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Luccas, meu gurizinho amado - Capítulo Dezessete

Autor: Noah
Categoria: Heterossexual
Data: 13/02/2018 02:50:43
Última revisão: 28/03/2018 13:00:33
Nota 9.43
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Luccas, meu amado filho!

Hannah foi a relação incestuosa mais delicada e, ao mesmo tempo, mais complexa que me aconteceu. Primeiro que nosso amor de homem e mulher foi forjado em sua dor e, honestamente, não quis, não vi ou sequer pensei nisso ou percebi, o que não significa dizer que eu a trataria com menos amor ou menos cuidado do que fiz durante sua recuperação! Também não tinha a menor idéia de seus desejos por mim, dado a profunda e simples relação pai-filha que eu tinha com ela. Jamais conceberia a coisa que ela me contou sobre meus pêlos ou o tempo que ela já nutria seu sentimento por mim. Sarah sabia, mas jamais me falou nada, deixando à Hannah trazer seus sentimentos à tona ou não.

Respeito Sarah por ter dado a Hannah o direito de escolher o que fazer por si mesma.

Mas eu estava incomodado. Jamais quis incesto seja de que modo fosse e, de fato, eu teria sido só de Cinthya, mas a Vida é a Senhora das coisas e me presenteou com esses amores do meu sangue e carne que eu amo e honro.

Mas perguntei a Sarah se o meu amor, carinho e proteção que ofereço às pequenas e pequenos à minha volta podiam causar confusão entre os sentimentos. Se pegar minha gurizada no colo, dar banho, nadar junto, ficar deitado na rede, dar de comer da minha boca criava uma liberdade nociva à formação deles.

Sarah é uma mulher Judia extremamente forte e virtuosa e me repreendeu severamente pela primeira e única vez até hoje, dizendo:

- "Eu te amo desde guriazinha, antes de mamãe morrer, aos meus quatro anos. Valéria sabia do meu sentimento e me dizia para eu sempre te acalmar o coração quando eu fosse maior. Eu dizia à mamãe que seria tua esposa um dia. A despeito dos guris que me procuravam na escola ou o filho do Seu Agenor que me caçava, eu jamais os quis ou mostrei interesse! Tu nada fez comigo, além das tuas pequenas descobertas quando eu era bebê que mamãe me contou, as quais não tenho memória alguma, para eu ter agido como o fiz!"

- "Nas noites que visitava tua cama, tu estavas dormindo e eu me punha para te sentir e abria minha calcinha para tua mão me tocar! Foi escolha minha, amor! Tu não me fizestes mulher: tu me achou no banho e eu te seduzi e me fiz mulher em ti! Nada tu fizestes ou me seduzistes, mas minha decisão e escolha conciente!"

- "Hannah fazia suas orações e me dizia que pecava e pedia a HaShem para ser tua esposa como eu era, sem que tu jamais a tivesse tocado de modo algum! Isso foi escolha dela e, sendo sua mãe, eu senti o que ela sentia e a deixei viver a vontade de seu coração, sem contato algum contigo. "

- "O mesmo com Estherzinha! Desde preazinha ela preferia teu banho e teus carinhos e dizia que ficava suada e molhada quando ia no teu colo ou tu brincavas de morder ela. Ela me pedia para eu te pedir para fazer aquilo mais vezes e que ela queria ficar sempre contigo. Conforme foi crescendo, reclamou seu lugar de mulher e disse que te queria como seu homem e não tinha interesse nos guris da escola ou da Sinagoga nela, mas em ti somente, sem tu jamais tê-la tocado!"

- "Todas te escolhemos por nossa vontade própria, então não te cresças em uma culpa que não existe e que vai te destruir, Noah! Tu és amado e não há a pessoa ou condição certa para se amar! Não nos trate como se tivéssemos sido seduzidas ou se vivêssemos um Complexo de Stockholm nesta casa! Estamos aqui e te vivemos porque te amamos incondicionalmente, amor! Não nos rejeite!"

Ok... Entendi e não tinha argumento contra o que minha alma gêmea falou.

Seja, então!

Papai estava errado. Sarah estava certa. Eu era amado e amava do fundo de minha alma. Amava minhas fêmeas e as possuía sempre, normalmente mais que três por noite até suas exaustão ou desmaio, e meu apetite só aumentava, quando eu invadia o quarto delas na ala Central da sede, acordando-as com beijos e arrancando suas camisolas, em seus corpos férteis.

Sarah era a exceção e eu passava a noite toda amando ela, exausta ou com pequenos desmaios, até eu me exaurir e dormir com ela. Ela jamais me mandava parar ou mostrava dor ou rejeição, ao que eu estava atento, mas pedia mais e me pedia para eu amar ela até eu me acalmar, o que eu fazia e a deixava toda aberta, melada, suada e cansada, dormindo logo após, quando eu voltava para meu celeiro.

Acabou que voltei a amar tanto Angélica como Marisa, apesar de que não queria fazê-lo antes pelos motivos que já contei. Angélica se tratou e descobriu a doença que lhe impedia a elasticidade da vagina, daí suas dores durante o coito. Após o tratamento, ela curou-se completamente e já conseguia me receber inteiro em seu sexo doce e quente.

Angélica se divorciou de Ronald - não o chauffeur - e me deu mais um casal além de Mônica - James e Rosa - e Marisa me deu mais duas meninas: Suélen e Victória! Elas optaram por continuarem Católicas e foram amadas e respeitadas por todas as outras, sem distinção!

Também, pela graça de D-us, eu pude intervir em dois estupros que eu consegui evitar. O primeiro foi de Cinthya e Gomes que conto no capítulo dela, o segundo, com Hannah, no capítulo dela! Gostaria de ter podido evitar outros com inúmeras gurias, cujos nomes não sei, mas que não tiveram a mesma sorte que essas duas princesas minhas, não diminuindo, porém, seu valor. Só a ameaça do ato e a inevitável rendição já causam dor e é motivo de profundo trauma como vi em ambas, apesar de suas violações terem sido interrompidas antes de consumadas.

Graças a D-us, jamais um filho homem meu tentou pegar minhas rainhas ou me trair. Sou um homem abençoado! Antecipo, porém, que, se eu soubesse de tal inclinação, faria o fato real e jamais tocaria em quem fosse delas, nem retalhação haveria. Simplesmente os fariam sair da sede e lhes daria casa na cidade para viverem suas vidas como escolheram. (Mais fácil escrever que pensar ou executar, mas é fato!). O compromisso meu com minhas rainhas é na alma, no coração, na conciência, na moral, no amor, no corpo, mas não no documento, então todas são livres. Só não digo isso a elas porque muitas ficariam profundamente ofendidas, então o falo "legalmente"!

Mia e Rachel iam frequentemente à sede e passavam as noites comigo. Como falei - SEM SEXO! Cinthya ia com mais freqüência também, já que engajou em uma amizade profunda com Vanessa e Sarah... Rachel continuava super "abusada" (HEHEH!) e tocava o orgão de Valérinha por horas, acalmando toda a sede e fazendo todos ficarem sorridentes! Júlia simplesmente amava Rachel mas não era nem perto do tanto que Rachel amava Júlia! D-us!!! Que amor puro, como se fossem irmãs íntimas, tocando, cantando, rindo, cozinhando, andando juntas no pasto próximo à sede, já que eu não permitia que elas fossem além da cerca local sem escolta ou cavalgassem sozinhas.

Sarah comentou secretamente comigo um dia, quando me fez visita no celeiro. Tanto eu não tenho segredos com ela, como ela não os têm comigo em, simplesmente, tudo. Sarah me contava da unha quebrada, da calcinha nova, da dor de cabeça, da menstruação, da TPM, sem restrição, em tudo! Eu fazia o mesmo (lógico que sem menstruação e TPM! HAHAHAH):

- "Tua filha Mia é cópia do teu primeiro amor, minha maninha Cinthya... Beleza rara, que penso que a pequena saiu de uma revista de moda para essa vida terrena!... Rachel, porém, é tua cópia nos olhos, cor, força e alta também. Ela é alpha como tu, e me pede para vir morar aqui, na sede, e deixar de seu namorado, apesar de ele ser, aparentemente, um bom guri e estar se convertendo. Ela pede que eu a adote sua filha, não por não amar sua mãe, mas por me amar mais e querer esta ao invéz daquela vida que tem. Fico confusa e sem palavras, já que Cinthya é minha mana também, porém amo profundamente Rachel e penso nela como filha também. Qual teu conselho?"

Ok: saia curta agora... Rs!

- "Alma minha! Não há ser humano vivo que não desejaria ser teu filho ou filha! Fui chamado Ares e Apolo, mas o único Apolo ou Sol que brilha é aquele que tu tens em teus olhos e rosto! Fiquei somente com o lado Ares, guerra, penso... Rs", e sorri, ao sentí-la pular no meu colo, chorando, e me beijando profundamente!

Ela terminou me olhando. Pedi:

- "Beijas novamente este teu servo deste teu brilho, filha de Apolo, vida minha!", e... bem... dá-lhe algumas horas de amor intenso, apesar de sua gestação! Rs!! D-us, que ligação profunda eu e Sarah temos!

Estava suado, não cansado e, confesso, pronto "para outra". Ela estava largada na cama, suada, respirando rápido e com seu corpo branco marcado, vermelho, e seu sexo aberto, sem escorrer meu gozo ainda, cansada.

Respeitei seu limite. Voltei ao assunto original:

- "Sarah... A resposta à questão de Rachel é simples, mas com muitas consequências, amor. Cinthya escolheu não ter-me, como tu sabes. Ela tem nossa muito amada Roxana, sua mãe, e suas filhas, nada além! A guria jamais teve relacionamento após mim. Tirar Mia ou Rachel dela vai machucá-la muito, ainda mais por saber ser vontade de sua filha..."

- "De outro lado, Cinthya e Valérinha eram almas irmãs e, na interação da última com mamãe, a primeira disse que queria ser filha de mamãe, não por desamor ou desgosto de Roxana, mas por se identificar melhor com mamãe. Roxana soube e ficou triste, mas não magoada e entendeu. Cinthya tem a mesma intuição que Roxana. Rachel é minha filha. É filha de Cinthya mas, também, é filha tua como Judia."

- "Vá a Cinthya e perguntas sobre Rachel. Faz da vontade da pequena a tua sugestão e ouves o que Cinthya tem a dizer. Não a machuques, nem toques no assunto se te parecer desfavorável, nem levantes suspeita! Melhor manter Rachel como é a perder Cinthya como a amamos. Faze! Obedeces!"

Ela me olhou profundamente com aqueles olhos azuis sem sorrir, e eu a fitei com os meus olhos cinzas, sério. Daí ela sorriu profundamente e falou:

- "Eu te amo, Noah!! Eu te amo muito, meu esposo, minha alma gêmea, meu amor, papai dos meus filhos!! Eu te amo muito!! Faço como me ordenastes, meu amor!"

Lembrou-me mamãe e sua reação quando me perguntou sobre Pedrinho casar-se com Valérinha. (De novo - e estou ficando repetitivo - falo no capítulo dela.). Abracei ela a beijei muito.

Ao conversar com Cinthya, Sarah entendeu que Rachel estava infeliz pelo seu namoro e pediu a Cinthya que permitisse Rachel ficar sozinha, solteira, e ficasse comigo na sede. A convidou para estar conosco também, indo além e pedindo que ela se mudasse para a sede e vivesse conosco.

Cinthya aceitou sobre Rachel mas falou que não deixaria sua mãe, mas estaria mais conosco.

Sarah me pediu - e não precisava pedir, já que é minha Senhora - e ela comprou um carro para Cinthya para cumprir seu intento.

Rachel quebrou seu namoro e passou a viver na sede, junto à Sarah e Júlia como desejou.

Cinthya passou a ser presença mais frequente na sede e, em menos de uma semana, todos a abraçaram com extremo amor. Era raro ver Cinthya e, de fato, enxergá-la! Hehehe!! Ela vivia com cinco ou seis guris ou gurias ou ambos todo o tempo! Banho, comida, conversa, todos a incluíram e Cinthya estava feliz! Os mais velhos, de alguma forma, souberam ser Cinthya meu amor juvenil e dá-lhe perguntas, que eu me esquivei! Problema dela! Hehehe! Na hora de ela ir embora, tinha uma fila de preazinhos chorando e buscando a "vovó" e nada dela ir embora! Rsss!

Ela me pediu para ser Judia. Falei melhor ela se manter Católica, porque não era uma pergunta a ser respondida: era uma ação a ser tomada pela própria pessoa!

Fato é que Cinthya literalmente "sumiu"! Rs!! Era fralda, sainha, calçãozinho, mamadeira, abraço, brincar, desenhar, dever de escola e vai lá achar aonde Cinthya estava! Leite quente, muito quente, frio, medo do escuro, da chuva, do trovão e Cinthya sumia e era consumida pela minha tropinha! Ela estava feliz com meus filhos como ela teria ficado com os nossos, se ela tivesse se casado comigo. Nunca falei isso a ela.

Mas sei disso: ela me visitou no celeiro uma noite e fizemos amor por horas! Muitas! Que tesão da porra que tenho nela! Deixei a pequena esfolada e cheia de leite com o rabo e a bucetinha abertas como um túnel e ela pediu para parar um pouco para ela tomar fôlego, e fiz foi comer ela de novo até a voz dela sumir e eu enchê-la de leite de novo na bucetinha, no útero e no cuzinho. Larguei ela e ela caiu e ficou imóvel por minutos que eu fiquei preocupado, quase chamando Sarah, mas ela voltou a si após quase uma hora e se mexia e rolava toda na cama, parecendo uma gatinha depois de transar. Rs! Ela se mecheu muito e relaxou de novo, sentindo vazar meu leite por todo seu corpo e suspirava, com gemidinhos baixos como fazia quando era guriazinha depois de eu galar ela.

Ela me olhou nos olhos por um tempo:

- "Você acaba comigo, amor... Nunca gozei tanto e voltei àquele lugar no passado que parecia medieval, com você me possuindo... Nossa história começou há muitos séculos, No... Eu sei que você é Judeu e não acredita nisso, mas é o que vejo quando você me desmaia de tanto prazer, amor... Aceita, porque estou sendo sincera, tá?..."

- "Lógico que aceito! Ninguém detêm a verdade de tudo, Cizinha! O que tu vês é real sim e aconteceu sim e aceito com tranquilidade porque sinto que nossa paixão é ancestral, não local! Mas tu sabes que ela é menor que a que tenho por Sarah porque tu jamais fostes forte para lutar por ela, não sabes? E peço perdão por ser grosso contigo, prendinha..."

- "Me odeio por isso, mas sei sim... Odeio ter usado ser Católica para justificar as ações do meu pai... Nas minhas visões, após perder o consciente nos orgasmos que você me leva, vejo Kellinha mudar o rosto e se tornar Sarah naquela vida, e ela é tua mulher. Coisa muito louca, amor! O espírito e alma de Sarah são tão fortes quanto da Kellinha, mas mais que os meus. Mas ainda vejo o Noah nascer de nós dois e não sei o que isso quer dizer, já que abortei nosso primeiro filhinho, teu primeiro homemzinho, quando tava gestante..."

Aquilo me causou dor, severa, mas Noah, tivesse ele nascido, não seria mais velho que Dalilah e ela teria domínio sobre ele também, mas voltei à Cinthya, que era a alma frágil naquele momento!

- "Não estás inventando, mentindo ou delirando. Sou Judeu nato e conheço meu Pai, D-us!! Sei do que falas e vejo Kelly em Sarah desde há muito tempo, em vozes e sorrisos. São almas ligadas, não misturadas, mas abraçadas a um passado comum e não vou além disso, já que me importo com o presente e futuro, que tenho controle, prenda!"

- "Adoro quando você me chama de tua prenda! Rs! Fico arrepiada e babo de vontade de te beijar e beber tua saliva! Rs..."

- "Tu bebeu muito nessa noite, prendinha! Te quero aqui, vivendo na sede, Cizinha! Esse é o teu lugar, mulher!"

- "Você me aceita aqui, amor? Me quer aqui, na tua sede, no teu celeiro? Gostaria que me aceitasse, No... Sinto falta de você, mas sinto mais falta da Sarah e dos teus filhinhos que eu adoro de coração e alma... Tenho medo que você me expulse e me mande embora, No... Me aceita, tá?...", e começou a chorar do jeito dela, sem voz, mas com olhos, lagrímas e gemidinhos que me quebravam ao meio...

- "Cizinha. Te quero aqui sim. Na sede, no celeiro. Mas não troco Sarah por ti, pequena, e tu sabes disso! Tu vais ser minha muito amada fêmea nesse lugar como as outras, exceto por Sarah, e, sendo Vanessa a mulher mais experiente aqui, tu vais ser a segunda e guiar meus filhos, no que confio completamente, amada!"

Continuei: - "Cinthya: esse sempre foi teu lar! Tu não precisas ser aceita no teu lar! Tu só moravas distante, mas estás de volta à tua casa! Tu sempre fostes bem-vinda aqui! Por que perguntas isso agora, pequena?".

- "Porque quero ficar mais tempo aqui... Quero trazer minhas roupinhas... Falei com Sarah e ela te ama muito, amor sincero como o meu, tanto quanto eu te amo ou ainda mais, porque não sou tua irmã e não tive que superar isso, e eu fico toda com ciúmes dela... Vi ela menininha de quatro anos e agora... putzzzz... tua esposa com filhos, usando o anel de casamento que Valéria usou!.... Daí vejo de novo aquela anjinha e amo ela ainda mais e fico vazia sem ficar junto com ela, sem abraçar apertadinho ela e junto com teus filhos e filhas e as tuas outras mulheres... nunca pensei nisso, No... é uma coisa muito louca, mas quero ficar mais tempo aqui, só por um pouquinho... Até cansarem de mim e eu for rejeitada por ter te rejeitado... Rss..."

- "Pequena: tu és minha! Tu sempre fostes minha! Essa casa sempre foi tua! Jamais alguém aqui te rejeitará como eu jamais te rejeitei! A vida cria situações inusitadas e a menina que tu conhecestes no passado é minha esposa agora, minha única esposa, apesar de 10 anos mais nova que tu!"

- "Tu és nossa família, muito querida, muito amada e muito desejada por todos aqui! Muito desejada por mim também! Meus filhos choram tua falta e não vivem bem sem ti, pequena! Minhas rainhas perguntam se eu te magoei, com olhos brabos contra mim, quando aqui tu não estás! Jamais fales isso novamente, Cizinha, ou magoas a mim e a tuas irmãs sem conserto, pequena! Ficas aqui só um pouquinho como pedes, então. Estipulo, como queres: 500 anos no mínimo, até ver se tu te acostumas ou não, o que achas?".

A pequena pulou em mim me beijando e a possuí por mais duas ou três horas até vê-la sem se mexer na minha cama, nua, vermelha, aberta e lavada de suor como gosto de ver minhas fêmeas!

Em seguida àquela noite, determinei que trouxessem todas as suas roupas sem exceção - para registro, ela foi a única que falava 'roupinhas'... rs! Ordenei que ela vendesse todas as suas posses e guardasse seu dinheiro com ela, em sua conta pessoal. Instruí meu gerente de investimentos a tê-la como cliente, sem aceitar qualquer intervenção minha ou de terceiros mas dela somente, e investir todo o dinheiro dela e descontar em minha conta todo eventual prejuízo que houvesse para ela, sem exceção! Contei isso a Sarah, logicamente, que aprovou meu gesto!

Não a permiti ir embora da sede até hoje, com ordem clara e expressa, e ela fez tudo que eu determinei com precisão e como foi ordenada! Não se enganem: com o "não a permiti ir embora da sede", significo que pedi a ela para ficar. Ela sempre foi livre para sair, usar seu dinheiro como quisesse, sem meu conselho ou intervenção ou, ainda, que alguém me avisasse! É a vida da Cinthya e seu direito natural: ela não é prisioneira aqui e sabe disso e jamais pensei ou concebemos o contrário! Queremos que ela seja feliz aqui ou em qualquer lugar do mundo que ela escolha, a sua escolha, mas apoio ela ficar aqui, pois sei o quanto ela é amada por todos e muitos - eu incluído - sentiriam sua falta!

Trouxe suas malas eu mesmo e ganhou seu quarto, que Sarah ajudou a mobiliar e organizar. Sarah é a Senhora da Fazenda e tomas as decisões e ações que ela achar melhor, sem que eu aprove ou aceite! Ela é a Senhora deste lugar, de todos! Ninguém fez diferença alguma, exceto Roxana e Mia, já que Rachel vivia aqui sempre. Determinei à Ronald - meu motorista - para pegar Roxana todas as sextas e levá-la de volta à sua casa na segunda ou quando ela pedisse, então acabou ficando conosco e sendo recebida com muito amor. Ela dizia ser velha... hehehe... Esqueceu de avisar minha gurizada, que fez gato e sapato da "bisa" Roxana! Outra vítima das minhas crias! hehehe!!

Acabou que montei uma suite para Roxana, mandei trazer todas as suas roupas e seus objetos, e lhe ordenei o mesmo que a Cinthya. Ela me olhou e sorriu com carinho:

- "Primeiro você pega minha filha com sete anos e a faz tua mulher até os dez anos, encobertos por mim. Mamava a minha filha, a mastigava nas maminhas e a criou tua por mêses. Daí a abre toda e a torna mulher antes dos dez anos, fazendo a menina ter corpo e seios de uma menina de 15 anos. Daí você perde a memória mas a pega de novo aos catorze e faz filhos nela. E faz filhas de novo! Daí me pega também, me encurrala, me toma e me possui com teu poder, e fico presa com um monte de netinhos e netinhas que nem sei repetir os nomes Judeus de vocês! Afff!!!!

- "Te odeio muito, meu genrinho! Sempre te odiei e sempre te amei, mas jamais pensava em ser vovó ou bisa de tantas crianças, nem que elas fossem me agarrar e me consumir inteira! Como posso fugir de você ou deles, principalmente? Preciso deles agora, Noah!"

Sorri para ela:

- "Tu me odeias mesmo ou devo entender que tu me amas, Roxana? Tu és a bisa ou avó com maior número de bisnetos da redondeza e muito amada por mim e todos eles, pequena! Que queres? Te despeço e te levo de volta a tua casa e te restituo no ato tudo que tinhas antes e o dobro das tuas posses se teu ódio por mim que dissestes é real, pequena... Não lido com ódio e nem há espaço para isso aqui na sede! Tu podes ter mais idade, mas ainda és minha pequena, Roxana! Eu amaria que mamãe fosse viva para vós estareis juntas agora!"

- "Desculpa, Noah! Perdão! Perdão! Perdão! Perdão! Perdão! Meu jeito idiota de falar... Desde que conheci o Benedito não sei falar que amo alguém ou alguma coisa. Eu te amo muito, menino, como você não imagina, desde quando você começou a namorar minha menina ainda tão novinha! Sete anos, Noah! Ela tinha sete anos e eu a apoiei em uma loucura para uma mãe consciente e normal, mas eu vi amor e decidi respeitar independente da idade, Noah! Eu amava teu pai e tua mãe também e você sabe da nossa história juntos! Fiquei grávida e abortei do teu pai e Miryam era minha melhor amiga de eu dar a vida por ela!"

- "As vezes, falo muito besteira, Noah... Você ainda me quer na tua casa, com essas crianças lindas? Eu acho que não mereço mais fazer parte desse paraíso lindo...", e começou a chorar como Cinthya chora... Detona qualquer coração pela sinceridade das lágrimas...

Fiquei irritado e nervoso e respondi alto!

- "Tu és tola, mulher? Tu não vais a lugar algum! Não te permito mover-se agora! Essa é a tua casa, a tua família, e, se tu sentes falta de sexo, acho um Judeu cinquentão para saciar teu fogo que sei ainda estar por aí, conhecendo Cizinha! Rss! Não fiques corada, pois sei e te conheço e acho isso lindo, normal e louvável!"

- "Trouxe-te para cá pois essa é tua casa e família! Família da tua filha! Família dos teus netos e bisnetos! Ficas até quereres algo diferente, minha senhora linda! Espero que digas amo, amar, gostar, fazer bem, querer bem, muitas vezes ainda! Sei que teus bisnetos me perturbam pela tua ausência, então estejas com eles o quanto tu quiseres!"

- "Quero ser claro aqui: quando tu quiseres tua vida sozinha de volta e teus bens, eu ou Sarah faremos no ato o que precisas e tens direito, sem restrição!"

- "Eu te amo, meu genrinho! E amo meus netinhos, quero me chamem de vovó ou bisa! Me deixa ficar com eles, tá? Eu te amo muito, Noah! De um jeito que você nem imagina! Você desperta um lado mulher meu que eu achava que já tinha acabado e eu queria experimentar o que minha filha teve por anos, meu amor!"

E ela me surpreendeu, pulando com os braços em volta do meu pescoço e me dando um longo beijo na boca! A princípio eu não correspondi pois estava surpreso. Em segundos, porém, gostei do gosto daquela boca e a puxei pela cintura, encaixando meu volume que crescia rapidamente entre suas pernas e devolvi o beijo com força.

Ela arfava enquanto me beijava e movia o quadril me sentindo, então fui ousado e a peguei e ergui pela bunda, deixando um dedo forçando seu cuzinho e comecei a mover ela eu mesmo, fazendo ela gemer e se contorcer no meu colo. Apesar da idade, aquela mulher estava em forma e linda e tinha um fogo imenso que me surpreendeu!

Fechei a porta do seu quarto e a joguei na cama, levantando seu vestido e vendo aquele corpo lindo, sem estrias, branco. Chupei seu pescoço forte, deixando marcas de chupada e mordidas naquela carne macia e desci aos seus seios, sugando forte eles todos enquanto com a mão eu beliscava o outro mamilo e puxava forte, ordenhando aquela mulher madura! Ela gemia alto e suava, olhando para os lados, sentindo ser sugada pelos peitos e soltava gritinhos quando eu mordia o mamilo e ia para o outro, até que ela teve um orgasmo e começou a se debater!

- "Mama como você fez na minha filha! Me faz tua mulher também e me mastiga inteira, amor!"

Tirei sua calcinha e vi seu sexo molhado, com poucos pelos negros, bem desenhado, e fui com a boca nele. Suguei seu clitóris forte, segurando seu quadril, até vê-la ter seu segundo orgasmo.

Levantei-me e tirei minha roupa! Ela deu um grito de espanto ao ver meu pau duro e falou: "Meu Deus! Como minha filha aguentou isso tão novinha, Noah!! Vai devagar comigo amor. Você é o triplo maior que o Benedito e faz tempo que não sirvo de mulher!"

Sorri. Voltei a chupar sua bucetinha, agora enfiando toda a língua dentro dela e, de fato, ela mais parecia uma adolescente de tão apertada que era e o sabor doce do seu sexo era maravilhoso. Molhei meu dedo no líquido dela e enfiei no seu cuzinho, para seu gemido mais alto: "Aihhhh! Fiz anal só com teu pai, Noah! Vai devagar que está doendo muito!!..."

Concentrei-me na chupada e coloquei um segundo dedo naquele rabo gostoso e comecei a fazer os movimentos. Ela entrou em convulsão com o orgasmo que alcançou sendo chupada e levando uma dedada no cuzinho que a segurei forte na cama com meu outro braço!

Deixei ela respirar e fui chupando sua barriga e seus seios e voltei ao seu pescoço, pensando se marcava ela ou não! Ergui suas pernas e encaixei a glande naquela buceta melada e olhei para seus olhos. Ela ficou parada me olhando também e eu forcei o pinto que a abriu como se fosse virgem e não mãe e empurrei até o final, quando senti o colo do seu útero! Ela deu um gemido e um grito de dor quando entrei e gemeu mais forte quando cheguei e empurrei o final da sua vagina.

Comecei a meter forte naquela mulher e só ouvia seus gritinhos e gemidos e fiquei no bate-estaca com ela até ela ter mais três orgasmos seguidos e ficar largada na cama, respirando com dificuldade! Comecei a sentir meu orgasmo chegando e voltei a comer aquela mulher deliciosa até que estoquei e pressionei seu cólo de novo e fiquei parado, empurrando ele forte, injetando meu semem no útero daquela mulher!

Ela gemia, rolava os olhos, puxava o lençol com as mãos sem cordenação enquanto me sentia encher seu útero! Acabei e deitei sobre ela e a fiz sentir meu peso. Gosto que minhas fêmeas sintam o peso do macho que as possuiu! Ela gemeu, suada, vermelha e exibindo marcas de mordidas e chupadas pelo seu corpo branco e abraçou meus ombros, me beijando apaixonadamente!

Eu queria mais! Que fome aquela mulher me deu!

Carinhosamente a virei de bruços e comecei a chupar seus ombros, nuca, desci a língua por sua coluna inteira, fazendo ela gemer de prazer e ficar toda molhada da minha saliva que eu deixava fartamente, até que cheguei ao seu cuzinho, rosinha e todo fechado, cheio de preguinhas, e passei a chupar ele e enfiar a língua até onde dava, ouvindo seus pedidos para eu não lhe machucar, que fazia muito tempo que tinha dado o cuzinho e estava com medo.

Voltei e língua pela sua coluna até sua nuca e me levantei, pegando meu pinto duro como aço e molhei ele no caldo de sua bucetinha várias vezes. Apoiei a glande no cuzinho e mandei ela relaxar bem e fazer força para fora. Senti o biquinho abrindo e forcei a glande até a cabeça inteira entrar, ouvindo o gemido e grito alto de Roxana, abafado pelo travesseiro que ela mantinha o rosto enfiado! Esperei ela se acalmar e fiquei tirando e pondo só a cabeça, até ver que ela relaxou novamente! Forcei a cabeça e comecei a enfiar o pau inteiro, até meus pelos colarem em sua bunda e me deitei sobre ela, enfiado inteiro naquela cuzinho que parecia uma fornalha quente e apertada!

Ela chorava e gemia: "Aiiii!!! Meu cuzinho dói muito!!! Você tá me rasgando inteira, Noah!! Que dor, meu Deus!! Que caralho grosso e imenso, Noah!! Como minha filha não morreu de hemorragia, meu Deus!!"

Sorri. Levantei meu corpo e comecei a comer aquele rabo, enfiando e tirando inteiro, até ela começar a gemer de prazer e continuei por minutos, até ver seu corpo inteiro tremer em um orgasmo anal que ela tinha. Soquei o pinto e segurei ela presa até ela parar de se debater!

Voltei a comer ela de novo por vários minutos até que senti vontade de gozar! Perguntei em seu ouvido se ela tinha lavado seu cuzinho por dentro e ela disse que sim. Ví que meu pinto estava limpo também, e fiz algo que nunca tinha feito antes. Voltei a comer aquele cuzinho mais rápido e, quando senti que ia gozar, tirei todo do seu rabo, vi meu pau limpo e penetrei sua bucetinha até o fundo de uma vez só! Fiz alguns movimentos e novamente empurrei seu cólo e comecei a gozar de novo dentro de seu útero!

Ela deu um grito alto e um gemido longo e teve outro orgasmo, sentindo receber uma nova carga de porra em seu útero! Continuei a soltar jatos nela e a segurava pelas costas enquanto ela se debatia. Terminei de gozar e deitei sobre ela novamente. Vi sua nuca e pescoço e a mordi forte, ouvindo seu gemido e choro, marcando aquela minha fêmea!

Deitei-me ao seu lado e a puxei para meu peito. Ficamos conversando por horas e ela me contou da vontade que tinha de sentir o que Cinthya sentia e se envergonhava desse pensamento, mas era seu desejo secreto que ela pensou que nunca aconteceria.

Ela me pediu para não contar nada a ninguém. Ela tinha matado sua vontade e queria ser minha sogra somente, mas que jamais sentiu tanto prazer e amor em uma transa.

- "Você me realizou como mulher, Noah! Nunca me senti tão machucada e tão realizada! Nunca tive tantos orgasmos! Eu me sinto tua fêmea, mas não quero repetir tá, amor?"

- "Respeito teu pedido, Roxana! Tive muito prazer contigo também, mas nada comparado ao prazer em tê-la morando aqui conosco! Tu és muito amada, pequena linda! Muito querida por todos e peço-te que não nos deixe nunca!"

- "Pede? Rs... Você sempre ordena, então entendo teu pedido como uma ordem e vou obedecer você! Sou muito feliz aqui também e adoro ver a beleza e saúde da minha filha e minhas netas! Nessa sede ninguém fica resfriado ou gripado, ninguém fica doente! Tudo é saudável, organizado e o dom da música de Rachel traz uma paz que eu nunca senti na vida! Meus netinhos e netinhas estão fortes e crescendo muito bem e eu amo eles todos como se todos fossem meus netinhos, Noah!"

- "Agora entendo porque minha filha não quis mais ninguém após ser iniciada por você, amor... Teu esperma está no meu útero e sinto ele bem quentinho! Se eu fosse mais nova, eu estaria grávida agora! Rs... Fazer amor com você é viver em outro mundo de um prazer forte e único... faz a gente se sentir mais fêmea, mais mulher... E a mordida que eu levei vai ficar a marca disso, a mesma que vi nas tuas mulheres aqui! Rs... Tenho que tratar de esconder bem ela, mas gostei da forma como você me possuiu inteira, Noah! Eu te amo!"

Beijei ela, me vesti e saí de seu quarto, indo direto para o celeiro me banhar. Como sempre faço, contei somente a Sarah o que aconteceu e ela começou a rir e disse que percebia os olhares de Roxana para minha virilha. Disse que tinha sido uma única vez, e ela sorriu de novo, dizendo um:

- "Veremos! Eu te amo muito, minha alma gêmea, e tu és muito amado por todas nós, Noah! Não há homem igual a tu, meu esposo, meu macho, e nem mulheres e crianças mais bem cuidadas, saudáveis e protegidas como tu nos cuida e trata, amor! Somos uma família perfeita em todas as nossas singularidades e imperfeições!"

Voltando à Roxana, confesso que me senti muito feliz com elas aqui e com Rachel comigo! A pequena deixou o namorado, engajou em estudar enfermagem e arrumou em Vanessa uma aliada! Dormia no celeiro comigo e sempre pedia mais carinho, que lhe era dado profundamente - SEM SEXO - e era amada e cuidada por todas as minhas rainhas!

Eu só a permitia dormir comigo se ela corresse comigo, o que são 20 kilômetros sem mudar o passo "rápido" (tipo quando você corre para pegar alguma coisa para cair em casa, mas por 20 km!).

Rachel não me acompanhava no começo e eu a ignorava e não mudava o passo! É minha filha e tem que se adaptar a ser forte como seu papai, pensava! Ela lutou muito e começou a me acompanhar após a quarta semana e me puxava a correr mais rápido! Já conhecia isso e a mandava correr mais rápido, até que ela desfalecia e eu dava tapas na carinha dela, a acordava e voltava a correr!

Rachel é alta, tipo 1.70m para mais, morena da mesma cor que eu, olhos cinzas iguais também e cabelos longos castanhos claros como o meu. Era minha versão feminina e não aceitava não conseguir me acompanhar! Era a luta dela e ela lutou até fazer o que eu fazia e me dar um côro no final, que eu deixava para ela ganhar auto-confiança! (ou não assumir o côro mesmo! hehehehe!)

Mia viu e passou a vir para a sede durante a semana e, curiosamente, também abandonou seu namorado, ficando com Rachel na sede. Não sei o que ela acertou com Cinthya mas confiei no julgamento da última. Durante a semana, porém, Mia vivia com Kamilah nas fazendas. A última me perguntou se podia e, após eu autorizar, passou duas fazendas das dez para Mia administrar. Fiquei de olho nos números, mas Mia era extremamante competente, crescendo muito nos nossos negócios. Uma guria novinha mas muito linda e inteligente e ficou tão apegada à mim como Rachel, reclamando dormir comigo e ganhar carinho que ela reclamava não receber como seus irmãos.

- "Pai... O senhor passa horas brincando com seus outros filhos, mas jamais brincou comigo de cavalinho, touro, não me ensinou a cavalgar nem a nadar, pai. Fico pensando se o senhor gosta de mim mesmo.".

Olhei sério para ela, em seus olhos negros iguais aos de sua mãe, por quase um minuto sem nada dizer, sério. Ela tocou minha barba e começou a chorar alto:

- "Desculpa, papai... me perdoa por favor, papai!... o senhor é o melhor pai do mundo, mas eu queria mais carinho e atenção, só isso, pai.".

Ok: muito melhor a última sentença que a primeira.

Peguei a guria e ensinei a nadar na lagoa, na piscina, competir no nado, cavalgar. Apesar de Cinthya não querer, ela pediu e eu também a ensinei defesa pessoal e usar armas. A guria mudou o corpo em pouco tempo, ganhando músculos e curvas que a deixavam simplesmente estonteante!

Sarah via e sorria. Cinthya juntava-se a primeira, vendo as mudanças em Mia. Rachel nunca quis nada de luta mas gostava de andar, nadar e correr, fazendo seu corpo moreno de mulher alta ficar sarado e extremamente ativo. Mia e Rachel eram lindas e Cinthya ficou orgulhosa em ver nossas crias tão saudáveis e fortes!

Com todo o respeito, que tesão de gurias elas ficaram! Rachel era ainda mais linda com sua beleza exótica e sua altura, com seios médios e sem músculos aparentes, ainda assim extremamente forte. Mia ficou linda também e muito ativa, mas Rachel tinha aquela coisa única que todos viam e curtiam na guria.

Dalilah tinha assumido outras cinco fazendas, então a ajuda foi bem vinda! Os contratos adicionais que fizemos durante nossa viagem eram grandes e precisávamos de ajuda do nosso sangue. Ela, também, tinha tido os gêmeos e estava gestante novamente e eu não daria folga àquela deusa-mulher um minuto sequer!

Enquanto Mia parecia Cinthya, agia como eu. Rachel se parece comigo, mas age como Cinthya. Equilíbio, acho! hehehe!

Mas esse é o capítulo do Luccas, meu amado guri e minha cópia aperfeiçoada!

Voltando ao tempo, Luccas cresceu rápido e era um guri muito forte.

Moreno, olhos azuis como sua mãe, cabelos castanhos claros meus, alto e brabo. Logo ele assumiu sua vida no mato e passou a dormir na casa de ferramentas, fazendo sua cama no andar superior.

Ele era muito ligado aos seus irmãos e, se quando preázinho era protegido por suas irmãs, principalmente Estherzinha que era mais mandona, cresceu rápido e não foi mais sujeito a elas, mostrando sua atitude viril e dominante.

Ele tomou minhas responsabilidades no campo, mas não gostava de gado ou ovinos. A coisa dele era equinos e ele literalmente assumiu a fazenda de cavalos, cuidando dos garanhões, éguas, cavalos de charrete e por aí vai. Ele me prestava contas de tudo e era extremamente fiel e correto nos negócios e em sua moral de um jovem homem Judeu!

- "Quero ser como o senhor, papai! Sou tua cópia na aparência, mas quero ter teu caráter e força como homem, pai! Me ensina, papai? Me faz como o senhor é, pai?"

E o ensinei o melhor que eu pude.

Ele conheceu uma guria na escola chamada Nádia e se engraçou com ela. A coisa, porém, é que Nádia namorava um homem já, e ele não deixaria ela sair simplesmente, então foi uma briga feia.

Por fim, fui chamado na escola e vi ele bem machucado e o homem - Marco - também, mas bem menos que ele, já que tinha 28 anos e meu guri tinha quase 15. Luccas tomou "a coça" que eu jamais lhe dera, já que sempre me foi obediente ao extremo e à sua mãe igualmente.

Falo com meus filhos como fazia com Pedrinho: somente no olhar, tudo estava claro e, ou Luccas saía a fazer o que lhe ordenei, ou chorava e pedia perdão, de modo que jamais bati nele.

Marco era alto, por volta de 1,90m, e um homem forte e bem formado, branco de rabo de cavalo loiro. Nádia era uma guria linda, morena de olhos e cabelos castanhos e com um corpo que eu mesmo duvidei que tivesse quase 16 anos.

Marco se identificou como Sargento Reformado da Aeronáutica, com treinamento nos Estados Unidos e participante de missões, etc. Olhei impassível para ele.

Olhei para Luccas com os dois olhos inxados quase fechados, supercílio cortado, nariz e boca sangrando. Marco tinha o nariz com sangue e um lado do rosto inxado.

Era claro que foi uma luta desigual.

Investiguei: - "Luccas. Quem iniciou a briga e por quê?"

- "Eu pai. Eu gosto da Nádia e ela quer deixar esse cavalo e ele não a deixa, então fui tomar satisfação e iniciei o confronto."

Marco me fitou com olhar arrogante e vitorioso. Olhei para ele, nervoso:

- "Tu és Sargento Reformado, 28 anos, namorando uma menor de 16 anos e surrou um guri de 15. Tu sabes o que é força ou resposta desigual, ainda sim fizestes uso de teu treinamento contra um guri menor que tu!"

- "Ninguém mandou ele mecher com minha namorada ou tentar me enfrentar! Me enfrentou, leva côro mesmo e ele tem sorte de eu não ter quebrado seu braço ou perna. Você é pai dele e vai defender ele, mas te enfrentaria e faria a mesma coisa se me provocasse ou provocar, entendeu, velho?"

Ok... Velho... Ok... Não mudei minha expressão facial, mas me levantei e cruzei os braços, olhando para seus olhos. Eram olhos ruins e logo pensei em PTSD.

- "Esse 'velho' é Tenente Comandante do Exército. Esse 'velho' treina guris como tu. Esse 'velho' foi à sua primeira guerra, enquanto tu sujavas fraldas. Tu és doente e deves buscar ajuda de um psiquiatra para tratar teu trauma."

- "Porque meu filho te enfrentou, não te surro agora. Se te surro, te mato. Guarda tuas provocações para os que estão a tua volta."

Olhei para Nádia: "Não me interessa para quem tu abres as pernas, mas afasta-te de Luccas. Tu tivestes teu prazer em ver dois imbecís lutarem por ti. Isto acaba aqui, ou te coloco no colo e te surro também!". Ela começou a chorar, envergonhada.

Marco se levantou também e olhou para cima, me enfrentando. Tenho 2.10m e estou em plena forma física.

- "Não aqui, palhaço! Não aqui!", olhei diretamente para seus olhos. Ele parou.

O diretor perguntou se eu queria dar queixa, já que Luccas era de menor. Disse que não deveria dar queixa da lutinha covarde deles, mas que ele deveria falar com os pais da guria e deixá-los ciente de tal namoro com aquele animal. Eu cuidaria de Luccas.

- "Sr. Mário. O ginásio está vazio agora, não?"

- "Sim, Sr. Whitaker... Mas por quê?"

- "Este covarde quer esticar um pouco os músculos e acho que preciso de algum treino. Tu me emprestas a chave e não entres lá, por favor."

Marco perdeu o sorriso e mudou seu semblante para um matador nato, bem treinado.

Entramos no gínasio. Ficamos lá por volta de 10 minutos. Saí suado, arrumando a roupa e consertando o queixo.

- "Sr. Mário. Parece-me que Marco caiu e precisa de ajuda. Sofreu um acidente, o pobre. Tu chamas o SAMU para ele, por favor, e faze-o depressa, pois parece que a queda foi grave."

- "S-s-sim, Sr. Noah. Já ví pessoas caindo lá também e vou mandar melhorar a segurança do ringue.", e chamou 192.

Não vimos o Marco novamente.

Peguei Luccas no colo, com carinho, e o levei para a caminhonete. Ele me pedia perdão, mas só falei que ele se cala-se e jamais se engraçasse com aquela guria, já que a auto-afirmação dela era a luta de machos nela interessados, o que eu vi no momento que olhei em seus olhos de choro seco, fingido.

Sarah cuidou de Luccas, que ficou de molho por algumas semanas, até voltar à escola e a seus afazeres. Nádia, porém, o procurou novamente ele simplesmente a ignorou e jamais lhe retornou palavra.

Falei com meu amigo e comandante, Coronel Smith, e inquiri sobre o tal Marco. Após algumas horas ele me ligou e disse que havia um Marco que estava em rehabilitação; que sofreu um acidente grave e estava se adaptando a umas próteses e, também, tratando de PTSD.

- "Cmd. Whittaker. Por que tu perguntastes sobre o tal reformado? Tu tens tua mão nisso, Cmd.?"

- "Só testemunhei a queda e quis saber como ele se recuperava, Sir."

- "Ele é reformado. Tu não és. És serviço reservado. Olhas como ages, Cmd., pois a 'queda' daquele reformado de 28 anos lembrou-me das 'quedas' que tu destes em alguns durante missões. Vês como ages, Cmd! Tens família grande e és homem honrado! Não a perca, Cmd!"

- "Há coisas que podemos parar, evitar, fugir ou esconder. Outras, tem que ser enfrentadas, Col., mas grato pela informação que o reformado ficará bem e está se tratando, a fim de que evite novas 'quedas'!"

Voltando ao Luccas, meu amado gurizinho!

Aos 15 anos, tinha 1.80m e era forte. Entendi que tinha que ser pai além de algumas pequenas intervenções. Também fiquei preocupado, já que o guri nunca apanhara em toda sua vida e ficou medroso e traumatizado, o que não era sua natureza.

Passei a cavalgar com ele e conversar muito com ele. Sobre gurias, sobre sentimentos, sobre sexo, quando descobri que ele ainda era virgem e todo o jogo de Nádia, aproveitando sua juventude desavisada.

Resolvi treinar ele. Trouxe-o para dormir no celeiro, em um quarto separado, e acordá-lo com banho gelado as 4:00am e correr comigo. Corro por volta de 20km todos os dias e, em uma semana, ele passou a conseguir me acompanhar. Em seguida comecei a ensinar alguns movimentos de Krav-Magá, Jiu-Jitsu e Muay Thai e passei a lutar com ele para que treinasse melhor.

Ao final de três meses, Luccas tinha ganho muita massa muscular e lutava forte comigo. Deixei que me aplicasse golpes para que ele voltasse a ficar confiante em si mesmo, até que ele me pediu para ensiná-lo a perder, já que eu o deixava ganhar. Sarah olhava preocupada pela violência extrema de nosso treinamento, mas sabia que eu não machucaria nosso guri, e tome pancadaria! hehehe!

O fato com Matheus que narrei aconteceu e Luccas voltou conosco. Ele ainda tinha em Lilian sua alminha, mas jamais a olhou ou a tocou com malícia ou descuidadamente. A colocava sempre no colo, mas em sua coxa. Jamais tocava com desejo em seu corpinho e a cuidava literalmente como um imenso cão de guarda! Rs!

Luccas respirava e vivia Lilian mas, principalmente, Sibyla! O guri vivia a pequena e a cuidava de tudo e estava sempre junto dela, ensinando tudo, desde lição até cavalgar, nadar, jogar vôlei, correr na grama e por aí vai! No começo ví que ele se sentia culpado; após, percebi que ele amou Sibyla como amava Lilian e fiquei feliz com isso!

Graças a D-us Sibyla se recuperou, apesar de algum atrazo pela lesão em sua cabecinha que conto no capítulo dezenove "Amores e Desamores", que é extremamente denso, sem sexo e o maior desafio que enfrentamos como família. Também Deborah e Estella eventualmente esqueceram o ocorrido e funcionavam e viviam como antes.

Ficou o imenso vazio de Jacob e Matheus, mas aprendemos a viver as duas ausências e Dalilah se mostrou mãe de todos os seus irmãos, sem exceção, Luccas incluído e ficou revoltada e agiu contra a escola e Nádia ao saber da surra que tomara.

Minha mais velha realmente cuidava de seu sangue e D-us me livre de ficar contra ela. Acabou que processou o Estado e ganhou reparação, que depositou na conta pessoal de Luccas, sua poupança, para seu futuro e ficou com nenhum centavo! Minha pequena mais velha! Rs!

Agora meu guri já tinha 1.90m e era homem formado e me lembrava em tudo, exceto ser ele muito melhor! Falo sério! Não possuo as qualidades que meu guri tem e me orgulho em ser seu pai! Sarah e minhas outras fêmeas confiavam inteiramente em Luccas e, quando eu não estava em casa, ele se tornava o homem da fazenda em meu lugar. A única mulher que o enfrentava e prevalecia era Dalilah, já que era minha primogênita e Luccas respeitava isso e sempre buscavam estar de acordo em tudo que faziam!

Um dia ví Mia e Luccas lutarem, treinando juntos. Eram meio-irmãos e o contraste deles lembrava em muito o meu com Cinthya. Eles literalmente se pegavam em uma luta forte, franca e honesta! Os dois corpos eram perfeitos, com músculos, força, velocidade, violência, suados mas sem se renderem!

Cinthya ficava escandalizada em ver a beleza e força e treino de Mia, tanto quanto a perfeição e doçura de Rachel! Ela sempre falava com Sarah que ficava preocupada em Luccas machucar Mia. Sarah sorria:

- "Irmã... Está mais fácil tua Mia machucar meu Luccas que vice-versa! Vês a força e preparo dela! Não te preocupes que aquela tem o espírito de seu pai: fogo e guerra! Meu Luccas que se cuide!", e sorria alto para sossego de Cinthya.

Rachel estava indo bem e com louvor na Faculdade e Vanessa sempre comentava que ela seria uma enfermeira muito melhor que ela! Ela era alta, forte, esbelta, intensa e seus olhos cinzas fascinavam professores e pacientes, já que iniciara seu internato no mesmo hospital que Vanessa, lógico que por dedo da última! Não aceitava pensar em namoro e frustrava os guris a sua volta! Eram inseparáveis, ela, Sarah, Vanessa e Julia!

Sarah olhava a tudo e comentava da aproximação dos dois, Luccas e Mia, e pedia minha opinião.

- "São meio-irmãos e amor não se controla como nós dois sabemos. Paixão sim. Vou falar com eles e ver se há verdade nisso e até que ponto isso vai."

- "Mas que fazem um casalzinho lindo, isso fazem, amor...". Sorri, concordando.

No dia seguinte conversei com os dois separadamente. Fiz Luccas entender a questão do incesto, já que era pai de ambos, e os desafios de manter tal relação ou as possíveis doenças da relação consaguínea. Disse que não tivesse sexo com Mia sem amá-la: se precisava de sexo, achasse uma guria que o quisesse para aquilo, mas tê-lo com sua irmã lhe era vedado.

- "Filho. Sexo com gurias que te quiserem, com segurança e cuidado e sem força-las, não é um problema ou errado. Tu és guri forte e precisas disso. Mia, porém, é tua irmã. Tu podes buscar sexo com ela e perder uma irmã, pois vivem juntos, e não haverá conserto."

- "Pai. Eu entendo e obedeço o senhor. Eu tenho lá minhas gurias com quem saio e me encontro, mas Mia me faz feliz. Ela me completa de uma forma que não sei explicar, pai. Eu não quero sexo com ela para perdê-la depois. Se acontecer de ficarmos juntos, vou pedir ela em casamento e moraremos juntos, pai. Ela é muito especial para mim! O senhor permite isso, papai?"

- "Jamais papai te veda amor, Luccas! Sê homem com ela se é isso que queres e sê seguro das tuas escolhas também, filho!"

Falei com Mia quando a levei para a lagoa. Eu estava contente em ter a relação que desenvolvi com Mia, com brincadeiras, piadinhas e apostas bobas... Brincamos de corrida, lutamos um pouquinho, mas ela sabia que eu não estava engajado naquilo.

O decorrer, porém, foi totalmente inesperado e me decepcionou de uma forma tão profunda que jamais restabeleci a mesma intimidade que tinha com ela, isso até os dias atuais em que publico esse relato!!!

- "Fala, papai! Eu sei que o senhor não me trouxe aqui pra brincar e o senhor sempre me deixa ganhar... E sei o que o senhor quer falar também, papai... Luccas é muito melhor que o senhor, pai! Acho o senhor covarde, fraco e sexista em não lutar comigo de verdade, pai! Não tenho medo do senhor e acho o senhor covarde, velho, fraco e com medo de mim, papai... Perdão, papai, mas o Luccas é melhor! O senhor é covarde, papai?"

PQP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

- "Ok! Filha, não sou covarde ou o que falastes, e Luccas é meu guri sujeito à Dalilah, minha primogênita! Ela é minha primogênita, não ele, mas não quero te matar agora, o que é muito fácil! Vamos lutar para valer então! Vou te pegar e te machucar para valer mas sem te matar, daí tu entendes o que é uma luta real com um homem do meu tamanho e treinamento e jamais ousas me chamar de covarde, fraco ou velho!"

Ela pulou em mim com um grito de guerra e toda a força de seu corpo treinado e a recebi e a virei e a retornei ao chão. Daí ela pulou novamente em mim e a machuquei forte, girando-a em seu eixo e pondo-a de costas, concluindo com um único golpe na coluna e na coxa até ela ficar sem voz, gemendo no chão, imóvel e travada! Fosse luta de combate, teria quebrado sua 5a cervical no mesmo golpe e encerrado aquela guria atrevida! Durou quase 30 segundos do golpe e 15 minutos - acho - dela na areia da ilha!

Olhei e vi seu estado! Sabia como consertar ela, mas não naquela hora! Sua arrogância acabava naquela tarde! Falei:

- "Filha! Estás cadeirante agora sem conserto! Satisfeita ou quer que te mate? Eu a mato se esboçar chamar-me de covarde ou fraco de novo, guria! Vives ou morres? Tua escolha, como sempre foi! Tu és meu oponente e não faço distinção de sexo! Não sou sexista! Se queres morrer, te mato já, guria! Pedes, e cumpro tua vontade, sua derrotada e humilhada!"

Ela respondeu aos berros!

- "Socorro, papai! Perdão, papai!!! Quero viver, papai, mas não assim, sem sentir meu corpo!! Se o senhor não me consertar, me mata então, papai!! Desfere teu golpe e me aliquina para sempre, pai! Me mata, pois eu mereço!"

- "Se é o que queres, eu faço. Adeus, Mia!". Posicionei dois dedos para matar Mia. Não contava que Sarah viria atrás de nós, bem como Renata e Cinthya, que estavam à beira do lago! Deixei Mia aleijada na ilha e nadei para a borda, para ir embora! Fui agarrado por Sarah e Cinthya nos braços na hora, me impedindo de deixar Mia daquele jeito. Renata segurou o arreio do meu cavalo.

- "Você vai matar tua filha? Deixar ela tretaplégica e sozinha na ilha pra outro homem vir pegar ela e trazer pra casa? Isso é ser pai? Ela é nossa filha, Noah!", falou Cinthya! "Nossa filha e você a treinou para matar ela agora? Isso é atitude de um homem bom e justo como você sempre foi? Uma filha morta pelas tuas mãos?"

Sarah interveio: "Amor! Mia é tua guria amada que tu me falas sempre, a vida toda, fruto do teu primeiro amor! Tu a treinou e ela falou coisa errada para ti e eu entendo isso e tu a castigou severamente, amor! Perdoa ela e salva ela, Noah! Ou falo para teus outros filhos comigo que tu és homem cruel? Minto, amor? Vou dizer a eles que seu pai é um homicida indireto, que não aturou a provocação de uma guriazinha vazia e a matou, amor? Diz-me, porque não sei responder a esta questão, Noah!"

Ok: homicida indireto... Ok!

Nadei de volta à ilha e olhei para Mia! Estava torta, aleijada, por mim! Sentei e posicionei seus dois pés em mim! Puxei suas duas mãos para mim e as prendi! A puxei e forcei seu pescoço para trás e ouvi estralos em sua coluna na hora e seu choro, já com as mãos e pés se debatendo.

Ela começou a chorar e pedir pela sua mãe e se contorcer, porque não tinha controle dos movimentos das pernas, pés ou braços, somente das mãos, como intencionei, sabendo que eles retornariam logo.

Tive pena! Não muita, confesso!

Olhei para ela e a acalmei: "Filha! Tu és minha, Mia!", e destronquei alguns ossos da coluna cervical dela e a coloquei de volta em pé!

- "Estou sã, papai! Como fez isso, papai? Estou inteirinha!!!"

- "Não arrumas briga comigo, Mia! Jamais me desafias de novo! Aprendestes o que é ganhar sempre e, agora, o que é perder! Próximo desafio contra mim te mato sem pena, guria! Sem pensar! Em uma luta que alguém me chama covarde, tu és nada e te mato na hora, sem dar o tempo que dei a ti, Mia! Jamais me chamas de covarde, coisinha inútil e insignificante! Tu ganhastes nova vida hoje, mas perdestes meu respeito como a minha segunda filha mais velha! Tu és nada agora, guria! Dalilah é minha mais velha e Luccas meu mais velho! Tu não és mais nada, Mia!"

Nadei com ela nas costas e a entreguei à Cinthya. Sarah e Renata me olharam aliviadas.

Mia falou:

- "Eu te adoro, papai! Adoro de alma e coração! Perdão por te machucar, papai! Nunca mais me machuca porque não te aguento, papai! Vou falar pra mamãe tudo o que aconteceu aqui, mas não me mata não, paizinho!"

Abracei Sarah mas estava magoado:

- "Não te mato! Tu, porém, não tens mais meu respeito ou atenção! Tu me desrespeitastes como homem e como teu pai e não perdôo isso, Mia! Cinthya, Renata e Sarah estavam aqui e elas me fizeram te poupar!"

Cinthya me ouviu. Estapeou Mia no rosto várias vezes por ter perdido minha confiança! Mia não reagiu! Ela caiu, sangrando os lábios e beijou os pés de Cinthya, que a empurrou com o pé novamente ao chão!

Não se contentou:

- "Você foi treinada pelo teu pai! Ele deu tudo da vida dele por você! Você aprendeu por ele! Nele! Você era uma vagabunda esticada no sofá, falando da vida dos outros e de novelas sem sentido e dos teus ficantes, assistindo TV antes do teu pai ter aceito você aqui e te ensinado! E o que você fez? Foi desafiar e chamar de covarde o homem que é teu pai e te ensinou a viver!"

Mia suplicou: "Desculpa, mamãe! Eu não sabia! Eu tava louca! Eu sou virgem, mamãe! Acredita em mim e me toca! A senhora quer me mandar embora pra cidade, me manda, mãe! Eu sei que nunca fui importante ou amada como Rachel foi!"

Cinthya se afastou e a surrou mais ainda que Renata a segurou, pedindo calma. Cinthya continuou: "Então é isso? Quer ser como a Rachel? Diz, então, a única vez que tua irmã desafiou teu pai ou chamou ele de covarde? Diz, vagabunda?"

- "Nunca, mamãe! Perdão!", e chorou compulsivamente!

Cinthya não estava calma: - "Teu choro não me comove, sua imprestável! Tua irmã foi sempre uma santa e a cópia do teu pai e ela jamais teve o carinho e dedicação dele como teve com você, idiota! Teu pai dedicou meses da vida dele pra você e você o chama de covarde e o enfrenta! Nojenta! Tenho nojo de você, Mia! Você é uma vazia sem rumo!!! Ainda fico com você aqui e não falo para o Noah te ignorar por pena e unicamente por causa da tua madrinha Kellinha que profetizou teu nome! Você não merece ser a alma da Kelly, sua idiota!"

Continuou: "Tu te humilhas ao teu pai e roga perdão a ele, o resto é perdido! Agora!!! De toda tua alma, Mia!!!"

E eu tive Mia me rogando perdão, com lágrimas e choro até que eu a aceitasse, por mais de dois meses...

Propús nova luta à Mia, sem limites, no curral que nós treinávamos, mas não houve luta. Queria, de fato, saber do sentimento dela com Luccas. Ponto! Era Dalilah e o Luccas que eu tinha aos olhos como meus sucessores dado o equilíbrio e respeito mútuos, mas queria saber aonde Mia se encaixava!

- "Mia. Tu és minha filha. Eu te fiz com muito amor, te treinei e te preparei quando tu pedistes. Esquece teu côro! Tu és uma guria linda, sem igual e és cópia de tua mãe na beleza, mas muito forte e preparada! Luccas é teu meio-irmão, amor... Vejo que há algo entre vós e não quero que um perca a amizade, amor e carinho do outro em nome de sexo, filha... Tua mãe sempre falou contigo sobre tudo; sempre fiz o mesmo contigo e nada te é vedado conversar entre nós! Tu és Judia e Luccas é Judeu. Por que tu não buscas par na Sinagoga a lidar com as complicações de um incesto, pequena?".

Mia começou a chorar me olhando e eu a esperei se recompor.

- "Papai. Não me bate de novo, pai! Eu peço permissão para responder somente sobre o Luccas, posso?"

- "Ok filha! Não me temas: me ame e respeite! Dizes e sejas transparente e honesta comigo, amor!"

- "Eu amo o Luccas como jamais amei alguém na vida. Desmanchei do meu namorado no momento que me aproximei do Luccas porque ele me fez sentir em um momento, tudo que jamais tinha sentido enquanto eu namorava! Eu entendo as dificuldades que o senhor fala, mas estou pronta e disposta a enfrentar tudo por esse amor, pai! Preciso da tua permissão... Se o senhor acha errado, eu aceito e volto a morar na cidade, pois não aguentaria ver o Luccas e não estar com ele... O que o senhor diz, papai?"

Abracei ela bem forte e a coloquei em meu colo, olhando em seus olhos, e não podia me conter ao ver a cópia de Cinthya na minha frente.

- "Amor! Papai te ama muito como amo a todos teus irmãos. Eu entendo o que é amor e sei que ele não reconhece barreiras! Nossa família é prova viva disso, filha! Só quero que entendas e diferencies amor de paixão, já que a última vai fazê-la infeliz por perder teu irmão amado e à nossa família nessa sede! Pensas, filha, não com o coração, mas com a conciência, racionalmente, pois o preço de um erro dessa natureza é muito alto e vai te marcar pelo resto de tua vida! Eu te amo, minha filhinha Mia!", e abracei ela por um bom tempo em meu colo, até que ela parou de chorar de emoção.

Tirei-a do meu cólo e vi seu rostinho marcado de lágrimas! Levantei e falei:

- "Quem chegar por último limpa e arruma todo meu celeiro! Rs.", e a espertinha me deu um empurrão e saiu correndo do curral, novamente brincando comigo.

Naquela noite ela pediu para dormir comigo, o que aceitei. Ela contou tudo sobre a vida dela antes de se ligar mais a mim, seus projetos, seus planos, sonhos, sua vontade em administrar fazendas, seus estudos, seu treinamento físico, como ela melhorou de dores nas costas que tinha e como ela apreciou que eu me dedicasse tanto a ela e lhe amasse tanto. Voltou a rogar perdão das coisas que falou e disse que somente quis me provocar para lutar de verdade, já que ela se sentia enganada por eu sempre deixá-la vencer, mas ficou louca e falou coisas que ela nunca pensou nem sentia. Ela somente queria uma luta sem que eu a favorecesse.

Bom, isso entendo e ela teve o que pediu!

Apertei ela em meu peito, beijei seus lábios e olhos e deixei-a dormir com ela aninhada ao meu peito, somente pensando como a história se repete atravéz das gerações...

Uma semana após, fui à casa de ferramentas buscando consertar uma sela antiga que tinha. Entrei quieto e assumi que Luccas estava cuidando dos cavalos ou se exercitando como sempre fazia.

Ouvi alguns gemidos e achei que ele tinha trazido alguma guria para sua cama, mas reconheci tanto sua voz quanto a voz de Mia. Fiquei curioso e meu lado voyer me tomou. hehehe! Entrei pé ante pé e busquei ficar à sombra da guarda da casa e ver o que se passava lá.

Ví Luccas, nú, exibindo seu corpo grande e musculoso, com um membro bem avantajado, beijar Mia, também nua, com seu corpo treinado e cheio de curvas. Era dois gigantes, um moreno, a outra branca, e se atracavam em beijos que me deixaram excitado também! Rs.

Luccas a virou de costas e puxou sua bundinha para ela ficar aberta e arrebitada. Ele beijou suas costas e voltou a sua boca, beijando-a por trás intensamente. Pegou seu membro e encaixou nela e a prendeu na cintura para que não fugisse. Em seguida puxou ela e estocou forte na sua bucetinha, arrancando-lhe um grito alto e um choro profundo, cópia do que eu ouvi quando tirei a virgindade de sua mãe, do mesmo jeitinho, só que com vozes condizentes às idades.

- "Aiiii!!!! Luccas!!!! Você é muito grande, amor... Hummm... Aihh... Hummmm... Mete devagarzinho em mim, amor... Arranca meu cabacinho todinho e me fode gostoso, Luccas... Hummmmm... Meu amado Luccas.... Come... Me come... Que pauzão gostoso você tem, amor..."

Ele respondia:

- "Gostosa... Branquinha tesuda... Vou te comer para o resto de minha vida, Mia! Que tesão tu me dás, guria... Shhhhh... Aahhhh... Rebola... Rebola esse rabo na minha pica e engole ela inteira que eu sei que tu queres!"

E.... chega de voyerismo: eu me afastei e deixei eles se amarem e vi que suas almas estavam ligadas e isso não mudaria.

Voltei à sede. Contei para Sarah e Cinthya o que ví, poupando alguns detalhes... Rs..

Semanas após, Sarah veio falar comigo. Estava tensa e queria meu conselho, ao que parei na hora, olhando-a e mexendo em minha barba grossa e a ouvi.

- "Amor. Sem rodeios, tua Mia está gestante do nosso Luccas. Ela me pede para permitir que eles se casem. Luccas quer o mesmo e me pediu a mesma coisa, Noah... Eles se amam e querem se casar. Qual é teu conselho, amor?"

Respondi de pronto, levantando-me e abrançando Sarah, erguendo-a no ar: "Uma grande festa amor!! Uma grande festa!!! Vamos abençoar aquela união e dar uma fazenda a eles, Sarah! Tu me destes dez filhos e quero mais se assim tu quiseres, pois tua perfeição se perpetua em cada um deles! Luccas é meu guri com a mulher que eu amo e Mia é minha guria com a mulher que eu amei!"

- "Tu vais ser vovó, Sarah! Eu te amo muito, pequena vovó! Hehehe"

Ela beijou longamente, segurando em minha barba e pescoço e a levei assim para o celeiro, aonde passou a noite comigo!

A festa aconteceu: Mia não era nada menos que uma princesa vestida de branco!... Havia uma aura nela que eu somente vi a primeira vez que possui Cinthya, a mãe dela, e Sarah, quando estava tomando banho e me levou a possuí-la. Entendi o que Sarah significou ao falar que ela parecia saída de uma revista de moda! A união foi aprovada no cartório e aconteceu de papel passado, com juiz de paz e tudo mais.

Cinthya estava só em lágrimas de alegria por Mia e o mesmo estava Sarah sobre Luccas. Ri ao pensar nas duas serem co-sogras de crias minhas!! Hehehe!

Foi lindo ver toda nossa família, amigos e funcionários participando da cerimônia! Lotaram a sede naqueles dias!

Eles foram para a Irlanda em lua de mel. Voltaram e a barriguinha de Mia já dava às vistas, o que foi notado e adorado por Rachel, Júlia, Francisca e Cinthya. Haja xodó na guria e Roxana não saía de perto dela, mesmo com os netinhos no colo que não a deixavam por um momento!

Enquanto eles viajavam, voltamos à rotina na sede. Cinthya veio no celeiro e passou a noite comigo... Aquela bucetinha ficava cada vez mais gostosa e aquele cuzinho e o lombo era um espetáculo!! Depois, suada e cansada, ela me perguntou:

- "Noah... Você pensou nisso alguma vez, amor? Mia e Luccas, eu e Sarah e tuas outras mulheres... você pensou que isso aconteceria, amor?"

- "Não Cinthya, minha Cizinha, nunca pensei! Mas sou um homem feliz agora e estou feliz que tudo isso nos aconteceu! Amo tu, Sarah e as minhas outras rainhas! Amo Luccas e Mia e ele e Dalilah vão me substituir em alguns anos!"

Ela mudou seu sorriso para carinha de choro e puxou o lençol para se cobrir, saíndo do meu peito. Olhou-me sentida e fiquei pensando o que tinha falado errado! (De novo, homem é lerdooooo!)

- "Eu sei, amor... Não gosto quando você fala isso... parece que você vai morrer e você tem eu, a Sarah, as tuas outras esposas e teus filhinhos... não fala assim que eu fico triste e angustiada, amor... não pensa em faltar pra nós, No... tudo isso aqui só existe por tua causa e você construiu tudo, amor... a gente depende de você... fico triste assim, No...", e começou um chorinho alto e sentido, vestiu-se rapidamente e foi embora do celeiro, sendo encontrada por Sarah e Julia na entrada da sede que a ouviram chorar.

Em minutos, Sarah e Júlia vieram ver se eu estava bem e as duas passaram a noite comigo, sem sexo, já que jamais fiz sexo com duas ao mesmo tempo.

Mas aquelas mulheres maravilhosas conversam... Na noite seguinte, Esther e Hannah passaram comigo... Na seguinte, Vanessa e Francisca e elas não me deixaram sozinho até Luccas voltar da lua de mel com Mia.

Mia teve uma guriazinha após seu termo e me pediu para dar o nome. Disse que era seu direito como mãe, mas ela falou que não o faria e que só aceitaria eu dar nome à sua filhinha. Luccas reforçou, decidido: "Papai, dá nome para tua neta! Não a registro sem tu dares nome à nossa filha, pai, ou a registro a primeira judia nata chamada 'Anônima da Silva'!". Não resisti e sorri discretamente! Rssss... Minhas crias!

- "Filho. Liga para tua irmã mais velha e peça a ela para vir para cá agora.", o que ele fez na hora. Dalilah chegou em menos de 15 minutos e entrou no quarto. A pequena estava linda e sua barriguinha já aparecia também, do que seria nossa quinta cria, e perguntou o que acontecia, sorrindo para todos em sua presença forte e segura.

- "Quietinha! Preciso de tu para testemunhar um ato e tu és necessária!", respondi, ao que ela ficou quietinha, pondo a mão na boca, brincando que não falaria mais, sorrindo para mim e todos. Ela me contou que ficou toda arrepiada e molhada quando ouviu o "quietinha", já que foi assim que eu a possuí pela primeira vez. Rs!...

Ela foi ao lado de Sarah e deu seu braço para ela, ficando abraçadas.

Olhei para eles e para a enfermeira que nos olhava com facinação, como se fossemos seres de outro planeta!

Inquiri: "A senhora vê algo que a preocupa?"

Ela sorriu, corou e respondeu: "Desculpa Seu Noé... Raro ver tanta beleza em um lugar só! Vocês são uma família muito linda que a gente não vê aqui no hospital... As minhas colegas vem aqui sempre para verem vocês também e ficam falando da beleza de vocês!". Não: não estou sendo coruja ou inventando ou jogando confete, mas contando como um marido, pai e avô muito orgulhoso, como decidi fazê-lo em todos os meus (longos) relatos! Rs..

Pedi a ela para trazer a preazinha que estava no berçario dando folga à Mia, já que era grande e gulosa, o que ela fez de pronto. Estávamos eu, Sarah, Cinthya, Dalilah, Luccas e Mia. A preazinha foi trazida. Ela era branquinha como a mãe e com cabelinho loirinho como Sarah tinha, olhos claros à primeira vista, ja que só seriam definidos após algum tempo para se ter certeza. De fato, conforme o tempo passou, a preazinha ficou com os olhos da cor de Luccas, seu papai.

A tomei nos braços com a ajuda de Sarah. Sou muito grande e desajeitado com preazinhos daquele tamanho... Parece que vão escapar por entre meus braços!... Rs...

Beijei sua boquinha e seus olhinhos e sua testinha e falei com voz normal:

- "Tu és fruto do amor de meu filhinho Luccas e minha filhinha Mia. Tu és minha netinha. Tu és duplamente meu sangue. Teu nome é Malka pois és limpa, pura e reluzente como uma rainha. Chamarte-emos Mazinha, Malka!"

E ela foi registrada Malka e é a luz da vida de Lilian - que a adotou na hora - e Mia, naturalmente!

Mia recuperou seu corpo e força poucos meses após Malka nascer, apesar de ainda estar amamentando, e me chamou para nadarmos juntos no lago, mas perdi tal intimidade com ela e lhe neguei, sugerindo que o fizesse com seu próprio marido. Eu sei: o que custava simplesmente ir nadar com a guria, mas a memória que eu tinha dela e do lago me impediam de ter as aquelas palavras ditas em uma mesma sentença.

Só não quis relembrar o incidente que me custou tanto relevar.

Sugeri, então, corrermos juntos, mas ela disse que os seios doíam quando enxiam de leite, segurando e chacoalhando eles com as mãos, me olhando nos olhos...

PQP!!!

Fiquei desconfortável, pois já falei que gravidez, parto e amamentação são assuntos que, por qualquer motivo, não lido bem e os evito e achei desrespeito dela chacoalhar os seios na minha frente! Ela e todas as minhas fêmeas e filhas sabem disso!

Pareceu-me que ela, de novo, fez de propósito, tentando ler o embaraço que causou em minha face, o que absolutamente não demonstrei!

Então sugeri cavalgar a trote pela fazenda North Star, que é nossa maior lavoura de trigo, e ela disse que não queria andar a cavalo. Bom: para chegar ao lago, precisa-se ir à cavalo!!! Provocação de novo!!!

Tenho paciência curta. Levantei e a deixei no escritório plantada em pé, falando sozinha.

Contei do diálogo infeliz à Sarah e Cinthya. Cinthya perdeu a cor e levou a mão à boca; Sarah levou as duas mãos na cabeça e falou um palavrão em Hebraico sem pensar - o que é extremamente raro ela falar e nada pior que 'merda' - sabendo como sou, mas pediu-me para relevar isso também, já que "os hormônios, parto recente, filha nova" e etc!

Ok... Nunca nenhuma fêmea na minha vida - seja minha mãe, mulher, caso, parente ou filha - jamais agarrou os seios fazendo movimento de cute-cute na minha frente! Não suporto tal insolência e desrespeito e pouco me custa mandar o famoso "telefone" a despeito do sexo! Seria análogo a eu pegar em meu membro sobre a calça e ficar chacoalhando para uma guria! Sei que há quem faça isso e não liga, talvez até ache "bonito", mas considero um desrespeito sem tamanho, seja feito por mulher ou homem, e não aturo!

Mia ficou ausente por semanas de nossos Shabbat após aquela conversa inapropriada, vindo somente Luccas e Malka, já que meu filho jamais faltou estar conosco para mantermos a unidade da família e dividirmos o vinho e o pão, cantarmos hinos e nos alegrarmos juntos. Ele, também, se "mudava" para a sede quando eu viajava, cumprindo sua missão em cuidar de nossa família durante minha ausência. Fato é que toda minha família, Judeus ou não, participam do Pão conosco: nós, em sentindo familiar e religioso; eles, somente familiar!

De novo, a ausência de minha guria e o descaso em, sendo Judia convertida, passar o Shabbat sem o esposo e filha, me deixou mais irritado que decepcionado. Explico: todos os casais tem momentos bons e ruins. O Shabbat é o dia especial para esquecer todas as diferenças e desavenças, cessar todo o trabalho e celebrar a D-us somente! Perdoar! Amar! Reconciliar! É inaceitável que um casal Judeu não passe o Shabbat junto senão por motivo de viagem, morte ou doença, ainda ressaltando que, no caso da última, espera-se que o cônjuge sadio fique junto e cuide de seu consorte, convidando a família para fazer o Shabbat em sua casa, mantendo a unidade! Não vou, aqui, explicar Judaísmo, então que baste o destaque nesse parágrafo.

De outro lado, porém, confirmou minha intuição que Mia tinha um lado ressentido e negro ou, simplesmente, doente e que não o dominava nem controlava sua língua ou ações e magoava a quem quer que fosse a despeito de erros anteriores.

Confesso que fiquei preocupado e me perguntei se eu conhecia, de fato, quem Mia era. Fiquei desconfortável com isso e, ainda mais, por estar casada com Luccas e com uma filhinha.

Poucas semanas após, Luccas me chamou para conversar após o Shabbat - Sábado, após anoitecer - e fumou um cigarro comigo.

- "Papai, preciso de um conselho do senhor, pai!"

- "Fala, filho, e te respondo!"

- "Pai... Agora sou homem casado com a mulher que eu mais amo nesse mundo, papai de uma filhinha linda que o senhor deu nome e a abençoou e é a minha vida e alegria!"

Esperei ele entrar, de fato, no assunto.

- "Pai... Vou falar de uma vez. Mia tem explosões em seu humor, pai. Ela não fica fisicamente violenta nem me ameaça, mas fala coisas pesadas, duras, que ela cirurgicamente escolhe do que conhece de mim e de outras pessoas, sabendo que vai causar maior dano! Logo em seguida ela se joga no chão pedindo desculpas; alguns dias depois, ela volta a agir do mesmo modo... As vezes é a pessoa mais feliz, amorosa e carinhosa do mundo... No momento seguinte ela se torna amarga, dura, rude e vil, falando coisas ou fazendo ameaças e logo chora pedindo desculpa de novo! Parece que ela fica testando o limite até quando pode ser perdoada ou eu vou perder a paciência com ela e deixar ela falando sozinha, pai. As vezes parece que tem duas pessoas opostas no mesmo corpo!"

- "Um sábado que eu voltei pra casa após nosso Shabbat aqui, ela me recebeu gritando e dizendo que esperava que a Mazinha desenvolvesse alguma doença consaguínea por a gente ser filhos do mesmo pai! Eu entrei em casa e coloquei a preazinha no bercinho e fui falar com ela e ela tava ajoelhada no chão pedindo desculpa e dizendo que eu não amava ela mais!"

- "Papai... Peço perdão por contar isso, mas ela não me deixa encostar a mão nela desde que saímos do hospital... Está difícil pra mim, pai, porque amo muito ela, mas é duro... Preciso do teu conselho, papai."

- "Amor. Tu és meu Luccas. Ela é minha Mia. Amo a vós igualmente, tanto quanto à minha netinha Malka! Lógico que todos temos imperfeições e maus hábitos e vamos ajudá-la a perceber e controlar sua língua e espírito, identificando tais momentos e ensinando-a a consertar e controlar suas explosões, filho. Vamos ajudá-la, amor! Pode sempre contar com teu pai, filho, e nossa família! Por favor, não comente com ninguém essa nossa conversa até que papai contigo fale novamente!", e o abracei forte, notando que ele disfarçou chorar seu desabafo no meu ombro.

Ok... Meu filho enfrentava seu primeiro desafio como chefe de família! Um TREMENDO desafio já que, para um casal Judeu, a Esposa é o esteio da casa! Brincamos que, sem a esposa Judia, um Judeu morre de inanição e solidão! Eles eram um casal com menos de dois anos de casados e ambos eram fortes e jovens, lindos. Eu não conseguiria ficar sem uma companhia feminina por três dias na minha idade atual, quiça jovem e por meses! Meu guri é mesmo muito melhor que eu!

Minha família tinha mais um desafio pela frente!

Naquela mesma noite chamei Cinthya e Sarah e expliquei toda a conversa com Luccas sob sigilo. Ambas ficaram alarmadas mas, de fato, não mostraram grande surpresa, para minha confusão! (Lembram-se quantas vezes falei que homem é leeeerdo? Rs). Sarah foi direta, excelente médica que é, e disse que Mia podia ter algum problema psiquiátrico como depressão pós-parto, mas precisava que ela aceitasse sua doença e fosse avaliada para um diagnóstico preciso por um especialista. Terminou, porém: talvez fosse simplesmente seu gênio.

Cinthya se propôs a passar mais tempo com Mia. Era sua filha e a conhecia e sabia que era geniosa, mas o cenário era diferente, com um marido amoroso e uma filhinha de meses e sem intimidade entre o casal!

Ela nos contou seu diálogo com Mia:

- "Filha! Sentimos tua falta nas sextas-feiras na sede do teu pai! Você é Judia e era a tua vez de acender as duas velas do Shabbat... Só vi meu genro e minha netinha, filha! O que aconteceu, amor?", pegando Malka no colo e lhe ninando.

- "Mãe! Passei dias chorando porque o pai não quis ir nadar comigo no lago! Ele me deixou falando sozinha, mãe!! Acho que ele não me ama nada, viu!"

- "Soube da conversa, filha... Teu pai jamais mente e comentou que sugeriu vocês fazerem outros programas para se curtirem como pai e filha e que você rejeitou e segurou os seios para ele, falando que estava amamentando e o leite descia e os seios doíam... Isso é verdade, Mia?"

- "Ah, mãe! Ele tem uma penca de mulher e não sabe disso? Que besteira dele se importar com isso, mãe! Eu fiz mesmo!"

- "Mesmo sabendo como teu pai é e que ele não gosta de falar de coisas de mulher adulta... Ainda sim você fez, Mia..."

Cinthya disse que Mia se jogou na cama e começou a chorar e disse que queria me ligar para se desculpar. Ela soltou um suspiro longo.

- "Amor... teu pai te perdoou o ocorrido no lago mas jamais vai com você lá de novo. Ele quase te matou lá se não fosse por mim e, principalmente, a tua tia Sarah!"

- "Filha! Teu pai te ama como amava antes e cuida de você, teu marido e tua filhinha como sempre fez! Nada mudou nisso e vejo o jeito amoroso dele com você, mas aquela atmosfera íntima entre vocês quebrou e teu pai não muda em algumas coisas, filha! Considera que você quebrou um vaso caríssimo e teu pai colou, mas a marca ficou lá e o gênio do pai é muito severo e você sempre soube disso!"

- "Você quase morreu por chamar teu pai de covarde e desafiar ele. Daí convida ele pra nadar no mesmo lugar que aconteceu o problema.. Depois você pega nos seios na frente dele, sabendo que ele não gosta disso e que é um imenso desrespeito com teu pai, amor!"

De novo, outra crise de choro de Mia...

- "Eu sei, mãe... Eu sei e não tem um dia que eu não rezo a HaShem pra retornar meu papai pra mim do jeito que eu tinha antes! É verdade que a gente só dá valor quando perde, mãe...", e começou a chorar. Disse, soluçando: "Mas se ele perdôou a Dalilah, sem ela nem ser Judia, e a recebeu ainda mais íntima dele, por que ele não consegue fazer o mesmo comigo que sou Judia e melhor que ela, poxa?..."

Os olhos de Cinthya se enxeram de lágrimas e de decepção...

- "Amor... Está dizendo que eu mereço ser menos amada, menos bem tratada ou valho menos que você e as mulheres Judias do teu pai porque sou Católica e menos importante?..."

Mia percebeu que novamente machucou seus pais: primeiro eu, agora sua mãe! Se jogou e abraçou os pés de Cinthya, beijando e pedindo perdão. Sua mãe conferiu que seu genro falou a verdade e a levantou com cuidado e a sentou na cama, preocupada que a emoção forte pudesse afetar a amamentação da Malka e tentou controlar sua decepção.

- "Não sei porque sou assim, mamãe! Me ajuda!! Eu estou bem e me vem um ódio imenso e vem na cabeça o que eu tenho que fazer pra machucar alguém, mãe! Eu tenho sonhos com sombras e eu saio correndo e elas me perseguem! Eu não deixo o Luccas encostar em mim mais, mãe! Eu amo ele de todo meu coração, mas vem na minha cabeça que ele tem uma amante pelo tempo que já passou e que eu vou pegar doença com ele! Sonho que a Mazinha morre doente e o médico cobre ela com o lençol e diz que é porque a gente é do mesmo pai!"

- "Não sei o que fazer, mamãe! Me ajuda!!"

Cinthya a abraçou e choraram juntas por um bom tempo. Ela me ligou e me pediu se a Mia e a Mazinha podiam passar uns dias na sede porque a Mia estava muito nervosa e ficava mais fácil ajudá-la.

Aquilo me irritou: não é coisa de se perguntar a um pai e ela me conhece, mas entendi seu estado emocional e fui eu mesmo pegar elas em menos de dez minutos! Luccas pegou as coisas da Malka e os apetrechos deles e se instalaram na Ala Sul da sede, suite maior e mais confortável.

Os dias se passaram e Cinthya, Roxana, Vanessa e Sarah ficaram se revezando com Mia e ajudando a cuidar da preazinha.

Eu a visitei também, quase todos os dias. Levei jogo de xadrez, dominó, dama e brincávamos juntos. Sarah me chamou e disse que ela não era um caso clínico. Talvez fosse o jeito dela mesmo, mas ela não tinha certeza, pois amava muito a guria e achava ela um doce.

Alguns dias após ela veio e pediu para dormir comigo no celeiro, mas lhe neguei simplesmente porque não fez sentido para mim seu marido estar em casa dormindo sozinho com sua filha e ela dormindo no celeiro com o pai! Sério mesmo? Afff! Entendi, porém, que ela queria resgatar o que perdeu e foi a última vez que tentou, mantendo nossa relação como é hoje.

Porém, Rachel voltou para casa após duas semanas de um curso de aperfeiçoamento para ser enfermeira cirúrgica que lhe mandei fazer em Israel, e foi recebida com festa e muito amor. Trouxe um monte de souveniers para todos e foi uma alegria tê-la de volta! No Shabbat seguinte, toda a minha família estava reunida novamente e foi quando descobriríamos o que estava acontecendo com Mia.

A coisa aqui cruza a linha do natural e sobrenatural, mas esse relato é do meu filho Luccas e essa é sua vida de casado, então vou contar.

Após Mia acender as velas e eu partir o Pão e distribuir o vinho, começamos a cantar e tudo mais. Rachel correu no órgão de Lerinha e começou a tocar hinos!

O que vimos nos deixou perturbados por muito tempo! Mia, assim que ouviu os hinos e cantos, do nada, pegou uma faca e começou a falar que ia matar a todos! Mudou sua voz para um tom grosso, masculino e começou a espumar a boca! Luccas tentou segurá-la para acalmá-la e ela lhe cortou do braço à mão! Eu tinha treinado ela com armas. Pensei ter cometido um erro grave!

Sarah e minhas outras rainhas correram com as babás tirarem a gurizada da sala e levarem eles para seus quartos e mandei que as babás ficassem dentro, com as crianças, nos quartos de Sarah e Cinthya, com as portas trancadas.

Sarah voltou e viu Mia pronta para me enfrentar como um bicho!

Eu a treinei e sabia como ela funcionava, mas não sabia o que era "aquilo" na minha frente! Aquela voz, aquele tom, aqueles olhos negros onde deveria estar branco e ela avançou em mim. Eu puxei a toalha e capturei seu punho que segurava a faca, cruzando-o com a toalha e o puxei atrás de suas costas e trancei a toalha em outro laço em seu pescoço, prendendo sua mão e seu tronco e a segurei por trás, tirando a faca de sua mão. Sou homem muito forte, mas fiz uma força quase sobre-humana para segurar aquela guria que batia abaixo do meu peito!

Quando a imobilizei, ouvi Mia falar coisas no Aramaico que somente eu e Sarah entendíamos e Sarah ficou branca e horrorizada com as profanações que ouvimos! Aquilo NÃO ERA a Mia!!!

Júlia segurou Cinthya e a pôs em uma cadeira, já que ela quase desmaia e nosso Shabbat encerrou, já que aquela era uma "doença" que tinha prioridade. Francisca olhou valente para Mia, que não a enfrentou. Júlia cruzou os braços e ficou na frente de Cinthya e "Mia" também não a encarou! Vanessa correu pegar seu estojo de primeiros socorros para o corte de Luccas e Dalilah ficou na frente deles dois de braços cruzados e não foi enfrentada. Mandei Roxana, Angélica e Marisa subirem e ficarem com as crianças para não deixá-los somente com as babás (não por desconfiança das últimas, mas pela face quase de desmaio das primeiras!). Também minha gurizada chorava alto, assustados, já que jamais tal coisa se sucedeu em nossa casa, ainda mais no nosso dia Sagrado! Hannah e Esther se colocaram na frente de Renata, que segurava Malka - a caçulinha da casa - e eu fiquei com medo de mandar Renata para cima também e ela tropeçasse com a guria no colo. Ela foi para perto da porta da cozinha central e minhas gurias ficaram na frente dela: elas, também, não foram enfrentadas!

Sarah ficou ao meu lado e tentava por um guardanapo de pano dobrado para "Mia" não me morder, nem morder e machucar sua própria boca ou língua: minha eterna companheira e médica! Ela ficou repetindo uma oração nossa e ficava alarmada das coisas que ouvia em Aramaico e me olhava com olhos intensos azuis e vermelhos.

Mas... eu disse isso em meus relatos por duas vezes e falo a terceira: Meu Pai é meu D-us e tem domínio sobre tudo e todos! Aquilo não era humano! Como por intuição, olhei no sofá da sala menor sem saber o motivo e, de imediato, me veio à memória Valéria orando com seu véuzinho na cabecinha e a Presença que eu senti durante sua oração!

Pedi a Sarah que fosse no quarto que pertenceu à Valéria e Pedrinho e buscasse uma bolsinha de pano branca em cima do guarda-roupa! Valéria tinha deixado seu véu e nem eu, nem Pedrinho, achamos por bem mexer e mamãe guardou lá! Naquele momento, entendi o motivo!

Sarah, assustada, acabou atropeçando na escada e tomando um tombo grande mas, graças a D-us, não se machucou e levantou e foi pegar a bolsa. Quando ela caiu, "aquilo" riu e disse que ia matar ela, o que me fez enfezar de verdade e ferver o sangue muito, muito e prender realmente "aquilo" com força.

Passei a falar em seu ouvido em Aramaico também quem eu era e quem era meu Pai! As tentativas de me morder aumentaram, até diminuírem!

Sarah voltou e estava bem, só com o braço vermelho da queda, e "aquilo" se enfezou ainda mais e foi difícil eu mantê-la presa. Rasguei minha camisa esforçando meus músculos e fugia meu rosto das suas mordidas e cuspidas!

Sarah tirou o véuzinho de Valéria e veio me dar. Pedi a ela para não se aproximar, mas que desse o véu à Rachel, pois o mesmo Dom Santo da Música que estava na Valéria passou para Rachel e desvendou o mistério do comportamento errático de Mia, que era a verdadeira vítima em tudo aquilo! O mesmo Dono do Dom - D-us - estava com Rachel e ela faria aquilo, sem medo, disse olhando para seus olhos cinzas!

Destemida, Rachel pegou o véu e se aproximou de Mia, olhando em seus olhos, que ficou mais agitada. Pedi a ela que pusesse o véu sobre a cabeça de Mia e o dobrasse em volta de seu pescoço! Quando ela o fez e deu um passo atrás, Mia desmaiou nos meus braços e os vidros da frente da sala quebraram de dentro para fora!

Mia acordou algumas horas depois, ainda muito tonta e zonza, sendo cuidada por Sarah e Cinthya e me mantive perto, em caso de outra surpresa, protegendo as minhas pequenas! Pedi a Rachel que continuasse tocar hinos e não parasse até que sua irmã acordasse de fato e retomasse a consciência!

Mia voltou a si aos poucos, chorando e disse que não se lembrava de nada após acender as velas.

Mia nunca mais teve pesadelos ou desacatou conhecidos ou desconhecidos!

Mia passou a ser tão ou mais amorosa e carinhosa do que era antes. Era pronta a ajudar, a dar ajuda, apoiar, cuidar das fazendas que tinha sob sua responsabilidade quando não estava cuidando de Malka!

Mia jamais praticou ou quis treinar luta de que tipo fosse. Só fazia natação, corridas e caminhadas, mantendo aquela forma indescritível!

Mia e Luccas voltaram para sua fazenda e, em alguns meses, eles vieram nos dar a notícia que haviam encomendado mais um preazinho para nossa família, o que foi festa do nosso jeito!

Jamais comentamos esse assunto entre nós. Somente Rachel fala do ocorrido comigo, quando dorme junto no celeiro. Conta de um "vento" que lhe varou atravéz do corpo quando pegou o véuzinho de Lérinha! O mesmo disse Sarah ao tirá-lo da bolsa de pano! Contei-lhes minha experiência e choramos juntos, tanto o ocorrido como a falta de Lérinha em nossa família! Nossa Crente Judia!

Sarah chorou muito sua falta, pois tinha quatro anos e Lérinha lhe falava para cuidar de mim quando ela crescesse. Sarah desejava que sua cunhada fosse viva para ver a linda família que temos e que sua profecia se cumpriu sobre nós dois!

Perguntei a cada um deles se queriam ir embora da sede para as casas na vila na cidade e todos negaram veementemente!

Minha primogênita, Dalilah, levantou a voz e disse: "Papai! Isso é para nós ficarmos ainda mais unidos sempre, papai! Isso é sinal de Deus para aperfeiçoar a nossa união como família!", e iniciou seu processo de conversão ao Judaísmo também, sendo assistida por Vanessa e tendo Sarah como testemunha!

Voltando à normalidade da família e chega de sobrenatural!

Nossa casa voltou à normalidade e todos esqueceram o evento (sim: disfarçamos bem!)!

Cinthya sempre foi super coruja, mas não tinha muito tempo, já que minha gurizada não "liberou" ela! Rs! Rose, Yaffa e Israel a monopolizavam e ela os tratava com um amor como se eles fossem mesmo dela, não de Hannah!!

Roxana... bem... vai achar Roxana e eu conto sobre ela! Hehehe!! "Bisa" para todo o lado e quem não quer uma bisa linda e tão amada e amável como ela?

Por final, Cinthya não esperava mas, ao final do tempo dos fatos que narrei aqui, ficou gestante de gêmeos bivitelinos, o que preocupou-nos muito, dado sua idade e uma gravidez gemelar de alto risco. Sarah e Vanessa faziam turnos e contratei uma enfermeira para ajudar também! Confesso: sou dez zeros à esquerda em se tratando de guria prenha e não gosto de ficar muito perto por muito tempo também como falei. Sei lá porque me dá aflição ver o barrigão se mexendo sozinho após a primeira emoção em ver: basta a primeira emoção, já que parece que vai rasgar o ventre e pular fora! (Patético, eu sei!) Rs...

Ela deu os nomes aos seus preazinhos como sempre faço com minhas rainhas: é direito da mãe dar os nomes e respeito, apesar de fazer caretas bem convincentes quando não gosto! Rs...

Chamou de Noah ao pequeno, porque Sarah pediu, em memória ao primeiro filhinho que ela abortou - e Samantha ("ouvinte", do aramaico, minha língua nativa que explico posteriormente), porque D-us a ouviu. Todos ficaram bem (e, eu, ultra aliviado! Phew!!!)

Após eles nascerem, Cinthya iniciou seu processo de conversão ao Judaísmo e, curiosamente, sua filha Rachel foi sua testemunha, o que eu achei lindo, perfeito!

Ela finalmente entendeu as visões que tinha do Noah e sua fé voltou após começar a conviver com Sarah, a quem vivia junto e abraçada sempre que podia, Rachel e seu milagre da música no orgão e, principalmente, o evento de Mia e sua resolução!

Mal sabíamos que teríamos um desafio muito maior antes de Cinthya ficar gestante, com Miguel a Marcos que conto no capítulo "Amores e Desamores", sem sexo e o mais denso que eu vou relatar aqui.

Esse é o capítulo com Luccas, meu amado gurizinho!

Comentários

18/03/2018 15:34:44
Guria Judia Karen e minha Guria Crente Laís!!! Vós sois lindas, pequenas!!! Eu recebi vosso e-mail e conversei com Sarah e Rachel!!! Eu vou respondê-lo e pretendo fazer exceção, usando o Skype. Não mando fotos de nenhum de nós, mas vou ver os próximos passos para um eventual contato. Beijo grande, pequenas!!! Noah!!!
17/03/2018 04:31:11
Noah. Conforme vc conta as estórias a sua escrita fica mais difícil de ler ou eu fico mais burra. HUAHUAHUAHUAHUAH! A Laís tb..Rsrsrsrsrs. Coisa loca da Mia e o Luccas é gatinho né? Rsrsrs. Eu posso ser muito inocente mas ainda tô acreditando q/vc tá contando a vdd de vcs aí. A gente mandou um e-mail pra vc c/foto pra n/ficar só na net e tô falando aqui pq/aqui só tem mentira. Se vc ler lá ou aqui meu pai vai gostar de lhe conhecer. Eu fico com a Rachel q/li a estória dela e virei fã e fiquei apaixonada ou da Sibila. HUAHUAHUA. Beijinhos da Ká e da Lá!
27/02/2018 13:08:07
Grato pela visita Mallu: amo teus comentários!!! Luccas é meu guri e, em mais uns 15 anos, ele e Dalilah vão assumir a frente dos negócios sim! Da família, quando eu passar dos 65!! Isso não é um conta, mas um relato da minha família e das relações diferenciadas que temos e a história de como vidas se encontram, afastam e encontram-se de novo na lenda pessoal de cada um! Os nomes e locais foram alterados, mas todo o resto, sem exceção, é real! Beijo e visita os outros capítulos se tu quiseres, pequena! Eu tenho consciência que são longos e complexos, talvez fora da linha que este site presume, mas foi minha escolha escrever capítulos orientados à pessoa e toda a respectiva história da mesma! Super beijão, guria linda! Noah!
26/02/2018 22:20:38
Nossa, vou ter que reler com calma, parágrafo por parágrafo para entender melhor. Mais que um capítulo, quase uma abordagem inteira da família, no qual a história de Luccas chega quase a ficar em segundo plano. Porém, ele parece que será a continuação do Noah na familia. Nota máxima com louvor. Publiquei há pouco um novo conto. Beijos.
13/02/2018 14:17:52
excelente
13/02/2018 06:21:26
Muito bom

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