez acho que senti tanta emoção assim. Era tesão demais. Eu podia sentir minha lubrificação em excesso, escorrendo.

- Meniiiiiino! – gemi forte, quando ele encostou a cabecinha...

Devo ter entrado em curto-circuito. Pelo que aprendi com meu pai, que tem uma oficina de eletrônica, o negativo da minha xana entrou em curto com o positivo do pinto dele e começou a sair faísca.

Nem sei de verdade quem era o positivo e quem era o negativo. Só sei que mais de setenta milhões de volts fizeram com que eu ficasse gemendo sem controle, só sentindo aquele deslizar maravilhoso e querendo sentir o menino cada vez mais fundo.

E foi para sentir seu pau cada vez mais fundo que não parei quieta; ficava sentada, apoiada nos cotovelos, com as pernas totalmente abertas, ficava deitada no capô do carro, mais aberta ainda, dobrava as pernas para cima, e, sentada, até tentava abraçá-lo com as pernas. Mas a barriga não deixava.

E foi numa das vezes que fiquei sentada que vi os dois meninos, o Bubu e o Terceiro, parados a alguns metros, só olhando a gente. Vi, mas nem me importei... quer dizer, me importei, sim, mas com outra coisa.

- Olhem se não vem ninguém. – pedi, como se só então eu tivesse me dado conta do lugar onde eu estava e do que eu estava fazendo.

E os meninos entenderam aquele meu pedido como uma oferta, pois se afastaram, ficaram vigiando, mas depois...

Depois que quase me acabei de tanto gozar no pau do Daílson, a ponto de começar querer fazer xixi, depois que Daílson precisou de um tempo, depois que fui me agachar atrás do carro para desaguar, vi o Bubu com aquele olhar de também quero.

- Vem! – acenei carinhosamente, oferecendo a ele uma camisinha, me colocando debruçada sobre o capô do carro e erguendo o vestido.

- Quer que eu coloque atrás? – ele perguntou.

- Não, né! – respondi, quase dando bronca.

Que ideia!

Quem estava precisando era a minha chiquinha; o chiquinho ainda nem conhecia essas coisas.

A transa com o Bubu foi gostosa, mas não tão gostosa como havia sido com o Daílson, que só estava ali, sentadão na mureta, só olhando, e menos gostosa ainda do que foi com o Terceiro.

O menino nem me conhecia, mas achou que também tinha direito, e enquanto eu estava ali, sentadinha na mureta, descansando ao lado do Daílson, pensando em dar mais uma com ele, o Terceiro estava em pé à nossa frente, com a barraca armada, coçando a barraca, me olhando como se fosse um leão querendo me comer.

Mas ele era um leão querendo me comer, a ponto de me comer; um leão negro com a lança de fora...

Lança!?

Lembrei da vela grossa e longa... uma velinha.

- Menino... isso aí vai me machucar, vai machucar o bebê...

E sabe que não machucou!? O difícil foi apenas cobrir aquilo tudo com a camisinha.

- Você só põe até aqui. – falei, mostrando onde era pau coberto com a camisinha e onde era pau descoberto (a maior parte).

Mas ele obedeceu?

Fiquei na mesma posição que havia ficado com o Daílson. Só que agora, ao invés de querer cada vez mais fundo, eu estava era com medo que ele fosse muito fundo, que machucasse, que arrebentasse.

E foi então que descobri o quanto sou mulher, o quanto a minha gruta é profunda. Com as pernas abertas, apoiada nos cotovelos, vi o pau entrando, senti aquilo indo cada vez mais fundo, vi aquilo sumindo, sumindo, tudinho.

Mas ainda levei um tempo até relaxar... quer dizer, até eu começar a me esbaldar com aquela enorme vela preta fazendo gostoso lá dentro de mim... bem lá dentro.

Que leão era o Terceiro! Que negão! Que pau!

Não sobrou pra mais ninguém. O Daílson ainda queria mais, o Bubu também, mas o Terceiro havia simplesmente me arrebentado, não de machucar, mas de tanto gozar.

Fechei o vestido (e as pernas), dei volta por trás dos carros, meio que amparada pelos meninos, o Daílson me acompanhou até a porta, querendo entrar, querendo mais...

- Hoje não dá. – falei.

E não dei mesmo. Caí na cama sem nem ao menos tomar um banho e dormi feito pedra.

Eu era um êxtase sóAnotação posterior:

Nos dias seguintes, bochichos sobre os meninos terem trazido uma prostituta para o prédio.

Minha sorte foi que o vestido largo escondia a minha barriga e ninguém viu que era eu.

Minha outra sorte foi que nenhum dos meninos abriu o bico e, assim, em troca do silêncio deles, passei o resto da gravidez sem maiores necessidades...

Está tudo anotado aqui.

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Vivido e escrito por:

M> H. M. - Guarulhos - SP

Revisado e publicado por: http://contosdahora.zip.net

Favor mencionar a fonte ao republicar.

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