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Contos de Dandara - Mamadeira de couro

Autor: Gramrules
Categoria: Heterossexual
Data: 24/04/2018 11:07:45
Última revisão: 28/04/2018 22:51:43
Nota 10.00
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Continuação do primeiro conto de Dandara. E depois do casamento de Eduardo e Amanda, nasceria Dandara. Continuem comentando, e digam o que acham legal ou não, e que caminho a história deve seguir para vocês (quero construir essa história com vocês). Acho que ficou meio grande, mas se forem pacientes vai ser proveitoso, prometo! E Obrigado!

O casamento veio e meses depois a filha deles nasceu, frustrando Eduardo que queria um filho, imaginando seu garoto já adolescente se juntando ao pai e ao avô para fuder a mamãe. Ter uma menina mudou a imaginação de Duduzão, não queria pensar na filha fudendo com ninguém, já Amanda só queria ter uma bebê bonito e saudável, e que, se sua filha quisesse uma dia ela participaria das brincadeiras em família.

Chamaram de Dandara, era muito linda, cresceu espevitada, corria para todo canto, mas era de falar pouco, era mais observadora. Amanda lhe mimava muito e o pai sempre lhe recriminava. Eduardo mudou, deixou os planos incestuosos de lado, quase não fudia mais com a esposa e com o sogro, vez por outra Mandinha, sabida, levava um amigo ou amiga para fazer algo diferente, ainda resistia em trair o marido, por isso era melhor fazer a três que cometer traição. Como Eduardo nunca pediu para esposa parar de transar com o pai, ela continuava transando com o Sr. Omar.

Os anos se foram rápidos,e a filha tornou-se adolescente tal qual a mãe. Corpo feito para o pecado, escultura construída para saber trepar, a mesma bunda arrebitada, com os mesmos cem de quadril, a mesma cintura moldada e dançarina, os peitinhos apontando para o céu, os coxas deliciosas e o rosto fino, com olhos apertadinhos e sorriso igualzinho de Amanda, os olhos de mel e os cabelos não tão cacheados, mas ondulados e longos. Mandinha estava apaixonada pela beleza da filha, quando Duduzão não estava por perto a mamãe de masturbava imaginando a filha transando com ela ou com o marido. Seu marido parecia ter ficado contra o incesto, mas isso não impedia que eles tomassem banho juntos, os três, era algo divertido que eles faziam desde que Dandara era pequena, obvio que Eduardo ficava excitado vendo duas rabas daquelas na sua frente, as duas riam do papai, e ele brincava dizendo que ia enrabar as duas de eles não parassem de rir. Era uma visão dos deuses, as nádegas negras dançando durante o banho, todavia Eduardo resistia corajosamente e descontava na xota de sua esposa todas às noites.

Dandara não era boba, sabia porque o papai ficava duro, e adorava saber que até seu pai lhe achava gostosa. Andava só de blusão na casa, sem nada mais, os bicos do peito sempre durinhos ficavam a mostra na blusa, deixava meia bunda de fora, e gostava quando sua mãe lhe elogiava e passava a mão na sua bunda, seguido sempre de um tapa. Dandara também achava a mãe belíssima, dava a mãe o mesmo carinho que recebia. Amanda estava convencida em fazer Eduardo deixar de frescura, por isso, uma vez quando assistiam filme ela deitava a filhota no sofá, a menina repousava a cabeça sobre as pernas grossas da mamãe e ficava com a bunda nas pernas do papai, a bundona apontava para cima, ele não sabia se prestava atenção na tevê ou no bumbum da filha, piorou depois que Mandinha levantou o blusão da filha e ele pode vê-la sem calcinha, Dandara sentiu o pau duro do pai na sua coxa, mas não disse nada. Amanda piscou para o marido, mas esse fez cara feia para mulher, a esposa fez o carinho de sempre na bunda da filha, e o caralho de Eduardo parecia que ia explodir dentro do short. Conhecendo o marido, sabia que ele estava doido de tesão pela filha, o problema é que ele sempre resistia, então começou a elogiar a traseira de Dandara, dizia que era mais bonita que a dela na sua idade, perguntou se ele recebia muitos elogios, disse que era maravilhoso tocar naquela raba, e convidou o marido para mexer nela também, inocente Dandara também disse para ele fazer isso disse que "Vai pai, a sua Danda aqui adora quando a mamãe faz."

Eduardo engoliu a seco e passou a mão na nadega, pai na direita e mãe na esquerda, e Dandara estava feliz e sentido-se maravilhosa com a sensação de duas mãos brincando com sua bunda, Amanda puxou a metade do bumbum e revelou ao papi de sua filhinha o cú virgem da pequena, era cheio de pregas e bem pequenino, Eduardo quase gozou quando viu. Levantou-se e pediu para Dandara sair, tinha despertado de um sonho, chamou sua esposa, e Amanda, safada, mordia o lábio sabendo o que o marido queria, pediram para Dandara ficar na sala, mas a jovem sabia o que ia acontecer, por isso, segundos depois que ela correu até o quarto e viu, pela fechadura, sua mãe chupando seu pai, deitados na cama com ela por cima e a bunda maravilhosa da sua mãe apontando para ela, ouvia papai gemer alto e a mãe se virou, montou na piroca do marido e pulava como puta, os gritos eram altos, então ela resolveu abrir a porta, sabia que eles não ouviriam, levantou o blusão que vestia e pôs as mãos para trabalhar, sentiu-se meladinha na buceta, masturbou-se enquanto a mãe estava de costa, por cima na trepada, mas era o pai que movia se dentro para fora, rápido e forte. Ela podia ver os líquidos de sua mamãe escorrerem pelo pau de seu papai, isso fez ela acelerar o dedinho no clitóris, sentia a vontade de gozar se aproximar, fugiu de lá e foi até o banheiro e terminou de tocar a siririca. Se encontraram quando Dandara saiu do banheiro e os pais do quarto, ela deu a desculpa de que estava com vontade de mijar. E voltaram para a sala, onde terminaram o filme com Dandara deitada no chão, dando a visão da bunda para o papai e os casal no sofá imaginando a próxima foda daquela noite.

Frustrada, Amanda quase desistia de fazer o marido pegar a filha, mas ela já tinha percebido que Dandara parecia aberta a sexo com seu pai, ela mesma já podia ter iniciado a filha, porém a resistência de Eduardo em se entregar ao prazer com sua filha era um empecilho para ela. Um dia, foi visitar pai, e levou Dandara, o que não era novidade, era comum que Danda fosse com a mãe e o pai ver o avô. Mas fazia quase um ano que ele não via sua netinha, por isso assustou-se ao notar que o corpo de sua neta era quase igual ao da mãe naquela idade, mas o rosto dela era mais bonito, quase de uma modelo. Dandara vestia uma roupinha, shortinho curto, blusa mostrando a barruiginha, braços nus. Abraçou o vovô e ele comentou sobre sua beleza, Amanda imaginava aquilo, seu pai comendo sua menina, mas logo em seguida vinha a imagem do marido e desconsiderava a possibilidade, todavia não era por isso que deixava de provocar o velho, dizia que a bunda de sua filhota era maior que a dela na sua idade, e o velho olhava bem para fazer a comparação, Dandara, metida, empinava a bunda para o avôzinho mostrando sua beleza; o sr, Omar concordou com a filha, e as duas viram o pinto duro subir na calça, era obvio que estava sem cueca, a menina se assustou e comentou, Amanda repreendeu o pai, mas ele disse não ter culpa se elas eram duas gatas. Ele colocou o pinto pra fora e disse que era melhor deixá-lo respirar, Dandara soltou um gritinho de susto e tampou os olhos rindo, Mandinha a avisou que estava tudo bem, era normal o vovô andar pelado, e Dandara lembrou que era verdade.

No dia inteiro que passaram lá, sr. Omar não se envergonhava em elogiar o corpo da neta e da filha, pediu para Dandara sentar no seu colo, e a jovem o fez, curiosa queria sentir o pinto duro no seu bumbum, Mandinha se enchia de tesão com aquela putaria, fez um gesto para o pai querendo fuder com ele, o velho sorriu safado, todavia estava adorando a sensação do pinto batendo na bunda de sua netinha, mesmo que ela ainda usasse um shortinho. Amanda mandou Dandara ir tomar um banho, e brincou dizendo ela podia demorar fazendo o que tivesse que fazer no banheiro, seu avô riu, e Dandara entendeu que a sua mãe falava de masturbação, isso a deixou muito vermelha, e saiu caladinha. O que ela não sabia era que a buceta da sua mãe estava pingando e ela queria demais levar rola. Amanda recriminou o pai e explicou a situação, sobre Dandara e o pai, por isso que o vovô não podia brincar com a neta, mas o Sr. Omar disse que Eduardo não precisava saber, e Amanda se ajoelhou perto dele dizendo que não faria nada que o marido não quisesse, mas que o pai podia se aproveitar da filha o quanto quisesse, depois começou a chupar o caralho negro e duro.

O que ela não viu foi Dandara passando para ir tomar banho, e a garota viu a cena, sua mãe chupando cacete do avô! Ela pirou quando viu, imaginou que o pai era um corno, que a mãe não valia nada, que o avô era um velho ainda mais tarado, só que a menina não conseguia parar de olhar, o velho pausudo ali sentado na cadeira e sua mãe de joelhos, com a mão na própria xana chupando barulhenta o pau, era uma cena maravilhosa. Substituiu tudo, a mãe não era uma puta, era uma deusa maravilhosa, o avô era um papai carinhoso dando a filha o que ela amava, o pai era um bobo por perder uma mulher daquela e ela queria sentir o gosto daquele pintão! Com medo, correu para o banheiro e tocou uma siririca maravilhosa, enquanto ouvia lá de fora a mãe gemer, provavelmente de quadro na mesa enquanto o velho lhe fudia.

Se despediram do avô depois de todo o dia, e Dandara deu um forte abraço nele, para sentir o pinto duro de novo. O velho percebeu, sua mãe não. Foram pegar o metrô e Dandara estava abraçada na mãe, buscava carinho, já que estava louca de tesão, Amanda estava curiosa com aquilo, a filha sempre foi carinhosa mas nunca daquele jeito, se ficar pendurada no pescoço cheirando a mãe, quem visse pensariam ser namoradas. A mulher perguntou o que tinha acontecido, e a menina relutante falou que viu a mãe chupar o avô. O coração de Amanda quase pulou pela boca, mas Dandara emendou, dizia que entendia, que sabia que a mãe era uma mulher tesuda que gostava de sexo e sentia que o seu marido era cheio de frescuras, por isso ela tinha mesmo que fuder com homens gostosos porque seu pai não dava o valor que a mãe precisava, isso fez Mandinha rir, e a menina ficou sem entender. Amanda resolveu contar tudo para filha, disse que chamava aquilo que fazia no próprio pai de mamadeira de couro, porque desde jovem, ainda mais nova que Dandara aprendeu a beber o leitinho do papai, a informação fez Danda sentir-se molhar a calcinha, contou que fazia sexo com o avô antes de conhecer Eduardo, e que ele sempre aceitou, mas que depois do nascimento da filha mudou de opinião sobre incesto. Amanda disse que o marido sentia remorso, e por varias vezes tentou convencer o marido a saciar a curiosidade da filha, isso fez a menina corar de novo, sua mãe sabia de seus desejos, e a mulher revelou os seus para garota, ainda presa no seu pescoço, e também falou da frustração de que seu Duduzão não queria seguir algo tão gostoso.

Dandara, olhou para mãe, linda, uma mulher maravilhosa, e mesmo ali no metrô podia ver homens olhando para as duas, porque eram muito lindas e ainda abraçadas daquele jeito, lembrou da mãe fudendo com o pai e mamando o avô, mamadeira de couro que fazia um homem gemer daquele jeito e teve uma ideia, e se ele pegasse o pai de surpresa com a mamadeira de couro? Falou para a mãe seu plano e a mulher achou uma ideia maravilhosa, exatamente igual ao que ela fez com o Sr. Omar, um boquete surpresa. Foram a viagem arquitetando como fariam aquilo.

Em casa, as duas deram um abraço no homem da casa, Dandara correu para a tevê e chamou o pai para assistir televisão, mas Amanda mandou-a se trocar e tirar o short apertado, a menina foi. Eduardo queria saber se Amanda tinha permitido que o pai dela fudesse sua filha, Amanda falou a verdade, vontade o velho tem, deixou ela sentar no colo enquanto ele estava com o pinto duro, mas não passou disso, o marido ficou com raiva, e Mandinha ralhou com ele dizendo que ela quem tinha fudido "muito gostoso", fez questão acrescentar, com o seu "papito", ela desceu a mão na calça do marido ele estava excitadíssimo, e sua esposa comentou para ele deixar de mentir sobre não gostar de incesto, já que ele sempre ficava duro imaginando sua esposa transar com o pai dela. Eduardo se calou na hora. Os três jantaram vendo a tevê, Dandara sem calcinha, toda aberta mostrando a xoxota virgem, Amanda passando a mão no cacete do marido que não tirava os olhos das pernas abertas da filha, tudo muito bem planejado. A esposa, depois de comer foi dormir, tudo premeditado, Danda deitou-se no sofá do lado, deixando o pai continuar a ver sua bunda, mas tinha os olhos grudados na televisão, ela sentou aberta e levantando a blusa para se abanar, reclamando do calor, levantava alto para que ele pudesse ver todo seu corpo nú, a cor negra, a cintura fina, os peitos que surgiam entre os abanos que a menina dava em si, o suor escorrendo pelo corpinho dela, a pepeca lisinha nunca provada. Eduardo começou a punhetar de leve o pau por cima do short, porém a cabeça do bicho já estava fora e ficava cada vez mais a mostra enquanto o papai se tocava vendo a filha linda. Foi despertado por ela, que comentou sobre o cacete dele estar à mostra, rápido ele escondeu o pênis com a almofada, e a filha comentou, despretensiosa que o avô também ficou duro para ela hoje, só que ele nem a viu nua. Foi a gota, Eduardo tinha que trepar com sua mulher. Disse a Dandara para desligar a tevê quando fosse dormir, porque ele ia deitar.

No quarto, Amanda dormia pesado, e o marido imaginou que a foda tinha sido boa, e se frustrou, porque estava louco pra fuder, mas podia esperar até a manhã antes de saírem para o trabalho. Dormiu com dificuldade por estar muito excitado, por isso acordou quando sentiu uma mão tocando seu pau, era Amanda, que devia ter acordado para dar uma, como acontecia quase sempre, deixou ela punhetar de leve o pau, mas estava meio desordenado, achou que ela estava com sono e resolveu ajudar, mas a mão era menor que de sua esposa,e olhou para ver sua pequena Dandara, com cara de safada, fazendo sinal de silêncio com a boca, enquanto sua mulher dormia ao lado.

Dandara sentia a pica pulsar na mão, seu pai ficou assustado no início, olhou para o lado, mas ela não parou de punhetar, o coração na boca de tão nervosa, o shortinho que usava para dormir tão melado de tesão que grudou na pepeca, viu um sorriso de puto na cara do pai, ele aceitou aquilo mais rápido do que ela pensava, pegou a mão da filhota e ajudou na bronha, via ele se segurar para não gemer, isso a deixava mais animada, era hora da mamadeira de couro, ele se assustou de novo, mas deixou a pequena lamber todo o pinto, até as bolas, o cheiro era forte de gala, e Dandara ficava co mais tesão, continuou a chupar e a lamber, sem parar a punheta no papai. Lembrou que a mãe disse que seu pai gozava muito, mas que ela não precisava engolir, já que era a primeira vez dela, o pai usou um travesseiro para não ser ouvido gemendo e gozando. A porra saiu quentinha e Dandara engoliu um pouquinho, o restante pulou para fora nas pernas do pai e um pouco no queixo dela, o pau ainda pra cima recebeu um beijinho da filhinha. Aconselhada pela mãe, Dandara não foi embora, ficou lá, entre os dois.

Amanda fingiu que acordará, ela tinha ouvido tudo, perguntou porque Dandara estava ali, e Eduardo também fingiu acordar agora, sem saber da artimanha das duas, e Dandara disse que queria muito dormir com os dois, tinha tido um pesadelo terrível, tarada, Amanda abraçou e deu um selinho na filha, sentiu o gosto de gozo dela e riu para si mesma, tinha uma filha safadinha. Dandara abraçou a mãe e colocou a cabeça no seu colo, sentindo o cheiro do seu corpo e seu pai a abraçou por trás, entre os dois ela tocou na própria xota, e brincou com seu sexo, massageava a buceta virgem, suada ou cheia de sais ela não sabia, mas nunca esteve tão cheia de líquidos naquelas região, mesmo apertada entre o pai e a mãe conseguia por dois dedinhos para mexer no clitóris e massagear a área dos lábios de sua pepeca, o cheiro da gala do pai, misturado ao doce cheiro da mãe a ajudaram a gozar como nunca antes em uma siririca. Papai e Mamãe ouviram sua bebê gozar ali entre eles, ela se tremeu e moveu as pernas com força, mas os dois fingiram não notar, sentiram o corpo ela desfalecer entre eles e a pequena respirar com força, cansada, e sem dúvida: feliz.

Comentários

27/04/2018 19:28:02
Que conto maravilhoso! Continua
24/04/2018 21:32:51
Maravilhoso!
24/04/2018 11:16:55
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha safada, confira nossas aventuras... Temos um blog para maridos liberais, esposas putinha e comedores de casadas: http://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/

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