Casa dos Contos Eróticos

Click to this video!

NA LUZ DO TEU OLHAR 3

NO CAPÍTULO ANTERIOR:

O dia passou, Antonio e sua mulher se despediram, e Antonio chegou falando baixo pro patrão e humilde pediu:

- Doutor, eu queria que o senhor me desculpasse por meu filho, eu mesmo vou dar um corretivo nele hoje. Num carece de o senhor fazer nada não, somo gente humilde.

- Vai em paz seu Antonio, num vou fazer nada contra o senhor e sua família, mas fique sabendo, que se tem uma coisa que odeio é injustiça, então trate de dar um jeito em seu filho, porque se eu souber que seu filho anda judiando de um indefeso, ai serei obrigado a tomar uma posição. Jamais serei conivente com a maldade sobre um idoso, ou uma criança ou um animal ou um deficiente. Jamais... Isso eu posso lhe assegurar...

- Tudo bem patrãozinho! - Deixe comigo, que isso não vai mais acontecer...

Ao chegar em casa, Antonio que no caminho veio conversando com a mulher olhou para um lado e para o outro, viu Clebinho sentado no sofá escutando a novela que passava na TV, estava aparentemente tranqüilo e de banho tomado. Ele entrou de casa adentro a procura do outro filho e na simples casa de tijolo e chão de cimento encontrou o filho mais velho deitado sobre a cama com um pequeno mp3 ouvindo musica distraído, ele se assustou quando ouviu a voz do pai dizendo:

- Levanta seu peste!

FIQUEM AGORA COM O CAPÍTULO DE HOJE:

Lucio deu um pulo da cama e disse:

- O que foi? Falou assustado vendo o pai tirar o cinto da calça.

- O que foi seu moleque, você ofende seu irmão na frente do meu patrão e pergunta o que quê foi? E já deu a primeira lapada na perna do rapaz que saiu pulando pra cima da cama. O pai partiu pra cima dele mandando cintada e dizendo:

- Seu puto do inferno, filho do Demo, do tinhoso, você pensa que eu num sei que você ta maltratando seu irmão, cabra ruim duma figa. E enquanto isso Lucio gritava e chorava:

- Ai, ai, ai, pai, para pai! - Para pai...

A mãe mesmo sabendo que o filho merece apanhar mais com pena vai até o quarto interceder:

- Para Antonio, vai matar o menino, já chega...

Clebinho se levantou ouvindo os gritos e pelo som foi tateando ate as paredes chegando até a porta do quarto e gritou pedindo para o pai parar, mesmo sem ter muita noção do que acontecia, ele só queria que o pai parasse de bater no irmão. Do lado de dentro enquanto ainda apanhava, Lucio viu Clebinho parado na porta olhando a esmo, e seus olhos se enfureceram ainda mais de ódio; mesmo estando errado, em sua mente o pivô de sua surra era o maldito cego, e ele odiou ainda mais o irmão.

À noite deitado em sua cama, quando todos foram se recolher, e sua mãe levou o filho mais novo para cama. Ela foi até a cama do mais velho conversar com ele:

- Filho! - Eu não gosto que seu pai te bata, mas não posso tirar a autoridade dele, seu pai ta certo, como que cê faz um troxo desse xingar seu irmão na frente de estranho. Inda mais sendo patrão nosso. O Homi é doutor advogado, ele pode te por na cadeia. Porque fazer judiação com seu irmão. Porque maltratar seu irmão dessa maneira filho? Se eu mesmo souber que cê ta fazendo alguma coisa de ruim com seu irmão, eu mesmo arrebento você, num tem necessidade disso, vocês são irmão é pra um querer bem ao outro.

Lucio que até então estava com a cara enfiada no travesseiro e chorando baixo, respondeu a mãe em tom baixo:

- Eu já to cansado de ser tratado como nada nessa casa, vocês só gostam dele, só dão atenção pra ele.

- Não é bem assim filho, nós da atenção pra ele, porque ele necessita mais, cê sabe que ele sofreu um acidente, e ficou assim... Teu irmão num tem culpa de ter ficado cego.

- Eu que tenho culpa então? - Eu que não presto! - Aqui nessa casa é só Clebinho pra lá e Clebinho pra cá. O imprestável aqui sou eu. Eu que to sempre errado!

- Não é isso, mas seu irmão sempre ta queto na dele, você só quer arrumar confusão por ai, e ai não quer que seu pai brigue com você? - Pensa nas suas atitudes filho, essa noite! A mãe deu um beijo no rosto dele e levantando apagou a luz saindo do quarto. Na cama ao lado Clebinho ouviu tudo quetinho de olhos fechados, estava coberto e queto esperando a mãe sair para ele dormir quando de repente sente um tapa forte na cara e da um ai meio abafado na coberta e ai ouve a voz do irmão bem baixa e bem próxima dele. Seu coração apertou e disparou ele, não enxergava, mas sabia que seu irmão estava ali do lado dele bem próximo dizendo quase que no seu ouvido:

- Você não perde por esperar, eu guardei essa noite. Sua hora vai chegar você vai ver o que vou fazer com você aberração maldita.

- Porque você me odeia tanto Lucio, eu não te fiz nada.

- Fez sim. - Você nasceu e tirou minha paz. Se você não tivesse nascido eu viveria feliz e em paz com meus pais, só nós três, como era antes de você vir ao mundo. Ainda por cima fica cego, era pra você ter morrido praga. Mas tu é tão ruim que ficou vivo e aleijado pra fuder mais ainda minha vida.

Tudo ficou calmo e Clebinho escutou um barulho de cama se mexendo e então ele pressentiu que o irmão voltou a se deitar. Clebinho fechou os olhos e lágrimas saíram do seu rosto. Ele queria muito morrer, e baixinho pedia a Deus que levasse ele a noite dormindo. Que tirasse ele daquela vida infeliz que ele levava. Até que adormeceu.

A Segunda-Feira chegou, André voltou para casa, e para o trabalho, e lá enquanto deixou toda documentação de Antonio e sua esposa na contabilidade para que tratassem de assinar a carteira deles não como funcionários da empresa e sim de André. Já em sua sala ele resolveu ligar para Felipe:

- Amor; você não ligou para mim nem uma vez esse fim de semana, nem uma mensagem...

- Há amor! - Eu estava doente, esse fim de semana cheio de dor de cabeça, passando mal, acho que foi alguma virose. (O que André não sabia era que a virose tinha nome e se chamava Vitor. Felipe passou o fim de semana no quarto de Vitor fumando e fudendo com vontade).

- Você foi ao médico amor? - Eu fico preocupado com você, tentei te ligar algumas vezes de lá mais só caia caixa postal.

- Eu deixei o celular desligado amor, cheio de dor de cabeça, não queria atender ninguém. Mas pode deixar que fui ao médico sim.(Disse Felipe contando outra mentira, porque a única injeção que ele tomou foi aplicada por Vitor, e foi muitas vezes durante o fim de semana).

- Que bom, e quando vamos nos ver?

- Amanhã talvez! - Estou melhorando ainda. (Ele estava era melhorando da dor no rabo de tanto dar e não podia ir pra casa do André todo aberto, para André não desconfiar; essa que era a verdade).

- Ta bom amor, eu espero você. Te amo fica com Deus.

- Também te quero amor, fica com Ele também...

Os dias se passaram, mas só na Quinta-Feira é que Felipe apareceu na casa de André para vê-lo, eles dormiram juntos, e entre um fingimento e outro, no suplicio de ter que se deitar com André sem amá-lo, Felipe mais uma vez levou ele no bico. E André seguia acreditando ser amado por Felipe. Na Sexta-Feira ele voltou para a sua casa, e agora ela era definitivamente sua casa, pois durante a semana seu pai passou toda documentação para seu nome. Carmem e Antonio já o aguardavam e assim que André chegou, tratou logo de tomar um banho e jantar. Depois dispensou o casal, mas antes perguntou a Antonio:

- E o caso do seu filho; como ficou?

Antonio sem jeito respondeu: - Agora esta tudo bem, meu filho levou o corretivo que merece e não vai mais perturbar o irmão dele.

- Que bom! (André respondeu com um sorriso, mas desconfiou, e pensou que por via das dúvidas, checaria isso melhor amanhã).

O dia amanheceu André levantou-se e tomou um café reforçado. Depois por volta de meio dia pegou o carro e quando ia saindo pelo portão Antonio perguntou:

- O senhor vai aonde? - Vai demorar?

- Vou até o centro aqui, mas não me demoro daqui a pouco estou de volta.

Na verdade ele estava indo se supetão para casa de Antonio, ver como estava Clebinho. Durante a semana ele pensou muito no rapazinho. Sentimentos de profundo carinho começaram a brotar no coração de André e ele foi realmente lá para saber se o garoto estava bem.

Quando chegou viu o menino ainda de longe segurando um prato de comida sentado na cadeira. Ao chegar perto viu que o menino comia arroz e feijão e ao lado dele no chão um copo plástico cheio de água. Ele disse dando um sorriso:

- Oi Cleber! - Lembra de mim? - Sou eu o André. - Tudo bem?

Clebinho olhou para o alto sem ser na direção do rosto de André e respondeu: - Oi, tudo bem, lembro sim! - Servido? (ele ofereceu seu feijão com arroz humildemente para André).

- Não obrigado!

- Desculpe perguntar, você só ta comendo arroz e feijão?

- É... Meu irmão falou que minha mãe não teve tempo de cozinhar e ai só tinha arroz com feijão pra nós comer.

- A sei; e esse arranhão ai no seu rosto o que foi?

- Cai ontem, quando ia descendo o degrau aqui da porta da cozinha.

- Tudo bem! - Você me da licença um instantinho; eu vou aqui pedir uma água pro seu irmão, ele está ai num está?

- Ta sim, ta ai dentro vendo TV. Pode entrar...

André entrou como um raio pela casa adentro chegando ao meio da sala e dando de cara com Lucio refestelado no sofá assistindo Tv e comendo seu arroz com feijão e mais dois pedaços de bife, ao lado numa mesinha de centrou um belo copo de refrigerante. Antes que ele pudesse se refazer do susto e dizer algo, André já foi falando:

- Porque seu irmão tá la fora comendo arroz com feijão e você aqui com o prato cheio de carne?

Ainda se refazendo do susto ele responde: - Ele deve ter comido a carne dele, já.

- Engraçado porque ele me disse uma historinha que você falou que só tinha feijão com arroz.

- O senhor não leve em consideração o que ele fala, meu irmão mente muito.

- Ele mente né! - Então porque ele ta comendo a comida com um copo de água e você aqui com um copo de guaraná? - É porque ele mente ou porque ele transformou o guaraná dele em água?

Lucio encarou André por uns segundos e sem ter o que responder abaixou a cabeça. André nada disse, só olhou Lucio com um olhar fulminante de ódio e virou-se saindo e pegando Clebinho pelo braço. O menino se levantou assustado perguntando:

- O que ta acontecendo?

- Calma Cleber, sou eu o André. Vou te levar até minha casa, você vai ver seus pais, vamos dar um passeio.

- Mas nem acabei de almoçar...

- Não tem problema, você almoça la em casa, sua mãe ta preparando uma comida deliciosa, você não quer comer comigo e com seus pais lá?

Ingenuamente Clebinho respondeu: - Quero sim! - Poso ir mesmo?

- Pode, vamos agora...

E Andre ajudou Clebinho caminhando até a porteira, e olhou para trás vendo Lucio na porta de casa olhando eles saírem, sua expressão era de assustado.

André ajudou Clebinho entrar no veiculo com todo cuidado. O menino sentou-se com seu chinelinho e suas roupas simples e bem gastas, dentro daquele carro importado. Quando chegou em casa, Antonio já se assustou de ver o veiculo entrando e subindo a rua pelo pequeno morro que dava a casa lá no alto, pois ele viu seu filho mais novo dentro do carro. André com muito cuidado e carinho foi ajudando Clebinho a entrar na casa e levou ele até a cozinha, abraçado a Clebinho e guiando ele com muito carinho, sua mãe que estava terminando o almoço na enorme cozinha gelou na hora vendo o filho entrar e sentar-se na cadeira da mesa da cozinha ela disse:

- O que ta acontecendo?

Ao ouvir a voz de sua mãe o rapazinho abriu um sorriso largo e disse: - Mãe, a senhora esta aqui?

Carmem chegou perto do filho, pegou sua mão acariciando e beijando disse: - Estou filho! - Estou aqui do seu lado.

André olhou a cena e com água nos olhos disse: - Carmem, por favor, sirva o melhor prato que você puder ao seu filho. De a ele o melhor almoço e quando acabar de servi-lo venha até a sala que estou te esperando.

- Sim senhor! Respondeu Carmem já um pouco preocupada.

- Ai na geladeira tem refrigerantes não tem?

- Tem sim senhor!

- Pois pergunte qual ele vai querer e de quantos copos ele quiser tomar de qualquer refrigerante que ele quiser. Seja rápida estou te aguardando na sala.

Minutos depois Carmem entrou na sala e disse:

- Já estou aqui senhor!

Nesse mesmo momento, Antonio veio entrando pela casa, na certa querendo saber o que estava acontecendo.

- Bom você ter chegado seu Antonio, assim falo com os dois de uma vez.

E então André contou todo o acontecido. O casal parecia surpreso e foi Carmem quem falou primeiro:

- O senhor me desculpe, eu nem sei o que dizer, deixei dois bifes prontos um pra cada um, era só Lucio esquentar. E o refrigerante, estava na geladeira para ele servir pros dois. Nós estamos aqui trabalhando e como podíamos adivinhar o que estava acontecendo?

- Bem... Nesse caso não posso culpá-los, eu entendo que vocês precisem trabalhar, então para que não surja nenhum tipo de problema mais, façamos o seguinte, enquanto vocês tiverem que vir aqui trabalhar, vocês traga o garoto junto e ele ficará aqui comigo, assim também é bom que me faça companhia, e fica fora de problemas com esse seu outro filho.

Antonio respondeu: - De maneira nenhuma, não vou deixar meu filho dando trabalho aqui para o senhor.

Eu não lhe perguntei se ele me dá trabalho ou não, odeio ser grosseiro com as pessoas, mas essa situação já esta me enojando, ou é isso ou saio daqui agora e vou à primeira delegacia prestar uma queixa contra negligencia contra vocês. Estou tentando entrar num consenso para que vocês trabalhem aqui, para que seu filho fique bem. Então agora o senhor que é o chefe dessa família me diga que atitude eu tomo, devo ou não me levantar desse sofá agora e procurar uma delegacia?

Antonio assustado olhou para a mulher que também estava pasma e disse: - Tudo bem, o senhor está tomando uma decisão certa e nos ajudando. Só temos que agradecer.

- Que bom, quando vocês forem embora, podem levar o garoto, mas amanhã quando chegarem cedo venha com ele. Estamos entendidos?

- Sim senhor! - Respondeu Carmem.

- Que bom, então assim que ele acabar o almoço dele traga o menino até aqui para me fazer companhia e depois coloque meu almoço, estou com muita fome, o senhor pode voltar ao seu trabalho e na hora do almoço, traga outra roupa para o garoto, pretendo tomar um banho de piscina e gostaria que meu convidado Cleber me acompanhasse.

- Desculpe senhor, mas é que meu filho nunca entrou em uma piscina e...

- E ele vai entrar hoje. Para tudo se tem uma primeira vez. Só faço o que estou lhe pedindo e pode ir, o senhor esta dispensado.

- Carmem minha querida, traga meu almoço assim que puder e o Cleber também, quero conversar um pouco com meu convidado.

- Sim senhor, já trago em um minuto.

- Obrigado.

E você Antonio, ainda esta ai parado me olhando com essa cara de parvo por quê? - Pensei que já estava lá embaixo cuidado do jardim.

- Desculpe senhor, já estou indo.

- Espera! - Mudei de idéia. - Ma faça um favor e de uma geral em volta da piscina, dê uma limpada nas espreguiçadeiras, cuide de tudo, o dia está lindo e pretendo aproveitar esse solzinho com meu convidado.

- Tudo bem senhor.

- Pode ir já esta dispensado.

Cleber foi levado até a sala e colocado sentado ao lado de André na mesa de estar. Enquanto André almoçava, começou a puxar assuntos de frivolidades com Clebinho, para que o rapazinho fosse se acostumando com ele. Perguntou coisas banais, como qual tipo de comida ele gosta, se ele almoçou bem. Se ele gostaria de vir mais vezes ali, e ficar perto dos pais... Assuntos e mais assuntos bobos, mas que fizeram ao poucos Clebinho ganhar mais segurança e se soltar mais. Em pouco tempo ele já estava mais falante e sorridente, estava conversando animado com André, sorrindo e feliz. Ao longe do corredor que vinha da cozinha para sala sua mãe espreitava e deu um sorriso de felicidade ao ver o filho deficiente, tão feliz e descontraído como ela nunca tinha visto antes. E depois ela voltou aos seus afazeres.

André dizia: - Daqui a pouco vamos para piscina.

- Ai não, nunca entrei em uma piscina, nem faço idéia de como seja, tenho até um pouco de medo num sabe...

- Que isso não precisa ter medo, eu estou aqui pra te ajudar. Confia em mim. Você vai ver como é bom.

- Você vai me segurar né! - Tenho medo.

- Claro que vou.

- Mas a piscina num é cheia de água?

- É sim! Respondeu André com um sorriso achando graça da pergunta ingênua dele.

- Então vou me molhar todo e nem tenho roupa pra trocar

- Já combinei com seu pai, ele vai trazer uma roupa pra você vestir depois. Esta tudo certo.

- Então tá intão.

No almoço Antonio foi cheio de ódio pra casa. E quando chegou não poupou esforços para arrebentar o couro do filho, ele batia e dizia:

- Filho de uma égua, ta passando fome, tirando a comida da boca do seu irmão doente. Desgraçado. É hoje que te arrebento. E depois de se cansar de bater no filho ele finalmente pegou uma muda de roupa qualquer para Clebinho e voltou pro trabalho aborrecido.

À tarde André entrou na piscina com Cleber, foi pela parte mais rasa onde a água batia no ombro do garoto. Ele segurando Cleber com todo cuidado disse:

- E então o que esta achando?

- Muito bom, parece até que to dentro de um rio, mas com água parada. E a água ta quentinha, ta muito gostosa. (André riu com a comparação boba e besta que inocentemente Clebinho fez)

- Que bom, agora vem confia em mim, vamos mais pro meio e se segura em mim. (Andre levou Cleber até o meio e pegou ele em seus braços o menino era alto, mas magrinho, muito magrinho, bem raquítico e leve).

Nos braços de André, Clebinho abriu os braços e fechou seus olhos e sentiu-se leve nas águas. Que sensação maravilhosa aquela que ele estava sentindo. Ele escutou a voz de André que dizia:

- Ta gostando?

- Tô! - Parece que estou no céu.

- Você sabe como é o céu?

- Sei sim, quando era criança e ainda enxergava; eu olhava pro céu e ficava vendo as nuvens se mexer.

- E agora você ta imaginando isso.

- Tô! - Imaginando as nuvens se mexendo e de dentro dela vindo um anjo. Você é o anjo que desceu do céu mandado por Deus pra me fazer feliz hoje, só hoje.

André ouviu isso e seu coração bateu mais forte, uma profunda tristeza e pena se abateu sobre ele e então ele chorou silenciosamente, lagrimas caíram sobre a água da piscina e com voz embargada ele respondeu:

- Obrigado! - Você que é um anjo!

@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@

Um anjo;

Um demônio;

Um coração dividido entre um amor não correspondido e um coração puro cheio de amor para ser dividido.

Não percam os próximos capítulos dessa emocionante história, aqui na CDC.

***************************************

Comentários

26/04/2018 15:35:34
VALTERSÓ vc falou uma grande verdade.
26/04/2018 15:35:20
VALTERSÓ vc falou uma grande verdade.
26/04/2018 15:28:50
FICA CLARO QUE DEFICIENTE NÃO É ANDRÉ. QUEM TEM A DEFICIÊNCIA EM NÃO ACEITAR O DIFERENTE É LÚCIO. ESSE SIM PRECISA SOFRER NA CARNE AAS CONSEQUÊNCIAS DAS SUAS ATITUDES. SE NÃO APRENDEMOS POR AOR APRENDEMOS PELA DOR.
25/04/2018 21:03:33
Lili93 vc ainda nao viu nada
25/04/2018 20:36:03
Maravilhoso... Chorei nesse capítulo. Como alguém pode maltratar um ser tão puro???
25/04/2018 17:00:39
Porra parça, quando comecei ler tive a impressão de estar assistido a novela da nove, no decorrer do conto parecia estar numa novela de época. Curti o conto, bem diferente. E olha que só curto contos de putaria. 😆😆😆😆😆😆😆😆😆
25/04/2018 16:39:30
A história tá muito boa,tirando um ponto ou outro que eu mudaria,mas cada autor tem a sua maneira de escrever
25/04/2018 13:38:00
emocionante... continua por favor
25/04/2018 12:43:18
*sem desigualdades, agora eu vi que eu escrevi errado
25/04/2018 12:41:54
Menino Cego eu gostaria q você entendesse q meu personagem tem um contexto de vida diferente é que nem todos os cegos do mundo sào iguais. Existem aqueles mais privilegiados e os menos privilegiados. Existem aqueles que tem mais suporte e os q tem menos suporte. Nem todos são iguais. Cada caso é um caso.
25/04/2018 12:32:44
Menino Cego sim amafo intendo vc. Mas nao é o caso do personagem a familia nao foi a luta. Sao gente humilde q nao corre atras. O personagem tem uma cituaçao diferente da sua. Falo de cituaçao familiar. Nao estou falando de cituaçao financeira
25/04/2018 12:28:08
PS: Ainda sou pobre, mas por precisão fui a luta, e consegui!
25/04/2018 12:18:01
Não tem nada aver... Entende o seguinte: Eu era pobre de jor, sego, nunca tinha ido a escola, e por instinto aprendi as coisas... Não esteriotipa assim querido... Vai por mim que da certo entende? Você escreve bem, mas não tem proximidade com cegueira! Sei do que falo!
25/04/2018 12:17:47
vit.will que bom q gostou irmao
25/04/2018 12:14:58
lindo essa aproximação sem preconceito e em desigualdade apenas o respeito e o amor ao próximo.
25/04/2018 11:11:50
Menino abusado amado intendo sua posiçao. Mas veja q o caso dele é diferente. Ele é pobre nao tem recursos. Nao tem quem o ajudasse a se tornar independente. É bem diferente.
25/04/2018 11:07:23
Olha;;; História boa, mas com alguns furos... Sou cego também, e não somos tão dependentes assim... Isso de a mãe colocar pra dormir, pra comer, não existe. Temos nossa indepedência viu! Corrija isso nos próximos...
25/04/2018 10:06:56
Lebrun o q dizer... vc acertou. Será por ai mesmo.
25/04/2018 09:58:32
O amor brota em todos os lugares e em qualquer tempo. Mas, antevejo o mal brotar também nos mesmos lugares... Felipe e Lúcio não deixaram o amor crescer na sombra merecida. Continue...
25/04/2018 09:16:03
Geomateus ela não é conivente com o filho. Ela só quer q ele viva em paz com o irmão. Mas tá cada vez mas difícil agora...
25/04/2018 09:10:40
Healer ele talvez tenha sido um pouco grosseiro o q não é da índole dele. Mas diante da revolta dele. Ele se viu obrigado a fazer essa ameaça. É quanto ao Lúcio nos próximos capítulos vai ser mostrado como esse ódio pelo irmão começou.
25/04/2018 09:09:54
Uma mãe conivente com o irmão invejoso e o pai inocente tentando ajudar o filho mais novo.
25/04/2018 03:00:19
Lindo o capítulo. Sobre a conversa de André na sala com os pais de Cleber, achei que ia ser grosso, mas não tão grosso ao ponto de ameaçar de ir a polícia. Mas o bom foi para o garoto que pode ficar perto dos pais e desfrutar do conforto da casa. Mesmo assim, tenho dó de Lúcio, ele é jovem, mas tem que aprender a respeitar o irmão, quero saber mais sobre esse comportamento com relação a Cleber.
25/04/2018 01:33:52
arrow obrigado querido.
25/04/2018 01:33:34
Ypii infelizmente vc disse uma grande verdade, esta cheio de deficientes e idosos e crianças sofrendo maus tratos por ai, por pessoas que deviam cuidar e dar amor.
25/04/2018 01:32:32
guardian quis colocar dois protagonista bem diferente daquela coisa do saradinho de academia, maravilhoso que esta presente na maioria dos contos da cdc.
25/04/2018 01:10:51
Linda essa história. Emocionante 💜
25/04/2018 00:37:55
Não tem como ficar com o coração cortado pela crueldade de um irmão frente ao outro indefeso. E temos certeza que isso acontece nos dias de hoje.É de deixar emocionado, pela ingenuidade do Cleber e pela ajuda do Patrão de seus pais.10
25/04/2018 00:36:48
Muito bonito, singelo e tocante essa situação entre esses dois meninos. Que "anti protagonistas" um gordo e um deficiente visual. Acho que teremos uma história bem interessante para acompanhar da possível relação entre essas duas almas. Feliz por essa leitura.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


vibrando paz e do negão no sexo anal f*** sobremadrasta de camisola foi tomar agua de noiteContoeroticosobrinhonovinhomae obriha filha virje perde o cabasdo com o padrastocache:rw4Jl7xcm9QJ:https://zdorovsreda.ru/tema/pezinho casa dos contos eroticos com sobrinhos chupador de bucetaencoxando as meninas na baladaConto erotico estou louca pela picona do meu cunhadocontos eróticos cantada na rua não resisti e traívideos de pornodoido levou anovinha pr fode demadrugadaconto eroticos transformando a santinha em depravadacoroas peladas com o corpo melado de margarinao pinto do meu filho e maior do do pai rele contos eroticosconto erotico crossdress na academiapornocontoincestosconto erotico motorista do ubervideos porno gay de jander pauzaocontos eróticos lesbicos strapon putinha vadia vagabunda fudercache:rw4Jl7xcm9QJ:https://zdorovsreda.ru/tema/pezinho Felipe e Guilherme- Amor em londresraffa_ka maromba safadovídeos de biscatinha novinha brasileira gostosa safada entiada metendo c padrasto sem ninguém percebermenage masculino contoscontos eroticos a bunda da minha esposameu cu fico largo contos gayporno mirou na buceta e acentou o cuesposa fica brava amate gosa dentro xvidiocontos eroticos picantes camioneiros estuprando putas na estradaContos sou casada e chupei dois caralhos ao mesmo tempofotos cazeira bucetas escapando pelo vestidocomo encostar o penis no clitoriscontos eroticos injeçaocalçinha ate amarotada na bucetaconto gay adoro ser esculachado por um machoMulher adulta. Criando pentelho. Na bucetave porno co ome cumeno amante e a filha da amantetorei um garotinho virgemdoidoporno vrlho fudendo filha gozando dentropredador de viado contos eroticosxsvideo relatos com fotos e filmes tio taradao de 30cm de rola arrombando subrinha safadaxvidio porno comendo a cunhada de fio dental rocho no banhocontos eróticos minha mãe parte 4esplendida gozada dentro da buceta da esposa do cornoporno caseiro dupla penetraçao ela fica brava porque doeu o cuvideos novinhas fazendo sequioso e gozandolazarento do irmao fez sexo com a irma enquanto ela estava deitadaContos de marido revoltado mas ecitado quando pegou esposa chupando outroxvideo porno irmao abraca a irma quando ela ta lavando aloucarola de moreno plutãobaixar videos porno em portugues idioma em portugues mae dando pro filho na frente dos parentes que chegaram de viajem e foram pra casa deles mae dando a buceta pra eleeu e minha filha fomos encochada adoramosquero ver o vídeo da mulher da enxadinha perdendo a virgindade dela mulher beijandogarota nao guenta da r u cu i chora pornoveterina fode cachorraocontosPornor sobrinho passando ferias na fazenda da tia viuvahttp://migre.me/w4IgEConto erotico tirando a roupa no baralho pro tiocontos eroticos fudendo com a síndica do prédiocontos incesto mae gtsXVídeos a comadre de vestido bem curtinho com a boca fica do lado de fora no ônibusver vidio padrasto da pica muito loga comendo a itiada virger vai terque da pontoconto eurotico academia com o menino bundudocontos eróticos vovó transando com cavalovideo porno papai italiano comendo a filhinha italianinhadei minha buceta no reformatório conto erotico gay branco dominador gosta de maltratar viado preto conto erótico gêmeas trail irmã com o namoradofeminizaçao esposa cu grosso contobuçetacasadaincesto com meu vô contosbucetao na boca contoporno mãe possuir segredo fudendo escondido do maridogosada no trem lotadoarrumei um macho bem r***** pra f**** o c****** do meu marido contos gayxvidio no binha petdeno ocabadoenudou boceta da vadia d porracontos de cornos com tio velho pauzudo e comedor super canalha rMeu Padrasto parte-01 Autor Alex - Casa Dos Contosforcada a foder com roluda pelo marido contofaz sua namorada ir ao ceu so com q sua linqua pornodoidonoiva casa e não sabia tamanho iria infartar pornomeninas tirando a Virgindade aeh doimulher com bermudacurtinha paceando na ruacontos eroticos comi minha irmazinha tati.comfilme porno gay papis negao abusa de jovem mundo bichaprofessora gostosa da etec contos eroticosincesto com meu vô contoscontoseroticos-estuprada por 2 cachorros roludomae tarada chupa boceta de filha gravida incesto contos eroticoscontos meu filho veio morar comigo e no banho vi seu mega rolao eu queriaeguas taradinha no cio pigandoputa zoofilia coladaGostosas peladas com silicone na bumda que fazen os guri bate punhetavideo de porou dirano vigidade da namorada vedtidoporno mulher chamando o marido de corno chifrudo pinto mole falado palavrao nualindo homemcoxa grossa dando pornoDesabafo real de uma mae contos ero cap,IXSo video de 5 minutos porno buceta e rolas de 16centimetrocontos de sexo depilando a sogra