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As Duas Coroas da Praia 2

Essa é a continuação do "As duas coroas da Praia".

Chegamos rápido no prédio da Zélia, chegando depressa no apartamento.

Como ela morava perto da praia, passamos pela portaria em trajes de praia mesmo, com elas envoltas nas cangas apenas, por cima dos bikini/maiô, enquanto que eu de regata e bermuda.

Uma vez lá em cima, Zélia disse que podíamos ficar a vontade, que ela iria tomar um banho rápido.

Assim que foi pro banheiro, Lourdes e eu trocamos olhares e sorrisos. Me aproximei dela a encarando fixamente nos olhos, de um jeito maroto. Desatei o nó da sua canga, deixando que caísse no chão, fazendo ela ficar só de biquíni.

Eu: - Você ouviu a Zélia. É pra gente ficar BEM a vontade.

Ela só me olhava e dia, enquanto eu a "abraçava" de frente, com o objetivo de levar as mãos até o laço da parte de cima de seu traje, o desamarrando e puxando fora e libertando aquele seios negros, grandes e já não tão durinhos. Não que esse último detalhe os deixasse menos apetitosos. Por fim a livrei da calcinha do biquini. Estava completamente nua na sala da casa da amiga.

Nós agarramos aos beijos, trocando carícias intensas enquanto eu a guiava até o sofá. Nossas línguas dançavam na boca um do outro. Ao fundo ouvimos o som do chuveiro, onde Zélia tomava banho pra tirar o sal do corpo.

Fiz Lourdes se sentar no sofa de 3 lugares, pondo os pés sobre eles e abrindo bem as pernas. Ela não resistia a nada, ficando totalmente a mercê da minha vontade, de forma bem obediente. Eu continuava de pé, tendo de inclinar um pouco o corpo pra frente/baixo para poder prosseguir com o beijo que em momento algum era interrompido. Nessa posição levei a mão direita em sua buceta, já lhe metendo o dedo médio até o talo.

Senti em dando um pulinho quando o dedo entrou derrepente, levando as mãos até minhas costas e intensificando o beijo, enquanto corria as mãos pelo corpo. Meu dedo se agitava no interior de sua molhadinha e quente vagina que, apesar de ser negra, por dentro era bem vermelhinha.

Parei o beijo e me luz de joelhos diante de Lourdes, que logo entendeu o que viria a seguir, tratando de abrir ainda mais as pernas, exibindo a buceta peluda e gostosa, na qual caí de boca na hora. Comecei com lambidas amplas e demoradas, por toca a racha, sentindo os grandes lábios se abrindo pra mim, parando com a ponta da língua em seu clitóris durinho e saltado pra fora.

Minhas mãos estavam um em cada coxa, forçando-as a se manterem afastadas. Após algumas lambidas assim, passei a chupar aquela buceta de fato, concentrando me no grelo, onde movia a língua freneticamente pra cima e pra baixo, pra esquerda e pra direita, em movimentos circulares, enfim, alternando até achar o tipo de carícia que fosse mais efetivo naquela senhora com idade para ser minha mãe.

Depositou a mão direita na minha nuca, pressionando meu rosto contra sua pélvis, esse foi o meu sinal de que havia encontrado o movimento de língua que ela mais gostou. Apenas aumentei a velocidade e então me mantive constante. Lourdes gemia alto, inclinando a cabeça pra trás, de olhos fechados, mantendo meu rosto colado em sua buceta com a mão.

Minhas próprias mãos também avançaram pra ação, indo uma em cada seio macio, acariciando, apertando e afagando, dando atenção não apenas aos mamilos, que também eram beliscados e tocados com frequência.

Lourdes: - Chupa cachorrão! Lambe essa buceta safada!

Meu rosto já estava todo lambuzado de seu mel, e quando respirava tudo o que sentia era o cheiro delicioso de sexo. Meu pau já estava como pedra dentro da bermuda e sunga, quando Lourdes não apenas puxou minha cabeça com as duas mãos contra a buceta, como também ergueu a cintura, forçando a buceta na minha cara, e gozando com um intensidade inacreditável. Chegou a prender a respiração, de olhos fechados e corpo enrijecido enquanto fazia eu me afogar em seus sucos orgasmicos.

Bem nessa hora Zélia estava parada ali, ao lado do sofá, envolvida em uma toalha rosa, observando a amiga gozar na minha boca por quase um minuto, enquanto eu continuava a estimulando do mesmo jeito com a língua. Até que Lourdes se cansou, amolecendo o corpo e libertando meu crânio de suas mãos. Dei ainda umas últimas linguadas, amplas e demoradas, como as primeiras, como se a estivesse limpando, e então percebi que Zélia via a tudo.

Lourdes: Cumadre, a língua desse rapaz é uma delícia, você tem que ver.

Zélia: - Eu sei bem disso. Experimentei lá na praia.

Fui me afastando da buceta de Lourdes e me sentei ao lado dela no sofá.

Zélia: - Sou eu quem tô devendo uma chupada nesse pauzão.

Falou olhando pro volume em minha bermuda. Eu a olhava nos olhos e forma provocante, enquanto que Lourdes, também percebendo a barraca armada, tratava de ir removendo minhas roupas, deixando-me de sunga e regata apenas, acariciando minha rola por cima da sunga, como fez na praia. Zélia se ajoelhou na minha frente, puxando o elástico da cueca e libertando minha rola, que Lourdes agarrou. Ergui-me um pouco no sofá e deixei que removessem completamente minha última peça debaixo. Zélia me mandou um olhar sacana de baixo pra cima, separou minhas pernas para de se encaixar melhor entre elas e, com jeitinho, tomou o cacete da mão da amiga, o segurando com ambas, e mostrando que ainda sim a glande continuava pra fora.

Zélia: - Olha só o tamanho desse caralho. Nem acredito que meteu ele em mim na praia.

Aproximou o rosto e lambeu a cabeça, bem no furinho por onde já saia meu pré gozo. Lambeu mais duas vezes antes de abocanhar a cabeçinha, movimentando a língua ao redor dela lá dentro da boca. Fechei os olhos e declinei cabeça, aproveitando aquele oral maravilhoso.

Lourdes se ajeitou no sofá, ficando de joelhos ao meu lado e buscou minha boca, demos mais um beijo longo e intenso. A mão direita de Zélia foi pra minha coxa esquerda, enquanto que a outra mão se manteve na base do pênis, o qual ela agora lambia como um sorvete, da metade pra cima, me fazendo tremer cada vez que chegava ao topo.

Lourdes se afastou, saindo do sofá e dizendo que iria pro banho.

Lourdes: - Mas vou precisar da toalha.

Dizendo isso ela puxou a toalha que cobria a amiga, revelando seu corpo nu, mas que devido a posição eu só vislumbrava os seios enormes. Partiu para o banheiro rindo.

Concentrada em sua tarefa, Zélia pôs a mão esquerda na minha outra coxa, deixando o pau livre e em riste, que agora podia ser lambido por toda extensão.

Não que ela tenha continuado só nas lambidas. Logo abocanhou novamente minha glande e iniciou um vai e vem onde cada vez mais ela engolia minha jeba. Já passava da metade quando de demorou mais em um movimento e conseguiu engolir quase tudo. Senti a pontinha da rola tocar sua garganta, e então ela recuou, tomou fôlego e voltou a atolar a pica na garganta como antes. Minhas mãos estavam apoiadas na costa do sofá, e eu apenas assistia enquanto Zélia voltava alguns centímetros e então avançava novamente até aquele ponto que parecia ser o limite do que suportava da minha rola na boca. Era perceptível, porém, que aqueles movimentos eram justamente pra tentar vencer esse limite. Até que por fim, após respirar fundo, ela foi engolindo e engolindo, centímetro a centímetro, até que cheguei novamente a tocar sua garganta, mas ela não parou, se ajeitando no chão e acolhendo o pau inteiro na boca. Minha glande estava alojada na sua garganta e eu sentia seu nariz tocar minha virilha.

Não aguentei e levei minhas mãos a sua cabeça, pressionando contra minha pélvis, espremendo seu nariz. Ouvi ela fazer um som de engasgo e tentar sair dali ao me empurrar as coxas com as mãos pra dar apoio, mas eu a segurei firme, não permitindo que se desvencilhasse dali, estava gozando.

Com meu pau atolado em sua garganta ela só pode sentir meus espasmos e a porra indo diretamente pro seu estômago.

Quando o último jato saiu eu a soltei, deixando-a se afastar da minha pica e respirar, enquanto limpava os cantos da boca, que salivava bastante por causa do sexo oral.

Mesmo estando muito cansado, me inclinei pra frente a beijando assim que terminou de se limpar. A pegando de surpresa e fazendo-a se deitar sobre o tapete da sala, enquanto minhas mãos ficavam, uma de apoio no chão e outra apalpando um dos seios, a medida que eu já ia me deitando por cima dela.

Abriu as pernas, que estavam dobradas, permitindo que eu me posicionasse entre elas, nossos corpos colados, meu pau meia bomba roçando sua vagina lisinha e macia. Parei o beijo e desci a boca até seus peitos, mamando nos dois alternadamente, a fazendo delirar de prazer. Ela mesma começou a se masturbar, enquanto eu me focava nos peitões, acariciando um e abocanhando o outro, sempre trocando qual recebia que tipo de carícia. Minhas chupadas em seus bicos eram tão fortes que faziam barulho. Ela aumentou a velocidade da siririca, fechando os olhos e gemendo ofegante. Seu gozo estava próximo, passei a apertar um mamilo entre os dedos, enquanto no outro eu movia a lingua da mesma forma que fiz no clitóris de Lourdes. De forma rápida e ritmada, até que Zélia saltou um suspiro alto e retesou o corpo, atingindo o ápice do prazer.

Voltei até seu rosto, subindo pelo pescoço com pequenos beijinhos. Ela respiração ofegante e eu a beijei mais uma vez. Dessa vez um beijo menos intenso e mais apaixonado. Após cinco minutos de beijo nós paramos e nos levantamos.

Já era de noite e Zélia, se recuperando, disse que iria preparar algo para comermos. Lourdes estava demorando no banho e resolvi ir até lá pra fazer companhia, afinal também precisava me lavar.

A porta estava aberta, assim como a cortina do box também estava. Lourdes se enxaguava, tirando o sabão do corpo, sem se surpreender com a minha chegada.

Lourdes: - Achei que não chegaria nunca. Entra aqui comigo, gatão.

Sem perder tempo eu tirei a última peça de roupa que vestia, a regata, e me juntei a ela debaixo da água morna do chuveiro.

A abracei por trás, levando as mãos aos seios e os esfregando, como se a estivesse dando banho. Ela inclinou a bunda pra trás, rebolando na minha rola meia bomba, enquanto suspirava pelo carinho nos seios. Apertei os bicos duros e puxei, a fazendo gemer ainda mais e declinar a cabeça pra trás, sobre meu ombro. A seguir ela se virou, desvencilhandosse do meu abraço e se ajoelhando na minha frente com um tubo de condicionador, que ela despejou sobre a mão e espalhou nas duas, que em seguida ela usou para agarrar meu pênis.

Com o condicionador de lubrificação, ela começou uma lenta punheta com as duas mãos. Já havia gozado 3 vezes naquela tarde, seria difícil me fazer ter outra ereção e ela sabia disso. Por isso tratou de estimular bastante o meu pau em frente ao rosto.

Aos poucos ele foi voltando a vida, até endurecer por completo naquelas mãos quentes. Percebendo isso Lourdes se levantou, a agarrei em um beijo pressionei contra a parede do banheiro, ergueu a perna direita, dobrando um dos joelhos, gerando uma posição onde eu poderia fodê-la em pé. Segurei sua perna nessa posição e encaixei a rola na entrada daquela buceta peluda. Meti todo de uma vez e ela gemeu alto, saindo do beijo. Levei a boca até seu pescocinho, o qual lambi, beijei e chupei com fulgor. Ao mesmo tempo metia a rola nela num vai e vem que começou lento mas já começava a ganhar ritmo. A mão livre agarrou um dos seios com força, sem apertar o bastante para machucar, é claro.

Aquela buceta quente e apertada nem parecia ser de uma senhora de quase 50 anos. Tão molhadinha, e ainda com a lubrificação do condicionador, o pau entrava lixo até o fundo.

Voltei a beija-la na boca com paixão e intensidade, levando a mão até sua outra perna e a segurando com força. Acho que ela entendeu o recado, pois logo passou os braços pelos meus ombros, se prendendo no meu pescoço. Com um impulso forte eu a ergui com ambas as mãos nas pernas, que ela logo entrelaçou na minha cintura. A pressionei com mais força contra a parede, sem parar os beijos ou o vai e vem das mentiras em sua buceta gostosa. Foram mais alguns minutos de penetração assim e senti sua vagina pulsar ao redor do meu pau, gozamos juntos debaixo do chuveiro, enquanto eu ia deixando novamente que seus pés voltassem ao chão.

Eu estava totalmente exausto, e acho que ela também. Era meu quarto orgasmo e o terceiro dela. Terminamos de nós lavar e fomos, ainda pelados, para a cozinha, onde a mesa já está posta.

Zélia, que vestiu uma camisola/lingerie bem sexy, havia preparado duas lasanhas de microondas e feito um arroz branco quentinho na hora. Comemos enquanto bebiamos um refrigerante e fomos todos pro quarto de Zélia. Lourdes, que estava dormindo na casa da amiga durante essa semana, já tinha roupas lá r tratou de por a calcinha e sutiã mais provocantes que tinha. Eu tive de ficar pelado mesmo, já que minhas roupas foram postas pra lavar na máquina.

Nós deitamos, os três, eu no meio. E assistimos um filme qualquer na TV. Eu fazia carinho nas duas, até que Lourdes pegou no sono. "A sós", eu e Zélia nos beijamos e eu fui descendo por seu corpo, até me por entre suas pernas e puxar sua calcinha pro lado. Lambi, chupei e suguei aquela buceta até ela estremecer em um orgasmo mais contido, mas igualmente intenso. Por fim pegamos no sono também. Naquela noite não ouve mais nenhuma transa. Acho que elas entenderam que eu precisava de um tempo para recuperar antes de ter outra ereção.

CONTINUA...

Comentários

16/04/2018 09:13:17
Quando puder, leia o meu tb. Bjs
16/04/2018 09:13:06
sensacional
15/04/2018 18:25:59
excelente
15/04/2018 13:11:50
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha safada, confira nossas aventuras... Temos um blog para maridos liberais, esposas putinha e comedores de casadas: http://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/

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