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No rancho fundo, e como foi fundo - 2ª parte

Autor: Dudinha
Categoria: Grupal
Data: 17/01/2018 11:17:10
Nota 10.00
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Acordei sem saber que horas eram. Um pouco de luz passava pela janela entreaberta e imaginei que amanhecera. O calor estava quase insuportável e o fraco vento que entrava pela janela refrescava pouco o quarto. Pensei em levantar e me mexi um pouco, foi o suficiente para que Osmar também se movesse. Fiquei imóvel vendo-o levantar-se e resmungar sobre ter de ir mijar, não sem antes passar a mão em nós duas, deitadas na mesma cama que ele, "Essa Dudinha é demais. Sempre tentando se passar por certinha mas indo em tudo quanto é festinha que chamassem", depois deu um apertão na bunda de Mirela, "Já essa aqui sempre foi santinha, cdf e tudo mais, e mesmo assim está dormindo com um velho sortudo como eu". Finalmente levantou-se e foi ao banheiro, deixando a porta aberta e a luz do corredor invadir o quarto, iluminando-o por completo. Olhei pela janela e vi os dois postes acesos lá fora, provavelmente para dar um pouco de segurança naquele fim de mundo.

Dormindo, minha irmã rolou pela cama, tomando o lugar onde antes estava Osmar e me abraçando com seu corpo suado, sim, o calor estava nesse nível. Ao voltar, o dono da farmácia olhou em seu celular, "Caralho, 1 hora da manhã. Como é que eu vou dormir de novo com esse puta calor", e ficou parado de pé próximo a porta olhando para nós duas na cama. Eu mantinha apenas um de meus olhos azuis aberto e vi perfeitamente quando ele começou a massagear seu cacetão por cima do pijama e o bichão foi crescendo, crescendo, saindo por debaixo do short. Com a rola dura e pronta para a ação, Osmar deitou-se atrás de Mirela e começou a passar suas mãos nodosas em seu corpo macio, primeiro no bumbum, depois no quadril, cintura e por fim pegando em seus peitinhos.

Notei que as ancas de minha irmã se moviam vagarosamente para frente e ela soltava gemidinhos bem baixinhos. Com toda a certeza, o velhote estava se aproveitando do estado de embriaguês que o vinho tinha causado em nós e tentava comer Mirela em seu sono. Ela chegou até a tentar virar porém ele a segurou firmemente e continuou tentando penetrá-la. Derrubada por causa da bebida, ela nem conseguia acordar. Por fim, desistindo de tentar comer Mirela daquela maneira, Osmar saiu do quarto mais uma vez. Por curiosidade, toquei a xoxotinha de minha irmã e meus dedos ficaram melados na hora.

Nesse instante Osmar retorna ao quarto, agora sem o short do pijama, e carregando a caixinha de KY que eu bem conhecia. Abriu mais ainda a porta de modo que a luz que entrava iluminasse toda a cama e passou uma porção generosa do gel em seu cacetão, espalhando por todo o imenso comprimento da ferramenta e tornando a deitar-se atrás de Mirela. Com as duas mãos em seu bumbum, ele separava as nádegas fartas e empurrava seu pau contra o buraquinho da coitadinha que começara a ensaiar um gemidinhos e umas caras de desconforto, seguindo, no entanto, em seu pesado sono de embriaguês. Ouvindo os gemidinhos dela e os arquejos do homem logo atrás, até eu comecei a ficar excitadinha com a situação e tocava minha bucetinha de leve.

Até que ela Mirela abriu um pouco os olhinhos e procurava para os lados, ainda abobalhada por culpa do sono, tentando entender o que estava acontecendo e foi o momento que ela arregalou os olhos de uma vez e sua boca abriu soltando um gritinho que foi logo silenciado pela mão forte de Osmar, "Shhh! Quietinha, Mirela, fica quietinha. Não faça barulho não ou vai acordar sua irmãzinha", eu continuei a fingir e vi que Mirela apenas deu uma olhada de relance para mim e nem ao menos percebeu que um de meus olhos estava meio aberto, "A cabecinha já entrou, vou empurrar o resto, tá bem?", e assim o fez, sem nem ao menos esperar pela aprovação da infeliz que pode apenas fechar bem os olhos e agarrar-se com firmeza no lençol. As lágrimas começaram a escorrer abundantemente molhando a mão que tapava sua boca. "Muito bem, Cabritinha, como sempre está de parabéns. Aguentou tudinho sem dar um pio", ao soltar a boca de Mirela, beijou-a na bochecha e a abraçou por completo. Minha irmãzinha estava presa por braços mirrados mas que a seguravam firmemente, impedindo-a de escapar de ser empalada por um mastro extraordinariamente grande.

Eu, que já estava com meus olhos bem abertos, via em sua carinha o desespero para extravasar a dor que sentia, contudo ela era por demais obediente e não faria qualquer ruído se não lhe fosse permitido. Nem eu me aguentava mais de tesão e tocava uma siririca rápida àquela visão do paraíso que ela me proporcionava. Ao abrir os olhos, finalmente ela constatou que eu estava acordada, mas, nem se quisesse, teria conseguido falar visto que precisava usar todas as suas forças para aguentar o velhote enrabando-a lentamente.

Não foi por maldade, eu lhes asseguro, mas levei meu dedo à boca em um pedido de silêncio. Acho que a submissão dela também me excitava e eu queria que aquele momento durasse para sempre. Eu sei, tadinha da Lelinha se fosse assim, mas eu não me importaria em passar mais tempo vendo aquela carinha de quem está levando no cu. Segurei sua mão e ela apertou tão forte que tive que usar a outra para me libertar. Seu olhar de desespero me dava um dó mas ao mesmo tempo me dava tesão e, sabendo que a putinha já tinha levado ferro na bunda tantas e tantas vezes, desse mesmo cacetão que a enrabava agora, resolvi deixar seu sofrimento nos levar a um orgasmo.

Toquei sua xaninha, de leve, e tive meu punho agarrado pela mão aflita de Mirela. Com uma mão eu a masturbava e com a outra eu me masturbava. Era um prazer tão impetuoso que a coitadinha chegava a virar os olhinhos. Parei de mexer quando ela soltou minha mão e percebi que Osmar estava imóvel, apenas respirando ofegantemente. O miserável tentava recuperar o fôlego. Também, com tantos anos nas costas, trepar 3 vezes no mesmo dia não deve ser nada fácil.

Para não fazer barulho, eu também tinha parado meus movimentos, deixando Lelinha quieta por alguns instantes, apenas com o rabo tomado pelo cacete que a preenchia. Aos poucos sua respiração se estabilizara, ficando até mesmo relaxada, mas sem deixar de me encarar com seus olhinhos surpresos e assustados, mas ao mesmo tempo enfurecidos por ter que ficar quieta ao ser enrabada por um cacete tão imponente.

Percebi a cabeça de Osmar levantando-se e abaixei as mãos. Também fechei um dos olhos e fiquei observando o que ele faria. Primeiro ele afastou o cabelo que estava colado no rostinho de minha irmã, deu uma lambida na orelha e sussurrou, "Você ainda é minha preferida, Mirelinha, não precisa se preocupar. Essa sua irmã pode ser gostosinha, famosinha e o diabo a quatro, mas a maneira como esse seu cuzão devora cada centímetro do meu cacetão é insuperável", e retomou a foda, ainda dando alguns beijos e lambidas no rosto dela antes de se deitar novamente, agora apenas segurando nos bracinhos dela e aos poucos empurrando-a para frente. Estando um pouco mais acostumada com a jeba em seu cu, ela se segurava para não gemer, pelo menos não tão alto, mas agora de prazer. A cada vez que Osmar enterrava sua piroca no cuzinho guloso, Mirela era empurrada em minha direção e, com isso, seu rosto aproximou-se do meu e eu a calei com um beijo.

Tomando a iniciativa, ela segurou minha mão e a colocou sobre sua bucetinha úmida e quente, praticamente me implorando para ajudá-la a gozar. Não me fiz de rogada e enfiei um dedinho em sua gruta e, me doando por completo, deixei minha bucetinha sedenta de lado e coloquei a outra mão para trabalhar no grelo de minha irmãzinha, cutucando seu clitóris. Seus olhinhos se arregalaram e sua boca abriu-se de tal forma que cheguei a achar que ela gritaria, entretanto ela se conteve, cerrou os dentes e gozou na minha frente, deixando escapar apenas alguns sons que ela não foi capaz de impedir, "Aperta, isso, aperta esse cu, putinha. Aperta que eu vou te encher de porra", eu até parei de masturbá-la para ela não gritar de vez já que, estando o dono da farmácia pronto para gozar, aumentou um pouco seu ritmo e deixou Mirela bestificada ao ponto de contorcer o próprio corpo. Se Osmar não a estivesse segurando, a coitadinha teria se encolhido todinha.

Deu mais umas duas ou três cravadas, dessa vez mais fortes, e parou, "Agora vou dormir como um bebezão", falou com a voz tão naturalmente alta que parecia nem se lembrar dos cuidados que tinha tido para não me acordar. Fiquei na dúvida se ele não sabia sobre mim e tinha aproveitado para realizar alguma taradice ou se tinha ficado tão relaxado com o gozo que tinha se esquecido dos arredores. "Boa noite, Cabritinha. Hoje não deu mas amanhã vou pôr você para tomar leitinho, não precisa se preocupar". Jogou o braço por cima de minha irmã e, como eu estava colada a ela, o braço também caiu sobre mim.

O cansaço dos dois era tanto que dormiram em minutos. Levantei para apagar a luz do corredor e os vi ainda engatados, com o cacete amolecendo dentro do cuzinho arrombado de Mirela. Deitei ao seu lado e terminei minha própria siririca antes de acompanhá-los para o mundo dos sonhos.

Comentários

MVN
09/02/2018 18:30:54
Muito bom.
17/01/2018 17:26:56
Delícia
17/01/2018 13:47:45
Delicia! Bj e leia os meus

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