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Cai do cavalo literalmente- Parte 2

Categoria: Homossexual
Data: 17/01/2018 18:01:23
Nota 10.00
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O Concurso acabou e os Conjuntos (cavaleiro e cavalo) de minha prima Fulana de Fulanê não tiveram êxito.

Fui as cavalariças para abraçar o Vincula e em lá chegando me deparei com um tremendo barraco.

O Vincula, segurado por dois cavalariços, gritava com o senadorzinho Dorian Gray (nome pelo qual chamarei o moço) e o senadorzinho, segurado por dois de seus companheiros, gritava com o Vincula.

Com muita autoridade fui logo gritando a lá Jéssica, personagem de Samantha Schmütz no Vai que Cola:

“Que porra é essa???”

“Estevão. Nos erramos muito por causa da incompetência desse treinador ralé, fracassado, fudido, que não sabe dar ritmo aos treinos. Um merda. Vou falar com Fulana de Fulanê que com ele não dá. Estou fora”.

“No hipismo vence aquele que cometer o menor número de infrações. Se houver necessidade de desempate e, nele, novamente os competidores “limparem” o percurso, ou seja, sem cometer nenhuma falta, ganha aquele que finalizar o percurso no menor tempo.”

E outros Conjuntos erraram menos do que os de Madame de Cagalhõn, não tendo o Vincula nenhuma ingerência no processo.

“Sua merdinha. Pode ficar contente porque esse foi meu ultimo trabalho para a vaca francesa. Vou pedir demissão. CHEGA !!!”, falou um Vincula puto, mas aliviado.

Minha tia é francesa.

“Alonso. Eu não vou voltar para o hotel com vocês. Com esse fudido ao meu lado. Estevão você me leva?”

Eu estava com vontade de dar uma surra no merdinha, mas, também, com um tesão louco nele.

“Estevão, pela nossa velha amizade, leva esse bosta com você”, falou o Vincula.

“Tá bom. Se é o que você quer”.

“Quero”.

“Vou apanhar minhas coisas”, falou Dorian Gray.

Fui para a entrada da Sede Social esperar o senadorzinho.

Meu carro é um Chrysler 300C dirigido pelo fiel Zeferino, motorista da casa desde os tempos de meus pais- entrou com 21 anos para o nosso serviço- que matem os hábitos dos antigos chauffeurs - Chauffeur de maître – ou seja, desce do carro para abrir a porta, não fala, não dá palpite, nada ouve e nada vê. Um tumulo.

Ao lado da porta aberta segurando a maçaneta lá estava Zeferino nos esperando.

O porra do senadorzinho Dorian Gray era um gato, mais que lindo, másculo, fortinho, marrento, com um par de pernas que deixava maluco quem as via, além de uma bunda redondinha e apetitosa, com belos olhos em uma cara lindíssima e safada.

Dando aquele sorriso picante falou:

“Seu carro? Seu motorista?”

“É. Tá nos aguardando”.

“Gente fina é outra coisa” ...

Deu um boa noite para o Zeferino com uma voz sensual que me excitou ainda mais.

“Que hotel vocês estão?”

“No Marriott da Avenida Atlântica”.

“Então lá vamos nós”.

“As gueixas (cortesãs japonesas) estão intrinsecamente ligadas à história e cultura tradicional do Japão. Sua postura é elegante, passiva e recatada, mas ao mesmo tempo sedutora.”

O senadorzinho tão másculo, tão marrento, na intimidade era uma gueixa recatada e altamente sedutora.

Sua voz era máscula, mas maravilhosa, e cada frase fazia com que seu ouvinte ficasse com mais tesão.

Falava um português sem gírias ou palavrões.

Bem-humorado.

Ria com facilidade, mas sem aquele exagero banal.

Fiquei de pau duro e reparei que o moleque também ficará.

Horas tantas colocou sua mão sobre a minha, que estava displicentemente repousada sobre o assento, e não retirou mais até chegarmos ao hotel.

Via-se que o moço não queria um ‘fudedor’, mas como as gueixas ele claramente sonhava com um ‘danna’, um espécie de patrono rico, para custear sua vida de luxo e sofisticação.

Chegamos.

“Estevão. Eu não quero ficar nesse hotel com eles. Será que posso dormir na sua casa?”

PUTA QUE PARIU...

Eu só queria ouvir isso...e sorrindo dize que claro que sim.

“Subo e desço num pulo”.

Fiquei saboreando o momento, pois via aquele moço lindo correndo alegremente para dentro do hotel.

Zeferino, fora de seus padrões de conduta, ao sentar no seu lugar falou:

“Cuidado Estevão. Esse moleque é vivo para chuchu, é um espertalhão. Não vá se meter em merda. Por favor”.

Quando estávamos sozinhos ele me chamava pelo nome, em público de “Professor”, é um lorde esse meu amigo e motorista.

E voltou a ficar mudo.

Sorridente Dorian voltou.

“Vamos para sua casa”.

“Vamos”.

“Dorian, eu não moro na Barra, moro no mesmo apartamento que nasci, no ap. de meus pais na Praia do Flamengo”.

“Seria uma decepção se você morasse na Barra, um local de novos-ricos chatos, mal-educados, pretensiosos, aliás como todos aqueles possuidores de dinheiro novo”, falou pedantemente o meu novo amiguinho.

Eu sorri.

Certa altura no Rio de Janeiro, então Capital Federal, as construções seguiam o estilo imposto pelo arquiteto francês Joseph Gire, o construtor dos palácios da Família Guinle, e o prédio em que moro não foge a esse regra.

O prédio tem um entrada lateral para a garagem, com um local para descermos dos carros e entramos no saguão do elevador sem precisarmos chegar até a garagem propriamente dita.

O moleque vibrou:

“Gente fina é outra coisa. Que luxo”.

“Une magnifique bagnole américain de luxe, agora esse prédio, c'est le luxe suprême”.

Zeferino não entendeu, mas me olhou com cara de poucos amigos.

Ao entramos em meu ap. Dorian correu para a varanda como menino que vê e corre para a avó querida.

Olhando a Guanabara, o Pão de Açúcar, exclamou encantado:

“É uma das vistas mais lindas do mundo. Eu ficava eternamente olhando para ela”.

Eu tremi. Será que Zeferino tinha razão?

Dorian voltou-se para mim e me deu um selinho nos lábios.

“Obrigado. É maravilhoso”, falou com aquela voz sedutora.

Segurei ele pela mão e o levei em direção ao meu banheiro, e aí no corredor eu vi aquela bundinha, sonho de muita mulher e de muito traveco que colocam silicone, eu dei uma juntada que o moleque perdeu até o equilíbrio.

“Isso promete que vai ser bom”, falou ele.

“Bom não. Vai ser ótimo”.

No banheiro quase tive um enfarte enquanto sensualmente Dorian se despia.

Bronzeado, com marquinha de sunga, fortinho, de coxas e pernas grossas, o cara era um espetáculo...

Parti voraz...

Dei uma encaixada de pau nas coxas do moleque que o tirei do chão.

“Aaaaaiii...delicia”, murmurou.

“Vem que tem mais” e o coloquei na ducha morna.

Começou aquele embate de caralhos tão gostoso.

Mão dele no meu caralho, caralho dele na minha mão.

Punheta daqui, punheta de lá, e muito beijo na boca.

Beijos que pareciam ser os últimos que daríamos em nossas vidas.

Estava gostoso demais...

Abaixei acariciando aquele pauzão lindo, um rolão sublime, dos deuses, e o chupei para valer.

Ele soltou um gemido e começou a gritar:

“Aaaiiii .. que boca maravilhosa...aaaiiiiii... vai chupa, chupa, eu quero ser seu, lambe meu cu, lambe” e se virou.

PORRA foi mel na sopa.

Meti minha língua naquele cuzinho rosado, com cheiro de perfume frutal, que o dava um sabor bem fresquinho e suave.

“Puta que pariu você é bom de boquete e melhor ainda de cunete. Mete essa língua machão gostoso, mete”.

Ai meu caro leitor comecei a fazer o “que eu chamo de ‘cuboquete’, ou seja, chupando da cabeça do cacete até a olhota do cu com rapidez”.

“CARALHO!!!!!!. Você me mata, cara.... Puta que pariu. Tá bom para cacete, bom pra caralho, meu gostoso”, gritou o senadorzinho marreto que só crescia pra cima do pobre do Vincula.

Eu metia a língua nos buraquinhos, e ele gemia de prazer.

“Vai Estevão, chupa meu cu, lambe o buraquinho da minha pica, lambe.”

“Que língua gostosa, deixa eu abri mais as pernas, deixa. Me chupa safadão....”

Eu não sou o Wesley Safadão, mas faço as minhas safadezas.

Levantei e “abocanhei um peitinho e chupei, depois o outro e chupei, num vai e vem da porra, e isso com muito carinho”.

“Aaaiaaaiiiiii, aaaiiiia, chupa cara, chupa, me faz um viado feliz”.

E gemia, gemia, gemia, demostrando estar sentido um enorme prazer, o que me dá muito prazer, um prazer indescritível.

Comecei a lamber o sovaco esquerdo, depois o peito, depois o sovaco direito, e continuei no vai e vem, num ato que mexe para cacete comigo...

Eu um dia ouvi isso “cacete, nunca lamberam meu suvaco, que delícia...Não para, não para... cara, não para porra”, e escutei de Dorian novamente.

Aquelas palavras me despertaram um sentimento misto de tesão e sei lá o que nunca imaginei que aconteceria.

“Vira de costas”.

Ele virou rapidinho.

Em vez de colocar as mãos na parede Dorian, com maestria, segurou minha pica e começou a brincar com ela como se fosse seu brinquedinho, pegou no meu saco e alisou minhas bolas... meu caralho que parecia que ia estourar de tão duro.

Ele virava seu torso, eu adoro essa posição, e nos beijamos na boca pra valer.

Com jeito encaixei meu pau em seu fiofó, e comecei a lamber sua nuca, seu pescoço, enfiava meus dedos em seus cabelos, ele gemia de tesão.

Fui mordendo a pontinha de sua orelha.

Acariciei e beijei seus ombros.

Fui descendo minhas mãos por suas costas bem devagar chegando nas suas ancas que segurei com força.

Minha pica ficava roçando na sua bunda.

Ele se abriu e aí velho, eu meti com tudo até o talo.

O que tinha feito com as calças, fiz com aquela bundinha linda toda arrebitada para mim...

Tirei o caralho e enfiei numa estocada.

Fui tanto estocadas.

Tirava de dentro, deixava na portinha e metia de novo num movimento de baixo para cima.

“Aaaaiiiiii....uuuui.... mete cara, mete mais, porra vai assim....” e a cada gemido eu metia com mais força.

Fui fodendo gostoso.

“Soca essa pica gostosa no seu novo viadinho. No seu novo amor. Meu homem, meu tesouro” e gemia igual cadelinha no cio.

“Vem cá meu puto”.

Ele começou a tremer e um jato de porra saiu de seu pau.

“Aaaii… amooor....”

Eu acelerei a foda e enchi o cu dele de porra.

Ato continuo deslizei minha mão e peguei seu pau superduro.

Punhetei umas 3 vezes e o pau do senadorzinho Dorian jorrou gala na parede do box de meu banheiro.

“Que foi isso cara? Desde que perdi meu cabaço com meu tio Tadeu na barcaça do Rio Abunã não gozava assim”.

“Menino. Sei do deputado”, falei sorrindo.

“Aquilo foi um mal-entendido que prefiro esquecer”.

“Eu era viciado em meu tio Tadeu, por isso gosto de homens mais velhos, como você”

“O deputado não é nem 10 % o homem que você é e o que meu tio era”.

“Ele morreu num desastre de barcaça. Cai em depressão, mas ninguém notou que era a saudade e a paixão que me devoravam”.

“Um amigo meu diz que sou assim mentiroso, frívolo, mesquinho, inútil, superficial com as coisas da vida, porque nunca superei meu trauma verdadeiro que é a perda de meu tio Tadeu”.

“Sou filho único tardio de um casal de velhos, meu pai era irmão mais velho dele, e eles vivem em outra época”.

Sério, numa seriedade inesperada, sentado no chão do box abraçando seus joelhos, falou:

“Não sei porque estou te contando isso, talvez foi porque nossa foda me lembrou o passado de tão prazerosa que ela foi”.

Fiquei com pena do moço, e o beijei ternamente.

Vi lagrimas em seus olhos.

“Quando você falou “nunca lamberam meu suvaco” eu me lembrei, também, do passado, de um passado doce, lindo, maravilhoso, que me fez muito feliz, mas que de mim foi arrancado pelas mãos de policiais e bandidos que trocaram tiros num arrastão da Linha Vermelha, porque ao volante de seu carro estava Juvenal da Rosa Oliveira, que foi atingido morrendo no local. Eu entrei em parafuso, entrei nas trevas da depressão.

Quando melhorei fiz uma viagem de 3 meses por diversos países, porem o vazio continuou e ainda continua.”

“Muita gente vai dizer que somos piegas, babões, mas essas perdas são grandes demais, grandes demais”.

“Vamos tomar banho e ver o que tem na cozinha para comermos”.

Assim fizemos.

E depois deitados nos beijávamos com ternura... e sabem como é, o que acontece com o boca na boca, mão no pipi, pipi na mão, o furdunço logo recomeçou, só que agora era Dorian que tomava as iniciativas...

Eu deixei e gozei...

Comentários

18/01/2018 17:25:02
Personagem é qualquer ser atuante de uma história ou obra. Normalmente é uma pessoa. Podem ter nomes ou não, e podem ter qualquer tipo de personalidade – ora para sabermos qual a personalidade de um personagem temos que descreve-lo na integra falando, pensando, bobagens ou sendo sábio, sendo mau-caráter ou santo, bobalhão ou esperto, enfim o que ele pensa e manifesta. Sem as personagens não existiriam os Gêneros Literários. de nenhuma espécie. Épico; Fábula; Epopeia; Novela; Conto; Crônica; Ensaio; Romance; Elegia; Ode; Écloga; Soneto; Auto; Comédia; Tragédia; Tragicomédia; Farsa. Assim busco nos meus contos e nos meus romances narrar detalhadamente as personalidades de meus personagens para poder assim dar sentido a eles, os contos ou romances, senão minhas narrativas não passarão de ser um amontoado de palavras. Como faço isso? Através de suas próprias narrativas, ou das narrativas de figurantes que dele – o personagem – tem conhecimento. Dorian desse conto com sua própria “boca”, mas usando um amigo por causa de seu pouco senso, se descreve como mentiroso, frívolo, mesquinho, inútil, superficial com as coisas da vida, dando importância ao que hoje não tem, o “dinheiro velho” contra o “dinheiro novo”, entre outras coisas que o leitor atento logo descobre. É isso aí.
17/01/2018 18:22:21
ESSE MOLEQUE VAI TE TRAPACEAR COM CERTEZA. E VC BOBO VAI CAIR FEITO PATINHO. MAS MERECE ISSO POR NÃO PENSAR COM A CABEÇA DE CIMA.

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