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Contos de Dandara - Café com Leite

Um conto erótico de Gramrules
Categoria: Heterossexual
Data: 22/04/2018 18:42:21
Nota 10.00

Este é um conto de ficção e nada mais. Assim como todos os contos por mim escritos. A intenção é entreter. A história de Dandara tem um começo que vai explicar a sua vida, a sua história começa com seus pais. É provável que fique longo, mas eu gostaria de saber o que acharam, para ver se continuo a publicar. Obrigado!

Mandinha era o diminutivo de Amanda, nome dado pelos país dela, uma adolescente lindíssima, uma linda negra com pouco mais de 100 centímetros de quadril, uma cintura deliciosa que ela gostava de mostrar, seios na medida certa, corpo de jogadora de vôlei com um rosto de olhos grandes e lábios carnudos, os cabelos eram de sua maravilhosa raça, altos e muito enrolados, o sorriso era um atrativo final, sempre alegre, rebolava a bunda para todos os lados. Mandinha recebia propostas de namoro de vários homens, casados, solteiros, mais novos, mais velhos, alguns com dinheiro ou sem, e de muitas mulheres também.

No entanto ela tinha namorado, Eduardo, ou Duduzão, como ela o chamava, porque ele tinha um pinto enorme segundo ela (o que era mentira, o pênis era super comum, mas Duduzão mandava bem). Os dois tinham uma inegável química, sempre que o jovem ia para casa dela (o que acontecia três ou quatro vezes na semana) terminava em uma trepada, mesmo quando Mandinha dizia que não estava afim naquele dia, aparecia de short ao invés de vestido, quando começavam a si beijar ela entrava e punha um vestidinho que não cobria sua bunda e logo eles estavam se tocando e se chupando. Eduardo adorava chupar a buceta carnuda de sua namorada, e ela também adorava ser chupada por ele. Sempre gozava na boca do namorado branquelo, e a reciproca era verdadeira, ela mamava na piroca dele até ele jorrar leitinho na boca da negrona. Se tivessem como transavam em qualquer lugar da casa, na cozinha, no quintal, no pequeno corredor, mas principalmente na sala, onde ficavam mais tempo, enquanto o pai da garota ficava do lado de fora conversando com os amigos dele. Por mais de uma vez foram flagrados pelo pais de Amanda, era impossível que ele não soubesse que Eduardo enrabava sua filhinha, mas o velho nunca disse nada, vez por outra soltava uma piada e só.

Amanda ainda ia deixar o namorado na parada de ônibus, onde ele pegava condução, ficavam agarradinhos com ela esfregando a bunda no pinto dele, por mais de uma vez ele subiu no transporte e todos perceberam sua ereção, Amanda dizia que era para chegar em casa e lembrar dela. Eduardo o fazia. Ela amava demais seu namorado tarado, e por isso não aceitava pedido de namoro de mais ninguém, nem traía seu namorado... exceto, quando muito excitada depois dele ir embora, o rapaz ia para casa com o caralho em riste e ela ficava com a pepeca escorrendo de tesão. Lá estava seu pai, no sofá, na maioria das vezes sem calça e com o pinto negro pra cima, Mandinha nem pensava, sabia de reflexo corporal o que fazer: quando ainda podia esperar engatinhava até o cacete e lambia ele todo, deixava totalmente molhado e depois subia para gozar e receber porra; mas quando estava louca por uma pica simplesmente tirava o que vestia e cavalgava até sentir o corpo tremer e ela gritar no pintão do papai.

Eduardo nem imaginava aquilo, era filho de um casal incestuoso, seus pais eram primos, mas incesto era algo que nunca havia lhe passado pela cabeça, só em sites pornôs ou por causa de alguma prima gatinha. O rapaz tinha respeito por Amanda, mas sabia que a namorada era muito gostosa, chamava atenção, era inevitável! Tentava ter confiança em seu desempenho e no fato de ser um ótimo namorado (o que era). As vezes pensava se sua namorada o traía, mas logo lhe vinham as juras de amor na cabeça, aquilo ela não mentia, não durante o sexo, não quando ela confidenciou depois de uma transa maravilhosa que o amava. E ele também a amava, seus pais o diziam para ser esperto, uma mulher legal e linda como Amanda não pode ser menosprezada, nem usada como brinquedo, se não quem ia perder era ele, porém, ele não precisava de aviso, pensava até em pedir sua namorada em casamento, mas só tinham um ano de namoro e ainda eram só adolescentes! Tinha que segurar a onda.

Mandinha ficava entre as picas do namorado e do papai. E com a proximidade do aniversário de um ano foi ficando angustiada, ela apaixonada demais por Eduardo, não queria continuar traindo ele com seu velho, mas também foi criada por aquela pinta maravilhosa, e não resistiria, além disso, era o papai. Queria contar tudo, e resolveu que ia fazê-lo, e se ele pedisse para ela parar de levar rola do seu pai, ela o faria, queria ter um vida com Duduzão. Ele veio naquele dia com flores, Sr. Omar sabia o que ia acontecer ali, Amanda o contou seu desejo de seguir a vida com o namorado ele o velho felizmente aceitou, disse que já esperava que aquilo ia acontecer e que Eduardo era um cara que ele gostava. Sentaram, trocaram juras mais uma vez, se beijaram, a coragem de Amanda foi sendo substituída por tesão, deixaram as flores sobre a mesa, e ela se abaixou para chupar seu namorado, ele sorria gostando da putaria, ela deixou o cacete bem melado e virou-se de costa para sentar com as pernas abertas em cima do caralho, a mão de Eduardo foi até sua xana já preenchida e massageou o grelão da negra gostosa, uma gemia como nunca,dizia que adorava aquele caralho, pedia para levar mais pica, gozou maravilhosamente, gritou e gemeu perdendo totalmente o controle e mesmo depois do orgasmo ela continuou na piroca até fazer o namorado gozar dentro dela.

Comeram nus, e a conversa foi sendo levada para o futuro dos dois, Eduardo, nervoso, dizia não querer apressar nada, mas jeito que ela gozou na transa deles só provava o quanto eles eram bons juntos, Mandinha usou esse momento e interrompeu seu homem, disse que não podia manter segredo e o rapaz gelou, contou que o traía e ele quase chorou, mas logo emendou a informação principal, isso deixou Eduardo fora do ar, sua namorada tinha uma relação incestuosa com o pai dela. Amanda ficou parada esperando uma reação dele, Eduardo sentiu-se num filme pornô, imaginou por alguns instantes sua Mandinha chupando o pau do pai, depois imaginou ela de quatro levando ferro negro na bunda, Amanda falava que se ele quisesse não fuderia mais com o Sr. Omar, disse que amava o namorado e gostava demais da sua pinta. Eduardo imaginava agora sua garota com a xota cheia de porra do papai, imaginava ela pedindo mais. Amanda o tocou no rosto, pediu que ele falasse algo, mas Eduardo agora se perdia com imagem de sua menina transando com ele e com o velho. Amanda percebeu o pinto do namorado crescer, ela olhou para ele com rosto de safada e perguntou se Duduzão estava imaginando ela fudendo com seu papai, isso despertou o rapaz, ela segurava a pica dura, com veias saltando. Ele pediu para ela contar como aconteceu, e Amanda tocava uma bronha pra ele enquanto narrava.

Perdeu a mãe cedo, e o pai não teve nenhuma mulher depois, como só eram os dois não tinham frescura, sempre andavam como queriam, quando Mandinha ainda era "inha" ela tomava banho com o paizinho às vezes e sempre foi curiosa sobre o pinto do pai. Ela sempre foi bonita, e quando começou a formar-se via o sr. Omar de cacete duro quando ela passava, ele a explicava, dizia que ia baixar ele, e corria para o banheiro, ela curiosa via-o gozar imaginando sua bunda maravilhosa. Um dia ela quis ajudar, era noite, e ela acordou para tomar água e viu o pai dormindo nu com o pinto ligadão. Ela foi lá e tocou uma punheta para ele, mas ele acordou, a menina quase teve um infarto, mas seu pai amoroso segurou sua mão e pediu para ela não parar, ele pediu para ela falar o que achava do cacete, Mandinha falava sobre a cor negra, como era duro e como estava pulsando na mão pequeninha dela, já tinha visto umas cenas de sexo, e passou a língua na cabeça do pau, foi rosando a língua devagar sentindo o gosto salgado, mas não parou de punhetar, seu papai comentou que ela era profissional como a mãe. Ele falou que ia gozar e a Mandinha sentiu o pinto vibrar com força e logo depois jorrar porra na boca dela, se afastou assustada, ela sabia que o que era aquilo, só não estava preparada. Nessa noite, dormiu com o pai e acordou com ele, duro de novo...

Eduardo quase explodia, mas se segurava, porque queria ouvir mais. Naquela manhã, fez o pai gozar de novo na sua boca, em retribuição ele mandou-a baixar a calcinha, que estava grudada na xana melada, e a chupou levemente, chupou até sua filhinha ter o primeiro orgasmo. No mesmo dia, ainda fizeram aquilo mais duas vezes, depois do almoço e antes de dormirem. Ela dormiu de novo com o pai naquela noite. Tornou-se rotina, logo, ela estava recebendo a pica do sr. Omar entre as pernas, ele não ejaculava mais só na sua boca, mas também na buceta, nos peitos e no bumbum dela. Eduardo gozou, não aguentou mais segurar a porra, sua Amandinha lambeu tudo, mas seu namorado queria saber mais. Ela foi contanto tudo, porque deixou de dormir com o pai, das vezes que ele levou algum amigo para os dois fuderem ela, e das vezes que ela levou alguma amiga da escola para pai e filha brincassem com ela. Sua namorada também curtia mulheres na cama. No fim, ela perguntou o que Eduardo queria dela, se ele estava com raiva ou se ainda queria seguir em frente, ele sorriu e nem pestanejou disse que queria fuder ela de novo, mas que tinham que esperar seu pai chegar, porque o velho tinha que participar.

O Sr. Omar chegou em casa no horário combinado, e assim que colocou o pé em na calçada percebeu algo errado, a luz lá dentro acesa, e o velho podia ouvir o som de gente transando lá dentro. Eram os gemidos que ele conhecia bem, Mandinha ainda estava transando com o namorado. Parece que eles perderam a hora. Então ele ia aproveitar para dar uma espiada, como era costume, e o que viu foi uma cena linda. Sua pequena morena arreganhada, com as pernas em arco sentada sobre a pinta do namorado, que por baixo empurrava com força na garota, isso deixou o pai ainda mais dura e tirou o cacete pra tocar uma punheta, ouvir sua filha pedir para gozar era tudo o que lhe dava mais tesão, e lá estava Amanda subindo e descendo, e enquanto gemia, suada, brilhando na luz da sala, implorava pelo esporro do seu rapaz. Os olhos dela cruzaram com o de seu pai, e ela sorriu, lambeu os lábios e parou de se mover. Seu Omar gelou. A esquia negra de cabelos crespos e corpo de deusa foi até a porta e a escancarou, puxou o pai para dentro e se joelhou para chupar o caralho negro dele. Eduardo foi quem fechou a porta, o senhor já tinha entendido tudo, finalmente Duduzão sabia, mas parece que apoiava a situação. O jovem comentou que eles iam esperar o sogro chegar, mas que eles estavam com muita vontade.

Amanda chupava com força os dois paus, o paus dos homens de sua vida, usava a mão para brincar com sacos deles. Depois de lambuzar cada pinto, ela pediu para que seu pai comece sua pepeca, e, obviamente recebeu o presente. Mandinha abriu-se para oferecer o cu para seu namorado, ela só tinha liberado a raba para Eduardo poucas vezes, mas hoje queria receber seus dois machos em seus buracos. Os pênis entravam e saiam dela, como se alternassem, provocando orgasmos pequenos na jovem, na posição que estava gemia feito louca, e a respiração dos dois, quente e em meio a gemidos provocou nela ainda mais tesão! Sentiu as pernas tremerem e o orgasmo mais forte vir, gritou e prendeu as unhas nos ombros do pai, os dois ao verem ela gozar, continuaram a meter nela, a menina revirou os olhos, e outro gozo veio na sequência, ela se agarrou no pescoço do seu "papi" e a sensação da pica de Eduardo entrando ainda mais no seu cuzão a fez gozar uma terceira vez em menos de dois minutos, na quarta gozada ela beijou o pai, sugou a língua dele com toda força e a visão disso fez Eduardo esporrar tudo que tinha no cu da namorada! Percebendo o que aconteceu, o velho se mexeu e deixou a cabeça do pau na frente da filha, e se masturbou até gozar na cara dela. Lá estava a jovem negra, com um sorriso de quem tinha passado pelo momento mais gostoso de sua vida, toda melada de porra branca, um contraste interessante.

Nessa noite, ela dormiu com os dois na mesma cama. E na manhã seguinte, eles se amaram, e assim por todo tempo de namoro, até que dois anos se passaram, os namorados se casaram, com Amanda gravida de Eduardo, fizeram um exame para saber se não podia ser filha do sr. Omar, mas por sorte não era. Seis meses depois do casamento, nasceu a mistura de café com leite, Dandara.

Comentários

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27/04/2018 18:53:00
Ótimo conto!!!
24/04/2018 21:17:23
Uau!!!
23/04/2018 17:29:05
Um dos melhores que já li por aqui !
23/04/2018 05:24:30
Excelente conto continue
22/04/2018 23:19:15
Muito bom. Pode continuar escrevendo.




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