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Gabi: a bela jovem que se envolveu com um ogro - parte 3

Olá queridos, meu nome é Gabriela, tenho 27 anos e essa é a terceira a terceira parte do meu primeiro conto, baseado em algo que vivi na adolescência, recomendo fortemente que comecem pela primeira parte que está no link abaixo, caso tenham chegado aqui ou não vão entender parte da história.

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Continuando, depois de perder minha virgindade com Paulo, fui para casa pensando em mil coisas. Eu, uma adolescente de 14 anos que sempre foi toda certinha, de repente me envolvo com um homem bem mais velho, feio, gordo, me entrego para ele como um meio de me vingar dos meus pais e aquilo se torna a melhor experiência da minha vida. Estava muito confusa e questionando se realmente fiz a coisa certa. Não deveria estar me envolvendo apenas com alguém que eu sentisse atraída? Valeria a pena transar com um desconhecido por vingança? Porém, aquilo tinha sido tão bom, passei o dia pensando se não era hora de parar, mas essa experiência despertou um desejo sexual que eu não desconhecia, antes eu conseguiria me satisfazer apenas com meus dedos, agora que sabia o quanto sexo podia ser bom, não me satisfaria com tão pouco. Não conseguiria ficar longe do Paulo, aquele homem que despertava sentimentos tão contraditórios. Nos dias seguintes, essa sensação só foi reforçada, eu ia sempre visitá-lo quando possível e nossos encontros se resumiam a sexo até esgotarmos e, quando ele não podia me receber, geralmente por causa da mulher dele, eu me sentia péssima.

Estava desejando tanto meus encontros com meu ogro que ele ficava sempre desconfiado que eu pudesse buscar outros garotos, mais novos e belos que ele, então sempre me lembrava que agora eu era sua namoradinha, que eu só poderia transar com ele, ignorando o fato dele ser um homem “casado”. Não que me importasse, pelo contrário, eu sabia que, tirando sexo, não queria nada com ele, mas isso me fazia me sentir uma puta, afinal, sempre imaginara que só deveria me entregar para quem eu amasse. Curiosamente, parece que essa mudança em minha vida de alguma forma foi percebida pelos garotos da minha escola, percebi que eles me cantavam mais, olhavam para mim, não sei se esse marco me fez agir de maneira diferente. Eu já estava a uns quinze dias com o Paulo, vendo praticamente todos os dias, mas então algo muito sério aconteceu.

Cheguei na casa dele e, como de costume, já veio me agarrando, beijando e me despindo. Nua, comecei a fazer um boquete que ele tanto adorava, demorando bastante, deixando ele cheio de saliva, com ele sentado no sofá. Passamos para a posição comigo por cima, cavalgando no pau dele quando de repente ouço um grito feminino. Viro-me, ainda com o pau enterrado dentro de mim, e quase desmaio de susto: era a mulher do meu ogro! Não vou descrevê-la em detalhes porque sua aparência estava longe de ser agradável, ela devia ter seus 30 e poucos anos. Quando meu olhar se cruzou com o dela, pensei que ela fosse me matar de tanta fúria, em segundos ela estava ao meu lado e me desferiu um tapa violento na minha cara, me fazendo cair no sofá ao lado de Paulo. Ele até tentou segurá-la, enquanto ela gritava palavras de ódio contra ele e a mim, não lembro direito o que aconteceu, porque eu fiquei paralisada frente ao medo, só sei que logo ela voltou a me desferir mais tapas, socos, puxou meus cabelos e eu ouvia toda sorte de xingamentos, que iam de puta, vadia, piranha... Apanhei muito, eu não tinha força alguma para revidar, apenas tentava proteger meu frágil corpo com minhas mãos e braços, que pouco faziam, acabei desviando sem querer um de seus tapas que fez com que ela acertasse em cheio minha orelha, fazendo eu ficar atordoada e com um zumbido no ouvido por quase uma hora. Ela só parou de me estapear quando o marido dela começou a falar: Maria, para, ela é toda patricinha, deve ter pais ricos, é de menor, se machucar mais a menina é bem capaz de os pais vierem atrás de nós com polícia e tudo!

Maria deu um último tapa que pegou bem forte na minha bunda, acho que ficou marcado uma semana, ela então me puxou pelo braço com violência que parecia que ia quebra-lo, me deixando em pé. Encarou-me bem, como se estudasse o que fazer, ao mesmo tempo que parecia surpresa com o tipo de garota que saía com seu marido. Quis me expulsar ainda nua da casa dela, mas o marido a convenceu que isso seria perigoso demais para eles. Ordenou que me vestisse e, sob mais alguns tapas, me expulsou até a porta da casa, mas antes me segurou pelos braços, olhou bem fundo em meus olhos e disse: Escuta aqui, piranha, se você aparecer de novo aqui em casa, eu juro que enfio uma faca na sua barriga e faço você sangrar até a morte. Tem sorte de não apanhar mais, se voltar perto daqui ou do meu marido, juro que será seu fim. Agora, desapareça!

Sai correndo da casa, o máximo que pude, sentia um misto de humilhação, medo e alívio de estar inteira, embora meu corpo todo doesse. Chorei pelo caminho de volta até a minha casa, aquilo parecia ter sido a gota d’água e um sinal claro que eu, uma patricinha, uma menina que sempre cresceu protegida, deveria ser cautelosa. Chegando em casa, tomei um banho demorado e fui para meu quarto, me tranquei e não saí mais. Minha mãe estranhou mas imaginou que era mais parte da rebeldia, apenas falou que, se precisasse de mim, estaria disponível para conversarmos, não saí e dormi. Acordei no dia seguinte para ir à escola, fiquei mais com minhas amigas, até elas comentaram que eu vivia meio desligada e que era bom ter a Gabriela carinhosa de volta. Os dias seguiram tranquilos e tentei esquecer, comecei a me questionar se minha vingança tinha sido concluída. Mas logo meu corpo começou a dar falta das tardes de sexo com meu “ex-namorado”, passei a me masturbar mais, mas não era o bastante. Visitá-lo estava fora de questão, sabia que a mulher dele não teria tanta paciência comigo e buscar um novo homem com o mesmo perfil estava era arriscado demais.

Tentei aceitar minha situação, as coisas poderiam ter sido mais simples se, uns oito ou dez dias depois da minha surra homérica, Maria não tivesse voltado para minha vida. Talvez o Paulo tenha me entregado, ou ela deduziu onde me encontrar por saber qual colégio e horário eu estudava, mas o fato é que, em uma tarde, eu voltava a pé para casa como de costume, passando por uma rua de pouco movimento quando de repente, como se me emboscasse, Maria aparece na minha frente. Congelei novamente, estaria ela disposta a me dar uma nova lição? Será que ela pensou que eu ainda ia atrás do marido dela? Notei que ela segurava uma bolsa, pensei: e se ela estivesse com uma faca ou qualquer outra coisa para me machucar? Poderia tentar correr, mas estava pálida, não conseguia me mover, tremia, ela se aproximou a passos rápidos e me segurou pelo braço, ao me tocar, lembrei da dor que senti quando ela me puxou com força. Meus olhos lacrimejavam e eu comecei a me desculpar: Eu juro que não vi mais o Paulo, juro! Nunca mais vou procurá-lo!

Ela deu um risinho de deboche, deve ter me achado uma covarde. Sem soltar meu braço, disse algo como:

_ Não seja ridícula, patricinha! Se eu quisesse quebrar sua cara, já teria feito, você saiu da minha casa do jeito que saiu porque eu permiti! Agora pare de chorar, não quero que chamemos atenção.

Um pouco aliviada, respirei fundo, mas ainda tremia:

_ Se é assim, porque veio atrás de mim?

_ Quero saber porque foi atrás do meu marido! Reconheço uma piranha quando vejo uma e você tem sorte de ser bem diferente do que eu esperava. Quando minha vizinha falou que Paulo estava me traindo, não me surpreendi, não era a primeira vez. Mas ver uma garota jovem, bela, patricinha, só pensava o que você poderia querer com ele. Porque sei que se você fosse só uma piranha qualquer, podia estar dando para seus colegas no banheiro de escola. Quero saber que tipo de vagabunda você é, porque deu para o meu homem!

Eu fiquei amedrontada, será que depois de saber a verdade ela acabaria comigo? Meus pais nunca tocaram um dedo em mim, então levar uma surra foi algo assustador. Com Maria apertando meu braço, respirei fundo, tentando que o ar que enchia meus pulmões me trouxesse algum alívio e coragem e comecei a explicar. Me desculpei, assumindo que a surra que levei fora mais do que merecida e até que foi pouco pelo que fiz. Expliquei a ela, então, minha motivação, da separação dos meus pais e que quis me vingar de alguma forma, que eu era tímida e quando o marido dela me cantou achei que fosse a oportunidade ideal. Querendo ser o mais verdadeira possível, achando que isso fosse acalmá-la, expus que não sabia que ele era casado, somente depois ele me contara que sim, mas eu estava envolvida, que eram minhas primeiras experiências sexuais e acabei tendo dificuldades de parar. Ela me deu um tapa na cara, não acreditou que eu tivesse entregado minha virgindade a ele, mas jurei que falava a verdade, que não mentiria para ela e que sentia muito envergonhada, que eu sempre fui uma menina correta e aquilo de longe era o maior absurdo que fiz, mas que aprendi com aquilo e nunca mais pegaria um homem casado.

Ela soltou meu braço, parecia um pouco mais conformada com a situação, apesar da traição, acho que ela sentiu que não oferecia perigos a ela, não seria necessário mais uma surra para me colocar no meu lugar. Ela ainda não estava 100% confiante em mim, guardava muito raiva e falou: Se isso realmente é verdade, você vai ter que provar! Estou disposta a te perdoar e nunca mais incomodar, mas vai ter que me convencer!

Fiquei atônita, como poderia provar algo assim? Mal sabia eu do que tramava, se quis me vingar dos meus pais, agora ela se vingaria de mim: Você falou que traiu por vingança e que continuou dando para meu homem porque queria sexo, que não estava acostumada a fazer isso. Se realmente é verdade, vai ter que transar com um homem que eu escolher! Se fizer isso, te deixo em paz, afinal, sexo é sexo pelo que está falando. Se não aceitar, só mostra que além de piranha é mentirosa!

Eu queria me ver livre daquela situação, ainda tinha medo dela, não sabia do perigo que ela poderia oferecer. Não estava em posição de pedir ajuda aos meus pais, não podia mais, seria assumir minha derrota perante eles, que tudo que fiz teria sido em vão. Aceitei, me submetendo à vontade dela, que pegou meu celular e falou para esperar que entraria em contato. Disse para não fugir, que sabia meu nome, a escola onde estudava e, se sumisse, ela iria atrás de mim ou dos meus pais, que saberiam da santinha do pau oco que é a filha deles. A partir desse momento, eu fiquei com medo de que algo ruim acontecesse, pelo menos eu escolhi o Paulo, mas que tipo de homem ela escolheria para mim? Por dois dias eu vivi a angústia de esperar, ela não escrevia nem ligava, devia saber que isso me causaria muita ansiedade. Minhas amigas tentavam em entender porque eu estava abatida e triste, foram muito carinhosas comigo, mas não podia envolve-las, inventei que era TPM. No terceiro dia, finalmente eu recebi uma mensagem dela. Disse para eu esperar na casa dela, que ela tinha escolhido minha punição, que como eu só queria sexo, não seria problema. Ao final das aulas, fui para casa, tomei banho, peguei uma folha de papel e deixei uma mensagem embaixo do meu travesseiro falando onde estava e com quem, para caso algo ruim acontecesse, certamente minha mãe encontraria, isso caso eu demorasse a chegar.

No horário combinado, fui recebida por minha algoz, ao vê-la, todo meu medo voltou, pensei: e se ela só quis me atrair para terminar a surra que me deu? E se ela mudou de ideia? Antes que pudesse dizer algo, ela segurou-me pelo pulso e puxou para dentro de casa, fechando a porta, eu já estava trêmula pensando nas diferentes formas de castigo que ela poderia me dar, comecei a chorar. Ela riu:

_Está com medo, patricinha? Não se preocupe, não vou machucar você dessa vez. Quando flagrei você com meu marido, eu só queria quebrar sua cara. Mas agora, precisa se desculpar pelo que fez comigo.

Concordei com ela, acenando positivamente, ouvir que ela não iria me machucar foi um alívio, até que ela mandou eu me despir. Obedeci, lembrei da promessa dela que eu teria de transar com alguém, então imaginei que talvez tivesse alguma outra pessoa em um cômodo da casa só esperando ela chamar, isso em deixou insegura, mas não estava em posição de argumentar. Comigo nua, envergonhada, ela olhou meu corpo com certa inveja e desprezo, então me segurou pelos cabelos e disse: Nunca estive com uma garota antes, se era virgem como me diz, nunca deve ter provado uma mulher também. Como disse que sentia falta de sexo, não vai se importar em chupar minha buceta até eu gozar! Ela me empurrou no sofá, cai sentada, ela então tirou o shorts e calcinha, sentando ao meu lado. Ela abriu as pernas, pegou-me pelos cabelos novamente e sem cuidado algum me puxou em direção à vagina dela, ordenou: Lambe, puta! Para me motivar, me deu um tapa na cara com a outra mão, então pela primeira vez pude experimentar o sabor de uma mulher.

Preciso lembra-los que Maria não era uma mulher bonita, tinha uma aparência apenas razoável e que talvez pudesse ser melhor se não fosse seu padrão de vida. Ela não se depilava inteira como eu, deixava alguns pelos. Ela não parecia nem de longe minhas amigas gatinhas com quem eu teria o maior prazer de fazer um sexo oral, mas confesso que minha primeira experiência com mulher não foi ruim. Eu estava com medo, fui obrigada a fazer sexo oral, mas estava gostando. Ela não era nem um pouco gentil, segurava o tempo todo meus cabelos como se eu pudesse fugir dali, mas isso nem passava por minha cabeça. Apertava meu rosto contra a buceta dela, às vezes reclamava: Você é uma mulher, vê se aprende a chupar direito! Meu marido nem tem uma buceta e faz melhor que você!

Acredito que ela não tivesse intenção alguma de que eu fosse gostar disso, mas o fato é que eu estava. Ter esse sentimento, percebi que eu não era tão certinha como eu sempre imaginei, eu era mais pervertida do que poderia imaginar. Logo estava enfiando mais minha língua nela, sugando, chupando o clitóris e Maria gemia com mais tesão. E como ela ficava melada, meu rostinho ficou todo “sujinho”. Não satisfeita, ela ordenou: _ Lambe meu cu também! Não era o que eu queria, hesitei um pouco, continuei a chupar o clitóris mas logo ela mandou que obedecesse. E assim o fiz. Não penetrei de início, eu ficava lambendo, deslizando minha língua do cu dela, passando pela vagina e chegando até o clitóris, ia e voltava, esfregando bem. Ela gostou tanto, percebeu que aquilo poderia ser mais prazeroso e decidiu curtir, tirando a camiseta e sutiã, agora estávamos nós duas nuas. Acabei tomando coragem e enfiei minha língua no ânus dela, foi quando pela primeira vez soltou meus cabelos, deixando que eu a desse prazer. Como estava curtindo (admito), quis fazer dessa minha primeira experiência lésbica algo bom, então quis explorar o corpo dela com minha língua vendo o quanto é possível dar prazer a uma mulher. Para ser sincera, achei bem mais difícil dar prazer a uma mulher do que a um homem, quando eu fazia boquete, parece que o excitava mais, enquanto que com a Maria era mais difícil manter o ritmo e a pressão da minha sugada, às vezes eu tinha que parar de chupar para lamber, descansando assim minha boquinha. Depois de certo esforço, Maria gozou na minha boca, enquanto eu sugava seu clitóris, fiquei surpresa o quanto melada ela ficou.

Finalmente ela olhou de uma forma que não transparecia tanta raiva por mim, ela me puxou para cima dela, fazendo eu deitar sobre seu corpo e ela me beijou. Não pareceu ficar nem um pouco incomodada com o fato de minha boca estar toda lambuzada e com gosto de buceta, pelo contrário, me beijou com desejo, enquanto apertava meu corpo contra o dela. Quando terminou o beijo, ela me deu um tapa na cara que doeu, voltando a me beijar. Não entendi nada naquele momento, se ela estava me gostando, porque me bateu? Quando terminamos o beijo, ela me deu mais dois tapas na cara e disse que adorava bater em mim, que isso dava muito tesão. Fiquei confusa, então ela mandou eu calar a boca e chupar os seios dela. Obedeci, chupando os seios dela, novos gemidos. Sem ela pedir, comecei a acariciar seu clitóris, masturbando e ela aprovou. Entre sugadas nos seios, que eu tentava fazer de maneira parecida com que o Paulo fazia comigo, ela interrompia e me dava beijos de língua também. Não demorou e ela gozou em meus dedinhos. Depois que se recuperou do orgasmo, Maria me mandou ficar de quatro no sofá, com meu bumbum voltado para ela. Assim que fiquei na posição, ela me deu tapas, eu gemi, reclamei, mas ela apenas mandava eu calar a boca. Devo ter levado uns dez tapas. Tão logo terminou, ela falou: Cansei de brincar com você, putinha! Vista-se, não quero que meu homem chegue em casa e veja você por aqui. Vá logo embora, espero que tenha aprendido a lição. Não te odeio tanto quanto antes, sinto que me vinguei, mas nem pense em sair transando com meu homem!

Não quis discutir, vesti minha roupa e fui até a porta, recebendo mais um tapa na cara da Maria de despedida, foi quando ela falou: Sempre que te ver, vai apanhar na cara, porque é assim que puta merece ser tratada. Não disse nada além de um “desculpe”, tratei de sair rapidinho dali. Quando cheguei em casa, eu estava muito excitada pelo que vivi, fui direto para meu quarto, arranquei minha roupa e me masturbei por um bom tempo pensando em tudo que vivi naquela tarde, gozei muito gostoso. Minha história com o casal Maria e Paulo (Shrek) não terminaria aí, mas isso é conteúdo para outro conto.

Gabriela Lockheart (Lockhart)

[email protected] conto terminou, mas decidi fazer algo diferente, deixando esse espaço para considerações finais e agradecimentos. Comecei a escrever contos em, esse é meu primeiro conto, que está dividido em três partes, sempre tive vontade de fazê-lo, mas não sentia segura, achava que tinha muito a aprender em como escrever bem. Finalmente encarei o desafio, tem sido uma experiência muito boa para mim, excitante, e sempre convido meus leitores a darem algum feedback, seja com comentários, votando ou enviando algum e-mail. Suas opiniões me inspiram e encorajam a escrever mais contos e quem sabe um dia não me torno uma escritora, risos. Porém, sei que tenha um longo caminho.

Nesse primeiro conto, que dividi em 3 partes, relato como iniciei minha vida sexual, ainda há muitas outras aventuras com esse mesmo casal mas ainda não decidi se continuarei com isso agora ou se escrevo sobre algo diferente que vivi em outros momentos da minha vida. Comecei minha vida sexual aos 14, tenho 27, são muitos anos de história. Dedico esse conto para os usuários e escritores do site que deixaram mensagens para mim: DIGAORJ, kaddu857, nayarah, Marido Liberal Safado e Astrogilldo Kabeça <3 além dos e-mails de Janice e Lins. Vocês me motivaram muito.

Na segunda parte deste conto, na sessão de comentários, Astrogilldo Kabeça perguntou o porquê do meu nick, Gabriela Lockheart, já que ele viu que há um ator e atriz pornô que usam o nome “Lockheart”. Não tem nada a ver com eles, mas sim com algo que vivi na infância. Sou nascida em 1990, aos 7 anos de idade, eu visitava muito meus primos Amanda e Júlio, ambos mais velhos que eu. O Ju na época jogava muito um jogo chamado Final Fantasy 7 e, embora eu não curtisse muito jogar aquele tipo de jogo, achava muito legal assistir uma personagem chamada Tifa Lockheart, por ser uma mulher forte que resolvia tudo apenas com socos e chutes, enquanto os demais personagens precisavam de armas enormes. Na minha mente de menina, queria ser como ela, ainda mais que era raro nos jogos ver uma personagem assim. O nome dela era Tifa Lockhart, mas eu imaginava que se escrevia “Lockheart” e assim comecei a usar como um nome meu de brincadeira. Acho que só percebi o erro aos 15 anos, então não corrigi, mas talvez deva fazer, risos.

Beijos a todos que chegaram até aqui e obrigada!

Comentários

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16/05/2018 09:28:31
Além de escrever bem ainda é atenciosa, tirou minha dúvida. Quanto a essa continuação, conseguiu surpreender a todos. Quem imaginaria a atitude da esposa do seu amante? Isso já dá um " tchan " a mais na sua história. Quanto a sua dúvida se continua os contos com o casal ou parte pra outras situações em sua vida sexual, vai depender se for algo repetitivo ou que realmente seja de novo surpreendente e excitante.
16/05/2018 00:52:30
Vc escreve muito bem, parabéns pelo conto! Só que fixa minha indignação, como pode uma menina fazer sexo com um homem mais velho, feio e sem amar? Vc diz que é por vingança pela separação dos pais, mas acho que essa vingança não tem muito a ver, só acho que vc gostava do Paulo, tanto é que qdo ele disse que era casado vc nem se importou e de qualquer forma quis perder a virgindade com ele e teria que ser com ele. Em tempos nenhum, uma menina de sua idade faria sexo com um homem casado e feio, certamente procuraria alguém sem compromisso e que lhe atraisse. Quanto ao caso lésbico com a mulher dele, isso pode ser óbvio, mas ao contrário disso, penso que uma traição não se explica porque quando foi feito o flagrante, além de a mulher ti bater separaria do marido. É difícil de entender a atitude dela, mas seu conto tá perfeito. Ah, só dizendo que quando li seus primeiros contos não quis nem comentar de raiva por ter feito sexo com um homem que não tinha nada a ver com vc, sendo que tinha outras pessoas querendo vc. Aqui fica meu desabafo e desejo lhe Boa sorte por conseguir seu intuito de ser escritora.
15/05/2018 20:49:31
Simplesmente fantástico! Muito bem escrito, detalhado e muito envolvente!
15/05/2018 15:06:59
exitante




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