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Luxúria - CAPITULO 13

Autor: Escritos
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 24/04/2018 20:31:02
Última revisão: 24/04/2018 20:32:54
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CAPITULO 13

Seu Senhor estava terminando de comer quando Bia foi levada até ele. O rapaz estava sentado em uma pequena biblioteca, comendo sozinho em uma mesa estreita. Vários ministros estavam ao redor dele com papéis que deveriam ser assinados.

Bia ajoelhou-se próximo à cadeira dele, ouvindo o arranhar da caneta e, quando teve certeza de que ele não estava olhando para ela, ergueu o olhar na direção dele.

O rapaz parecia radiante aos seus olhos, Bia podia ver a camisa branca e admirar os músculos firmes das pernas vestidas com calças justas.

Ele deu mais algumas mordidas na carne, E Bia rapidamente começou a lamber o vinho que o rapaz derramou para ela em uma tigela e comeu a carne, sem utilizar os dedos. Parecia que ele a observava. O jovem lhe deu alguns pedaços de queijo e frutas, e Bia o ouviu soltar alguns sons de satisfação. Ela lambeu o prato.

Bia teria feito qualquer coisa para mostrar ao rapaz o quão satisfeita estava por estar com ele novamente e lembrou-se de que não beijara as botas dele e tratou de logo consertar isso. Bia sentiu as mãos dele atrás de seu pescoço e, quando olhou para cima, ele encheu as mãos com uvas e as pôs, uma por uma, na boca da jovem, erguendo cada fruta um pouco mais alto para que assim ela tivesse que ficar na ponta dos pés para abocanhá-las.

Ele lançou a última uva para o ar. Bia lançou-se para o alto para tentar pegá-la com a boca e foi bem-sucedida.

O ministro Gregório queria que ela jantasse com os escravos. Ele lhe mostrara o salão. Havia duas longas fileiras de escravos, todos de joelhos, com as mãos amarradas nas costas, comendo com suas boquinhas rápidas o alimento contido em pratos dispostos em uma mesa baixa diante deles. Eles estavam inclinados sobre os pratos, e, enquanto Bia passava, viu uma sequência de nádegas feridas e sentiu-se chocada pela visão de tantas.

Mas seu Senhor exigira a presença dela em seus aposentos. E, então, lá estava ela, junto a ele. Ela não se importava com os empregados que circulavam por ali ou com o último ministro que aguardava com sua petição ao lado do rapaz. Bia beijou as botas dele novamente.

— Está muito tarde - disse o rapaz. - Você teve um longo descanso e vejo que melhorou muito graças a esse repouso.

Bia esperou.

— Olhe para mim — ele ordenou.

E, quando Bia obedeceu, ficou chocada com a beleza e a ferocidade de seus olhos negros. Sentiu o ar preso na garganta.

- Venha. - Ele se levantou e dispensou o ministro. - Hora da lição.

O rapaz seguiu ao seu quarto, ela o seguiu de quatro.

No quarto, havia na mesa uma caixa de jóias coberta por um pedaço de tecido, retirando o que parecia ser um punhado de sinos de metal.

- Venha até aqui, minha querida — ele a chamou suavemente. — Levante-se — ele ordenou. Bia obedeceu com as mãos unidas atrás do pescoço e, então, percebeu os pequenos sinos de metal que ele carregava e que cada um deles estava preso a um pequeno pregador.

Ele aplicou um dos sinos no mamilo de seu seio direito. Não estava apertado o suficiente para machucar. Ela observou enquanto o rapaz prendia outro pregador em seu seio esquerdo e, sem querer, Bia respirou fundo, o que fez com que os sinos tocassem, ainda que fracamente.

O rapaz ordenou que ela se erguesse e separasse as pernas. Enquanto obedecia, Bia viu que mais dois pares de sinos eram retirados do porta-joias. Bia sentiu as mãos dele entre suas pernas enquanto pregava os sinos com rapidez em seus lábios vaginais.

- Ah, é adorável. E, agora, ao trabalho, minha linda. E quero que seja rápida. Quero vê-la realizar todas as tarefas corretamente, ainda que com alguma habilidade. Em meu armário, pendurados em um gancho, você verá minhas roupas. Traga-o para mim e coloque-o sobre a cama.

Bia correu para obedecer. Ela as colocou no pé da cama e virou-se, aguardando orientações.

- Agora, tire minha roupa - ordenou o rapaz. - E você deve aprender a só utilizar as mãos quando não for possível completar a tarefa de outra maneira.

Bia começou a tirar a roupa dele com a boca. E, então, enquanto ele se sentava num banco, ela se ocupou em desabotoar seus muitos botões. Ela tinha consciência do corpo dele, de seu perfume e calor. Logo ela retirou a camisa com a ajuda dele e, depois, as calças. Vez por outra, o rapaz a ajudava, mas a maior parte das tarefas ela realizava sozinha.

Parecia que Bia já estava trabalhando por um longo período, e então, ela deveria vesti-lo. Ela vestiu-o com a camisa de seda branca com ambas as mãos enquanto ele escorregava os braços para dentro das mangas, e abotoou cada um deles com a boca, o que deixou o rapaz tão satisfeito que a elogiou, ele a envolveu com os braços e a beijou.

- Com o tempo, você irá aprender a trabalhar mais depressa. Será fácil para você me vestir, tirar a minha roupa ou realizar qualquer pequena tarefa que eu lhe pedir. – Disse ele - Você deverá dormir em meu quarto e atender a todas as minhas vontades.

- Meu Senhor - Bia sussurrou e pressionou os seios contra o corpo dele, desejando-o. Ela rapidamente beijou os pés do rapaz.

Ele ordenou que Bia ficasse de quatro com a testa junto ao chão para que assim pudesse ver as nádegas dela viradas para ele. Ela obedeceu. Os sininhos a faziam lembrar que todas as partes de seu corpo estavam expostas. Então, o rapaz ordenou que ela se erguesse e novamente a envolveu em seus braços.

- Beije-me como se desejasse me beijar.

E Bia beijou a testa do rapaz, beijou os seus cabelos, as pálpebras e os longos cílios. Beijou seu rosto e depois a boca aberta. A língua dele entrou em sua boca e ela enfraqueceu de tal forma que o rapaz teve de segurá-la.

Ele a segurou pelos ombros, e olhou para os seios inchados de Bia. Os sininhos de metal tilintavam quando ela respirava. A jovem sentiu as mãos do rapaz entre suas pernas e, depois os dedos dele penetrando em seu corpo, com estocadas que fizeram com que ela torcesse todos os músculos de tanto prazer que aquilo lhe causava. O rapaz enfiou os dedos nos grandes lábios de Bia, abrindo sua vagina. Em seguida, apertou os seios dela de forma quase cruel, Então abraçou Bia carregou-a para a cama.

— Daqui a pouco terei de ir a uma reunião e você irá até lá para me servir, demonstrando a todos sua obediência. Mas isso pode esperar...

- Sim, meu Senhor, se isso lhe agrada - Bia sussurrou essas palavras tão baixo que ele poderia não ter ouvido. Ela estava deitada sobre a coberta.

O rapaz ajoelhou-se diante de Bia, sentando-a com as pernas abertas, e abriu a boca da jovem com os dedos. Mostrando o pênis duro para ela, conduziu-o até sua boca com um rápido movimento para baixo. Bia o abocanhou, sugando-o. Ela fechou os olhos, sentindo a deliciosa fragrância dos pelos pubianos do rapaz e experimentou o sal de sua pele. O pênis batia no fundo da sua garganta repetidamente, embora nem de longe machucassem seus lábios.

Bia suspirava em sincronia com os movimentos e quando, subitamente, o rapaz se ergueu, ela arfou com as mãos erguidas para abraçá-lo. Ele, entretanto, deitou-se sobre o corpo da jovem, abriu as pernas dela e puxou os sinos de metal, livrando-a deles. Os lábios vaginais de Bia arderam quando ele fez isso.

Ele conduziu pau para dentro de Bia. Ela sentiu uma explosão de prazer. O corpo dela estava molhado de tanto prazer. Ela investia com os quadris em movimentos quase bruscos e, quando finalmente o rapaz estava perto de gozar, ele lhe concedeu uma série de estocadas violentas até cair exausto.

E, então, ouviu o rapaz levantar e chamar alguém.

- Leve-a, dê-lhe um banho. Ela deve ser enviada a mim no salão superior.

CONTINUA...

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