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Cadela Escravizada VIII (Continuação)

Autor: Cadela Paola
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 22/01/2018 06:01:29
Última revisão: 27/01/2018 12:41:06
Nota 10.00
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Varios minutos se passaram ate o seu retorno, quando voltou, Senhora Cristiana trazia uma bolsa nas maos e foi me levando ate o salão, me ordenou a subir a mesa de costas e a abrir as pernas, entao vi o que iria fazer, comecou a me depilar toda com a cera, comecando pela boceta, anus e por ultimo as axilas, porem nao tirou todo o pelo, deixando a parte superior da virilha a cima do clitóris intacta com todo o pelo que possuia, os fios ja estavam bem grandes, porem depilando totalmente a parte inferior e os labios da vagina, assim como o anus que teve todo o pelo removido pela cera quente.

Quando terminou, minha pele ardia e estava avermelhada, pois ela nao teve nem um pouco de paciência ou pena de mim, me ordenou a levantar e me prender uma guia ao pe da mesa, me ordenando a aguardar e saiu novamente, voltando com meus potes, por descuido e distração, me arrisquei a questionar algo que nem me lembro mais o que era, mas mal abri a boca e ela ja me repreendeu ordenando a permanecer calada, por algum motivo, parecia ainda mais mal humorada do que o normal, colocou um pote com agua e outro com minha ração, felizmente nao era ração canina, eu agradecia por isso, mas o gosto tambem nao parecia nada melhor, a mesma mistura de sempre, ja fria, meio seca e nojenta como sempre, eu ja me acostumava a comer aquilo, mas mesmo assim, era sempre estranho e tinha de forçar tudo goela abaixo, de 4 a frente de pote, abria a boca o maximo que podia para pegar uma boa porção e entao levantava a cabeca, para mastigar um pouco antes de engolir, a agua era ainda mais dificil, ela parecia fazer de proposito, nao enchia muito o pote, e eu nao tinha a habilidade de uma cadela para beber com facilidade, ela nem esperou eu terminar, virou as costas sem dizer nada, fazia questao de sempre mexer seus longos cabelos cacheados, o que me lembrava da falta dos meus, ela tambem andava descalça como eu, vestia como sempre, apenas sua coleira e o plug vermelho com a calda que caia entre suas pernas, o que me lembrou que pelo menos eu estava livre do plug e usava apenas minha coleira. Eu nao sabia como ela suportava tanto tempo, pois ela usava o plug sempre que eu a via e nao parecia ter nenhum desconforto ao andar, ela se virou com os cabelos e o rabo balançando e foi se encaminhando para a casa, me ordenando a ficar la e aguardar o retorno dos senhores.

Horas se passaram, com a boca ja seca, vi o sol ir mudando de direção ate invadir a sombra em que eu repousava como uma cadela deitada sob a mesa, fui me esticando ate onde a coleira deixava para não torrar no sol.

Não sei quanto tempo se passou, e não vou ficar de rodeios, como eu esperava ou temia, ouvi o som de alguém se aproximando, levantei me colocando de 4 e dando de frente com um dos homens que prontamente me deu um sorriso sarcástico, se deliciando com a minha expressão de cadela abandonada, de medo, tensão, arrepio, que como sempre não pude evitar, baixando logo a cabeça e desviando o olhar, mas a esse ponto, eu já não ligava mais tanto assim, sabia que ele iria me usar, e estava ali pra isso e eu também.

Era o mais novo dos três, ele se aproximou e começou a conversar, mas logo vi que não esperava de mim nenhuma resposta, apenas iniciou o seu monólogo enquanto já ia tirando a roupa...

Corri com o serviço hoje vadia, aposto que estava achando que seria currada pelos 3 de uma vez, estava doida pra ter umas 3 rolas só pra você se divertir de uma vez ne vadia?? Sem me dar tempo pra resposta, como se eu estivesse ansiosa por isso, continuou.. Dessa vez dei sorte de ser o primeiro a ti usar, acabamos tirando no DADO e dei a sorte de deixar o serviço do dia pra eles lá, a carne fresca vai ser só minha hoje...

Vamos, vem aqui, sai debaixo dessa mesa.. Ele disse em tom autoritário e quando me aproximei foi logo me agarrando pela coleira e me forçando a ficar de pé a frente dele que era bem mais alto que eu, me fazendo sentir o seu hálito que não era dos melhores...

Com a mão esquerda, me segurava firme pela coleira, com a direita soltava a guia aplicando vários tapas na cara em seguida, então me aproximou dele e começou a me olhar bem de perto como se estivesse me inspecionando, me cheirando. Enquanto a mão esquerda não largava a coleira, a direita já descia percorrendo em rodeios meu corpo sem pudores parando bem no meio das pernas, enquanto seus dedos podiam acariciar totalmente minha boceta e meu anus e me penetrar, ate ele me jogar de volta ao chão a frente dele...

O patrão disse que a cadela já esta bem treinada, que foi um pouco rebelde, mas que já estava aprendendo a se comportar, disse que estava pronta pra uso e pediu pra eu conferir se estava mesmo se comportando como deve. Vem comigo, de quatro mesmo.. Ele ordenou indo em direção ao estabulo com o pau já a mostra meio duro e as calças nos ombros, me obrigando a segui-lo de quatro pelo caminho entre calcadas de cimento e chão de areia, tive de apertar os passos como uma quadrupede sentindo o chão esfolar levemente os joelhos.

Quando chegamos ao estabulo que era enorme ele não perdeu tempo, como de praxe, havia palha pra todos os lados, mas ele preferiu simplesmente me colocar de joelhos sobre uma bancada de cimento e fez questão de ir me posicionando como queria, com as mãos ia forçando o meu pescoço pra baixo, encostando minha cabeça a bancada me forcando a ficar de joelhos, com os seios apertados sobre o cimento, virei a cabeça de lado enquanto ele já colocava minhas mãos por baixo da barriga e entre as pernas deixando-as próximo aos meus calcanhares, assim fiquei o mais exposta e empinada possível como ele queria, numa posição totalmente desconfortável pra mim, mas não me atrevi a soltar um "A" em reclamação, e ele nem deu tempo pra isso, tratando logo de me repreender. Que eu não deveria fazer um movimento se quer.. Quero que você fique exatamente assim branquela, não e pra mexer um músculo enquanto eu não permitir...

Nesse momento ele já estava atras de mim e na posição que eu estava, ele ficou fora do meu ângulo de visão, pude sentir que ele se afastou ate sua bolsa pegando algo e logo voltou ate mim sem perder tempo, montou em mim e não deu tempo nem de eu imaginar nada, fechei os olhos enquanto ele apontou o pau totalmente duro diretamente em meu cú.

Em frações de segundos eu temi não aguentar a dor, mas para minha surpresa, percebi que ele usava aparentemente preservativo e estava bem lubrificado, meu anus ainda estava elástico depois dos abusos da manhã e seu pau me invadiu sem dificuldade, mas mesmo assim me sentia dolorida enquanto ele já enfiava o pau inteiro dentro de mim, seu pau era bem comprido e ia bem fundo, mas pelo menos não era tao grosso refletindo seu corpo mais franzino, porem ele metia sem pena, e eu não podia esperar nada diferente de alguém que tinha ali uma escrava totalmente vulnerável a sua disposição.

Ele me fodeu por vários minutos exatamente naquela posição, meu cusinho estava cada vez mais esfolado e dolorido, mesmo que ele cuspisse, quando julgava que eu já estava seca demais. Enquanto me comia fazia questão de me lembrar que o Senhor Gabriel havia proibido o uso de minha boceta e que eu não podia sentir nenhum tipo de prazer alem de servir e me sentir grata como a escrava que sou, mas que no fundo ele sabia que eu estava adorando, louca pra gozar com o seu pau indo tao fundo que as bolas murchas rebatiam em minha boceta.

Depois de vários minutos me fodendo, tirando e colocando o pau, finalmente ele gozou urrando como um cavalo enquanto me chamava de branquinha e mandava eu gemer pra ele.

Tirou o pau inteiro de mim e se afastou, eu já não aguentava mais aquela posição, mas permanecia exatamente da mesma forma, com a cabeça encostada ao cimento sem poder vê-lo, ate que de longe, ele me ordenou a levantar.

Só então eu percebi que já era noite e pude ver que a Senhora Cristiana estava em pé próximo a entrada do estabulo.

Minha Carrasca e meu novo Carrasco, eu não acreditei no que vi, ela caiu de 4 próximo a ele que ainda usava o preservativo.

Senhora Cristiana foi se aproximando de quatro, com um olhar de desejo focado totalmente em seu membro ainda enrijecido, ela olhava com um olhar sedento e eu não entendia nada, ela então parou de quatro a frente dele, com um desejo no olhar como uma cadela pedindo carinho ao DONO, mas não era isso que ela queria. Ele sorriu de novo aquele sorriso sarcástico pra ela e com a mão direita começou a remover a camisinha fazendo questão de não deixar nem uma gota pingar. Segurou a frente dela enquanto pegava o pau lambuzado e esfregava em seu rosto e dizia.. É isso que você quer ne escrava, continua viciada em porra como sempre, trocaria uma boa surra de piroca nessa boceta, desde que tenha uma boa dose de porra pra se deliciar ne vadia???

Não sei se foi realmente uma pergunta, mas ela respondeu calmamente acenando com a cabeça que sim, sentia o pau próximo ao rosto e podia sentir o cheiro dele, mas ela não se atreveu a abrir a boca ate ele ordenar.. Cadela Cristiana abriu prontamente a boca com olhar de ansiedade e sentiu o néctar que tanto queria escorrer já liquido garganta adentro, bebeu tudo e lambeu a camisinha sugando mais um pouco e eu continuava sem entender porque ela fazia tanta questão de uma dose de porra, mas meu Carrasco esclareceu bem a questão...

A quanto tempo sem uma boa dose de porra vadia? Não consegue se aguentar e se livrar desse vicio ne puta?? Vem aqui, eu quero que você limpe bem o cu dela.. Ele disse enquanto me colocava de pé a frente dele, me forçava a abrir bem as pernas e então me empinar mantendo as pernas esticadas, tive que me apoiar com as mãos a cintura dele que aparentemente não se importou com a ousadia, assim seu pau ficou bem a minha frente. Cadela Cristiana não exitou vindo por trás de mim e começou a me lamber sem pudores no cú, sua língua entrava totalmente em rodeios ignorando minha boceta e apenas obedecendo o que foi ordenada, eu não acreditava, mas ela sugava meu cú e chupava e lambia sem frescuras.

A essa altura eu já estava extasiada, excitada, nervosa, com calafrios e ansiava loucamente sua língua em minha xoxota, porem, ela não vacilava e lambia apenas meu cu, enquanto isso meu Carrasco já voltava a me comandar, dessa vez me ordenando a abrir a boca e engolir o seu cacete já duro novamente, comecei a chupa-lo e enquanto isso ele falava que se guardou o dia inteiro para mim e só então eu percebi o que queria, enquanto minha língua percorria a cabeça do seu pau, e a língua de Cadela Cristiana se deliciava em meu cú, o mijo começou a jorrar me pegando de surpresa, eu já estava adestrada o suficiente, não exitei, mas vacilei em deixar escorrer os primeiros jatos, e então tive de engolir mais uma dose de mijo no dia, um mijo forte, desgostoso, amarelo, o pior de todos, mas obediente eu engolia, enquanto Cadela Cristiana continuava a me lamber, sua língua invadia meu cú e saía e voltava, a centímetros de meu clítoris, tão perto e tão longe, meu tesão foi ficando cada vez maior, eu apenas engolia todo o mijo que ainda jorrava nesses segundos de infinidade e o tesão só aumentava ate que não pude resistir, minha boceta pulsava e escorria, não resisti e comecei a rebolar esfregando a boceta em seu rosto, obrigando a sua língua a me tocar, poucos segundo já foram o suficiente, comecei a gozar como nunca, Cadela Cristiana se afastou um pouco, mas já era tarde, o orgasmo foi tão forte que o mijo começou a escorrer entre minhas pernas, meu Carrasco a essa altura já terminava e eu mal conseguia me manter em pé e só então percebi a gravidade do que tinha feito.

Comentários

20/02/2018 00:57:59
Agora sim...quero mais ...desejo de gozar
24/01/2018 10:38:30
Uaaaaaau!! Mt bom
22/01/2018 14:27:46
delicia de conto quase gozei espontaneamente lendo

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