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QUERIA SER BEM FODIDA

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 25/04/2018 00:20:49
Última revisão: 25/04/2018 01:22:25
Nota -
Assuntos: Oral, Anal, Heterossexual

O HOMEM QUE MATOU MONA – VI

Badhia esteve descansando, deitada no colo de Tomasini, depois disse resoluta:

– Hora de voltar ao trabalho. Vamos ouvir as gravações, para ver como estão, e depois você recomeça de onde parou, está bem?

Ouviram com atenção. O negrão não quis reformular nenhuma parte. Então, continuou:

"Como eu havia dito, para esquecer um amor, é necessário se encontrar outro. E eu encontrei. Foi na escola onde eu estudava. Logo no início do ano, chegou uma loirinha linda, mas tão frágil que parecia que iria se quebrar a qualquer momento. Ela sentou-se numa carteira ao meu lado e trocávamos olhares a cada instante. Eu temia puxar assunto, pois a achava muito bonita. Aquilo me tornava tímido. Até que um dia, a professora colocou algumas palavras no quadro e pediu que as copiássemos.

Ela não trouxera lápis e eu tinha dois. Ela me pediu um emprestado. A partir daquele dia, passei a levar dois ou três lápis para a escola, para o caso de ela não ter nenhum. E ela me devolvia o lápis todo final de aula, só para me pedir de volta na aula seguinte. Abestalhado, uma vez eu disse que ela não devia devolver. Que ficasse com o lápis. Foi a minha sorte. Ela olhou para mim com aqueles olhinhos tristes e perguntou se eu ficava incomodado por ela estar me pedindo o objeto emprestado. Eu afirmei que era um presente de aniversário. Ela falou:

– Mas eu não estou fazendo aniversário. Só em maio.

– É que eu estou te presenteando com antecedência.

Ela ficou feliz e perguntou se podia me dar um beijo. Claro que aceitei. Mas foi um beijinho breve, no rosto. Aí, eu peguei o rosto dela entre as mãos e tasquei-lhe um colado na boca. Isso, dentro da sala de aula. Os garotos tiraram nosso couro. As garotas bateram palmas. A professora nos expulsou da sala.

Ela saiu chorando e eu a consolei. Contei uma piada boba. Ela acabou sorrindo. Sugeri que fôssemos embora para casa e ela disse que não podia. Tinha que esperar a mãe, que a levava e a trazia todos os dias. Fomos para o quintal da escola e trocamos vários beijos. Não havia ninguém por perto e ficamos à vontade. O recreio ainda demoraria, e poderíamos ficar tranquilos. Aí ela perguntou se eu sabia a diferença entre o piupiu do homem e o da mulher. Fingi que não sabia, para ver o que ela dizia. Ela me pediu para arriar o calção.

Baixou a calcinha, e mostrou-me a boceta peladinha. Fingindo inocência, eu perguntei para que servia aquela racha. Ela disse que era para fazer nenê. Depois, pegou no meu pinto e ficou brincando com ele. Eu pedi:

– Bota na boca. Lambe ele, que eu gosto.

– Eca, que nojento. Eu não faço isso, nem que me dê beijos de montão.

– Pois eu faço contigo, quer ver?

Ela esteve indecisa, depois ficou de pé perante mim. Baixou um pouco a calcinha e aproximou a bocetinha da minha boca. Eu abri mais suas pernas e lambi ali. No início, ela apenas sentiu cócegas. Pediu que eu parasse. Continuei e ela passou a sentir prazer. No entanto, quando eu tentei meter-lhe rola, ela recuou. Saiu correndo, com vergonha. Passou dois dias sem aparecer. Quando voltou à escola, veio com uma irmã mais velha. Mais velha, inclusive, do que eu. E era tão bonita quanto ela. A irmã me chamou a um canto, e me perguntou o que eu andava fazendo com ela. Fiquei apavorado, achando que ela contaria à minha professora. Mas aí, a loirinha disse para mim:

- Mente não, bobo. Eu contei o que fizemos. Ela quer fazer também. Convencemos minha mãe que a partir de hoje ela, como é a mais velha, fica me trazendo e levando para casa. Podemos brincar, nós três, bem muito."

– E você chegou a foder-lhe a irmã?

– Sim, claro. Já no primeiro dia que nos conhecemos. Ela nos levou por um caminho que eu desconhecia e, quando não viu ninguém por perto, atracou-se comigo. Deu-me um beijo demorado, e eu retribuí. As duas tiraram minha roupa e ela ficou impressionada com o tamanho do meu pinto. Colocou-o na boca, masturbou-me e só parou quando eu gozei.

Deu minha bilola para a irmã loira chupar. Ela o fez, com nojo. Mas aí, a outra disse que ela me mamasse até ganhar leitinho. A danada demorou me chupando até que derramei-lhe uma gozada na boca. Engoliu tudo. A irmã disse que era para ela ter cuspido fora.

"No dia seguinte, a mais nova não apareceu. Fiquei ansioso para que chegasse o outro dia mas, quando larguei, a irmã safadinha me esperava na frente da escola. Disse que a irmã estava doente e que dificilmente voltaria a estudar lá. Fiquei triste. Mas a danada me disse que todos os dias me viria buscar, pra gente brincar "daquilo".

Começamos só nas chupadas mútuas, até que um dia ela veio com um "catecismo" desenhado pelo Carlos Zéfiro. Mostrou algumas ilustrações e disse que queria fazer aquilo. Aquilo era colocar o pinto na bunda dela. Mas tivemos enorme dificuldade. O cuzinho dela era muito apertado, e eu não conseguia enfiar-lhe a pica. Fomos embora para casa frustrados, pois não podíamos nos demorar muito. Tanto minha mãe, como a mãe dela, reclamariam se chegássemos em casa tarde.

No outro dia, ela me chegou com uma tal de pomada japonesa. Tinha roubado do pai. Nesse dia, gozei mais de uma vez no cu dela, e ela chorou de tanto gozar. Fomos para casa satisfeitos. Eu estava apaixonado. Não sabia eu que aquele seria o último dia que a veria. De volta para casa, ela foi acidentada quando atravessava a rua. Eu só soube na outra semana, quando ela já tinha sido enterrada."

– Nossa Senhora! Que tragédia. Como você soube?

– A mãe dela foi avisar na escola que sua mais velha havia falecido e que tiraria a filha loirinha da escola. Ela tinha uma doença degenerativa e queriam tentar um tratamento em Sampa. Foi quando eu soube que a mocinha falecida já tinha dezessete anos, mas era bem nanica, aparentando menos. A família se mudou para São Paulo, para o tratamento da doença, e nunca mais vi a loirinha.

– Que pena. Acho que vocês ainda dariam boas fodas. Vamos almoçar? Está na hora.

Pouco depois o negrão estava almoçando com a jornalista, na cantina do hotel. A policial tinha ido buscar uns equipamentos que chegaram de lancha e não foi vista naquela tarde. Depois de almoçar, Tomasini disse que descansaria um pouco em casa e depois pescar. Precisava ganhar alguns trocados. Prometeu voltar à noite, para se encontrar no hotel com a jornalista.

Quando buscou seu barco de pesca, ancorado na frente do seu humilde barraco, encontrou-se com a policial. Ela estava acompanhada de uma jovem lindíssima, vestida de minissaia preta e botas de cano longo da mesma cor.

– Esta é a irmã de Cassandra, uma amiga. Veio me ajudar a achar um lugar para descarregar o meu laboratório. - Disse Bruna.

– E onde vai instalá-lo?

– Na tua casa. Não quero gente curiosa observando meu trabalho.

– E aqui é afastado do povoado. Fica melhor de fazer a vigilância. - Disse a bela morena que estava com a ruiva Bruna.

– Tudo isso por causa de um peixe? Estão me escondendo alguma coisa, não é?

As duas se entreolharam. A morena fez um sinal com a cabeça. A ruiva explicou:

- Estive dando uma segunda olhada no teu "peixe". Já foi encontrado um semelhante nos EUA, e eles guardaram segredo por vários anos, antes de publicar um artigo numa revista científica. Vamos fazer o mesmo. Não queremos que os americanos saibam desse achado, entende?

– Agora, sim. Mas isso significa que vou ficar sem ter onde morar? Preciso pescar para viver.

– Te daremos uma polpuda "ajuda de custos", não precisa se preocupar em ganhar dinheiro. - Disse a morena, que parecia ser a chefe da ruiva.

– Okay. Vou me hospedar no único hotel que existe na ilha. Alguma de vocês vai par lá?

– Eu vou. - Disse a ruiva. - Mas não agora. Vai me esperar?

– Estarei te esperando naquele bar.

Ao sair, no entanto, a mulher de cabelos enormes, arrastando no chão, o chamou atrás do barraco, onde ninguém a via. Disse:

– Eu não confio nessa ruiva. Leve contigo o meu livro de crônicas, por favor.

Ele esteve indeciso, depois voltou ao casebre. Pegou o livro e saiu com ele. As duas mulheres estavam se decidindo onde colocar os equipamentos de pesquisa e não lhe deram atenção.

Pouco depois, o negrão estava no bar. A dona veio atendê-lo, mais linda ainda. Alguns clientes lhe diziam alguns galanteios, mas ela apenas falava:

– Não sou pro bico de vocês. Quero coisa melhor.

– Traga o de sempre, lindona. - Disse o escritor.

Ela saiu quase que rebolando. Estava muito mais sensual. O negrão a olhava por trás. Nunca lhe tinha prestado atenção. Ela era muito boazuda. A dona pareceu ter percebido os olhares dele pois, quando lhe trouxe a dose de Campari, insinuou-se:

– A viagem de hoje me cansou. Estou precisando de um negrão pra me fazer umas massagens. Conhece algum?

Mais uma vez, ele a olhou de cima a baixo. Disse:

– Se não tivesse compromisso hoje à noite, eu me voluntariava.

– Ninguém precisa saber. Vou dizer que estou cansada e fecharei o bar cedo.

Ele esteve por uns segundo calado. Depois, ainda incrédulo de que ela se insinuava para ele, perguntou:

– Devo acreditar que quer dormir comigo hoje?

– Você não é burro, eu sei. Então, pare de dar uma de idiota.

Ele sorriu. Ninguém prestava atenção à conversa dos dois, pois já o haviam visto muitas vezes ali. Ela passou a mão por baixo da mesa e entregou uma chave a ele. Disse, baixinho, que era da porta de trás do bar. Ele pediu que ela guardasse o livro que tinha nas mãos. Ela o folheou, mas estranhou não haver nada escrito nele. Todas as páginas estavam em branco. Mas não disse nada. Desapareceu na cozinha, depois voltou sem nada nas mãos. O negrão acabou de tomar o Campari, deixou uns trocados sobre a mesa e saiu.

Quando voltou, o bar já estava fechado. Arrodeou e entrou por trás, com a chave que ela lhe dera. A mulher já o esperava banhada, cheirosa e despida. Mandou-o apagar a luz.

– Sou tímida. Prefiro com a lâmpada apagada. Vem cá que quero fazer coisas que há tempos não faço.

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